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29 abril 2022

Milho é tema de Dia de Campo em Pelotas

O Escritório Municipal da Emater/RS-Ascar de Pelotas promoverá, na próxima quinta-feira (05/05), às 9h, o Dia de Campo do Milho. O evento será na propriedade do agricultor familiar Jones Becker, localizada na colônia Santa Eulália, na Cascata. 

O Dia de Campo visa mostrar a produção de diversas cultivares adaptadas à região Sul do RS, como também informar sobre as tecnologias disponíveis da cultura do milho para os agricultores familiares.

A Emater/RS-Ascar terá duas estações com diferentes temáticas. Uma irá abordar o manejo da cultura do milho para altas produtividades, e a outra será sobre secagem e armazenamento do milho, com especial atenção às estruturas de armazenagem disponíveis. Estas estações serão conduzidas pelos engenheiros agrônomos e extensionistas Francisco de Arruda e Luciano Ossanes.

Outras estações serão conduzidas por empresas do setor agrícola e tratarão sobre as variedades de milho híbrido e produtos fitossanitários disponíveis para a cultura.

A atividade conta com o apoio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural de Pelotas, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Pelotas e de empresas do setor agrícola. 

Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar

19 março 2013

Renovada a parceria para plantio de grãos após o tabaco


Canguçu (RS) – A propriedade dos produtores integrados Eliseu e Márcio Bierhals, em Canguçu Velho, interior do município de Canguçu (RS), sediou na manhã desta terça-feira, 19, o lançamento do Programa Milho & Feijão Após a Colheita do Tabaco no Estado do Rio Grande do Sul. A iniciativa, liderada pela Souza Cruz desde 1984, tem a expectativa de alcançar uma produção de 145 mil toneladas de grãos, com o envolvimento de 26 mil produtores, em uma área plantada de 36 mil hectares.
Realizado em parceria com a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag), da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio do Rio Grande do Sul (Seapa) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o programa incentiva o plantio de grãos após a colheita do tabaco como forma de diversificar a propriedade, aumentar a renda do produtor e contribuir para a preservação do meio ambiente e qualidade de vida.
A solenidade de lançamento, marcada pela assinatura do Termo de Cooperação Técnica para execução do programa no Estado, reuniu mais de 200 convidados. A cerimônia foi prestigiada por diversas autoridades, entre elas, o secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Luiz Fernando Mainardi, o superintendente do Ministério de Agricultura e Abastecimento, Francisco Signor, o presidente da Fetag, Elton Weber, o diretor Administrativo da Farsul, Francisco Schardong, além do prefeito de Canguçu, Gerson Nunes, e do deputado federal, Sérgio Ivan Moraes (PTB).
Em seu pronunciamento, o diretor de Tabaco da Souza Cruz, Dimar Frozza, destacou a visão da empresa, que há 110 anos busca pautar suas atividades em dois princípios. “O desenvolvimento de parcerias e o incremento da sustentabilidade na atividade rural são verdadeiros valores do nosso negócio”, destacou.  Com mais de 30 mil produtores integrados na Região Sul do Brasil, a Souza Cruz incentiva o plantio da safrinha há 28 anos como alternativa para a diversificação da propriedade, ampliação da oferta de grãos e a maximização da renda do produtor integrado. “Desta forma, potencializamos a melhoria da qualidade de vida das famílias no campo, contribuindo para uma maior produção de alimentos e contando também com o tabaco como uma alternativa sustentável de diversificação agrícola”, frisou.

REGIÃO SUL – O evento de lançamento do Programa Milho & Feijão Após a Colheita do Tabaco em Canguçu (RS) foi o segundo dos três previstos para a Região Sul. Na próxima sexta-feira, 23, o lançamento ocorre em São Miguel do Oeste (SC). O primeiro lançamento ocorreu em Piên (PR), dia 15. Nos três estados, o programa tem a expectativa de produzir de 383 mil toneladas de grãos, com o envolvimento de 71,5 mil produtores, em uma área plantada de 105 mil hectares.

