O cultivo de milho sempre foi uma tradição no Rio Grande do Sul e se tornou uma alternativa de grande valor econômico para pequenos e médios agricultores em razão do bom preço de mercado e da demanda pelo produto. Apesar da reconhecida importância do milho para a sustentabilidade da propriedade rural, a área desta cultura diminui gradativamente no Sul do Estado e, em especial, na região sudeste. Na macrorregião de Pelotas, que já cultivou mais de 150 mil hectares de milho, no início dos anos 2000, a redução na área alcança 50%, e a produtividade média (38 sacos por hectare) é uma das menores do Estado.
Essa condição é preocupante, e não atende a atual demanda regional de matéria-prima para rações e outros produtos. Com o objetivo de influenciar o aumento na produção de milho no Sul do Rio Grande do Sul e mostrar aos produtores as novas tecnologias relacionadas à produção e à colheita, ocorre nesta quarta-feira (14), no Centro de Eventos do Centro Regional de Qualificação Profissional de Produtores de Canguçu (Cetac), em Canguçu, o Seminário da Campanha Colha Mais Milho, evento realizado pela Embrapa Clima Temperado, Emater e Cosulati.
Vereador Madrid (PP) representou a Câmara de Vereadores.
Fotos: Eliézer Damé
Um comentário:
entendi direito?
uma alternativa de grande valor econômico para pequenos e médios agricultores.
para medios e grandes ate concordo,pois o peq. agricultor que pensar em viver do plantio de milho, TÁ FERRADO.
REALIDADE:
OBS.: custo por hectare: +/-R$ 550,00
38 sc. x 23,00= R$ 874,00
ENTÃO SE TUDO CORRER BEM A PERSPECTIVA É DE SOBRAR UNS R$324,00 POR HECTARE, E AINDA FALAM QUE É DE GRANDE VALOR ECONÔMICO, VÃO ENGANAR OUTRO BOBO.
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