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13 janeiro 2026

Práticas religiosas e novos protocolos: ex-servidoras denunciam secretária da Mulher do RS ao MPT

Ex-servidoras da Secretaria da Mulher no RS denunciam que a titular da pasta, Fábia Richter, estaria realizando práticas religiosas durante o trabalho e estabelecendo procedimentos sem embasamento científico no atendimento das vítimas. A secretária argumenta que os momentos de oração eram opcionais e que a nova secretaria está passando por uma fase de construção dos protocolos para atendimento. As denúncias foram levadas ao Ministério Público do Estado (MPRS) e ao Ministério Público do Trabalho (MPT).

A recriação da Secretaria da Mulher foi anunciada em junho do ano passado pelo governador Eduardo Leite (PSD). A pasta havia sido extinta em 2015. A demanda por sua recriação ganhou força após o feriado da Páscoa de 2025, quando o RS registrou dez feminicídios em apenas cinco dias. Desde então, aumentaram os apelos por medidas efetivas de proteção às mulheres, incluindo a reestruturação da política estadual voltada ao enfrentamento da violência de gênero.

As denunciantes, que preferem não se identificar, relataram ao Sul21 que participaram – por obrigação – de pelo menos cinco momentos religiosos durante os dois meses em que trabalharam na pasta. Servidoras concursadas, elas já trabalhavam na rede de proteção e foram cedidas da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH) para a Secretaria da Mulher.

Ao final das reuniões, sem pedir o nosso consentimento, Fábia pedia que nós déssemos as mãos para uma oração. Numa primeira reunião de apresentação, ela apontou o dedo perguntando se as pessoas tinham religião, se se viam imagem e semelhança de Deus. Isso já é um constrangimento, nos pegava de surpresa”.

Uma das dinâmicas promovidas pela secretária era ‘diga amém se você quer ir para o céu também’. Um vídeo enviado à reportagem mostra esse momento.

Para as ex-funcionárias, tratam-se de momentos que desrespeitam a ética profissional e desconsideram a diversidade religiosa. Fábia, por outro lado, argumenta que as dinâmicas de cunho religioso foram pontuais e não impactam a condução das políticas públicas.

Em entrevista realizada na sala que a Secretaria da Mulher dispõe no Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF), Fábia afirmou: “eu sou enfermeira e cristã. Então, na minha prática pessoal de vida, eu oro. Como gestora, chegou um momento em que todo mundo começou a perceber que pairava uma questão emocional. Então nós tivemos duas situações, um dia antes de um almoço que nós tivemos e outro, no dia que nós lançamos a campanha, onde eu convidei os servidores a orar”. A secretária ressaltou que cada um pôde participar da forma que quisesse.

Fábia disse que parte do trabalho da secretaria é entrar em contato com os municípios e com instituições. Relatou ter visitado diferentes espaços religiosos – “fui ao movimento afro no mesmo dia em que fui na Assembleia de Deus” – visando o uso da capilaridade da religião para “chegar na sociedade”.

Procurado pelo Sul21, o MPT informou que foram recebidas as denúncias. “As investigações estão sendo realizadas pelo MPT e, dado o caráter ainda precoce da coleta e da apuração de elementos, estas serão as únicas informações que o órgão prestará neste estágio do procedimento”. Fábia diz não ter sido contatada pela instituição.

Mapeamento dos agressores

“Nós estamos escrevendo a história da violência da mulher neste momento”, declarou Fábia, durante a entrevista. Empossada em outubro, a secretária está reformulando procedimentos da pasta recém criada. Diz que é necessário “pensar fora da caixa”.

Uma das novidades é o mapeamento do perfil de agressores das mulheres que procuram o serviço. Esse trabalho é feito pelos servidores da Secretaria que, de acordo com a denúncia, precisam telefonar para familiares, amigos e local de trabalho dos homens – isso antes mesmo de haver uma condenação.

“O mapeamento dos agressores foi uma ideia unicamente dela [Fábia] e nova para nós. [Antes], a gente atendia as mulheres e dava assessoria técnica para os serviços e para os municípios, só que voltado para a mulher. No momento em que a Fábia toma posse, ela começa a insistir em entender o perfil do agressor, entender quem comete o feminicídio ou faz a tentativa”, detalham as ex-servidoras.

“A [Secretaria de] Segurança passou a informar Fábia com nomes, dados e município dos agressores. Ela fazia a gente ligar para os municípios, falar com a rede, falar com o prefeito para entender essa família. Mapear os casos com foco no perfil desse homem”.

Elas afirmam que se sentiam em risco ao precisar fazer esse contato direto. “Era uma abordagem com a qual a gente não concordava. Quando isso foi pontuado, Fábia disse que quem desejasse estar na Secretaria da Mulher teria que correr riscos”.

As ex-servidoras pontuam ainda que a Secretaria de Segurança Pública é responsável por mapear os agressores e que as universidades também conduzem estudos nesse sentido. “Ao invés de unir forças com essas pessoas que já estavam realizando isso, ela quis incluir uma proposta completamente nova, sem embasamento, sem assegurar a garantia de que não haveria risco”.

Fábia argumenta que a secretaria dialoga com os diversos municípios do RS. “A rede municipal tem acesso aos agentes comunitários de saúde, às equipes de saúde da família, às equipes do CRAS, ao trabalho dessas pessoas, aos vizinhos. Para a gente conseguir entender de fato se tinha briga, se a vítima podia ter denunciado, o que que é que aconteceu que ela não denunciou… Nós precisamos chegar na vida dessas pessoas. Eu venho de um lugar como a maioria dos municípios gaúchos, que é o município de pequeno porte, onde as pessoas se conhecem. Nós precisamos entender onde nós poderíamos ter impedido que essa violência acontecesse. Porque esse é o objetivo principal da secretaria, impedir a violência”.

