NOVANET

Vida Plena

Gordices da KÁ

Mostrando postagens com marcador sindicato. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sindicato. Mostrar todas as postagens

05 dezembro 2025

Sindicato dos Bancários de Pelotas mostra preocupação com fechamento de agência da Caixa


O Sindicato dos Bancários de Pelotas e Região manifestou forte preocupação diante do anúncio de fechamento da Agência da Caixa Econômica Federal Princesa do Sul (1594), localizada no centro de Pelotas, previsto para ocorrer em menos de 30 dias. A entidade solicita a imediata reconsideração da medida e a reabertura do diálogo institucional, apontando riscos relevantes para trabalhadores, usuários e para a prestação de serviços essenciais na cidade.

Segundo o Sindicato, a decisão apresentada sob o argumento de “reposicionamento” para criação de um Posto de Atendimento (PA) Pessoa Jurídica carece de fundamentação técnica, transparência e critérios claros. A entidade afirma que medidas desta natureza devem observar princípios da administração pública, como motivação, eficiência, proporcionalidade e razoabilidade, além das diretrizes de governança e responsabilidade impostas às empresas estatais.

“Em seu conjunto, o processo não representa apenas o fim de uma unidade. Sinaliza a continuidade de um projeto de encolhimento da Caixa, que fragiliza o papel histórico do banco como agente de políticas públicas e como instituição de Estado voltada ao desenvolvimento social. Cada fechamento de agência representa menos atendimento presencial, menos capilaridade e menos compromisso com a população que mais precisa de serviços bancários públicos”, afirma Lucas Cunha, diretor de Comunicação e Cultura do Sindicato e trabalhador da Caixa.

O diretor destaca os efeitos negativos para os bancários, trabalhadores terceirizados e clientes. De acordo com Lucas, a medida acarreta insegurança e desorganização. “Empregados da Caixa enfrentam risco de realocação forçada, mudanças abruptas de função e aumento de carga de trabalho em unidades que já operam no limite”, explica. “Empregados terceirizados — como vigilantes, recepcionistas e equipes de limpeza — ficam ainda mais vulneráveis, podendo perder seus postos de trabalho sem qualquer garantia de realocação ou proteção”, complementa.

Unidade estratégica para a cidade e para população vulnerável
Fundada em 1989, a Agência Princesa do Sul acumula histórico de atendimento voltado a benefícios sociais e demandas de trabalhadores, mantendo até hoje forte presença no atendimento de FGTS, seguro-desemprego, programas sociais do Governo Federal, liberação de numerário e serviços de tesouraria.

Os dados reforçam o peso da unidade na rede local:
• 27.160 contas ativas
• 3,5 mil atendimentos mensais
• 29 empregados da Caixa
• 8 trabalhadores terceirizados vinculados ao funcionamento da agência
• Cinco caixas humanos, essenciais para atendimento com dinheiro físico, cada vez mais reduzido na cidade

Para o Sindicato, o encerramento da unidade eliminaria um dos principais pontos de atendimento presencial com numerário de Pelotas, impactando diretamente idosos, trabalhadores informais, beneficiários de programas sociais e usuários que dependem de atendimento humanizado.

Fechamento sem justificativa técnica consistente
A entidade destaca a ausência de estudos, dados ou critérios que expliquem por que a Agência 1594 teria sido escolhida para encerramento. O Sindicato reforça que decisões dessa natureza precisam ser embasadas em diagnóstico real da demanda, análise de impacto social e funcional, além de avaliação dos riscos à população que necessita de atendimento presencial, especialmente em serviços que envolvem numerário.

Riscos funcionais e trabalhistas
O fechamento da 1594 implicaria no remanejamento de 29 empregados, muitos ocupando funções comissionadas, incluindo gerentes de varejo, gerentes PF, caixas e tesoureiros, com risco concreto de redução de renda, em especial por rebaixamento de porte de unidade.

Além disso, a extinção de cinco postos de caixa e de uma tesouraria agravaria o quadro já limitado de atendimento presencial na cidade, sobrecarregando outras unidades e prejudicando justamente a população que necessita de serviços presenciais.

“A mobilização segue. A sociedade de Pelotas merece ser ouvida. E a Caixa, enquanto patrimônio público, não pode seguir perdendo espaço às custas da população e dos trabalhadores”, finaliza Lucas Cunha.

11 agosto 2022

Edital de Convocação do Sindicato dos Empregados no Comércio

 O sindicato dos empregados no Comércio de Canguçu convoca os sócios para assembleia dia 16 de Agosto de 2022 às 20h15min em primeira convocação na Rua Conselheiro Brusque, 182, sala 23.

Podem participar trabalhadores de Canguçu, Cerrito, Pedro Osório e Piratini 




29 junho 2018

STF rejeita obrigação da volta da contribuição sindical

Por maioria de 6 votos a 3, o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou nesta sexta-feira (29) pedidos para tornar novamente obrigatório o pagamento da contribuição sindical.

