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07 maio 2025

Pesquisa Diagnóstico de Inclusão Socioprodutiva Gaúcho acontecerá em Canguçu

 A cidade de Canguçu vai receber, nos próximos dias, a aplicação da pesquisa Diagnóstico de Inclusão Socioprodutiva Gaúcho, uma iniciativa do Governo do Rio Grande do Sul, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA RS). O objetivo é mapear a realidade socioeconômica de famílias em situação de vulnerabilidade social inscritas no Cadastro Único (CadÚnico).

Uma equipe da CUFA estará percorrendo os bairros do município devidamente identificada, com coletes, camisetas e crachás. Durante as visitas domiciliares, os visitadores aplicarão um questionário com perguntas relacionadas à renda, ocupação e perfil profissional dos integrantes das famílias em idade ativa para o trabalho.

Segundo os organizadores, a participação da população é fundamental. Os dados coletados vão orientar a criação de políticas públicas mais eficazes nas áreas de geração de emprego, capacitação profissional e inclusão socioprodutiva. “Receber os visitadores é um gesto de colaboração com o desenvolvimento da cidade e com a melhoria da qualidade de vida de todos”, destacam os responsáveis pela ação.

O programa foi oficialmente lançado no dia 24 de março, no Palácio Piratini, com a presença do governador Eduardo Leite, do vice-governador Gabriel Souza, do secretário de Desenvolvimento Social, Beto Fantinel, além de autoridades municipais e representantes das empresas parceiras CPFL Transmissão e RGE.

Ao todo, 133 municípios gaúchos serão contemplados e mais de 10 mil questionários serão aplicados. A CUFA RS segue um cronograma estruturado para garantir a coleta das informações de forma ampla e eficiente, contribuindo para um Rio Grande do Sul mais justo e com mais oportunidades para todos.

28 junho 2018

Pesquisa Methodus aponta cenários para o governo no RS

O Instituto Methodus realizou pesquisa em 25 municípios no Rio Grande do Sul, entre os dias 19 a 25 deste mês, sobre a intenção de voto do eleitor gaúcho para governador e presidente da República. A amostra é composta por 1.000 entrevistas, com eleitores de ambos os sexos. A margem de erro da pesquisa é de 3,0 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RS-05933/2018.

No cenário estimulado de primeiro turno, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados em um disco e com a pergunta “Se a eleição fosse hoje e os candidatos fossem estes, em quem você votaria para governador do Rio Grande do Sul?”, o atual governador José Ivo Sartori (MDB) aparece com 17,5% das intenções de voto, seguido de Jairo Jorge (PDT) com 10%. O candidato Miguel Rossetto (PT) aparece com 8,1%, em empate técnico com Eduardo Leite (PSDB), que tem 8% das intenções de voto. Brancos e nulos somam 22,6% e 21,6% dos eleitores declaram não saber em quem votar. Na menção espontânea para governador, Sartori (MDB) é o nome mais lembrado, com 5,2%. 

Na rejeição múltipla, onde o entrevistado pode declarar que não votará de jeito nenhum em mais de um candidato, José Ivo Sartori (MDB) aparece com 47,7%, seguido de Miguel Rossetto (PT) com 24,6% e Abigail Pereira (PCdoB) com 17,1%. Roberto Robaina (PSol) tem 16,6%, Eduardo Leite (PSDB) tem 16,2%, Jairo Jorge (PDT) tem 15,9%, Luiz Carlos Heinze (PP) tem 15,7% e Mateus Bandeira (Novo) aparece com 14,3%. Entrevistados que não rejeitam nenhum são 27,2% e não sabem 5,2%. (Correio do Povo).


