NOVANET

Vida Plena

Gordices da KÁ

Mostrando postagens com marcador Dia internacional da mulher. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dia internacional da mulher. Mostrar todas as postagens

08 março 2026

Vídeo destaca necessidade da proteção e reforça importância das denúncias em crimes contra as mulheres

 


Hoje não é só sobre flores.

É sobre respeito, proteção e voz.

Muitas mulheres ainda vivem histórias marcadas pela dor e pela violência.

Por isso, mais do que homenagens, o Dia da Mulher precisa ser também um momento de reflexão.

Que nenhuma mulher precise ter medo de viver, de falar ou de ser quem é.

Respeitar, proteger e apoiar também é uma forma de amor.

#DiaDaMulher #Respeito #ViolenciaContraMulher #Conscientização

Produção: Eduardo Silva Videomaker / Instagram 


07 março 2025

Evento em homenagem ao Dia Internacional da Mulher aconteceu em Canguçu

Na tarde desta sexta-feira (07/03) ocorreu um evento em homenagem ao Dia Internacional da Mulher aconteceu em Canguçu, que será comemorado no dia 08, com diversas atividades.

Entre as ações empresas ofereceram serviços, órgãos públicos apresentaram orientações e entidades somaram-se ao encontro para um dia marcante para as mulheres Canguçuenses.

Foram centenas de participantes que aproveitaram brindes, atendimento de beleza, e também informações e conscientização na luta social das mulheres. As atividades foram organizadas pelo Conselho Municipal do Direito das Mulheres.













10 fevereiro 2023

35° encontro de mulheres trabalhadoras rurais

As interessadas em participar podem procurar o Sindicato dos Trabalhadores Agricultores Familiares de Canguçu que estará realizando excursão.


25 novembro 2022

Estado reforça canais de denúncia para reprimir violência contra a mulher


Muitas mulheres sofrem em silêncio. Vencer o medo e buscar ajuda não é uma tarefa trivial, mas pode fazer a diferença e contribuir para quebrar o ciclo da violência. Se a vítima rompe o silêncio e denuncia, fica mais fácil reprimir o crime e intensificar o combate à violência contra a mulher.

Conforme a Diretora da Divisão de Proteção e Atendimento à Mulher e titular da 1ª Delegacia de Polícia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam), delegada Cristiane Ramos, o maior desafio das estratégias de enfrentamento é justamente a dificuldade de quebrar o silêncio.

“É importante fazer com que essa mulher fale e que ela dê credibilidade aos sistemas de segurança e de justiça. Então, é importante disseminar que existem locais específicos de atendimento; que existe acolhimento, e que, se houver necessidade de ter abrigo, ela vai ser encaminhada para um abrigo, para ela se sentir forte o suficiente e pedir ajuda”, afirma.

Por isso, o governo do Estado atua cada vez mais na propagação dos canais de denúncia como parte das ações de enfrentamento à violência contra a mulher. Há vários meios para denunciar:

• WhatsApp (51) 98444-0606

• Delegacia Online

• Site da Polícia Civil

• Disque Denúncia 181

Em todos os casos, as denúncias podem ocorrer de modo anônimo e sem a necessidade de deslocamento até uma Delegacia de Polícia.

Dia internacional da não violência contra a mulher

Essa questão é global. Neste 25 de novembro é lembrado o Dia Internacional da Não Violência Contra a Mulher, data em que a Organização das Nações Unidas (ONU) lança campanha mundial de mobilização para alertar e combater os maus tratos contra mulheres e meninas. É uma questão social e de saúde pública que atravessa fronteiras e exige ação.