Assinatura do Termo de Cooperação aconteceu em Canguçu

14 março 2013

Programa Milho & Feijão Após Tabaco tem lançamento dia 19



Canguçu (RS) – O Programa Milho & Feijão Após a Colheita do Tabaco, desenvolvido pela Souza Cruz há 28 anos, vai ser lançado oficialmente no Estado do Rio Grande do Sul na próxima terça-feira, 19. O evento terá início às 10 horas, na propriedade dos produtores integrados Eliseu e Márcio Bierhals, na localidade de Canguçu Velho, no interior do município de Canguçu. A expectativa é que a cerimônia de lançamento conte com a presença de mais de 100 convidados, entre autoridades, lideranças da comunidade e produtores do município e da região.

Criado com o objetivo de incentivar o plantio de grãos após a colheita do tabaco como forma de diversificar a propriedade, aumentar a renda do produtor e contribuir para a preservação do meio ambiente e qualidade de vida, o programa tem o apoio da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag), da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio do Rio Grande do Sul (Seapa) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). No Rio Grande do Sul, a expectativa é de que a produção da safrinha alcance cerca de 145 mil toneladas de grãos, com o envolvimento de 26 mil produtores, em uma área plantada de 36 mil hectares.

19 julho 2012

Mais de 340 prefeituras aderem ao Programa Troca-Troca do milho


“Cerca de 40% da safra de milho do Rio Grande do Sul é financiada pelo programa, o que demonstra a importância desta iniciativa para o fortalecimento da agricultura familiar e para o desenvolvimento do Estado”, afirmou o presidente da Emater/RS, Lino De David, durante o ato de assinatura do termo de adesão ao Programa Troca-Troca de Sementes de Milho, realizado na tarde desta quinta-feira (19/07), no auditório da Emater/RS-Ascar, em Porto Alegre. Ao todo, 345 prefeituras gaúchas aderiram ao programa. Além do presidente da Emater/RS, participaram da solenidade o secretário de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), Ivar Pavan, o diretor do Departamento de Agricultura Familiar da SDR, José Adelmar Batista, e o presidente da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), Ary Vanazzi. 

Através do programa, será facilitada a compra de 319 mil sacas de sementes de milho a agricultores familiares gaúchos, sendo 170 mil sacas para as prefeituras e as 149 mil sacas restantes destinadas a sindicatos de todo o Estado. Na aquisição das sacas desta safra, o Estado investiu mais de R$ 28,5 milhões, sendo que, deste valor, R$ 8 milhões serão subsidiados aos agricultores. As quantidades atendem à solicitação das entidades credenciadas, de acordo com a demanda apresentada pelos pequenos produtores rurais de cada localidade. “Este é um programa econômico e social de grande abrangência. O milho está é fortemente vinculado à pequena propriedade, sendo responsável pelo desenvolvimento da agricultura familiar no Estado”, destacou o secretário Ivar Pavan. 

“Produzimos um novo formato de operação do Troca-Troca”, disse o diretor do Departamento de Agricultura Familiar da SDR, José Adelmar Batista, ao explicar as mudanças no programa, que, a partir deste ano, funcionará através de um termo de adesão, com validade de cinco anos. “Com isso, não há a necessidade de assinatura de um novo convênio a cada ano, tornando os procedimentos mais qualificados e a ação mais dinâmica e menos onerosa”, destacou Batista. 

O Programa Troca-Troca de Sementes de Milho é coordenado pela SDR e executado por linha de crédito do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais (Feaper). A aquisição de grande volume de sacas por parte do Estado permite a comercialização a preços mais acessíveis, o que resultou, nesta safra de milho, a quantia de R$ 90 para cada 20 quilos. Deste valor, o Governo subsidia cerca de 30%, de forma que o agricultor só paga os R$ 64 restantes de cada saca, no dia 30 de abril de 2013, na proporção de 11 quilos de grãos de milho para cada quilo de semente adquirida. O cálculo de conversão dos grãos em moeda é feito de acordo com o preço mínimo do milho definido pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). 

