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03 agosto 2020

Em campanha por comércio de portas abertas, Fecomércio-RS completa 75 anos

A Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul chega aos 75 anos nesta segunda-feira, 3 de agosto, enfrentando um dos principais desafios da história do setor terciário: garantir às empresas o direito de abrir, realizar negócios, gerar e manter empregos. No seu aniversário, a Fecomércio-RS pede um comércio de portas abertas, reconhecendo todos os esforços do setor em estabelecer e aderir a protocolos que priorizam a segurança e a saúde de todos.


O compromisso de promover o desenvolvimento e o empreendedorismo é movido pela responsabilidade de representar mais de 546 mil estabelecimentos do comércio de bens, serviços e turismo, geradores de aproximadamente 1,5 milhão de empregos formais no Rio Grande do Sul. Empregos que estão ameaçados pelas prolongadas medidas de fechamento do comércio, e que, ao deixarem de existir, comprometem a saúde das famílias que dependem destes postos de trabalho. Desde março, mais de 120 mil empregos formais foram eliminados. Diariamente, a entidade vem realizando esforços, realizando estudos e apresentando alternativas aos Governos Estadual e Federal para que o comércio de bens, serviços e turismo não seja injustamente penalizado durante a crise de combate à Covid-19.

A Fecomércio-RS espera poder contar com o apoio de toda a sociedade, afinal as consequências do comércio fechado vão além de empresários e trabalhadores do setor. O setor terciário apoia e concretiza as relações de consumo de todos os setores da economia e o desenvolvimento gerado por suas atividades tem impacto na vida de todos. 

25 maio 2016

Vendas do varejo gaúcho em março são afetadas pela elevação de tributos

Termômetro do Varejo: FCDL-RS apresenta dados econômicos do comércio varejista no Rio Grande do Sul.

Em março de 2016, o varejo gaúcho registrou uma queda de 11,64% nas vendas, na comparação com o mesmo mês de 2015, resultado que está estreitamente associado a fatores como o impacto do aumento de ICMS no Rio Grande do Sul, dentro do contexto de normalidade do dia a dia, apos o retorno de férias.

Segundo levantamento efetuado pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul - FCDL-RS, esse efeito foi mais percebido nas vendas de combustíveis. A continuidade da alta de juros também impactou negativamente nas vendas de março, atingindo mais contundentemente os veículos, eletrodomésticos, material de construção, entre outros. Para a FCDL-RS o resultado é mais uma demonstração de que elevar tributos nem sempre é a melhor saída para aumentar a arrecadação pública. 

Entre os treze gêneros do varejo gaúcho apenas dois registraram, em março, crescimento das vendas, na comparação com o mesmo período de 2015. São eles, produtos farmacêuticos, que está mostrando "imunidade" à recessão da economia e móveis, que reagiu após longa sequência de resultados negativos.

- Efetivamente a FCDL-RS sempre é contrária a elevação de tributos, uma vez que esta ação em nada contribui para o desempenho do varejo. Ao contrário, gera um aumento dos preços que afetam significativamente o consumo da sociedade, fazendo com que o comércio enfrente problemas sérios para ter resultados positivos em vendas e na manutenção de bons indicadores de empregabilidade - aponta o presidente da entidade, Vitor Augusto Koch. 

O balanço mensal apresentado pela FCDL-RS registra, também, ligeira alta na inadimplência em nível nacional, com forte concentração nas modalidades rotativo do cartão de crédito e financiamento de automóveis. Já no Rio Grande do Sul ocorreu pequena queda no total de inadimplentes em março. 

18 dezembro 2015

Lojas abertas neste final de semana


Aproveite o final de semana e faça suas compras de natal com tranquilidade. As lojas em Canguçu estarão abertas e com horário estendido neste sábado e domingo. Fuja da correria de última hora e antecipe suas compras de natal. No sábado,lojas abertas até as dezoito horas e   domingo -dia 20-  das quinze até as  dezenove  horas. São muitas as promoções neste final de semana antes do natal. Aproveite.
Quem tem loja tem SINDILOJAS.