27 fevereiro 2019

Brasil: 536 mulheres são agredidas por hora no país

Levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública estima que mais de 16 milhões de mulheres, cerca de 27,35% das brasileiras, sofreram algum tipo de violência durante o ano passado. De acordo com a pesquisa, 536 mulheres são agredidas por hora no país, sendo que 177 sofrem espancamento.
A pesquisa do Instituto Datafolha ouviu 2.084 pessoas em 2018. Mais da metade (52%) das entrevistadas declarou que não procurou ajuda após as agressões; 15% falaram sobre o assunto com a família; 10% fizeram denúncia em delegacias da Mulher; 8% procuraram delegacias comuns; 8% procuraram a igreja e 5% ligaram para o telefone 190 da Polícia Militar.

A violência foi cometida, em 76,4% dos casos, por conhecidos, como cônjuge (23,9%), ex-cônjuge (15,2%), irmãos (4,9%), amigos (6,3%) e pais (7,2%).


Os números indicam que o grupo mais vulnerável está entre os 16 e os 24 anos, pois 66% das mulheres nessa faixa etária sofreram algum tipo de assédio. Na faixa dos 25 aos 34 anos, o índice é de 54% e, dos 35 aos 44 anos, de 33%.

O assédio, que, segundo a pesquisa, atingiu 37% das mulheres, aparece em forma de cantadas ou comentários desrespeitosos ao andar na rua (32%), cantadas ou comentários desrespeitosos no ambiente de trabalho (11,46%) e assédio físico no transporte público (7,78%).

Em casas noturnas, 6,24% das mulheres disseram que foram abordadas de maneira agressiva, com alguém tocando seu corpo; 5,02% foram agarradas ou beijadas à força e 3,34% relataram tentativas de abuso por estarem embriagadas.(Agência Brasil).



08 março 2017

Dia Internacional da Mulher


É celebrado em 08 de março o Dia Internacional da Mulher, data que acabou sendo símbolo das conquistas que as mulheres efetivaram no século XX. Desde meados da década de 1960, convencionou-se comemorar o Dia Internacional da Mulher em 08 de março.

08 março 2016

Maioria dos Municípios não possui política pública para mulheres

Levantamento realizado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS), divulgado neste dia 8 de março, mostra que a maioria das cidades gaúchas não possui política pública para as mulheres, não conta com estrutura administrativa específica para tratar dos temas relacionados aos direitos das mulheres ou com serviços capazes de acolher e proteger as que são vítimas de violência. 76,3% dos Municípios do RS ainda não possuem Conselho dos Direitos da Mulher e 57,8% não dispõem de estrutura administrativa responsável pela política para as mulheres. 
Entre as cidades que contam com alguma estrutura administrativa responsável pelo tema, 42,6% das unidades não possuem orçamento próprio e 48,3% delas não têm quadro exclusivo de servidores.
Apenas 6,7% dos Municípios possuem centros de atendimento integral e multidisciplinar às mulheres. Outros 6,7% contam com casas-abrigo. 7,2% possuem serviços de saúde especializados e somente duas cidades (0,5% entre os respondentes) possuem centro de educação e reabilitação de agressores. 64,5% dos Municípios não possuem programas ou campanhas para o enfrentamento da violência doméstica e familiar e 55,6% das prefeituras não contam sequer com registros de atendimentos realizados a mulheres vítimas de violência doméstica.  Os dados apurados pelo TCE-RS foram colhidos em 417 prefeituras, o que significa 83,9% dos Municípios gaúchos.
Para o presidente do TCE-RS, Marco Peixoto, o Tribunal poderá desempenhar um papel indutor, estimulando os Municípios para que tenham políticas e estruturas básicas na área. “O estudo evidencia carências importantes para a garantia dos direitos das mulheres, limitações que precisam ser superadas, especialmente no que diz respeito à necessidade de se prevenir a violência e a discriminação”, disse.
  
