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09 setembro 2022

Canguçu recebe jogos da Copa Costa Doce de Futsal

Neste 9 de setembro, a 3ª rodada da Copa Costa de Futsal (CCDF) acontece em Canguçu. Os jogos serão realizados a partir das 20 horas e 30 minutos, no ginásio do E.C. Cruzeiro.


A competição conta com a participação de Canguçu, São Lourenço do Sul, Camaquã, Pelotas, Pinheiro Machado, Cristal Rio Grande e Piratini. Representando o município de Canguçu estão as equipes Borussia e Vila Mesko.

Desde já, a administração deseja sucesso no campeonato e se coloca à disposição para auxiliar na organização e divulgação.

30 dezembro 2015

Procon Pelotas comemora decisão sobre carteira estudantil

Uma reivindicação antiga do Procon de Pelotas tornou-se realidade. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli concedeu liminar (decisão provisória) que desobriga a filiação de entidades municipais e estaduais a associações estudantis nacionais para a emissão de carteira de estudante, documento que permite o pagamento de meia-entrada em eventos culturais e esportivos. Jardel Oliveira, coordenador do Procon, desde 2007, já vinha tendo esse entendimento e agora espera a confirmação do tribunal suowrior. Pela leia da meia-entrada, o documento só pode ser emitido por associações filiadas à União Nacional dos Estudantes (UNE), à União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e à Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG). 
O pedido foi feito pelo PPS ainda
no ano passado. A decisão, do último dia 19, foi publicada na página do Supremo nesta terça-feira (29). Toffoli não julgou o mérito da ação direta de inconstitucionalidade, tarefa que caberá ao plenário. O ministro entendeu que a obrigatoriedade de filiação à UNE, à Ubes e à ANPG fere o direito constitucional à livre associação. “A Constituição Federal garante que ninguém poderá ser compelido a associar-se ou se manter associado”, avaliou.

21 maio 2013

Candidatas a "Mais Bela Estudante" de Canguçu















Estas são as candidatas, inscritas até o momento, ao concurso "A Mais Bela Estudante", de Canguçu, promovido pela B & S Produções. O número de inscritas está sendo recorde em concursos de beleza no município. A organização lembra que o evento começa rigorosamente às 22h00min com o desfile.
DIA 25 DE MAIO NO GINÁSIO DO TRIANON
Atrações confirmadas:

- Xiru Missioneiro
- Discoteca Apocalipse
- Dj Maicon
- Grupo Agora é Pra Valer


20 fevereiro 2011

Trote, uma prática medieval que desafia as universidades

Instituições tentam implementar programas de "boas-vindas aos calouros", mas ainda falham em coibir agressões e humilhações


Calouro da USP de 1996 tenta "matar formiga no grito": ritual de passagem não pode descambar para violência e humilhação (Rogério Assis/Folhapress)
As primeiras universidades surgiram na Europa em plena Idade Média. Foram um sopro de liberdade. Permitiram progressivamente ao homem atuar segundo a razão, em vez de apenas obedecer a dogmas. Paradoxalmente, ao mesmo tempo em que nasciam os centros de estudo, surgia uma instituição muito mais tributária da ideia que hoje fazemos da "Idade das Trevas": o trote. Os primeiros registros da prática datam do início do século XIV. Calouros da região correspondente à moderna Alemanha eram obrigados a andar nus e ingerir fezes de animais mediante a promessa de que poderiam se vingar nos novatos do ano seguinte. "Os alunos veteranos descontavam nos mais novos a repressão promovida em sala de aula por professores rigorosos", afirma Antônio Zuin, professor do Departamento de Educação da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e autor do livro O Trote na Universidade: Passagens de um Rito de Iniciação.

Linha do tempo: os trotes violentos no Brasil, de 1831 a 2011


O trote é uma demonstração de que, a despeito de avanços inegáveis, o mundo não mudou tanto assim em quase 800 anos. Mantém no século XXI um tanto de século XIV. Prova disso é que o trote se mantém no calendário como uma atividade acadêmica regular: encerrada a fase de vestibulares, se inicia a de divulgação de listas de candidatos aprovados e explode a agressão e a humilhação dos novatos. Neste ano, por exemplo, uma tropa de veteranos da Universidade de Brasília (UnB) exibiu sua porção medieval ao obrigar calouras a simular sexo oral com uma linguiça envolta numa camisinha e embebida em leite condensado. Americanos e franceses, entre outros, também tem motivos para lamentar. Lá, como aqui, o trote persiste, preocupa e escapa do controle.