Segundo IBOPE ex-presidente lidera corrida eleitoral

Pesquisa Ibope (registro BR-02265/2018 no Tribunal Superior Eleitoral) divulgada nesta quinta-feira (28) com índices de intenção de voto para o primeiro turno da eleição presidencial de 2018. A pesquisa foi realizada entre 21 e 24 de junho com 2 mil eleitores em 128 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

Veja os cenários da pesquisa estimulada (quando são apresentados os nomes dos candidatos):

Cenário com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva:

Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 33%
Jair Bolsonaro (PSL): 15%
Marina Silva (Rede): 7%
Ciro Gomes (PDT): 4%
Geraldo Alckmin (PSDB): 4%
Álvaro Dias (Podemos): 2%
Manuela D'Ávila (PC do B): 1%
Fernando Collor de Mello (PTC): 1%
Flávio Rocha (PRB): 1%
Levy Fidelix (PRTB): 1%
João Goulart Filho: 1%
Outro com menos de 1%: 2%
Branco/nulo: 22%
Não sabe/não respondeu: 6%

Cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva:

Jair Bolsonaro (PSL): 17%
Marina Silva (Rede): 13%
Ciro Gomes (PDT): 8%
Geraldo Alckmin (PSDB): 6%
Álvaro Dias (Podemos): 3%
Fernando Collor de Mello (PTC): 2%
Fernando Haddad (PT): 2%
Flávio Rocha (PRB): 1%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Henrique Meirelles (MDB): 1%
Levy Fidelix (PRTB): 1%
Manuela D' Ávila (PC do B): 1%
Rodrigo Maia (DEM): 1%
João Goulart Filho: 1%
Outro com menos de 1%: 1%
Branco/nulo: 33%
Não sabe/não respondeu: 8%

Intenção de voto espontânea (quando não é apresentada uma lista de candidatos):

Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 21%
Jair Bolsonaro (PSL): 11%
Marina Silva (Rede): 2%
Ciro Gomes (PDT): 2%
Álvaro Dias (Podemos): 1%
Geraldo Alckmin (PSDB): 1%
João Amôedo (Novo): 1%
Outro com menos de 1%: 3%
Branco/nulo: 31%
Não sabe/não respondeu: 28%

Rejeição de voto para presidente da República:

Fernando Collor de Mello (PTC): 32%
Jair Bolsonaro (PSL): 32%
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 31%
Geraldo Alckmin (PSDB): 22%
Ciro Gomes (PDT): 18%
Marina Silva (Rede): 18%
Rodrigo Maia (DEM): 13%
Fernando Haddad (PT): 12%
Henrique Meirelles (MDB): 11%
Levy Fidelix (PRTB): 10%
Aldo Rebelo (SD): 9%
Álvaro Dias (Podemos): 9%
Flávio Rocha (PRB): 9%
Guilherme Boulos (PSOL): 9%
João Gourlart Filho (PPL): 9%
Manuela D'Ávila (PCdoB): 9%
João Amôedo (Novo): 8%
Guilherme Afif: 8%
Paulo Rabello (PSC): 8%
Valéria Monteiro (PMN): 8%
Poderia votar em todos: 2%
Não sabe/não respondeu: 11%

G1

11 dezembro 2016

Pesquisas revelam descontentamento com Temer

Governo Temer tem rejeição de 51% dos brasileiros; 63% querem que ele renuncie.

A popularidade do presidente Michel Temer sofreu uma queda desde julho, quando o índice de rejeição era de 31%. Segundo levantamento da Datafolha, 51% dos entrevistados consideram o governo Temer ruim ou péssimo.

Os dados foram recolhidos entre os dias 7 e 8 de dezembro, pouco depois de Temer ter sido citado em um acordo de delação premiada da Lava Jato. Enquanto o presidente atuava como interino, 41% dos brasileiros afirmavam que o governo era regular. Agora, são 34% que mantém a mesma opinião.

Além da queda de popularidade, o Datafolha também mapeou que há uma diminuição na confiança em níveis econômicos, fazendo com que o período atual seja parecido com o cenário pré-impeachment. São 66% dos brasileiros que dizem acreditar que a inflação aumentará, 19% que continuará no mesmo patamar e apenas 11% preveem diminuição.