Segundo o diretor de Controle e Fiscalização do TCE-RS, Jorge Alberto Arruda, o tema das políticas públicas para as mulheres será matéria para fiscalização nas auditorias regulares realizadas pelo Órgão já em 2016. “Nosso Plano Operativo prevê que as auditorias realizadas anualmente em todos os órgãos jurisdicionados tratarão também deste tema, o que deverá impactar positivamente a agenda dos gestores públicos nos próximos anos”, concluiu.
TCE-RS
Assessoria de Comunicação Social

07 março 2016

Dia Internacional da Mulher: 8 motivos para ser feminista

As homenagens ao Dia Internacional da Mulher não podem se resumir a comemorações, já que esta é também uma data de luta. Ela foi criada em 1910 num contexto de lutas feministas por melhores condições de vida e de trabalho, além do direito ao voto. Em dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas para lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres. 

Ao contrário do que muitos pensam, o feminismo não é o oposto do machismo, de acordo com a a ativista e jornalista Nana Queiroz. O feminismo é um movimento social e político que tem como objetivo conquistar o acesso a direitos iguais entre homens e mulheres, ele existe desde o século XIX.

"Feminismo está dentro de uma ideia bem simples, que é a ideia de que mulheres e homens são seres com dignidade equivalente e merecem direitos, oportunidades e liberdades equivalentes", explica a diretora executiva da revista AzMina. 



Uma mulher morre a cada 90 minutos vítima de feminicídio. Uma em cada três mulheres sofre violência de algum homem ao longo da vida. Entre as 500 maiores empresas do mundo, menos de 5% possuem CEOs mulheres. Por tudo isso e com respeito ao significado da data, o Portal EBC fez uma lista de motivos pelos quais poderíamos ser feministas. 

 1. Brasil é o quinto lugar em assassinato de mulheres

O Brasil ocupa a 5ª posição no ranking global de homicídios de mulheres, entre 83 países elencados pela Organização das Nações Unidas (ONU), atrás apenas de El Salvador, Colômbia, Guatemala e Rússia. Os números constam do estudo "Mapa da Violência 2015: Homicídios de Mulheres no Brasil", realizado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), a pedido da ONU Mulheres.

A estimativa feita pelo Mapa, com base em dados de 2013 do Ministério da Saúde, alerta para o fato de a violência doméstica e familiar ser a principal forma de violência letal praticada contra as mulheres no Brasil. A cada sete homicídios de mulheres, quatro foram praticados por pessoas que tinham relações íntimas de afeto com a vítima.

O Mapa da Violência 2015 também mostra que o número de mortes violentas de mulheres negras aumentou 54% em dez anos, passando de 1.864, em 2003, para 2.875, em 2013. No mesmo período, a quantidade anual de homicídios de mulheres brancas diminuiu 9,8%, caindo de 1.747, em 2003, para 1.576, em 2013.

Uma pesquisa do Ipea, que avalia a efetividade da Lei Maria da Penha, apontou que a Lei nº 11.340/2004 fez diminuir em cerca de 10% a taxa de homicídios contra mulheres praticados dentro das residências das vítimas.

2. Violência contra a mulher precisa ser combatida

Violência contra a mulher, macismo, violência doméstica 
Violência contra a mulher
Marcos Santos/USP Imagens

Uma em cada três mulheres no mundo já sofreu violência física ou sexual, cerca de 120 milhões de meninas já foram submetidas a sexo forçado e 133 milhões de mulheres e meninas sofreram mutilação genital, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU). Estimativas da ONU revelam que pelo menos 200 milhões de meninas e mulheres no mundo sofreram alguma forma de mutilação genital feminina, em 30 países.

No Brasil, de acordo com balanço divulgado pelo Ligue 180, somente no primeiro semestre de 2015, foram feitos 179 relatos de violência contra mulheres por dia, com um total de mais de 32 mil ligações sobre violência contra a mulher.

Desse total, mais da metade das ligações, ou 16 mil casos, foram para relatar agressão física, o que representa 92 denúncias por dia. O segundo tipo de violência mais relatado foi o de agressões psicológicas, com aproximadamente 10 mil casos. A perseguição de mulheres, por exemplo, é um tipo de violência que se enquadra nessa classificação. Já o número de relatos de violência sexual alcança aproximadamente sete casos diários nos seis primeiros meses do ano.