A Corte analisou 19 ações apresentadas por entidades sindicais contra regra da reforma trabalhista aprovada no ano passado que tornou o repasse facultativo, em que cabe ao trabalhador autorizar individualmente o desconto na remuneração.

A contribuição equivale ao salário de um dia de trabalho, retirado anualmente na remuneração do empregado para manutenção do sindicato de sua categoria.

Ao final do julgamento, 6 dos 11 ministros do STF votaram a favor da manutenção da nova regra da contribuição facultativa: Luiz Fux, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Marco Aurélio e Cármen Lúcia.

Contra votaram 3 ministros: Edson Fachin, relator da ação, Rosa Weber e Dias Toffoli. Não participaram do julgamento os ministros Ricardo Lewandowski e Celso de Mello.

Nas ações, entidades sindicais alegaram forte queda em suas receitas, comprometendo a negociação de acordos coletivos e serviços de assistência aos trabalhadores.

Além disso, alegaram problemas formais na aprovação da nova regra. Para as entidades, o fim da obrigatoriedade não poderia ser aprovado numa lei comum, como ocorreu, mas sim por lei complementar ou emenda à Constituição, que exigem apoio maior de parlamentares.

A maioria dos ministros, porém, considerou que a Constituição não fixou uma norma rígida em relação às formas de financiamento dos sindicatos, passível de mudança pelo Congresso. Além disso, entenderam que a liberdade sindical também pressupõe autonomia do trabalhador, dando a ele opção de não se filiar e também não ser obrigado a manter o sindicato.

Vários ministros chamaram a atenção para a multiplicação dos sindicatos no país com a contribuição sindical obrigatória, chegando a mais de 16,8 mil entidades. Em países da Europa, América do Norte e África, o número de sindicatos varia entre 100 e 200 organizações.


Saiba como votou cada ministro CLICANDO AQUI PARA ACESSAR O G1

13 janeiro 2016

Revista do Sinditabaco destaca produtor da Favila

O Canguçuense Claudir Frank, da Favila - 1º distrito - foi destaque na publicação "SindiTabacoNews" do Sinditabaco. Na edição conjunta de Janeiro, Fevereiro e Março de 2016, a diversificação de culturas realizada na propriedade do agricultor foi tema da coluna "Fala, produtor".
A propriedade de Claudir tem 30 hectares e três estufas de fumo. São 7 hectares de tabaco Virgínia e outros destinados a milho, pêssego e eucalipto, além de mata nativa.

Veja o que diz a reportagem:
"Nesta terra, em se plantando, tudo dá!". A frase de Pero Vaz de Caminha, na carta escrita ao rei Dom Manuel de Portugal, ao ver toda a natureza exuberante do Brasil, nunca esteve tão atual. A diversificação de culturas é a prova disso e vem ganhando mais e mais adeptos. Caso do agricultor Claudir Frank, de Canguçu, no sul do RS. Ele segue à risca os ensinamentos difundidos pelo Programa Milho e Feijão Após a Colheita do Tabaco: além dos grãos, cultiva ainda aveia.
"As culturas se destinam à alimentação dos animais, extração de sementes e ainda servem como um colchão de proteção ao solo, renovando a terra e reduzindo a acidez e a erosão", explica. O revezamento da lavoura é feito de safra a safra do tabaco Virgínia, cuja previsão é de uma produção de 18 mil quilos (são 110 mil pés plantados). E a diversificação não para por aí. Uma área da propriedade é destinada exclusivamente para o plantio de 3 mil pés de pêssegos, que rendem cerca de 30 toneladas; em outra 6,5 mil árvores de eucaliptos são cultivados, madeira suficiente para o fornecimento de calor nas estufas de secagem do tabaco.

23 outubro 2015

SindiTabaco empossa nova diretoria

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) empossa a nova diretoria nesta sexta-feira, 23 de outubro, às 20 horas, no Restaurante Águas Claras Higienópolis, em Santa Cruz do Sul (RS). Reeleito para o quarto mandato consecutivo, Iro Schünke, continua à frente da entidade nos próximos três anos.

Segundo Schünke, com o objetivo de defender os interesses comuns das 16 empresas associadas, a entidade tem como foco a sustentabilidade da cadeia produtiva do tabaco e a manutenção da renda e dos empregos gerados, bem como a comunicação e a transparência. "Temos avançado no sentido de levar a cada vez mais pessoas, de diferentes regiões do Brasil, informações sobre o setor, difundindo sua importância social e econômica para milhares de pessoas do Sul do País, bem como as ações que desenvolvemos", afirma o executivo.
Iro Schünke inicia o quarto mandato como presidente do SindiTabaco / Divulgação

No mandato que inicia, Schünke vislumbra novos desafios, especialmente relacionados a assuntos regulatórios, outro grande foco do SindiTabaco. "Vamos seguir buscando um ponto de convergência ou de equilíbrio entre as questões relacionadas à saúde e à geração de renda e empregos da cadeia produtiva. Encerramos 2015 conscientes de que foi um ano difícil no cenário político e econômico do País, mas acreditando que o setor continuará avançando, mantendo o Brasil como o maior exportador de tabaco em folha do mundo e o segundo maior produtor", avalia.