Ainda considerando os dados econômicos, o Datafolha mostra que 65% da população afirma que a situação financeira do Brasil piorou, 25% diz que continua a mesma e 9% apontam que houve melhorias.

A pesquisa do Datafolha ainda pontuou que 40% da população afirma que a gestão Temer é pior do que a anterior. Já 34% a avaliam como igual e 21% apontam melhorias.

Por causa dos altos níveis de rejeição, a pesquisa também mostra que 63% dos brasileiros são favoráveis à renúncia do presidente, para que haja eleições diretas ainda em 2016. Para haver eleições diretas, Temer precisaria renunciar até o dia 31 de dezembro deste ano.

08 junho 2016

Pesquisa da CNT aponta que Lula venceria 1º turno

De acordo com o levantamento divulgado nesta quarta-feira, em um cenário em que o principal adversário fosse o tucano Aécio Neves, Lula teria 22% das intenções de votos, enquanto Aécio teria 15,9%, seguido de Marina Silva (14,8%), Ciro Gomes (6%), Jair Bolsonaro (5,8%) e Michel Temer (5,4%). Brancos e nulos totalizariam 21,2%, enquanto o total de indecisos, neste cenário, seria de 8,9% dos eleitores.

Em um segundo cenário, no qual Aécio seria substituído pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, Lula teria 22,3% das intenções de votos, seguido por Marina Silva (16,6%) e Alckmin ficaria em terceiro com 9,6%. Na sequência, viriam Ciro Gomes (6,3%), Michel Temer (6,2%) e Jair Bolsonaro (6,2%). Brancos e nulos totalizariam, neste cenário, 24% dos eleitores, enquanto 8,8% dos entrevistados se declararam indecisos.

De acordo com a pesquisa, Lula foi o candidato mais citado nas intenções de votos espontâneas, com 8,6%. Em segundo lugar, o candidato mais citado foi Aécio Neves (5,7%), seguido por Marina Silva (3,8%), Dilma Rousseff (2,3%), Michel Temer (2,1%), Jair Bolsonaro (2,1%), Ciro Gomes (1,2%), Geraldo Alckmin (0,6%), Joaquim Barbosa (0,6%) e José Serra (0,3%).

Para o segundo turno, foram apresentados quatro cenários. Caso a disputa fosse entre Lula e Aécio, o tucano teria 34,3% das intenções de votos, enquanto o petista teria 29,9%. Brancos e nulos somariam 28,8% dos votos, enquanto 7% se declararam indecisos.

Caso a disputa fosse entre Aécio Neves e Michel Temer, Aécio ganharia com 32,3% dos votos, ante os 15,8% das intenções de votos para Temer. O percentual de votos brancos e nulos, neste cenário, seria 42,2%. Já os indecisos seriam 9,7%.

Em um eventual confronto de segundo turno entre Aécio e Marina Silva, o tucano obteria 29,7% das intenções de votos, ante os 28% declarados para Marina. Brancos e nulos totalizariam 34,6% dos votos; os indecisos seriam 7,7%.

O quarto cenário projetado pela CNT é o de um confronto entre Lula e Temer. De acordo com a pesquisa, se esta fosse a configuração de um segundo turno, Lula teria 31,7% dos votos, enquanto Temer teria 27,3%. Brancos e nulos totalizariam 33,4% dos votos e indecisos seriam 7,6%.

A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança. (Correio do Povo)

11 dezembro 2015

Gaúchos avaliam segurança como maior problema

O Instituto Paraná Pesquisas e o Correio do Povo apresentam nesta sexta a segunda de uma série de cinco consultas realizadas no Estado com o objetivo de avaliar a opinião pública sobre as administrações federal e estadual, a situação eleitoral nos municípios de Porto Alegre, Canoas e Santa Maria e, ainda, sobre demandas sociais no Rio Grande do Sul. A segunda pesquisa avaliou o desempenho da administração estadual.