De acordo com o balanço, em comparação com o mesmo período em 2014, a Central de Atendimento à Mulher registrou aumento de 145,5% das denúncias de cárcere privado e de 65,39% nos casos de estupro.

3. Lugar de mulher é na política

O Brasil tem uma das taxas mais baixas no mundo de presença das mulheres no Congresso Nacional. De acordo com dados da União Interparlamentar, as mulheres no mundo são 22,6% dos representantes do povo no Poder Legislativo. No nosso país elas são apenas 8,6%.

De acordo com a organização, de um total de 190 países, o Brasil ocupa a posição de 116º lugar no ranking de representação feminina no Legislativo. Na atual legislatura temos 53 deputadas, o equivalente a 9,9% das cadeiras na Câmara dos Deputados. Já no Senado Federal, com 81 cadeiras, temos 12 mulheres. Com isso, os números brasileiros ficam a baixo da média mundial.

Só 10% dos países num mundo com 50% de mulheres são governados por mulheres. Nossos números são inferiores, inclusive, aos do Oriente Médio, que tem uma taxa de representação feminina de 16%.

4. Meninas refugiadas são submetidas a casamentos precoce

De acordo com a ONU, há um aumento alarmante no número de meninas sírias refugiadas na Jordânia sendo forçadas a casamentos precoces. A guerra na Síria está levando refugiados a negociarem o casamento de meninas adolescentes com homens muito mais velhos. O mesmo também é observado no Líbano e no Egito.

Entre refugiados sírios, a perpetração e o medo da violência sexual, especialmente contra meninas, são citados como os primeiros motivos para sair da Síria.

Em 2014, quase um terço dos casamentos entre refugiados na Jordânia, cerca de 32%, envolvem garotas com menos de 18 anos, de acordo com a Unicef. O índice casamentos com crianças na Síria antes da guerra era de 13%. Os dados consideram apenas as uniões registradas oficialmente.

5. Infanticídio feminino e aborto seletivo são práticas em alguns países

Em geral, o mundo tem mais homens do que mulheres, mas eles estão mal distribuídos. Segundo mapeamento feito pelo Centro de Pesquisas Pew, com dados da Organização das Nações Unidas (ONU), atualmente existem101,8 homens para cada 100 mulheres. Além disso, o número de habitantes do sexo masculino no planeta está subindo gradualmente desde 1960.

Nas nações árabes, assim como países do Norte da África e parte da Ásia, a quantidade de homens é superior à de mulheres. Uma das explicações está relacionada ao infanticídio feminino em alguns países como a China e a Índia.

Na China, a política do filho único fez com que fetos femininos fossem abortados com mais frequência, além de estimular a prática do infanticídio de meninas recém-nascidas. Recentemente, o país se viu obrigado a revogar sua política de filho único. O envelhecimento da população, o aborto seletivo e infanticídio feminino foram os motivos.

Na Índia, mulheres são forçadas pela família a fazer aborto de bebês quando forem do sexo feminino. O governo do país está preocupado com o desequilíbrio entre sexos. No ano de 2013, entre os mais de 1200 milhões de habitantes da Índia, 54% eram homens. Nos últimos 30 anos, a nação calcula que tenham havido 12 milhões de abortos de meninas.

Além do aborto seletivo e infanticídio de meninas, milhares de bebês meninas são abandonadas todos os anos na Índia ao nascer, e infelizmente poucas são resgatadas, deixando o país com 7,1 milhões de meninas a menos que meninos.

6. Igualdade de gêneros ainda é distante na ciência e tecnologia

Segundo a ONU, ciência e igualdade de gêneros são vitais para alcançar a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Nos últimos 15 anos, a comunidade global tem se esforçado para inspirar e engajar mulheres e meninas nesta área. O último relatório da agência sobre o assunto mostrou que as mulheres representam apenas 28% dos pesquisadores no mundo e a diferença aumenta ainda mais nos escalões mais altos.