02 dezembro 2015

Setembro apresentou queda de 2,49% nas vendas do varejo gaúcho

As vendas do varejo gaúcho no mês de setembro recuaram 2,49% na comparação com agosto deste ano. O levantamento realizado pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul - FCDL-RS, aponta como normal a redução da comercialização de produtos, tendo em vista que o consumidor economiza recursos financeiros para adquirir os presentes de final de ano, especialmente em novembro e dezembro. 

O presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, destaca que o ano de 2015 está apresentando dificuldades para o varejo gaúcho, tendo em vista a redução do poder aquisitivo da população, que segue comprando, mas opta por produtos de menor ticket médio. 

- Quem comprava um produto por R$ 100,00 em 2014, neste ano busca o mesmo artigo na faixa de R$ 50,00 a R$ 60,00. É claro que isso afeta a lucratividade do comércio, mas é preciso que os lojistas se adaptem a essa nova realidade e procurem atender às necessidades dos consumidores, que tentam equilibrar seus orçamentos em meio a uma enxurrada de aumentos de tributos e impostos - afirma Koch. 

Vitor Augusto Koch entende que as vendas do varejo gaúcho no último trimestre serão alavancadas, trazendo dias melhores para os lojistas, apesar das dificuldades existentes, mas que podem ser superadas pelos empreendedores com senso de oportunidade.

- Questões típicas desta época do ano, como o Dia da Criança, em outubro, a Black Friday, em novembro, e o Natal, em dezembro, certamente irão aquecer as vendas no final de 2015. É fundamental que os lojistas tenham sustentabilidade no volume de produtos comercializado, a despeito do ticket médio mais reduzido. 

A principal retração das vendas em setembro esteve no ramo de vestuário e calçados, com -13,06% na comparação com agosto passado. Isso se deveu, em muito, ao clima atípico que o Rio Grande do Sul vivenciou em 2015, com muita chuva e a ausência de temperaturas extremas, tanto para o frio como para o calor, que acabaram por fazer o consumidor não saber que roupa comprar. 

Também continua em queda a venda de veículos (-8,94%), fenômeno que segue sendo explicado pelo aumento das taxas de juros e o conservadorismo dos agentes financeiros em liberar empréstimos de maior montante aos consumidores. Isso normalmente acontece quando o governo federal oferece títulos públicos com remuneração atrativa, como a taxa SELIC elevada, o que acaba provocando a escassez de capital financeiro no mercado.

Em setembro também registraram recuo de vendas em relação a agosto os gêneros de móveis & eletrodomésticos (-4,24%); artigos farmacêuticos (-3,47%); e material de informática & comunicações (-2,91%).

Pelo viés do crescimento, o destaque foi para o ramo de artigos de uso pessoal, com alta de 1,66%; livros 2,36%; supermercados, 1,31% e combustíveis, com elevação de 2,58%

25 novembro 2015

Antecipar as compras de Natal gera economia para o consumidor

Antecipar as compras natalinas é, cada vez mais, uma opção econômica para os consumidores. Planejar e executar a aquisição dos presentes e dos produtos para a ceia de Natal com alguns dias de antecedência é uma excelente opção de consumo, na medida em que existe a tendência dos preços serem majorados com a proximidade da celebração da data. 

O presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul - FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, destaca que quem opta por comprar antecipadamente tem a possibilidade de pesquisar e avaliar alternativas de produtos. Para ele, o consumidor que consegue listar quais são os itens que deseja antecipar, especialmente os de maior custo, terá uma boa economia na comparação com quem deixar para fazer suas compras no último momento.

- Existem estudos que apontam uma economia entre 15% e 20% para quem consegue antecipar suas compras natalinas para o final de novembro e os primeiros dias de dezembro. Quem adquire itens após 20 de dezembro, ou seja, nos dias imediatamente anteriores ao Natal, acaba encontrando preços maiores - salienta Koch. 