No centro do problema, estão as próprias universidades. A maioria das instituições proíbe o trote dentro de suas dependências – algumas já o fazem há cerca de 40 anos. Contudo, em geral, a fiscalização não é rigorosa, e as atividades envolvendo veteranos e calouros muitas vezes acontecem do lado de fora dos muros acadêmicos. "A universidade ainda não vê como sua tarefa coibir o trote", diz Antonio Ribeiro de Almeida Júnior, professor de sociologia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-USP) e autor do livro Universidade, Preconceito e Trote. "A proibição por si só não funciona. É preciso punir aqueles que desrespeitam a norma. O problema é que normalmente as universidades se restringem a abrir inquéritos, mas ninguém é punido", afirma.

Mostrar aos algozes a face dura da lei foi a escolha da França. Desde 1998, está em vigor no país uma lei que criminaliza o trote violento. Os condenados podem pegar um ano de prisão e pagar multa de até 15.000 euros. Desde que o mecanismo entrou em vigor, os veteranos passaram a se comportar melhor, apontam estudos locais. As práticas humilhantes e violentas foram substituídas por uma jornada de integração dos novos alunos à instituição. Estudante de psicologia da École des Psychologues Praticiens, de Paris, Maria Elisa Serra passou pela experiência. "Foram promovidas festas, gincanas e atividades dentro da universidade. Foram dois dias divertidos e saudáveis", diz a brasileira. Alguma semelhança com a tradicional baderna por que passaram seus colegas no Brasil? "Nenhuma", ela responde.

Tiago Queiroz/AE

Calouros do Mackenzie obrigados a ingerir pinga, em 2008
Trote camarada – Algumas instituições brasileiras têm se esforçado para melhorar as estatísticas sobre trotes – que são escassas, diga-se, pois o medo dos novatos inibe reclamações e o problema só costuma vir à tona quando ocorrem mortes ou ferimentos graves. Há dois anos a UnB criou, em parceria com os diretórios de estudantes, um "programa de boas-vindas aos calouros" nos moldes franceses. Alguns resultados são animadores. No curso de agronomia, a parcela de vítimas de trotes caiu de 75% para 50%. Contudo, o episódio da linguiça encapada por camisinha, ocorrido na mesma unidade da universidade, segue como alerta de que ainda há muito o que fazer. A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) tenta iniciativas semelhantes para afastar o trote violento. "Conversamos com os diretórios acadêmicos para coibir esse tipo de ação. Em paralelo, desenvolvemos atividades em parceria com os alunos veteranos para receber os novos estudantes. Nos últimos quatro anos, não registramos nenhuma ocorrência relacionada aos calouros", afirma Luiz Leduino de Salles Neto, pró-reitor de assuntos estudantis da Unifesp.

Os legisladores brasileiros ainda discutem o que fazer para enfrentar o problema que, por aqui, já tem quase dois séculos – o trote chegou ao país trazido por brasileiros que haviam estudado na Europa no século XIX. Um projeto de lei que pretende disciplinar o assunto foi aprovado na Câmara em 2009 e, desde então, repousa no Senado. Pretende proibir o constrangimento dos calouros, a exposição deles a situações vexatórias e ofensas graves, além de garantir a integridade física dos novatos. O texto determina que as universidades abram processos disciplinares contra os veteranos violentos, mas não prevê sanções a instituições que se furtarem a cumprir suas responsabilidades. Aos alunos que se excederem, seriam aplicadas multas – de 1.000 a 20.000 reais –, suspensão de um a seis meses e até expulsão. Desde 1999, alguns estados mantêm leis locais que tratam do tema, caso de São Paulo e Santa Catarina. No entanto, passada mais de uma década, não há registros de condenações motivadas por esses freios legais.

Os Estados Unidos também tentam minorar o problema pela via legal – e têm falhado igualmente. Em 44 estados, o trote já é considerado crime. Contudo, 29 estudantes morreram vítimas de trotes violentos na última década, cinco deles só em 2008, segundo levantamento de Hank Nuwer, professor do Franklin College e estudioso do assunto. "As leis e os programas das universidades que tentam promover atividades alternativas ainda são ineficientes. É difícil combater uma prática que, até a metade do século passado, era amplamente incentivada pelas próprias instituições de ensino", diz Nuwer.

Entre os americanos, em geral, violência e humilhação não são impostos cobrados às portas da instituição. Lá, os maiores problemas são registrados durante a seleção promovida por veteranos para escolher os novatos que serão aceitos pelas fraternidades (somente de homens) e irmandades (de mulheres). Ambos são grupos fechados que alegam selecionar os melhores e, posteriormente, beneficiá-los de alguma forma, como oferecendo conexões sociais privilegiadas ou acesso a oportunidades de emprego. A possibilidade de se tornar um líder no meio universitário – e fora dele – anima os jovens a encarar provas arriscadas para fazer parte dos grupos. "O maior problema ali é relativo ao abuso de bebida alcoólica, além de brincadeiras aparentemente inocentes, como levar um candidato a uma área rural ou a um bairro extremamente perigoso em plena madrugada e deixá-lo ali sozinho, à própria sorte", conta o especialista americano.