Os agricultores interessados no programa devem procurar o sindicato, associação ou prefeitura correspondente para que a entidade realize o levantamento da demanda e a encaminhe à SDR. 


Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar

06 julho 2011

Fundada Cooperativa dos Produtores de Milho de Canguçu

Desde terça-feira (05) Canguçu passa a contar com a Cooperativa dos Produtores de Milho de Canguçu, em reunião dos sócios-fundadores realizada na Comunidade São Paulo, no 2º distrito, na localidade do "Iguatemi".
A Comissão Provisória ficou constituída pelos seguintes líderes rurais: Silvio Venske Neutzling, Rubens Tessmer e Jackson Nornberg.
Ficou estabalecida a data de 02-8-2011, às 18h30m, no mesmo local, para a realização da Assembléia Geral de discussão e aprovação dos estatutos, eleição e posse da primeira diretoria. A orientação técnica e motivacional está a cargo da Banca de Advocacia & Consultoria Empresarial Dr. Claudiomar Pereira da Cunha.

13 março 2011

Avança Colheita de Milho no Estado

Em decorrência das boas condições de clima, nesta semana, a colheita do milho avançou 4%, com muitos dos produtores acelerando essa fase, pois, com o início e a intensificação da colheita da soja, a prioridade é dirigida para esta leguminosa. Segundo o Informativo Conjuntural, elaborado pela Emater/RS-Ascar, as produtividades permanecem demonstrando excelentes médias.

Com bom ritmo de colheita, influenciada pelo tempo, a colheita do arroz avança, chegando aos 18% da área implantada. As produtividades iniciais estão confirmando ótimos rendimentos de lavoura, muitas, bem acima das 7 t/ha.

Já a colheita da 1ª safra do feijão está chegando ao seu final, restando apenas 2% da área plantada. As áreas que não foram atingidas pela estiagem vêm mantendo boa produtividade e qualidade. A 2ª safra, também chamada de safrinha, evolui muito bem, beneficiada pelas condições meteorológicas neste início de desenvolvimento. Faltando ainda 10% da área estimada a ser implantada, 22% já se encontram em floração, fase esta com maior necessidade de água, e que define o potencial produtivo da cultura.

As primeiras áreas colhidas de soja apresentam muito boa produtividade e qualidade comercial, superando inclusive a estimativa média para o RS, para esta safra, que é de 2.641 kg/ha. Grande parte dos sojicultores está retirando o produto da lavoura e depositando nos armazéns, esperando melhor definição do mercado para ofertar. Contrariamente à semana anterior, nesta, o valor médio da saca de 60 kg da soja teve um acréscimo de 0,87%, chegando a R$ 43,88, valor já considerado consistente e estando 11,14% acima da média histórica para o mês.

As altas temperaturas têm causado problemas no desenvolvimento das olerícolas, especialmente das hortaliças folhosas. O excesso de umidade, com o abafamento peculiar da estação, tem possibilitado o aparecimento de doenças e a depreciação das culturas, com diminuição da oferta e aumento nos preços ao consumidor.

A elevação dos preços da melancia ocorre num período em que a oferta já está mais reduzida e começam a entrar frutas da safra do tarde, que neste momento é considerada de melhor qualidade. Os principais municípios abastecedores são Bagé, Rosário do Sul e Encruzilhada do Sul.

Nos Campos de Cima da Serra, segue firme a colheita da maça, variedade Gala, uma das principais variedades da região, apresentando frutas de ótima coloração e sabor. Muitos pomares foram atingidos pelo granizo, mantendo frutos com características descritas acima, mas com deformações físicas pelo impacto das pedras. Mesmo assim, estão sendo comercializadas a R$ 0,08 o quilo para indústria e R$ 0,15 para o mercado in natura menos exigente. O preço médio é negociado a R$ 0,50/kg.