A poucos dias de completar um ano no governo do Estado, José Ivo Sartori (PMDB) tem um índice de 60,6% de rejeição à sua administração, contra uma aprovação de 35,9%. Segundo os dados, 3,5% não sabem/não opinaram sobre o tema. A pesquisa procurou detectar também, na opinião dos consultados, qual o maior problema do Rio Grande do Sul. Segundo os dados, a segurança pública é o principal problema do Estado para 25,1%, seguido da área da Saúde, com 24,3%, e da má administração pública (13,8%).

Além disso, a pesquisa procurou saber também qual a opinião dos consultados sobre a atuação do governo nas áreas de educação, social/apoio aos carentes, economia/equilíbrio das contas públicas, saúde pública e segurança pública. Segundo os dados, a área da educação tem desaprovação de 66,7%, contra 28,2% que aprovam e 5,2% que não sabem ou não responderam. 

Sobre a área social e apoio aos carentes, 64,5% dos eleitores consultados disseram que desaprovam, outros 27,3% aprovam e 8,2% não sabem/não opinaram. Sobre economia e equilíbrio das contas públicas, 69,4% disseram desaprovar, contra 26,4% aprovam. Outros 4,3% afirmaram não saber ou não opinaram. No quesito saúde pública, a desaprovação chegou a 77,4%. Outros 20,9% declararam aprovar e 1,6% afirmaram não saber ou não opinaram. 
Sobre a segurança pública, 81,5% desaprovam a administração do governador Sartori, 17,3% aprovam e 1,2% diz não saber ou preferiu não opinar.

O levantamento procurou conhecer também a opinião dos entrevistados sobre a venda de estatais de Estado. Perguntados sobre a concordância com a venda ou privatização de empresas de grande porte pertencentes ao Estado, desde que autorizado pela Assembleia, 61,9% disseram discordar, 34,1% concordam e 4,0% não souberam responder ou não opinaram. Diante da pergunta sobre quais empresas de grande porte acredita que poderiam ser vendidas/privatizadas, 47,7% dos consultados responderam que nenhuma estatal pode ser vendida; 24,2% disseram não saber; 13,3% citaram o Banrisul, 11,1% referiram a CEEE; 9,8% lembraram a Corsan e 3,3% citaram outras empresas.

Foram ouvidos 1.506 eleitores, em 78 municípios, estratificados segundo sexo, faixa etária, grau de escolaridade e posição geográfica. O levantamento foi realizado entre os dias 4 a 7 de dezembro. A amostra representativa no Estado tem um grau de confiança de 95,0% para margem estimada de erro de aproximadamente 2,5% para os resultados gerais.  (Correio do Povo)

07 outubro 2015

Governo Sartori tem avaliação negativa

Menos de um ano após ter vencido as eleições estaduais, o governo de José Ivo Sartori enfrenta forte crise de imagem nas grandes cidades gaúchas. Dos quatro maiores municípios do RS, somente em Caxias do Sul o governo Sartori consegue um índice de aprovação superior ao de não aprovação. O fato de a pesquisa medir a avaliação do governo estadual nos quatro maiores centros urbanos, com forte influência sobre a formação da opinião pública do RS, pode ser tomado como indicador claro da baixa popularidade do governo Sartori. A pesquisa, feita pelo Correio do Povo em parceria com o Instituto Methodus, é a primeira avaliação do atual governo gaúcho publicada em um jornal de grande circulação no Estado.

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06 outubro 2015

Pesquisa avalia aprovação de Dilma nos maiores municípios do RS

A menos de um ano das eleições municipais de 2016, o Correio do Povo em parceria com o Instituto Methodus, publica três pesquisas de avaliação da administração pública nos quatro maiores colégios eleitorais do Estado: Porto Alegre, Caxias do Sul, Pelotas e Canoas. Juntos, esses municípios totalizam 1.920.979 eleitores, de um total de 8.392.033 do Rio Grande do Sul, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral.