Como ocorria há quase 800 anos, o ingresso de um calouro na universidade pode de fato configurar um ponto de inflexão na vida desse jovem. É quando uma porta se abre à sua frente. Fazem sentido, por isso, festas e cerimônias. "O momento pede um ritual que marque a transição. O calouro precisa ser iniciado no meio acadêmico e os veteranos precisam cumprir esse papel", afirma o professor Antônio Zuin, da UFSCar. Está claro, contudo, que, em pleno século XXI, esse ritual não pode reproduzir a face obscura do século XIV.

VEJA.COM
Entre a Violência e a Humilhação

19 agosto 2010

Jogos para comcemorar o dia do estudante

Para comemorar o dia do Estudante, dia 11 de Agosto, a família Franciscana realizou jogos durante todo o dia.
Os professores realizaram o jogo de abertura com muita determinação e vontade de vencer. Foi muito divertido e bonita a integração.

Visite o site do Aparecida e tenha mais informações:
http://www.colegioaparecida.com.br/

19 março 2010

Câmara aprova verba para COOESC


A Câmara Municipal de Vereadores de Canguçu aprovou, na tarde desta quinta-feira (18), durante a sessão ordinária, a mensagem executiva n° 037 que autoriza a administração municipal a celebrar convênio com a Cooperativa dos Estudantes de Canguçu (COOESC).

A Prefeitura irá repassar através da Secretaria de Educação e Esportes R$ 90 mil para manter as atividades com o transporte de alunos até as instituições de ensino do município de Pelotas.


Em 2010 a COOESC completa 30 anos de atividades. A Presidente da Cooperativa, Salete Mauss (foto acima) esteve presente na sessão pedindo a aprovação da matéria por parte dos vereadores. "A única maneira de manter o povo com acesso ao ensino em Pelotas é através da cooperativa", disse. Segundo ela a COOESC já formou mais de 10% da população Canguçuense. "Isso é um número estrondoso. Ter um curso superior ou um curso técnico não é fácil", revela, em relação aos estudantes que enfrentam várias horas semanais entre Canguçu e Pelotas. "Enquanto não houver a capacitação no município só é possível a qualificação através do trabalho da cooperativa", encerrou.

A Assinatura do Convênio para pareceria entre Prefeitura e COOESC foi nesta sexta-feira (19) no gabinete do Prefeito Cássio Mota (PP).

Fotos: Augusto Pinz/Canguçu em Foco

16 janeiro 2010

Lula sanciona Lei do Novo Fies

Depois de grande expectativa por parte de quem utilizou o financiamento estudantil, o Presidente Lula sancionou a lei do novo Fies, Nº 12.202, na noite de quinta-feira (14). Entre as novas medidas estão aumento do parcelamento de duas para três vezes o tempo do curso; abatimento de 1% da dívida para professores e médicos que atuarem, respectivamente, na rede pública de ensino e nos programas de saúde da família (PSF) para cada mês de trabalho, e a quitação do saldo devedor em casos de falecimento ou invalidez permanente do estudante.

Mas o que todos que utilizaram o financiamento aguardavam mesmo era pela aprovação da medida que reduz os juros do Fies para todos os contratos. O parágrafo 10 do artigo 5º estabelece que “a redução dos juros, estipulados pelo Conselho Monetário Nacional, incidirá sobre o saldo devedor dos contratos já formalizados”.
Como em 26 de agosto de 2009, o Conselho Monetário Nacional oficializou a redução dos juros do Fies para 3.5%, taxa abaixo da inflação. No entanto, na época a medida beneficiava somente os futuros contratos e alguns cursos.

08 outubro 2009

DAER fiscaliza transporte de Estudante

Foto: Augusto Pinz

Os agentes de fiscalização do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem - DAER - realizaram abordagens a algumas empresas de ônibus que realizam transporte de estudantes entre Canguçu e Pelotas, nesta quarta-feira (07).

A Ação ocorreu por volta das 22h50 no trevo do Centro de Eventos Fenadoce, no trevo de acesso a Pelotas. Enquanto os fiscais verificavam o nome dos passageiros, para conferir se todos eram realmente estudantes e tinham seus nomes nas listagens oficiais, registramos a ação no interior de um dos ônibus.

Na oportunidade o fiscal ouviu diversas reclamações por parte dos estudantes que disseram viajar de pé devido a super lotação do ônibus. O próprio fiscal chegou a comentar que achava estranho apenas 1 ônibus para levar estudantes de duas faculdades distintas já que antigamente dois veículos faziam os roteiros.

Após a averiguação os passageiros foram liberados junto com o ônibus para retornar a Canguçu, chegando com aproximadamente meia hora de atraso.