Infelizmente, elas continuam sendo excluídas de participar plenamente no setor científico.

Uma pesquisa feita em 14 países, mostrou que a probabilidade de estudantes do sexo feminino obter um diploma de bacharel, mestrado ou doutorado em ciências ou em áreas correlacionadas é menos da metade do que se comparado aos homens.

Com relação à tecnologia, apesar dos avanços, os desafios ainda são muitos e escapam à mera inclusão digital. Um desses desafios é a falta de representatividade do gênero na área. Mais da metade da população (50,1%) brasileira está conectada à rede mundial de computadores, segundo pesquisa de 2014 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para mudar a realidade e a hegemonia masculina no mundo da ciência e tecnologia, vários projetos veem já na inclusão digital um importante mecanismo para apresentar, engajar e aumentar o envolvimento das mulheres com a tecnologia. Alguns exemplos são o Programaria, Py Ladies e Academia Lovelace.

7. Salário de mulheres é 24% menor que homens

A taxa de desemprego das mulheres é cerca de duas vezes a dos homens, de acordo com relatório da ONU Mulheres. Em todo o mundo, apenas metade das mulheres participa do mercado de trabalho, em comparação a três quartos dos homens

Em geral, apenas um quarto das mulheres empregadas está no setor formal. Em regiões em desenvolvimento, até 95% do emprego das mulheres é informal. Elas também ainda "carregam o fardo de trabalho de assistência não remunerado".

As disparidades não param por aí, a publicação revela que em todo mundo, as mulheres recebem 24% menos que os homens. As lacunas para mulheres com filhos são ainda maiores.

Na França e na Suécia, ao longo de sua vida, uma mulher, em média, pode esperar receber 31% menos que os homens. Estes números chegam 49% na Alemanha e 75% na Turquia, por exemplo. Cerca de 83% dos trabalhadores domésticos em todo o mundo são mulheres e quase metade não tem direito ao salário-mínimo.

As diferenças de salários continuam para todas as mulheres, com ou sem filhos, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Numa média global, as mulheres ganham o equivalente a 77% dos salários dos homens. E se nenhuma ação for tomada para mudar o quadro, a igualdade de salários só será alcançada em 2086, ou daqui a 71 anos.

Em 2013, no Brasil, 4,5% dos homens estavam desempregados contra 7,8% das mulheres. No mesmo ano, 59,4% das mulheres participavam da força de trabalho, contra 80,8% dos homens.

8. Milhões de meninas nunca terão a chance de entrar numa sala de aula

Quase 16 milhões de meninas entre seis e 11 anos de idade nunca terão a chance de aprender a ler ou a escrever. O total é o dobro na comparação com os meninos. Este é o principal dado de um atlas sobre desigualdade de gênero na educação, lançado pela Unesco, em antecipação ao Dia Internacional da Mulher.

Os índices mais altos de disparidades são vistos em países árabes, na África Subsaariana e no sul e no oeste da Ásia. Na África Subsaariana, por exemplo, 9,5 milhões de meninas nunca pisarão em uma sala de aula, quase o dobro do total de meninos que não terão essa chance. Mais de 30 milhões de crianças da região já estão fora da escola.

Já no sul e no oeste da Ásia, 80% das meninas que não estão na escola nunca terão a oportunidade, comparado com 16% dos meninos. O problema afeta 4 milhões de garotas asiáticas e menos de 1 milhão de garotos.(EBC)

02 março 2016

Lideranças pedem urgência em alteração da "Maria da Penha" no Congresso

Lideranças de todos partidos protocolaram na terça-feira, 1, pedido para a votação urgente do projeto do deputado federal Alceu Moreira (PMDB/RS) que tipifica o descumprimento da Lei Maria da Penha. Recentemente uma mobilização da Bancada Feminina pediu a aprovação da proposta, que prevê a detenção do infrator de 90 dias a dois anos, além de outras medidas protetivas.
A preocupação das lideranças femininas é que, ao não ser punido por desobediência, o agressor possa continuar agredindo ou até mesmo matar a mulher. Desde o ano passado, o Superior Tribunal de Justiça entendeu que quando o agressor descumpre uma ordem do juiz de não se aproximar da mulher ele não está praticando o crime de desobediência. Isso porque seria possível, em segundo momento, ser preso preventivamente.