GESTÃO 2015-2018

DIRETORIA
Iro Schünke, presidente
Norberto Kliemann, vice-presidente de Secretaria
Daniel de Moura Barbosa, vice-presidente de Finanças
Valmor Thesing, vice-presidente de Relações Industriais (Recursos Humanos)
Flávio Lucas Goettert, vice-presidente de Assuntos Fiscais
Claudimir Rodrigues, vice-presidente de Produção e Qualidade de Tabaco
Felipe Bremm, vice-presidente de Gestão Ambiental e Responsabilidade Social
Suplentes: Guido Knies, Marco Antonio Dotto, Roberto Naue, Heitor Celso Kipper, Wilson Klemann e Eduardo Manoel Jardim Alves.

CONSELHO FISCAL
Ingo Arnaldo Fischborn, Lauro Afonso Goerck, Ronaldo Boettcher
Suplentes: Vernei Lamartes Oberbeck e Adelir Legramanti

DELEGADOS REPRESENTANTES
Iro Schünke e Norberto Kliemann
Suplentes: Valmor Thesing e Felipe Bremm

10 julho 2015

Produtores de tabaco participam de conscientização sobre os prejuízos do trabalho infantil

Julho 2015 - No dia 13 de julho o Brasil celebra o 25º aniversário do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Instituído pela Lei 8.069, em 1990, o ECA regulamenta os direitos dos cidadãos em desenvolvimento (menores de 18 anos). Muito citado nas últimas semanas durante os debates sobre a redução da maioridade penal, o Estatuto trata de outros importantes temas, como o trabalho infantil. Com 3,4 milhões de crianças e adolescentes de 10 a 17 anos que ainda trabalham, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE/2010), o Brasil apresentou uma redução de 13,4% se comparado ao censo do ano 2000, mas continua tendo problemas na faixa entre 10 a 13 anos, com o aumento de 1,5%.

Considerado um case de sucesso na agricultura familiar, o setor de tabaco é pioneiro no combate ao trabalho infantil no meio rural, sendo o único a exigir o comprovante de matrícula dos filhos dos agricultores em idade escolar e o atestado de frequência para a renovação do contrato comercial existente entre empresas e produtores, dentro do Sistema Integrado de Produção de Tabaco. Há mais de 15 anos, desenvolve ações para conscientizar o produtor a cumprir a legislação, uma vez que menores de 18 anos não podem trabalhar na lavoura.

De acordo com o último censo do IBGE (2010), foi na produção de tabaco nas pequenas propriedades o maior índice de redução do trabalho infantil no País, em comparação com dados do penúltimo censo, realizado no ano 2000. Em 2015, o 7º Ciclo de Conscientização sobre saúde e segurança do produtor e proteção da criança e do adolescente percorrerá municípios no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. A programação inicia no dia 28 de julho, em Paraíso do Sul, no Estado gaúcho. Sinimbu e Barão do Triunfo sediam os eventos nos dias 29 e 30 de julho, respectivamente.

Nas últimas seis edições, o Ciclo de Conscientização reuniu mais de 15 mil pessoas, em 38 municípios da Região Sul do país. A programação conta com o apoio das empresas associadas e da Afubra, e integra um vídeo informativo que aborda questões como a importância do uso da vestimenta de colheita, bem como a correta aplicação, manuseio e armazenagem de agrotóxicos. Além disso, uma palestra sobre trabalho infantil e um teatro integram o seminário, sendo este último um momento lúdico e de retomada das principais mensagens. 

"Temos atuado com a conscientização dos produtores sobre vários aspectos, não apenas no sentido da erradicação do trabalho infantil e do uso adequado dos equipamentos de proteção individual e vestimenta de colheita. Os resultados já podem ser mensurados e vamos continuar trabalhando no sentido de erradicar completamente o trabalho infantil deste importante segmento do agronegócio", afirma o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke.

26 fevereiro 2015

Mercado ilegal preocupa setores produtivos brasileiros

Dia Nacional do Combate ao Contrabando - Para marcar a data dedicada ao combate ao contrabando, o Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO) e o Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), em conjunto com mais de 20 entidades empresariais e organizações da sociedade civil, estão organizando um ato em defesa do mercado legal brasileiro. O presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, participa do evento Pelo fim do contrabando na próxima terça-feira, 3 de março, às 15 horas, no Centro de Convenções Brasil 21, em Brasília.