Foram avaliadas a imagem e a aprovação da presidente Dilma Rousseff e do governador José Ivo Sartori, assim como das prefeituras municipais em cada uma das quatro maiores cidades do Rio Grande do Sul. Nessas quatro cidades, o resultado da pesquisa indica que a presidente Dilma Rousseff não seria um bom cabo eleitoral para um candidato a prefeito, se a eleição fosse realizada nas mesmas condições de hoje. 

Nos quatro municípios, o seu governo registrou imagem negativa, e o desempenho da presidente foi reprovado. A imagem positiva da presidente, representada pela soma do bom e ótimo, registrou 8,8% na média das quatro maiores cidades do Rio Grande do Sul.
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30 setembro 2015

Reprovação do governo Dilma sobe para 69%, diz CNI/Ibope


A porcentagem da população que considera o governo da presidente Dilma Rousseff ruim ou péssimo oscilou de 68% para 69% de junho para setembro, de acordo com pesquisa realizada pelo Ibope sob encomenda da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta quarta-feira. A parcela dos entrevistados que avalia a atual gestão como ótima ou boa também oscilou de 9% para 10%. Já os que consideram o governo regular permaneceram em 21%.

De acordo com a pesquisa, 82% dos entrevistados desaprovam a maneira de governar de Dilma, ante 83% de desaprovação registrados em junho. A proporção dos que aprovam oscilou de 15% para 14%, na mesma comparação.

A CNI e o Ibope também perguntaram sobre a confiança na presidente Dilma Rousseff. A parcela dos que não confiam nela oscilou de 78% em junho para 77% em setembro, enquanto o porcentual dos que confiam na pessoa da presidente ficou estável em 20%.

A pesquisa foi realizada entre 18 e 21 deste mês, depois, portanto, do rebaixamento do Brasil pela agência de classificação de risco Standard & Poor's e durante as discussões sobre o retorno da CPMF. Foram ouvidas 2.002 pessoas em 140 municípios. A margem de erro máxima é de 2 pontos porcentuais e o grau de confiança da pesquisa é de 95%.(correio do povo)

11 agosto 2015

Governo tem índice de rejeição de 77% entre as pequenas e médias empresas no Brasil

Mais de 77% das pequenas e médias empresas  (PMEs) no Brasil avaliam o segundo mandato de Dilma Roussef como péssimo para os negócios. O índice é fruto da recente pesquisa da Consultoria Doctor Trade, especializada em assessoria e gestão empresarial para PMEs.

A pesquisa foi realizada com mais de 150 representantes de pequenas e médias empresas espalhadas pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná. Entre o público pesquisado, encontram-se companhias dos setores de alimentação, de varejo e de serviços.

Segundo o levantamento, menos de 2% avaliam as políticas econômicas do governo Dilma como boas ou ótimas. E pouco mais de 20% consideram a atuação da presidente como regular.

Quando questionados sobre os fatores que levaram ao baixo nível de avaliação, mais de 20% das PMEs apontam a desaceleração da economia e a alta da inflação no primeiro semestre. Entretanto, quase 15% afirmam que as questões internas têm mais impacto nos negócios do que a política de governo.  

De acordo com Henriley Domingos, diretor da Doctor Trade, as PMEs são as primeiras a sentir os efeitos negativos de uma economia em queda, como acontece no Brasil. “Justamente por isso a avaliação do governo tem um alto índice de rejeição entre esses empresários”, explica Domingos.

Entretanto, segundo o consultor, os fatores internos de uma empresa são determinantes para o sucesso ou fracasso de um negócio. “Com um bom planejamento estratégico e uma boa gestão do negócio, o impacto do ambiente externo tende a ser bem menor”, completa.

31 março 2015

Exército, Igreja e MP são instituições que o brasileiro mais confia

As Forças Armadas, a Igreja Católica e o Ministério Público são as instituições que o brasileiro mais confia, segundo o Índice de Confiança na Justiça da FGV Direito SP. A pesquisa foi aferida nos segundo e terceiro trimestres de 2014 e divulgada esta semana.