08 março 2015

DIA INTERNACIONAL DA MULHER: DICAS DE SEGURANÇA


A cada dia é noticiado um novo crime contra a mulher. Alvos preferidos de assaltantes, principalmente quando estão dirigindo sozinhas, em pontos de ônibus ou transitando em locais ermos, estão culminando para um aumento do índice de violência contra a mulher.  
Com a aproximação do Dia Internacional da Mulher, celebrado no dia 8 de março, e a atenção voltada para todos os assuntos relacionados a prevenção e segurança, principalmente à mulher, o GRUPO GR – atualmente uma das empresas mais consolidadas no setor de segurança privada e terceirização de serviços, com 23 anos de atuação – através do especialista em segurança Samuel Washington elaborou uma lista dicas de prevenção que as mulheres devem ter para se proteger no seu dia a dia. 
Com base de pesquisas e ocorrências, as dicas abaixo fazem parte de um extenso trabalho de prevenção que o GRUPO GR realiza. 


Dicas de segurança para as mulheres: 
Dentro de casa: 
- Procure variar seus horários e fazer rotas diferentes para deslocar-se para o trabalho ou escola, e esteja alerta à presença de suspeitos nas imediações de sua casa ou condomínio, nos momentos de sua chegada ou na hora de sua saída. 
- Se alguma chave for perdida, troque o segredo da fechadura correspondente. 
- Não guarde objetos e valores altos em casa. 
- Providencie iluminação para as áreas externas da casa, mas não deixe luzes acesas durante o dia. 
- Faça poda periódica em árvores e arbustos para manter a visão de dentro para fora livre, e para que não sirvam de esconderijo. 
- Se o interior de algum dos cômodos da casa ou apartamento pode ser visto da rua, mantenha as cortinas ou persianas fechadas. 
- Antes de permitir a entrada de prestadores de serviços, como funcionários de empresas de água, luz e telefonia, solicite a identificação do mesmo. 
- Caso tenha alguma dúvida sobre quem pode ser, não permita a entrada e ligue para a empresa para confirmar as informações do funcionário. 
- Mesmo estando em casa, mantenha sempre as portas trancadas e tenha grades nas janelas, evitando assim ser surpreendida por meliantes. 
  
Fora de casa, ao ir às compras ou bancos: 
- Evite ir às compras sozinha e prefira pagar com cheque ou cartão. 
- Ao retirar dinheiro do banco, guarde-o com cuidado em local discreto e não o conte em público. 
 - Saindo do banco, certifique-se de que não está sendo seguida. 
 - Evite usar joias, relógios, roupas e outros objetos que possam demonstrar ser de valor. 
-Evite carregar grandes quantias em dinheiro; se houver necessidade divida o dinheiro em várias partes da roupa, porém, evite bolsos traseiros para carregar carteira ou dinheiro. 
- Ao caminhar, mantenha sua bolsa ou pasta à sua frente. 
- Procure manter a bolsa ou pasta sempre firme entre o braço e o corpo, com a mão sobre o fecho e posicionada do lado da calçada. 
 - Ande na calçada em direção contrária ao fluxo dos carros. Assim, não será pega de surpresa. 
No transporte público: 
- Não espere o ônibus em paradas desertas ou mal iluminadas. 
- No transporte público, evite viajar em ônibus ou vagões vazios. 
- Em ônibus com poucos passageiros, sente-se próximo ao motorista ou cobrador. 
Trânsito: 
- Quando caminhar até seu veículo, tenha as chaves na mão, olhe em volta e dentro do carro antes de se aproximar para abri-lo. Entre, trave as portas e saia logo. 
- Em hipótese alguma fique parado no interior do carro, principalmente à noite, na porta de casa. 
- Se possível, utilize película escurecedora nos vidros para dificultar a visualização de pessoas e objetos no interior do veículo. 
Dirija com os vidros fechados, usando o sistema interno de ventilação e portas travadas. 
-Não deixe os seus documentos no porta-luvas. 
 - Evite também deixar à mostra (ou mesmo sob os bancos) embrulhos, pastas e bolsas. O ideal é colocá-los no porta-malas do carro. 
- Ao parar nos semáforos, fique atento ao retrovisor de seu carro e mantenha o veículo engatado em 1ª marcha e distante do carro da frente o suficiente para arrancar, em caso de emergência. 
- Evite atividades que tirem sua atenção do ambiente ao seu redor quando estiver parado (ex.: maquiar-se, falar ao celular, ler jornal, etc.). 