Na ocasião, será apresentado um balanço do problema, seus impactos e sugestões para solucioná-lo. Além dos membros das entidades representativas, o evento contará ainda com a presença de parlamentares, com quem serão discutidas as questões citadas, na busca pelo combate ao contrabando. Segundo dados do IBOPE inteligência, o contrabando superou o patamar de 31% do mercado brasileiro de cigarros em 2014, números equivalentes a uma evasão fiscal de R$ 4,5 bilhões ao governo federal.

De acordo com o Balanço Aduaneiro de 2014 divulgado pela Receita Federal, no último ano foram apreendidos mais de 182 milhões de maços de cigarros, o que corresponde a mais de 3,64 bilhões de cigarros ilegais retirados de circulação. O montante apreendido supera o valor de R$ 514 milhões e representa 28% do total apreendido pela Receita no ano. A apreensão total de mercadorias processadas pela Receita Federal, nas áreas de fiscalização, repressão, vigilância e controle sobre o comércio exterior (inclusive bagagem), resultou no ano de 2014, no montante de R$ 1,80 bilhão, um aumento de 3,70% em relação ao ano de 2013. Entre as mercadorias apreendidas, encontram-se produtos falsificados, tóxicos, medicamentos e outros produtos, inclusive armas e munições.

"A Receita Federal tem atuado no sentido de coibir ações ilícitas, mas o Brasil é grande em fronteiras e o mercado ilegal continua se agravando. Outras ações são necessárias para frear o problema. Além de prejudicar o setor formal organizado, que gera renda e empregos, o contrabando causa prejuízo direto aos cofres públicos que deixam de arrecadar com o produto legal, um dos mais tributados no país", avalia Schünke.

SindiTabaco

24 abril 2014

Produtores do Sul gaúcho poderão devolver embalagens de agrotóxicos

Abril de 2014 – Desde o dia 22 de abril, o Litoral Sul gaúcho passará a ser roteiro do Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos. Produtores de tabaco de 44 municípios desta região poderão fazer a devolução de seus recipientes tríplices lavados conforme cronograma pré-estabelecido. Promovido pelo SindiTabaco (Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco) e empresas associadas, em parceria com a Afubra (Associação dos Fumicultores do Brasil), a coleta itinerante inicia em Pelotas e Arroio do Padre e segue até o dia 1º de agosto.

Pioneiro, o programa é desenvolvido desde o ano 2000, antecedendo a legislação sobre o assunto – o decreto federal 4.074/2002, que prevê a devolução das embalagens às suas respectivas origens. Atualmente, 570 municípios do Rio Grande do Sul e Santa Catarina são atendidos pela coleta itinerante que percorre 2,6 mil pontos de coleta distribuídos nas áreas rurais.

Até outubro de 2013, foram mais de 10 milhões de embalagens recebidas em um universo de quase 130 mil produtores de tabaco no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O número pode parecer alto, mas de acordo com pesquisa realizada pela ESALQ – Escola Superior de Agricultura da USP, em 2012, a cultura do tabaco utiliza apenas 1,1 kg de ingrediente ativo de agrotóxicos por hectare. Em outras culturas, como algumas frutíferas, esta quantidade pode chegar a até 70 quilos por hectare.

Segundo o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, o programa oportuniza a correta destinação dos recipientes descontaminados, inclusive aqueles utilizados nos tratamentos fitossanitários de outras culturas.

“Os investimentos em pesquisa realizados pelas empresas integradas e a intensificação do uso de metodologias sustentáveis, como o Manejo Integrado de Pragas (MIP), tem colocado o tabaco brasileiro na condição de cultura de interesse econômico que menos utiliza agrotóxico. Além disso, a orientação técnica das equipes de campo das empresas tem permitido alcançar resultados altamente positivos na conscientização dos produtores sobre a correta utilização, armazenagem e devolução destas embalagens”, destaca.

Aos produtores que aderem ao programa são fornecidos certificados de participação – fundamentais para justificar o cumprimento correto da legislação vigente aos órgãos de fiscalização ambiental.

MUNICÍPIOS PERCORRIDOS – Amaral Ferrador, Arambaré, Arroio do Padre, Arroio dos Ratos, Arroio Grande, Barão do Triunfo, Barra do Ribeiro, Butiá, Camaquã, Canguçu, Capão do Leão, Caraá, Cerrito, Cerro Grande do Sul, Charqueadas, Chuvisca, Cristal, Dom Feliciano, Eldorado do Sul, Encruzilhada do Sul, Gravataí, Guaíba, Mampituba, Maquiné, Mariana Pimentel, Morro Redondo, Pedro Osório, Pelotas, Piratini, Rio Grande, Riozinho, Rolante, Santo Antônio da Patrulha, São Francisco de Paula, São Jerônimo, São Lourenço do Sul, Sentinela do Sul, Sertão Santana, Tapes, Taquara, Tavares, Terra de Areia, Torres e Turuçu.