A instituição em que o brasileiro mais confia continua sendo as Forças Armadas, que passou de 66% para 68% entre 2013 e 2014, seguida pela Igreja Católica (56% para 59%), Ministério Público (45% para 50%); Grandes Empresas (37% para 43%); Imprensa Escrita (41% para 43%); Polícia (31% para 36%), Emissoras de TV (30% para 33%), Governo Federal (27% para 29%) e Congresso Nacional (15% para 19%).

O ICJBrasil mensura a confiança da população no Judiciário brasileiro desde 2009. Na pesquisa referente a 2014, foram entrevistadas 3.300 pessoas de oito unidades federativas (Amazonas, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Distrito Federal). A amostra representa 55% da população brasileira com 18 anos ou mais, segundo dados do Censo 2010.

20 fevereiro 2015

Ibope diz que 53% dos usuários de internet no Brasil são mulheres

O Ibope Inteligência fez um levantamento para traçar o perfil do público brasileiro de internet. A pesquisa, realizada entre julho e de dezembro de 2014, mostra que 53% dos usuários são mulheres.

O estudo considerou a população acima de 16 anos e identificou que a maior parcela (52%) de internautas é da classe C. Os números mostram que 34% são da classe B, 10% das classes D/E e 4% da classe A.

Em um panorama geral, 53% dos brasileiros são ativos na internet, considerando quem acessou conteúdo online nos três meses anteriores ao estudo. Ao avaliar as regiões, o levantamento concluiu que a região Sudeste 49% dos internautas do país, seguida pelo Nordeste, com 22%, e Sul, com 14%. Centro-Oeste e Norte possuem 8% e 7%, respectivamente.

O acesso é mais comum entre pessoas com escolaridade alta. Dos que concluíram ensino superior, 90% têm acesso à rede. Para os que concluíram o ensino médio, a taxa caiu para 71%. Na parcela da população que possui o ensino fundamental, apenas 24% usam a internet.

Surpreendentemente, os brasileiros entre 35 e 54 anos são os que mais acessam a internet (representam 34% dos acessos totais do país), logo atrás estão aqueles entre 25 e 34 anos, representando 32% das pessoas que acessam a rede. 
Fonte: Comunique-se