O levantamento de preços realizado nas principais praças de comercialização registrou pequena valorização do boi gordo, assim como da vaca gorda. A valorização do boi gordo foi de 0,41%, passando de R$ 3,25 para R$ 3,27 o kg vivo. Já a vaca gorda passou de R$ 2,87 o kg vivo para R$ 2,89, valorização de 0,62%. As chuvas continuam escassas na região da Campanha e parte da Zona Sul do Estado, fato que tem colaborado para uma menor oferta de animais aptos para o abate, com consequente aumento do valor pago ao pecuarista. Para agravar ainda mais a situação nas regiões afetadas pela falta de chuvas, segue alta a ocorrência de carrapatos e moscas do chifre. Isto, associado à alimentação deficiente, aumenta a perda de peso e acaba provocando uma maior debilidade nos animais.


Assessoria de Imprensa Emater/RS-Ascar

29 janeiro 2011

Milho apresenta bons resultados no Estado

Se as condições meteorológicas registradas até aqui não satisfazem a totalidade dos produtores de milho, o mercado está promissor. Mesmo com a entrada da nova safra, o grão segue com boa procura e preços vantajosos em relação aos do ano passado, quando a saca de 60 kg era vendida por um preço 26,40% menor que o atual. Nesta última semana, a cotação média em âmbito estadual ficou em R$ 23,08. Uma variação de apenas –0,04% no período. Segundo o Informativo Conjuntural, elaborado pela Emater/RS-Ascar, a cultura chega nesta semana com 14% de sua área já colhida e apresentando, até o momento, excelentes rendimentos, com estes situando-se acima dos 4.500 kg/ha, em média. As lavouras que estão maduras e por colher e que representam 19% do total também apresentam potencial produtivo muito bom.

As chuvas ocorridas nas principais regiões produtoras de milho, localizadas mais ao Norte, embora irregulares e em baixos volumes, serviram para manter os níveis de umidade do solo em patamares favoráveis à manutenção do desenvolvimento das plantas, em especial para aquelas que estão nas fases de floração e enchimento de grãos. Apesar do bom momento nesse início de colheita, a continuidade da deficiência hídrica, mesmo em zonas onde as chuvas têm sido mais frequentes, põe em risco as lavouras semeadas mais recentemente, principalmente aquelas implantadas em solos mais rasos e/ou degradados. Nestas, o desenvolvimento tem se mostrado deficiente, dando indícios de comprometimento da produtividade.

A colheita do feijão já atinge os 62% da área estadual, e há tendência de um final muito satisfatório de produção e qualidade. A lavoura da 1ª safra de feijão no Estado prossegue normalmente, com bom desempenho na metade Norte do RS. A situação mais difícil se encontra na outra metade, especialmente na Campanha e Zona Sul, com estiagem mais severa, sendo, nesta última, com perdas significativas, estimadas em cerca de 50%, também contabilizando danos na qualidade dos grãos. Nesta área se concentra um expressivo número da agricultura familiar e, como exemplo, citamos o município de Canguçu, que cultiva a maior área de feijão do Estado, e que vem sofrendo com essa situação. Entretanto, no contexto geral da lavoura no RS, a produtividade e a produção deverão estar muito próximas do estimado inicialmente para a cultura desta safra, em decorrência das boas colheitas no Norte do Estado.

A cultura do arroz segue evoluindo de forma bastante satisfatória e adiantada, se comparada com os anos anteriores, com cerca de 16% das lavouras em fase de formação de grãos, contra uma média de 8%, consideradas as últimas cinco safras. De maneira geral, as lavouras apresentam bom padrão, com o potencial produtivo das lavouras também considerado bom, e com possibilidade que as estimativas iniciais sejam superadas.

Continuam regulares as condições de umidade no solo na maioria das principais regiões produtoras de soja, o que favorece o desenvolvimento da cultura. Cerca de 48% da área está em fase de floração, com 11% alcançando o estádio de formação de vagens e enchimento de grãos. No momento, os produtores seguem o controle de lagartas e prevenção à ferrugem da soja, no intuito de preservar o potencial produtivo das lavouras.

A cebola se apresenta em fase de colheita na Zona Sul. Em Rio Grande e São José do Norte, este último, o maior produtor do Estado, a colheita já terminou. As perdas estimadas são em torno de 20% em consequência da estiagem. O preço médio de venda permanece em R$ 0,20/kg.