23 fevereiro 2013

Quem são os maiores produtores de tabaco do Brasil?


A Região Sul do Brasil concentra 96% da produção do tabaco brasileiro, com 710 mil toneladas produzidas na safra 2011/12. O município gaúcho de Venâncio Aires ocupa a liderança do ranking, com mais de 24 mil toneladas, de acordo com dados da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). Em volume de produção aparecem na sequência: Canguçu (RS), São Lourenço do Sul (RS), Santa Cruz do Sul (RS), Canoinhas (SC), Candelária (RS), Vale do Sol (RS), Camaquã (RS), Itaiópolis (SC) e Rio Azul (PR). Na lista dos top ten, os municípios gaúchos ocupam sete posições.

“Estas cidades possuem tradição na plantação de tabaco e tem nesta cultura a mola propulsora da economia. Inclusive, o desenvolvimento de algumas delas se baseou especificamente do trabalho dos produtores e da instalação de empresas de beneficiamento da folha, como é o caso de Venâncio Aires e Santa Cruz do Sul”, avalia o presidente do SindiTabaco (Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco), Iro Schünke.

Canguçu, o segundo no ranking, é exemplo dos avanços promovidos pela cultura. O município, localizado ao sul do estado gaúcho, possui o maior número de minifúndios do Brasil, com 14 mil propriedades rurais, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Responsável por um acréscimo de cerca de R$ 100 milhões na economia local, a cultura do tabaco é a principal atividade agrícola de Canguçu, contribuindo para fixar mais de 60% da população no campo e para a expansão do comércio na cidade. Os agricultores se dedicam ainda a outras culturas, como batata, frutas, feijão e leite.


Em Candelária, na região central do Rio Grande do Sul, os mais de 3,5 mil produtores de tabaco do tipo Virgínia impulsionam a economia local. O cultivo movimentou R$ 91 milhões na última safra, valor que ultrapassa os quase R$ 58 milhões do orçamento municipal previsto para 2013.

13 fevereiro 2012

ANVISA debate futuro dos aditivos no tabaco

Temor da indústria é que, com a aprovação da proposta, o mercado ilegal e o contrabando de cigarros se intensifiquem.

O presidente do SindiTabaco (Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco), Iro Schünke, segue para Brasília para participar de reunião-pública da Diretoria Colegiada da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) nesta terça-feira, 14 de fevereiro. A reunião se inicia às 14h30, na sede da ANVISA (Sala de Reuniões da DICOL) e deliberará sobre a proposta de resolução da consulta pública nº 112/10, que dispõe sobre os teores de alcatrão, nicotina e monóxido de carbono nos cigarros e a proibição de aditivos nos produtos derivados do tabaco, entre outros temas.

“Nenhum estudo científico comprovou a relação entre o uso de aditivos na fabricação dos cigarros e os riscos à saúde associados ao seu consumo. Além disso, nenhum outro país proibiu a comercialização desse tipo de produto e que os estudos existentes não atestam claramente os benefícios da medida. Vale ressaltar que os índices de prevalência de fumantes em países que utilizam ingredientes, como é o caso do Brasil, Estados Unidos e Alemanha, são similares aos do Reino Unido, Austrália e Canadá, países que, por circunstância de mercado, historicamente não usam ingredientes”, enfatiza Schünke.

A Entidade fez a solicitação de sustentação oral na reunião com o objetivo de defender o setor que emprega cerca de 2,5 milhões de pessoas no País e contribuiu com R$ 9,3 bilhões de impostos no ano passado. O executivo acredita que, mesmo com a exclusão do açúcar na nova proposta de resolução da ANVISA, o banimento de aditivos traria impactos negativos para toda a cadeia produtiva.

De acordo com o estudo encomendado junto à Fundação Getúlio Vargas para avaliar os impactos das propostas, “no que diz respeito à composição, a proibição quanto ao uso dos ingredientes usualmente empregados na produção dos cigarros alterará significativamente o sabor, o aroma e o gosto do produto, a ponto de não mais permitirá a identificação hoje existente entre o fumante e a sua marca de consumo habitual. Enquanto isso, o contrabando, por não se sujeitar às normas da ANVISA, permanecerá com sua atual composição, aroma, gosto e identificação pelo consumidor. Sendo assim, as normas propostas certamente reduzirão o acesso dos consumidores aos produtos formais e, por consequência, o seu consumo. No entanto, em função da disponibilidade dos produtos do contrabando e sua notória penetração no varejo, será inevitável a ocorrência de uma simples transferência destes mesmos consumidores para o contrabando inexistindo, em última instância, um decréscimo do mercado total de cigarros. Como evidenciado, o produto formal concorre com o contrabando que não paga os impostos devidos e não obedece a quaisquer normas ditadas pela ANVISA”.