31 outubro 2014

Campanha de Aécio usou pesquisa com dados enganosos, segundo Folha

Reportagem divulgada pela Folha de S.Paulo nesta quinta-feira (30) revela que a campanha de Aécio Neves divulgou uma pesquisa de intenção de votos do instituto Veritá com informações comprovadamente enganosas.
Quem confirma, segundo o jornal, é o próprio dono do instituto que fez o levantamento, Adriano Silvoni. E também o estatístico responsável pelas pesquisas do Veritá, Leonard de Assis.
A informação infundada era a liderança de Aécio em Minas Gerais com 14 pontos de vantagem sobre Dilma Rousseff (PT): a campanha dizia que a pesquisa mostrava o tucano com 57% das intenções de voto no Estado ante 43% da petista. No entanto, os números não retratavam a realidade de Minas Gerais.
De acordo com a Folha, o enredo que levou o PSDB a propagar esses números começa em 6 de outubro, logo após o primeiro turno, quando o Veritá conclui uma pesquisa nacional para presidente com 5.161 entrevistas, estudo registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o código BR-01067/2014.
Tanto o número de entrevistas quanto os municípios de coleta de dados foram definidos pelo Veritá para retratar a disputa eleitoral no Brasil como um todo.
O total de eleitores ouvidos em Minas era suficiente para compor o quadro nacional, mas insuficiente para retratar a realidade local.
Assim, a pesquisa apontou Aécio com 54,8% em todo o Brasil contra 45,2% para Dilma, diferença de 9,6 pontos.
Segundo Assis, dias após a divulgação desse placar, o publicitário Paulo Vasconcelos, responsável pela propaganda de Aécio, pediu para que o Veritá fornecesse os dados das entrevistas feitas só em Minas.
"O estudo não foi feito com essa finalidade", diz. Silvoni, o dono do Veritá, confirma: "Para Minas, foram 561 questionários. Não é confiável".
Mesmo assim, eles acabaram autorizando o envio dos dados. "Eu falei: 'pode pegar, mas cite, por favor, que não representam a realidade de Minas'", lembra Assis.
No entanto, no dia 14 de outubro, às 17h06, o site do jornal mineiro "Hoje em Dia" publicou que, segundo o Veritá, Aécio tinha 57% dos votos de Minas contra 43% de Dilma, uma vantagem de 14 pontos.
Em seguida, a campanha do PSDB começou a distribuir um release dizendo que o tucano estava 14 pontos à frente no Estado. E na mesma noite, dirigindo-se à Dilma no debate da Band, o próprio Aécio citou: "Pesquisas [em Minas] mostram que estou mais de 10 pontos na sua frente".
Na época, o PT explorava a derrota do tucano entre os mineiros no primeiro turno. Na TV, a campanha de Dilma repetia: "Quem conhece Aécio não vota em Aécio".
No dia 15, os números não representativos do Veritá passaram a ser mostrados também na propaganda de TV do PSDB, que atribuiu a informação ao jornal "Hoje em Dia".
"Eles não podiam usar nesse contexto", diz Assis. "Nós avisamos [...] Usou na garganta. Não representa Minas. Não é o real cenário do Estado."
A Lei Eleitoral diz que a comprovação de irregularidade em dados publicados de pesquisa sujeita os responsáveis às penas de seis meses a um ano de detenção e multa.
Assis afirma que, ao entregar uma tabela com percentuais não representativos de cada Estado, fez questão de incluir uma nota sobre a não validade das informações.
No rodapé do documento que ele diz ter enviado, consta: "Resultados apresentados nesta tabela em cada Estado não podem ser considerados como estimativa do mesmo pois a pesquisa não foi planejada com tal objetivo".

Outra suspeita
A Folha apurou também que, além do problema dos números enganosos, a pesquisa do Veritá pode ter sido registrada de forma fraudulenta. No TSE, consta que o Veritá é, ao mesmo tempo, o contratado e o contratante do estudo, orçado em R$ 300 mil.
Dias atrás, num fórum de debates na internet que reúne profissionais da área de pesquisa, Leonard de Assis afirmou que o formulário do TSE foi preenchido dessa forma porque "o contratante [real] não quis aparecer".
Segundo o jornal, o estatístico confirmou a informação à Folha, mas não quis dizer quem verdadeiramente pagou pelo trabalho.
Neste ponto, a Folha afirma que há uma divergência entre Assis e o dono do Veritá. Adriano Silvoni afirma que os recursos usados para a realização da pesquisa saíam do próprio Veritá.

30 agosto 2014

Marina sobe em pesquisa e agora está empatada com Dilma

Pesquisa Datafolha sobre a corrida presidencial, divulgada nesta sexta-feira (29), indica uma situação de empate entre a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, e a ex-senadora Marina Silva, candidata do PSB. Cada uma aparece com 34% das intenções de voto. A seguir, vem o senador Aécio Neves (PSDB), com 15%. Na pesquisa anterior do Datafolha, divulgada no último dia 18, Dilma tinha 36%, Marina, 21% e Aécio, 20%.

Na simulação de segundo turno entre Dilma e Marina, a ex-senadora alcançou 50% contra 40% da presidente. Na pesquisa anterior, Marina tinha 47% e Dilma, 43%.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo" e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00438/2014.

CLIQUE AQUI E VEJA MAIS DETALHES DESTA PESQUISA

25 dezembro 2009

Aécio lidera e Arruda despenca no ranking

Aécio Neves (PSDB) é o mais popular entre os dez governadores avaliados pelo Datafolha, em pesquisa feita entre os dias 14 e 18 deste mês. Ele obteve nota média de 7,5. O mineiro já liderava o ranking na sondagem feita em março, quando alcançou 75% de aprovação e nota 7,6.