A safra de Inverno/Primavera de repolho está com produção acima da média na Serra Gaúcha, em razão do aumento de área e das produtividades. Pela redução da oferta da última safra, há sinais de recuperação da valoração de mercado. O preço médio atual é de R$ 0,40/unidade.

Concluída a colheita da ameixa Fortune (Italianinha) na região Serrana, inicia-se a da variedade Letícia, de maior área e produção da região. Ambas estão com frutos de ótimo calibre e sanidade, mas com menor produtividade nesta safra. O preço médio é de R$ 3,00/kg.

Aproximadamente 85% da área com melancia já se encontra colhida na região dos Vales do Taquari e Caí. A produtividade fica entre 20 a 30 toneladas por hectare. A qualidade tem sido boa (mais doce neste ano, favorecido pelo calor e pouca chuva). Na região, destacam-se, pela produção, os municípios de Capela de Santana, Montenegro e Taquari.

A colheita da cultura do pêssego está chegando ao seu final na Zona Sul, apresentando perdas que variam entre 30% a 60% na região, devido à estiagem, ventos fortes e chuvas, que prejudicaram os pomares A comercialização na semana variou entre R$ 0,55/kg a R$ 0,80kg.

O clima desfavorável na Campanha e Zona Sul segue provocando uma redução na oferta de animais para o abate. O estado geral dos animais segue considerado razoável na maioria dos municípios que compõem a região, no entanto, já está sendo esperada uma redução no número de nascimentos para próxima Primavera, devido à diminuição da ocorrência de cio nas fêmeas e o baixo índice de prenhez observado.

Assessoria de Imprensa Emater/RS-Ascar

20 janeiro 2011

Estado conclui plantio do milho

O plantio da safra 2010/2011 de milho foi praticamente encerrado esta semana. Apenas poucas áreas em pequenas propriedades, cuja produção se destina ao consumo e subsistência, ainda devem ser concluídas nos próximos dias. Apesar da irregularidade das chuvas, a maioria das lavouras apresenta desenvolvimento satisfatório, segundo dados do Informativo Conjuntural elaborado pela Emater/RS-Ascar.

As lavouras em fase de maturação apresentam excelente potencial produtivo. Os rendimentos obtidos nos 8% já colhidos têm superado as expectativas inicialmente previstas. Com a entrada da nova safra no mercado e com este sinalizando que, apesar da irregularidade do clima, o Estado poderá ter uma produção adequada às suas necessidades, o preço médio da saca de 60 kg começa a declinar lentamente. Mesmo assim, ainda permanece em patamares atraentes para o produtor, que a negocia a R$ 23,09 a saca.

No caso das frutas o destaque é para a melancia, com cerca de 80% da área semeada já colhida nos vales do Taquari e Caí. A qualidade este ano é muito boa, estando mais adocicada em razão das condições climáticas favoráveis no seu desenvolvimento. Na região Central do Estado, os frutos estão com excelente qualidade e com grande quantidade em oferta no mercado, mas os preços encontram-se em queda em decorrência desta maior disponibilidade de produto.

Permanece em ritmo rápido a maturação e colheita da safra do pêssego na região da Serra. Resta colher apenas 10% das frutas nos pomares que apresentam bom calibre e sanidade. Na região Sul, a colheita está em fase final, apresentando perdas entre 30% e 60%, devido às intempéries ocorridas.

Na Zona Sul foram registradas precipitações esparsas em um maior número de localidades, o que contribuí para amenizar o forte déficit hídrico que vem se registrando nesta região. Esta chuva, embora irregular e mal distribuída, favoreceu a manutenção das condições para o desenvolvimento das pastagens implantadas e do campo nativo em alguns municípios menos afetados.