Mulheres ainda enfrentam preconceitos financeiros


As mulheres modernas atravessam um momento no qual estão tomando conta, cada vez mais, das finanças pessoais e das famílias. Se antes os homens é que controlavam os gastos, hoje, a situação é completamente diferente. Além disso, já há algum tempo, as mulheres também conquistam cargos de destaque no mercado de trabalho.

“Atualmente, vejo que a educação financeira tem que dar um foco especial para as mulheres, principalmente, por ainda serem alvo de grande preconceito, tanto em suas casas, onde piadas machistas como “eu ganho e ela gasta”, ainda são comuns e, principalmente, no mercado de trabalho, no qual os salários ainda não se equipararam”, alerta o educador financeiro Reinaldo Domingos, autor do livro Eu mereço ter dinheiro!, que fala de finanças para o mundo feminino.

Enfim, a mulher tem que trabalhar igual ou mais que o homem (ainda há casos em que ela é responsável pelos trabalhos da casa), ganha menos, tem que administrar as finanças e ainda são consideradas as gastonas. Tudo isso só mostra que ainda temos muito que evoluir em relação ao tema.

Infelizmente, como reflexo de todas as novas e velhas demandas direcionadas às mulheres, o que tenho observado é que hoje elas estão se endividando mais que os homens, existindo até mesmo pesquisas que apontam esse fato.

“O que ocorre é que o sexo feminino está na linha de frente da cadeia comercial. Um exemplo: quando as famílias necessitam comprar algum produto doméstico, geralmente, quem vai atrás dessa ação são as mulheres, a mesma coisa em relação aos alimentos, roupas e medicamentos. Entretanto, é fundamental que, com todas essas obrigações, a mulher não perca o direito de sonhar”, explica Reinaldo Domingos.

“Só com o sonho que elas conquistarão a independência financeira. Com a definição dos sonhos, as mulheres saberão o quanto necessita para atingi-lo e, com o simples exercício de registrar mensalmente todos os seus gastos num bloco de anotações, descobrirão no que poderão economizar para realizá-los. E isso tudo sem ter que eliminar gastos que geram prazeres e que também têm relevância para suas vidas, como produtos de beleza, roupas, etc.”, complementa.

Contudo, mesmo que seja importante comprar o que se deseja, o educador financeiro reforça a importância do consumo consciente, observando que, muitas vezes, no impulso de comprar e de se manter dentro da moda, compram coisas que não eram realmente importantes e pior, que nunca usarão. “É mais comum do que se imagina ouvir pessoas falando que tem roupas no guarda-roupa que nunca usaram e isso é um desperdício de dinheiro”, alerta.