José Serra, de São Paulo, subiu da quinta para a quarta posição no ranking. A nota média do tucano é 6,6.

Os que tiveram a pior avaliação foram José Roberto Arruda (sem partido-DF), na nona posição, e Yeda Crusius (PSDB-RS), que se manteve em décimo.

09 dezembro 2009

Pesquisas para o Governo e Senado

O Blog da jornalista Rosane Oliveira, do grupo RBS, apresenta pesquisas referentes as eleições de 2010 para os cargos de Governador e Senador. Lembrando que no último caso dois serão eleitos. Confira os resultados da pesquisa realizada pela Methodus.


Confira os números da sondagem estimulada para o Palácio Piratini:

Tarso Genro (PT): 32,9%
José Fogaça (PMDB): 25,7%
Yeda Crusius (PSDB): 11,2%
Beto Albuquerque (PSB): 9,8%
Luis Augusto Lara (PTB): 4%
Vieira da Cunha (PDT): 2,9%
Pedro Ruas (PSOL): 1,7%

A pesquisa foi realizada entre os dias 2 e 6 de dezembro.

SENADO
Paulo Paim (PT) - 43%
Germano Rigotto (PMDB) - 42,3%
Ana Amélia Lemos (PP) - 40,7%
Lasier Martins (PDT) - 40,7%
Nelson Proença (PPS) - 5,8%
Elói Guimarães (PTB) - 3,8%

REJEIÇÃO (não votaria de jeito nenhum):
Yeda Crusius (PSDB)- 54,5%
Tarso Genro (PT) - 23,5%. José Fogaça (PMDB) - 14% (11,9% em setembro)
Pedro Ruas (PSOL) - 10,6% (13,9% em setembro)
Luis Augusto Lara (PTB) - 10,6% - não era pré-candidato em setembro
Vieira da Cunha (PDT) 10,4% (15,1% em setembro)
Beto Albuquerque (10,2%) (8,4% em setembro).

24 novembro 2009

Pesquisa para TCC

A Academica de Comunicação Social com habilitação em Publicidade, Taine Vaz, está realizando uma pesquis para seu trabalho de conclusão de curso (TCC) sobre aspectos relativos à Responsabilidade Social, sua práticas e contribuições para grupos especiais. Seu objeto de estudo é o Posto Cidadão Capaz e o projeto de inclusão de pessoas portadoras de necessidades especiais.
Para colaborar basta acessar o link:

http://spreadsheets.google.com/viewform?formkey=dEl3MElMbGx2TExqYTlmUzQzd2hQUGc6MA




Contamos com sua participação!

03 novembro 2009

Estudo diz que mau humor e tristeza afiam inteligência

Será que isso vale para os anônimos que vivem "detonando" os outros aqui?!!
Sydney (Austrália), 3 nov (EFE).- As pessoas mal-humoradas possuem uma inteligência mais afiada segundo um estudo realizado por um cientista australiano e publicado na última edição da revista científica Australasian Science, informou hoje a rádio ABC.
"A tristeza e o mau humor melhoram a capacidade de julgar os outros e também aumentam a memória", assegura o professor Joseph Forgas, da Universidade de Nova Gales do Sul, em Sydney.
"Enquanto um estado de ânimo positivo facilita a criatividade, a flexibilidade e a cooperação, o mau humor melhora a atenção e facilita um pensamento mais prudente", explica o artigo.
"Nossa pesquisa sugere que a tristeza melhora as estratégias para processar a informação em situações difíceis", acrescenta.
Forgas ressaltou que as pessoas com um estado de ânimo mais decaído possuem maior capacidade de argumentar suas opiniões por escrito, pelo que concluiu que "não é bom estar sempre de bom humor".
A pesquisa consistiu em uma série de experimentos nos quais se manipulava o estado de encorajamento dos participantes por meio de filmes e lembranças positivas ou negativas.
Fonte: Yahoo-EFE