O estado geral dos bovinos de corte é considerado razoável na maioria dos municípios que compõem a Metade Sul do Estado, com exceção dos municípios de Aceguá, Candiota, Quaraí e Dom Pedrito, na Campanha, e Pedras e Herval. Nestes locais a falta da água é mais acentuada e exige mais atenção em relação a dessedentação dos animais. Nas demais regiões do Estado, embora esteja sendo registrada irregularidade na distribuição, as chuvas têm contribuído para o desenvolvimento normal das pastagens, o que tem resultado em um bom desempenho da atividade.

Assessoria de Imprensa Emater/RS-Ascar

24 setembro 2010

Campanha Colha Mais Milho capacita produtores

A Campanha Regional Colha Mais Milho, que tem por objetivo aumentar a produção do milho sem alterar a área plantada, foi iniciada no mês de julho e as ações definidas já estão em andamento. Visando o plantio do grão, que começa agora e vai até o mês de janeiro, já estão sendo definidos os produtores da agricultura familiar que irão instalar Unidades Demonstrativas (UD), para que seja feita a análise, o preparo e a correção do solo a ser utilizado. A Campanha é desenvolvida pela Emater/RS-Ascar, Embrapa Clima Temperado e Damby Cosulati.

No próximo dia 14 de outubro, as entidades envolvidas na campanha promovem uma capacitação teórica e prática em armazenamento. A teórica será na Embrapa Clima Temperado, onde serão apresentadas duas palestras, a primeira sobre Qualidade do Milho e outra sobre Colheita e Armazenamento. Na parte prática, serão feitas visitas a propriedades rurais de agricultores em Turuçu. A capacitação visa à fase da colheita do milho.

O público esperado para participar desse evento é formado por técnicos da Emater/RS-Ascar e entidades parceiras na campanha, além de produtores da agricultura familiar da região, dando preferência àqueles que já estão definidos para instalação de Unidades Demonstrativas em suas propriedades.

O supervisor regional da Emater/RS-Ascar, José Francisco Lopes, explica que a fase atual, de preparação das áreas onde serão implantadas as Unidades Demonstrativas, é fundamental para o resultado que poderá ser obtidos, quando o milho for colhido. “Esses são pontos fundamentais serão determinantes para o aumento da produtividade”, diz. Ele enfatiza, ainda, que a capacitação em armazenamento em outubro é a complementação dos resultados das UD, sempre visando o aumento na produção do milho, mas com qualidade.

Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar - Regional Pelotas
Jornalista Patrícia Strelow

14 julho 2010

Seminário Colha Mais Milho

O cultivo de milho sempre foi uma tradição no Rio Grande do Sul e se tornou uma alternativa de grande valor econômico para pequenos e médios agricultores em razão do bom preço de mercado e da demanda pelo produto. Apesar da reconhecida importância do milho para a sustentabilidade da propriedade rural, a área desta cultura diminui gradativamente no Sul do Estado e, em especial, na região sudeste. Na macrorregião de Pelotas, que já cultivou mais de 150 mil hectares de milho, no início dos anos 2000, a redução na área alcança 50%, e a produtividade média (38 sacos por hectare) é uma das menores do Estado.

Essa condição é preocupante, e não atende a atual demanda regional de matéria-prima para rações e outros produtos. Com o objetivo de influenciar o aumento na produção de milho no Sul do Rio Grande do Sul e mostrar aos produtores as novas tecnologias relacionadas à produção e à colheita, ocorre nesta quarta-feira (14), no Centro de Eventos do Centro Regional de Qualificação Profissional de Produtores de Canguçu (Cetac), em Canguçu, o Seminário da Campanha Colha Mais Milho, evento realizado pela Embrapa Clima Temperado, Emater e Cosulati.
Vereador Madrid (PP) representou a Câmara de Vereadores.
Fotos: Eliézer Damé

10 junho 2010

Dia de Campo no 4° distrito

Dia 11 de Junho acontece mais um "Dia de Campo", na sede da propriedade Rural de Ney Roberto de Ávila Veiga, no Rincão dos Marques - 4° distrito, promovido pela EMATER em parceria com Embrapa, Cosulati, FETAG e Prefeitura de Canguçu.
A Agenda prevê informações sobre as fases da cultura do milho, adubação, densidade e espaçamento, híbridos (Sementes Santa Helena), Manejo da cultura do milho para secagem e armazenagem.
O Início das atividades está previsto para às 13h30min e o término às 17h00min.