Para combater esse problema, o autor do livro Eu mereço ter dinheiro! listou algumas perguntas que devem ser feitas antes de qualquer compra:
  
Eu realmente preciso desse produto?
O que ele vai trazer de benefício para a minha vida?
Se eu não comprar isso hoje, o que acontecerá?
Estou comprando por necessidade real ou movido por outro sentimento, como carência ou baixa autoestima?
Estou comprando por mim ou influenciado por outra pessoa ou por propaganda sedutora?

Se mesmo diante deste questionamento, a pessoa concluir que realmente precisa comprar o produto, seria prudente fazer mais algumas perguntas como:
  
De quanto eu disponho efetivamente para gastar?
Tenho o dinheiro para comprar à vista?
Precisarei comprar a prazo e pagar juros?
Tenho o valor referente a uma parcela, mas o terei daqui a três, seis ou doze meses?
Preciso do modelo mais sofisticado, ou um básico, mais em conta, atenderia perfeitamente à minha necessidade?

08 março 2014

Biofit homenageia mulheres

A Biofit Academia parabeniza todas as suas alunas, professora, funcionária e colaboradoras por este dia tão especial! Nós só queremos agradecer a todas as mulheres fortes e determinadas que suam a camisa por um mundo melhor!

Artigo: Mulher

Com a liberação da mulher, que se livrou dos carcomidos tabus do passado, surgiu, como é natural, a polêmica para se determinar qual o mais inteligente, o bonito e o mais eficiente: o homem ou a mulher?
Brigas à parte, dizem que o home, único habitante do Universo, certa vez sentindo-se sozinho, solicitou seu Criador que conseguisse uma companheira com quem pudesse dividir as dádivas de que era cumulado no Paraíso, usando argumentos tão fortes, teve sua súplica atendida.
O que chegou até nós, pela tradição, nos diz que a mulher surgiu a partir de uma costela do homem, isto é, dividiram o homem em duas partes. Daí, como nos revela a sabedoria popular, ambos ao se lançarem a campo da procura daquela outra sua metade, a sua cara metade, e nessa busca incessante, nem sempre encontraram o elo perdido, o ideal, o que realmente se encaixasse para formar o todo.
A essa altura dos acontecimentos, não se sabe se o primeiro homem queria uma companhia ou simplesmente dividir as dádivas, como foi dito acima, ou se queria alguém com quem pudesse brigar, xingar e descarregar as suas frustrações. Mas, se a última hipótese for correta, partido da premissa que a mulher saiu do homem, não estaria o homem brigando consigo mesmo?
De uma maneira ou de outra, a verdade é que o homem não deve viver sem a mulher e vice-versa, porque os dois se completam. Portanto, a receita é amar, é perdoar, é aceitar seu semelhante como ele é, seja homem ou mulher.
Para finalizar, como representante do chamado "sexo forte", deixo, nesta oportunidade, minha admiração e meu tributo à mulher, esse ser misterioso e belo que desperta grandes paixões, que inspira para a posteridade as mais lindas canções e extensas páginas poéticas e literárias. 
Esta é uma homenagem da Academia Canguçuense de História (ACANDHIS) a todas as mulheres e em especial, é claro, A MULHER CANGUÇUENSE no Dia Internacional da Mulher.
Queremos aproveitar para cumprimentar nossa confreira Irmã Cecília que nesta data completa mais um ano de vida.
CAIRO MOREIRA PINHEIRO
Canguçu, 08 de março de 2014.

Vereador Rubinho homenageia mulheres

O Vereador Rubens Angelim de Vargas, o Rubinho (PP), vem através desta mensagem homenagear as mulheres pela passagem do "Dia Internacional da Mulher", neste dia 08 de março de 2014.

Vereador Bigico homenageia mulheres

O vereador Carlos Alberto Vargas, o Bigico (PP), homenageia todas as mulheres pela passagem do "Dia Internacional das Mulheres".

PSB homenageia mulheres

O PSB, de Canguçu, e o vice-governador Beto Grill(PSB), vem através desta mensagem homenagear as mulheres Canguçuenses pela passagem do "Dia Internacional da Mulher".