Além disso, o dirigente enfatiza a vantagem de redução do estresse que o consumidor que programa sua compra antecipada obtém, na medida em que deixa de enfrentar lojas e shoppings lotados na época natalina. Outro aspecto positivo é a possibilidade de pesquisar, com calma, descontos e promoções que permitam poupar dinheiro. 

Segundo o presidente da FCDL-RS, a economia obtida com as compras antecipadas de Natal pode ser fundamental para ajudar a quitar contas que chegam com a virada de ano, como IPTU, IPVA e compra de material escolar. Economizar é muito importante para garantir tranquilidade no início de 2016. 
Fotos: Mariana da Rosa

- Compras de última hora geralmente ocorrem em lojas lotadas, com muitos produtos já estando ausentes das prateleiras, o que pode levar o consumidor a fazer aquisições por impulso, gastando mais e com artigos diferentes do que realmente desejava. Ele acaba comprando qualquer coisa, apenas para não deixar de presentear alguém - aponta Vitor Koch. 

O dirigente lembra que não são apenas os consumidores que ganham com a comercialização antecipada dos artigos natalinos. Os comerciantes também podem obter vantagens vendendo mais cedo. 

- Ao convencer o consumidor a comprar com antecedência, oferecendo vantagens e possibilitando evitar filas e lojas lotadas, o comerciante pode ganhar clientes. A concorrência nem sempre está preparada para garantir ofertas antecipadas para os consumidores e, por isso, é uma boa ideia para o lojista - reforça o presidente da FCDL-RS. 

Algumas dicas da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas para que o comércio varejista tenha boas vendas no Natal e no final de 2015, incluem o planejamento adequado do estoque dos produtos mais procurados em cada segmento, preços atraentes, a prestação do melhor atendimento possível aos consumidores, comunicação visual e decoração natalina que encantem o cliente, tanto na vitrine quanto no interior do estabelecimento, e, se possível, aplicar alguma verba em publicidade, para divulgar ofertas, promoções, descontos, o que ajuda a cativar a clientela e torná-la fiel a loja o ano todo. (FCDL-RS)

05 novembro 2015

Elevação de tributos reduzirá venda de produtos eletrônicos em 2016

A proposta de elevação de tributos para smartphones, tablets, PCs e roteadores que o Governo Federal encaminhou ao Congresso Nacional por meio da Medida Provisória (MP) 690/15 não é vista como uma medida positiva pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul -FCDL-RS. De acordo com a entidade o fim da isenção do PIS/Pasep e da Confins concedida a esses produtos eletrônicos pela chamada Lei do Bem (Lei 11.196/05) poderá resultar na queda das vendas desses artigos. 

O presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, entende que a iniciativa do governo em buscar ampliar sua arrecadação por meio da elevação de mais num tributo pode não obter o resultado esperado.

- Smartphones, tablets, PCs e roteadores são produtos que não estão entre os mais baratos do comércio varejista nacional. Se o benefício fiscal concedido ao setor for retirado, os preços deverão se elevar muito e a expectativa que temos é que haverá queda nas vendas, com consequente diminuição da arrecadação e possíveis demissões de empregados - aponta Koch. 

Pela proposta encaminhada ao Congresso Nacional o Governo Federal espera obter uma receita em torno de R$ 6,7 bilhões apenas com o final da Lei do Bem. Mas para a FCDL-RS essa perspectiva poderá ser frustrada e acabar impulsionando o atual processo recessivo que o país vive em termos de consumo. 
- A eliminação dos efeitos do Programa de Inclusão Digital contido na Lei do Bem trará prejuízos consideráveis para as vendas do varejo, pois é certo que o pagamento do PIS/Confis deverá ser agregado ao preço dos produtos, afastando os consumidores. Nos parece ser uma medida que irá estimular a informalidade nesse segmento, gerando diminuição de empregos formais e da arrecadação de outros impostos da cadeia de eletrônicos e informática - ressalta o presidente da FCDL-RS. 

Iniciada em 2005, a Lei do Bem possibilita o fomento da produção nacional de equipamentos de informática. 