03 abril 2010

Produção de Milho da região é destaque

A Emater/RS-Ascar, em parceria com a Embrapa Clima Temperado e a Secretaria de Desenvolvimento Rural de Pelotas, promoveu, na quarta-feira (31), Tarde Técnica para discutir a produção de milho na região. O encontro será às 13h30min, na propriedade de Arnildo Blank, localizada no Triunfo 4º Distrito.

Inicialmente, o projeto abrange as cidades de Canguçu e Pelotas. A partir da próxima safra, os demais municípios da zona Sul integrarão a campanha. O principal objetivo da mobilização é buscar mais qualidade à produção de milho, aumentando a produtividade sem aumentar a área de plantio, utilizando novas tecnologias e proporcionando maior qualidade de vida para os produtores rurais.

Para o extensionista da Emater/RS-Ascar, Evair Elerht, a região é propícia ao cultivo da cultura. "Canguçu é destaque no cenário estadual, pois é o maior plantador de milho, com média de 35 mil hectares. Na mesma área, podemos aumentar a produção do grão sem aumentar a área de plantio, circulando mais recursos em toda a cadeia produtiva", comenta.

De todas as propriedades com a prática da agricultura familiar, 95% plantam milho. O grão, além de aumentar a renda do produtor, é um reforço na alimentação, proporcionando segurança e soberania alimentar. O milho também pode alimentar as criaçõesNegrito e ser transformado em carne, ovos e leite. Outro fator que estimula o produtor é o mercado propício. A Cooperativa Cosulati, por meio da fábrica de rações em Canguçu, é uma grande compradora da produção na região Sul.

Em julho, seminário regional abordará as tecnologias de cultivo do milho, abrangendo assuntos como a qualidade do grão, armazenamento e novas tecnologias, com o lançamento da Campanha do Milho. O projeto também realizará um curso técnico para todos os profissionais de nível médio e superior ligados à Campanha.

A Tarde Técnica foi uma realização da Emater/RS-Ascar com apoio da Embrapa Clima Temperado, prefeituras e sindicatos de trabalhadores rurais de Pelotas e Canguçu, Cooperativa Cosulati, União das Associações do Interior de Canguçu (Unaic) e demais empresas de insumos que atuam na região. Esta ação faz parte da Frente Programática Alimentos Para Todos, desenvolvida em consonância com os Programas Estruturantes do Governo do Estado.

16 março 2010

Colha Mais Milho

Donaldo (E) palestrou para os vereadores. Foto: Augusto Pinz/Canguçu em Foco
O escritório da EMATER/ASCAR Canguçu apresentou aos vereadores do município o projeto "Colha Mais Milho", desenvolvido pela Emater em parceria com Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Canguçu, Embrapa Clima Temperado, Cosulati, Unaic, Prefeitura de Canguçu e Câmara Municipal de Vereadores.

A campanha atingiu 68 unidades implantadas em 2009, sendo 56 com plantio convencional, 10 plantio direto e 02 sementes crioulas. Todo trabalho desennvolvido com manejo correto do solo e da água. A projeção de produção para 2010 é de 80 sacos de por herctare.

O Grande número de unidades instaladas, a doação de sementes pelas empresas com oportunidade de participação para todos de uma associação ou grupo de produtores, além do tratamento das sementes e control de plantas invasoras são alguns dos pontos positivos do projeto.

Para mostrar o sucesso da produção no município nesta terça-feira (16) acontece uma tarde de campo na propriedade de Sildo Rakof na Estância da Figueira - 2º distrito e no dia 26 de Março um dia de campo na residência de Osvaldir Kurtz - Cox. dos Amaral (1º distrito). Em Maio ou Junho de 2010 deve acontecer um seminário sobre a cultura do milho.