28 novembro 2011

Jornalistas compram sede em Pelotas

O Sindicato dos jornalistas investe no interior e qualifica a sua atuação junto à sociedade gaúcha. No dia 25 de novembro,a instituição adquiriu a sua primeira sede fora da capital Porto Alegre. A partir de agora, os colegas da Zona Sul passam a ter casa própria no município de Pelotas, polo universitário onde funcionam dois cursos de jornalismo (Universidades Católica e Federal). A sala comercial, no coração da cidade "Princesa do Sul", continuará abrigando a Delegacia regional para o atendimento personalizado de aproximadamente 200 associados. A compra do imóvel foi oficializada pelo presidente, José Maria Nunes, juntamente com o secretário geral, Salvador Tadeo, e o delegado regional, Carlos Machado.

“A aquisição da sede própria da delegacia em Pelotas é um passo importante na reestruturação do Sindicato no interior do estado”, afirmou Nunes, acrescentando que os jornalistas devem agora utilizar a sala como um espaço deles." Agora temos a Casa do jornalista", disse ele.
Para o secretário geral, Salvador Tadeo, a reorganização das delegacias no interior do estado está sendo consolidado por etapas. Pelotas tem uma importância muito grande pela demanda existente. São muitas as empresas de comunicação atuantes e, naturalmente, é expressivo o número de profissionais e estagiários no mercado. “ O próximo passo será a reestruturação de outras regionais, como as de Passo Fundo, Caxias e Santa Maria.

Com mais de 50 metros quadrados, a sede da delegacia regional oferece em sua estrutura um computador com acesso aos serviços de internet e TV a cabo, além dos principais jornais da cidade e região. “...esta é uma grande conquista para Pelotas e região, já que abrangemos 21 municípios”, afirmou o delegado Carlos Machado, que projeta algumas atividades para 2012, comemorando esta conquista. A Delegacia funciona de segunda a sexta-feira e atende com hora marcada pelo telefone 3305.7555, na rua Marechal Deodoro, nº 558/201.

18 novembro 2011

Colheita do tabaco: cuidados que o produtor deve tomar

A colheita do tabaco possui algumas peculiaridades. No Brasil, ela nem sempre é realizada de forma simultânea, variando de acordo com a região. No Rio Grande do Sul, alguns produtores já iniciaram a colheita da safra 2011/2012. Além das recomendações técnicas, é muito importante que os produtores sigam as recomendações fornecidas pelas empresas, no que diz respeito à saúde e segurança. O SindiTabaco (Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco) preparou um roteiro com orientações do vice-presidente de Produção e Qualidade de Tabaco do Sindicato, Claudimir Rodrigues, para este importante momento da safra.

MATURIDADE
As características que determinam o momento da colheita variam de acordo com o tipo de tabaco. Uma folha de tabaco tipo Burley está no ponto correto de colheita se apresentar folhas com cor tigrada, talo esbranquiçado, pouca presença de "spots" nas últimas folhas. Por outro lado, a identificação de maturidade do tabaco tipo Virginia é feita pelo talo esbranquiçado, perda de pilosidade, folha que quebra fácil no caule e que estalam ao serem quebradas, além da presença de manchas necróticas. Para identificar se as folhas já estão no ponto de colheita, recomenda-se que avalie a lavoura nas primeiras horas da manhã. Isso porque, em períodos de estiagem, as folhas do tabaco mesmo sem estar maduras apresentam a cor amarelada, especialmente nas horas mais quentes do dia. É importante observar que os extremos "imaturo" e "passado de maduro" normalmente não são desejados pelo mercado. Se o tabaco estiver imaturo, a antecipação da colheita vai impactar negativamente na qualidade do tabaco curado. Recomenda-se aguardar o ponto ideal de maturação para a realização da colheita.

COLHEITA
Alguns cuidados são fundamentais no momento de colher o tabaco. Nas condições de baixa umidade do ar em função da estiagem, a colheita deve ser feita nas horas mais frescas do dia para evitar a “queima” das folhas no pós-colheita. Isto também ajudará no processo de cura, quando as folhas necessitam de maior umidade para realizar as transformações químicas e físicas para atingir a melhor qualidade. O produtor também deve seguir as recomendações da Campanha Colheita Segura, promovida pelo SindiTabaco, que abrangem os seguintes cuidados:
• Utilizar vestimentas de proteção e luvas específicas para a colheita, evitando o contato direto das folhas com a pele;
• Evitar colher o tabaco quando as folhas estiverem molhadas pela chuva ou orvalho;
• Dar preferência aos horários menos quentes para realizar a colheita.

TRANSPORTE
No transporte da lavoura até os fornos, é importante a proteção das folhas para evitar a queima pelos raios solares e a perda de qualidade do produto.