19 outubro 2015

Varejo gaúcho é contrário ao retorno da CPMF

A proposta de emenda à Constituição (PEC) 140/2015, para recriar a cobrança de Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), com alíquota de 0,20 %, encaminhada pelo Governo Federal ao Congresso Nacional, é mais uma proposta de elevação de tributos que passa a preocupar a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul - FCDL-RS. Para a entidade, é mais uma ação que acarretará prejuízos para o comércio varejista e para a sociedade em geral, sem que exista melhora da situação social, econômica ou financeira do Brasil. 

O presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, reafirma o posicionamento contrário à CPMF, pois entende que não é mais possível para a população brasileira suportar uma nova elevação da carga fiscal, uma vez que o aumento dos já excessivos tributos tende a agravar ainda mais a desaceleração da produção e do emprego. 

- Estamos receosos com a questão do retorno da CPMF, pois raras vezes deputados e senadores se opuseram à alta de tributos. E não deverá ser diferente nesta situação, uma vez que muitos parlamentares olham o novo imposto com um fator de equilíbrio das finanças públicas, o que é completamente equivocado - afirma Koch. 

De acordo com Vitor Augusto Koch, o país necessita de uma política racional para superar a turbulência econômica e política que vive atualmente. Na visão do líder empresarial, a recuperação do Brasil passa pela redução consistente dos gastos públicos, a implementação efetiva de melhoria da qualidade dos serviços públicos e a promoção de diretrizes concretas de desenvolvimento. 

- A crise que assola o país é muito séria. Nos parece que a governabilidade simplesmente foi deixada de lado pelos políticos. Temas como saúde, educação, segurança, infraestrutura e economia são tratados de forma displicente por aqueles que deveriam conduzir com eficiência e qualidade essas áreas. E não há qualquer sinal de que esse comportamento irá mudar - enfatiza o presidente da FCDL-RS. 
Presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch (João Alves (arquivo))

Vitor Koch destaca, ainda, que a CPMF somente fará os brasileiros pagarem mais impostos e ficarem com seus orçamentos cada vez mais apertados, o que, certamente, trará reflexos extremamente danosos para os setores produtivos.
- A FCDL-RS defende os interesses do movimento lojista e entende que somente trabalhando com qualidade, inovação e criatividade é possível se obter o sucesso almejado. E, na esfera governamental esses critérios também deveriam ser aplicados, pois ainda há tempo de transformarmos o Brasil em um grande país. Mas o prazo está cada vez mais curto - fala Koch. 

A proposta de retorno da CPMF enviada pelo Governo Federal estabelece que a cobrança da alíquota de 0,20 % deverá ser feita até 31 de dezembro de 2019. Pelo texto, o produto da arrecadação da contribuição será destinado ao custeio da previdência social, no âmbito da União, e não integrará a base de cálculo da Receita Corrente Líquida.

Sobre a FCDL-RS

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul - FCDL-RS, fundada em julho de 1972, é uma entidade sem fins lucrativos, que tem como principal objetivo o desenvolvimento do setor varejista gaúcho, amparando e defendendo os interesses dos seus associados, através de uma agenda estratégica focada em tornar o setor referência mundial até o ano de 2017. Gestora Estadual do SPC, Serviço de Proteção ao Crédito, criado há 57 anos por lojistas, é hoje referência Estadual e Nacional em informação de crédito de consumidores inadimplentes, dados e indicadores de inadimplência e análise de risco nas vendas a prazo no varejo.

28 agosto 2015

Junho apresenta queda de 6,11% nas vendas do varejo gaúcho

As vendas do varejo gaúcho no mês de junho deste ano recuaram 6,11% na comparação com igual período de 2014. Apesar de ser um indicador ruim, o dado auferido por estudo realizado pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul - FCDL-RS, mostra que houve um arrefecimento do ritmo de retração da comercialização de produtos. Junho aparece como o segundo mês com menor índice de queda nas vendas em 2015, sendo superado apenas por março, quando a redução chegou a 2,10% na comparação com março do ano passado. 