12 fevereiro 2010

Avança a colheita do milho no Estado


Com o tempo seco verificado na maioria das zonas produtoras, a colheita de milho avançou para 22% do total da área, com outros 19% maduros e prontos para serem colhidos. Conforme o Informativo Conjuntural, elaborado pela Emater/RS-Ascar, os rendimentos seguem surpreendendo positivamente, com as lavouras alcançando médias bem acima dos anos anteriores em todas as regiões produtoras. Para as lavouras que se encontram em desenvolvimento, floração e enchimento de grãos, as condições meteorológicas registradas no último período foram consideradas boas, apesar das altas temperaturas, mantendo o bom padrão da maioria delas.

As condições da semana, especialmente o tempo mais seco, permitiram também um bom avanço da colheita do feijão, com os agricultores evoluindo 15 pontos percentuais, chegando aos 80% da área semeada. Estima-se que até o final do mês, a grande maioria dos produtores já terá concluído a safra, ficando apenas as pequenas lavouras de propriedades sem mecanização e de produto para autoconsumo.

A soja entra nas fases de floração, formação de vagens e em desenvolvimento vegetativo em bom estado. Casos pontuais de ataque de pragas ou aparecimento de doenças fúngicas, em especial a Ferrugem Asiática, têm sido combatidos pelos produtores. Segundo a presidente interina da Emater/RS, Águeda Marcéi Mezomo, a perspectiva de um período de chuvas para as próximas semanas, segundo a meteorologia, dá ao produtor uma certa tranquilidade, projetando também para a soja, uma excelente safra.

O kiwi, na Serra Gaúcha, está sendo altamente beneficiadopelas frequentes chuvas que vêm ocorrendo na região. Se persistir até a colheita esse quadro atual, com bom estado fitossanitário e a alta quantidade de frutos por planta, a produção desta safra será muito elevada, considerando-se que a cultura já se encontra no estágio predominante de frutificação.

Na maior e mais tradicional região vitivinícola do País, verifica-se a intensificação da colheita nos municípios produtores.Paravariedades como a Bordô, uva destinada para suco, estão sendo pagos valores que variam entre R$ 0,65/kg a R$ 0,70/kg. O preço médio pago pela variedade Niágara Rosa, comercializada para consumo in natura, está em cerca de R$ 1,00/kg. Verificam-se reflexos negativos do excesso de chuvas na qualidade de alguns produtos, como por exemplo na uva variedade Bordô, onde vários parreirais estão atingindo graduação média de apenas 12 graus Brix, considerada muito baixa. Constata-se a ocorrência, com intensidade não verificada em anos anteriores, de “secamento do raquis” acompanhado de murchamento das bagas de todo ou de parte do cacho, em variedades como Merlot e Itália. Em levantamento realizado na semana passada nos vinhedos de Bagé, constatou-se a ocorrência de perdas de até 70% em algumas áreas, devido, principalmente, às elevadas precipitações ocorridas e o surgimento de doenças fúngicas (antracnose e míldio). Também a ocorrência de ventos fortes e a queda de granizo afetaram alguns parreirais.

Esse quadro, combinado com a intensa insolação, continua propiciando uma excelente condição para o desenvolvimento das forrageiras de verão. Isso vem sendo demonstrado pelo expressivo volume de forragem obtido no campo nativo, nas capineiras, assim como pastagens perenes e anuais. O mesmo vem ocorrendo com as lavouras de milho destinadas à produção de silagem. Os rendimentos obtidos nas lavouras colhidas estão surpreendendo positivamente os agricultores, em termos de quantidade e qualidade. Em decorrência do excelente volume e superior qualidade das pastagens, na maioria das regiões de importância pecuária do Estado, é claramente perceptível à recuperação do rebanho bovino e seu excepcional ganho de peso.

Informações
Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar

19 janeiro 2010

Sementes de Milho no Troca-Troca

A Secretaria Municipal de Agricultura e Pecuária avisa os Agricultores interessados em adquirir o milho no SISTEMA TROCA-TROCA, que as mesmas poderão se dirigir a esta secretaria com fins de fazer a solicitação da semente para pagamento até dia 16 de junho de 2010.