CURA
O tabaco necessita de umidade para realizar as transformações químicas e físicas necessárias para atingir a qualidade. Nas condições de baixa umidade do ar, é importante que haja uma boa vedação nas estufas. Caso persista a umidade interna na estufa inferior à necessária, o produtor poderá adicionar água no seu interior para aumentar umidade relativa do ar. Para aquecer as estufas, a lenha de origem legal tem sido o principal combustível. As indústrias fomentam o reflorestamento com espécies exóticas de rápido crescimento e alto poder calorífico, facilitando assim o acesso do produtor a materiais de alta qualidade.

ARMAZENAGEM
Após a cura, o tabaco deve permanecer armazenado em um paiol apropriado, livre de qualquer contaminação, para uniformizar a cor, brilho e liberar os aromas. O produtor precisa garantir a armazenagem do produto em um ambiente livre de umidade. As folhas curadas absorvem rapidamente a umidade disponível no ambiente e em situações de excesso, pode ocorrer a formação de mofo, o que interfere negativamente na qualidade do produto. O paiol deve ser construído com boas vedações e estar limpo para receber o tabaco. Recomenda-se ainda que o paiol seja utilizado exclusivamente para o tabaco.

PROGRAMA TABACO LIMPO
Campanhas de conscientização e pesquisas sobre novas tecnologias para a produção de tabacos mais limpos e íntegros são atividades constantes das empresas do setor, como forma de manter o produto brasileiro como o mais limpo do mundo, assegurando, assim, a competitividade no mercado internacional.Os cuidados para evitar material estranho ao tabaco começam já na colheita. É necessário que o produtor tenha o cuidado de não trazer para a estufa fragmentos de inços que podem ter se desenvolvido entre as plantas de tabaco. O processo de classificação do tabaco permite que o produtor identifique e elimine possíveis materiais estranhos. O SindiTabaco, por meio de suas empresas associadas, desenvolveu o Programa Tabaco Limpo que visa conscientizar os agricultores de que eliminação de materiais estranhos e odores atípicos garantem a qualidade do produto, sinônimo de bom negócio para todos os envolvidos no processo. Este programa complementa as ações já desenvolvidas pelas indústrias do setor de forma individual junto aos seus produtores integrados.
Mais informações poderão ser obtidas no site da entidade (http://www.sinditabaco.com.br/).

30 junho 2011

3º Ciclo de Conscientização em Canguçu reúne 380 pessoas

Fotos: Augusto Pinz
Cerca de 1,2 mil gaúchos acompanharam os seminários sobre saúde e segurança do produtor do tabaco e proteção da criança e do adolescente no mês de junho. O último evento do ciclo no Rio Grande do Sul acontece em Alpestre e depois segue para Santa Catarina e Paraná.

Junho 2011 – Depois de reunir 750 pessoas em Agudo e Progresso, mais de 380 participaram do 3º Ciclo de Conscientização sobre saúde e segurança do trabalhador e proteção da criança e do adolescente realizado na tarde desta quarta-feira, 29 de junho, em Canguçu. Promovido pelo SindiTabaco (Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco), empresas associadas e a Afubra (Associação dos Fumicultores do Brasil), o evento aconteceu na sede campeira do CTG Sinuelo com a presença de produtores de tabaco, agentes de saúde, diretores de escola, autoridades, orientadores agrícolas das empresas associadas e a imprensa.
A abertura contou com a participação do presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, e do vice-presidente da Afubra, Heitor Petry, que ressaltaram a importância da conscientização dos produtores e das comunidades envolvidas com a cadeia produtiva nos temas discutidos nos ciclos. “Para nos mantermos competitivos no mercado mundial, precisamos atentar para as questões relacionadas à produção sustentável do tabaco, observando os cuidados para a saúde e segurança do produtor e a proteção da criança e do adolescente”, observou Schünke frisando a posição brasileira no ranking mundial de tabaco. Atualmente, o Brasil é o segundo maior produtor e o maior exportador do produto.
De acordo com a Afubra, Canguçu possui 5.013 produtores de tabaco e produção de 14,3 mil toneladas na última safra. O prefeito do município, Cássio Luiz Freitas Mota, agradeceu a oportunidade de sediar o encontro e reafirmou seu apoio às atividades ligadas à qualidade de vida da comunidade. De acordo com ele, o tabaco foi fundamental para o desenvolvimento do município e continua sendo a principal fonte de renda para a agricultura familiar local.
SAÚDE E SEGURANÇA DO PRODUTOR
Após os pronunciamentos, um vídeo sobre saúde e segurança do produtor, com participação do engenheiro agrônomo e instrutor do Senar (RS), Paulo Rosa, abordou questões relacionadas à correta aplicação e armazenagem de agrotóxicos, o destino das embalagens e o correto uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), além dos cuidados para a colheita.

VOCÊ SABIA?