Para o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, os dados apurados em junho apontam um segundo semestre um pouco mais promissor para o varejo gaúcho. Koch destaca que a queda das vendas do setor é claramente determinada pelos segmentos mais dependentes de crédito ao consumidor, como veículos, móveis e eletrodomésticos. 

- Por isso, nestes tempos de crise, reforçamos a nossa sugestão aos comerciantes, para que voltem a utilizar o carnê. Com a inadimplência em alta e o desemprego crescente, avaliamos que o carnê oferece menos risco para o cliente e para o lojista do que o cartão de crédito. Quando há atraso, existe o acréscimo, mas nada tão assustador como entrar no rotativo do cartão de crédito - destaca Vitor Augusto Koch. 

O dirigente salienta que esta é uma medida que pode ajudar a recuperar as vendas varejistas no Rio Grande do Sul. 

- No mês de junho foi possível observar que produtos que usualmente são comprados à vista, como artigos de uso pessoal, livro, jornais, revistas, materiais de construção e medicamentos, tiveram uma ligeira elevação nas vendas. Isso volta a demonstrar como o crédito está sendo o calcanhar de aquiles do varejo gaúcho - enfatiza Koch. 

A queda de 14,03% nas vendas de veículos, seguido por móveis (-11,84%) eletrodomésticos (-10,90%) e artigos de vestuário (-7,77%), ajudaram a registrar a retração da comercialização varejista em junho. Por outro lado, setores como livros, jornais e revistas (+20,40%), medicamentos (+4,09%) material de construção (+0,91%) e artigos de uso pessoal (+0,18%) apresentaram aumento de vendas na comparação com o mesmo mês em 2014. 

10 agosto 2015

Volume de vendas do Dia dos Pais permanece estável em 2015

As vendas para o Dia dos Pais permaneceram estáveis em 2015, na comparação com a data comemorativa em 2014. De acordo com o Departamento de Pesquisas da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul - FCDL-RS, os filhos presentearam seus pais, como de costume, mas ocorreu uma redução no valor médio das vendas, cerca de 41%. Em 2014, os presentes custaram cerca de R$ 220,00, enquanto neste ano ficaram próximo dos R$ 130,00, em média. 

Para a FCDL-RS o fenômeno se enquadra nas perspectivas projetadas no período anterior ao Dia dos Pais, uma vez que o atual momento econômico do Brasil leva os consumidores a adotarem uma postura mais conservadora em suas compras. 

Outro fator que influenciou a redução do valor médio das vendas foi o calor fora de época registrado no início do mês de agosto. Por estarmos vivendo o inverno no Rio Grande do Sul, o momento seria próprio para a aquisição de artigos de vestuário para o frio, mas os termômetros registrando 30º fizeram com essas roupas fossem substituídas por artigos mais leves na hora de presentear os pais. 

A pesquisa realizada pela FCDL-RS mostra, ainda, a adoção de um comportamento mais ousados de parte dos lojistas, que realizaram promolções com ênfase na boa relação custo-benefício dos produtos à venda. 

Além dos artigos do vestuário, os carros-chefes do consumo do Dia dos Pais em 2015 foram os ramos de livrarias, acessórios para veículos e produtos de tecnologia, nesse último caso centrado em periféricos de menor preço.

09 janeiro 2010

Comércio aos sábados somente até 13h00min

SINDICATO DOS EMPREGASO DE CANGUÇU DIVULGA NOTA

O Sindicato dos Empregados no Comércio de Canguçu, alerta aos comerciários e a população em geral que devido à convenção firmada entre este Sindicato do Comércio Varejista de Canguçu, no período dos meses de Janeiro e Fevereiro, o funcionamento das lojas aos sábados deverá ser no Máximo até as 13h00min.
As empresas que não cumprirem o acordado estarão sujeitas a fiscalização e multa.

Maiores informações: (53) 3252-1385 ou sindec.cangucu@bol.com.br