•Comprar agrotóxicos fracionados é proibido por lei.
•O potencial de intoxicação pela pele é 50 vezes maior que pela via respiratória.
•O EPI deve ser descontaminado com água corrente, sabão neutro e separado das roupas comuns. Não se deve deixar o EPI no molho, sob o risco de contaminar o interior da roupa, e o produtor deve utilizar luvas e avental para lavar o equipamento.
•Luvas de látex não são eficientes para proteção durante a aplicação de agrotóxicos. As ideais são de neoprene ou nitrila por serem mais resistentes.
•A quantidade de agrotóxico utilizada para plantar um hectare de tomate é a mesma que a utilizada para plantar 47 hectares de tabaco (UFPEL, 2007).
•Por lei, todo estabelecimento que vende agrotóxicos deve receber a embalagem. As empresas associadas ao SindiTabaco recolhem as embalagens por meio de um programa itinerante pioneiro que integra 2,3 mil pontos de coleta.

PROTEÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

O evento seguiu com a palestra do Procurador do Trabalho (MPT-RS), Ivan Sérgio Camargo dos Santos, sobre o trabalho infantil e os direitos da criança (até 12 anos) e do adolescente (12-18 anos). De acordo com a legislação vigente, menores de 18 anos não podem trabalhar com a cultura do tabaco. “Algumas pequenas tarefas são importantes para o desenvolvimento da criança. Organizar o quarto, limpar o jardim, lavar o carro, ter responsabilidade sobre suas coisas, são atividades que podem ser realizadas por crianças e adolescentes. O que não se pode é substituir a mão de obra adulta por uma criança ou adolescente”, afirmou o procurador.

O lado lúdico dos temas foi apresentado pelo grupo teatral de Santa Cruz do Sul, Espaço Camarim. A peça Rádio Fascinação foi apresentada no final do evento e retratou de forma dinâmica e divertida os temas debatidos, com interação junto ao público presente. No Rio Grande do Sul, os encontros encerram em Alpestre, no dia 06 de julho. Santa Catarina e Paraná recebem o 3º Ciclo de Conscientização no segundo semestre. Confira o calendário.

O 3º Ciclo de Conscientização atende aos termos do acordo firmado perante o MPT-RS e faz parte do Programa Crescer Legal, ação conjunta entre o SindiTabaco, empresas associadas e Afubra, que tem o objetivo de prevenir e combater o trabalho de crianças e adolescentes na cultura do tabaco, por meio da conscientização dos produtores integrados e da sociedade, bem como de projetos sociais no âmbito da educação e do lazer. Esta é a terceira edição do Ciclo, que já percorreu oito cidades gaúchas, reunindo cerca de três mil pessoas. Em 2009 e 2010, os municípios participantes foram Vera Cruz, Caiçara, Sobradinho, Camaquã, Venâncio Aires, Arvorezinha, São Lourenço do Sul e Frederico Westphalen.

18 junho 2011

3º Ciclo de Conscientização dia 29 em Canguçu

Saúde e segurança do produtor de tabaco e proteção da criança e do adolescente são alguns dos temas que serão debatidos no dia 29 de Junho, em Canguçu, na sede campeira do CTG Sinuelo durante o 3º Ciclo de Conscientização promovido pelo SindiTabaco e pela Afubra. A programação é promovida por meio do Programa Crescer Legal.

(clique na imagem para ampliar)
O Início do evento está previsto para as 13h00min com credenciamento indo até as 16h30 com apresentação de vídeos, palestras e apresentação teatral. O encerramento será com um café colonial.

VOCÊ SABIA?


• Comprar agrotóxicos fracionados é proibido por lei.

• O potencial de intoxicação pela pele é 50 vezes maior que pela via respiratória.

• O EPI deve ser descontaminado com água corrente, sabão neutro e separado das roupas comuns. Não se deve deixar o EPI no molho, sob o risco de contaminar o interior da roupa, e o produtor deve utilizar luvas e avental para lavar o equipamento.

• Luvas de látex não são eficientes para proteção durante a aplicação de agrotóxicos. As ideais são de neoprene ou nitrila por serem mais resistentes.

• A quantidade de agrotóxico utilizada para plantar um hectare de tomate é a mesma que a utilizada para plantar 47 hectares de tabaco (UFPEL, 2007).

• Por lei, todo estabelecimento que vende agrotóxicos deve receber a embalagem. As empresas associadas ao SindiTabaco recolhem as embalagens por meio de um programa itinerante pioneiro que integra 2,3 mil pontos de coleta.

09 janeiro 2010

Comércio aos sábados somente até 13h00min

SINDICATO DOS EMPREGASO DE CANGUÇU DIVULGA NOTA

O Sindicato dos Empregados no Comércio de Canguçu, alerta aos comerciários e a população em geral que devido à convenção firmada entre este Sindicato do Comércio Varejista de Canguçu, no período dos meses de Janeiro e Fevereiro, o funcionamento das lojas aos sábados deverá ser no Máximo até as 13h00min.
As empresas que não cumprirem o acordado estarão sujeitas a fiscalização e multa.

Maiores informações: (53) 3252-1385 ou sindec.cangucu@bol.com.br