A secretária acrescenta: “Nós ousamos falar com os homens. Essa não é uma fala comum do movimento contra violência à mulher, né?”.

Conforme as ex-servidoras, no entanto, tal mapeamento era feito sem embasamento científico. Elas perceberam uma abertura para o tema da constelação familiar, prática terapêutica amplamente questionada pela comunidade científica.

“Sem consultar a equipe técnica, em um evento do MP, a secretária falou de uma capacitação para os serviços que atendiam a mulher. Ela mencionou a constelação familiar. Nos pegou de surpresa, pois Fábia não nos buscou. Ela mencionou uma instituição chamada Altis Lisboa”, detalham.

A reportagem apurou que a Altis Lisboa oferece formações como o programa Mentalidade de Riqueza – “uma imersão digital de 8 semanas voltada à reprogramação mental e emocional de mulheres que desejam transformar sua relação com o dinheiro” –, a mentoria Líderes Sistêmicos – “uma formação de 6 meses que capacita mulheres a liderar com inteligência emocional, visão estratégica e fundamentos sistêmicos”, entre outras.

“Ela falava muito de aspectos que lembram, sim, a constelação familiar. Nós teríamos que fazer essa capacitação, que não abordava questões jurídicas, relacionadas à violência, a aspectos sociais. Não considerava diversidade, a pluralidade religiosa, nem questões LGBTQIAP+. Mulheres indígenas, negras – nada disso era tratado”, explicam as ex-servidoras.  “O direcionamento da política dela estava por um um viés de responsabilizar a mulher sobre a sua própria história com base nesse conteúdo de entender o sistema”.

Fábia, no entanto, é categórica ao afirmar que não foi abordado o tema da constelação familiar. “Isso não existe. Nós estamos buscando evidência científica”.

Como uma dessas evidências, a secretária cita um estudo conduzido na Unijuí que estudou o perfil de 50 agressores da região. “Esse estudo mostra que a mulher que morreu não era a primeira mulher deste agressor. Estamos mapeando o risco que as mulheres correm com um determinado parceiro pela história anterior de outros boletins dele. Então nós precisamos saber onde ele está”.

A titular da pasta afirma ainda que a pasta está trabalhando para se aproximar de universidades através de termos de cooperação técnica. “Inclusive, nós vamos fazer um grande seminário, e a ideia é que seja logo no início do ano. Nós ainda não sabemos exatamente qual a metodologia que vamos usar”, explica.

“Nós fizemos um grande estudo de tudo que tem na literatura, tudo o que tem de estudo sobre isso. Não está pronto, por isso a ideia de fazer um grande seminário. Estamos trabalhando, também, para construir um grande catálogo com todos os estudos que tem no Rio Grande do Sul para deixar disponível no nosso site”, acrescenta Fábia.

Sobre a pesquisa da Unijuí mencionada pela secretária, as ex-servidoras afirmam que trata-se de um estudo com foco em homens privados de liberdade: “é um trabalho que está sendo realizado com a Segurança e com o sistema penal”.

Já a equipe técnica da Secretaria da Mulher é reduzida, conforme as denunciantes. Elas eram as únicas servidoras concursadas na pasta. Os sete profissionais – entre psicólogos, assistentes sociais e socióloga – que passaram a integrar o quadro têm contrato temporário, segundo as ex-servidoras. Os dados ainda não estão disponíveis no portal da transparência do Estado, uma vez que a pasta foi criada recentemente.

Escuta Lilás

Um dos canais de atendimento da Secretaria da Mulher é a Escuta Lilás, um telefone 0800. Antes, ele funcionava somente em horário comercial. Ao ser empossada titular da pasta, no entanto, Fábia Richter estabeleceu que o atendimento passaria a ser 24h. O problema é que, segundo a denúncia, a escuta das potenciais vítimas fora do expediente não é feita por pessoas qualificadas. Fábia diz o contrário, apesar de afirmar que os protocolos ainda estão sendo construídos.

“As pessoas ficaram muito felizes quando o atendimento passou a ser 24h, mas nunca vi ninguém questionando como esse atendimento se daria. E até agora me questiono como ele se dá”, diz uma das ex-servidoras.

As denunciantes dizem que não sabem com quem fica o celular corporativo que recebe as chamadas fora do horário de expediente e que não chegaram a ficar de posse do aparelho. A preocupação é com a possível falta de qualificação de quem fica responsável pela tarefa de ouvir possíveis vítimas de violência.

“A gente chegou a fazer apontamento de preocupação em compartilhar o instrumento de trabalho com pessoas que não são técnicas. E foi uma conversa muito frustrante, acho que foi uma das primeiras vezes em que eu percebi que não teria diálogo. Fábia não se mostrou aberta, inclusive foi a vez em que ela disse: ‘se vocês não gostarem, me denunciem’”, relata uma das ex-servidoras.

Fábia ressalta que, antes de assumir como titular da pasta, havia muitas críticas ao fato de a Escuta Lilás ser limitada ao horário comercial. Isso levou à implementação do serviço 24h. “Estamos trabalhando para fazer a licitação de um call center, mas para isso estamos construindo os protocolos e o direcionamento para fazer uma licitação factível”, explica.

A secretária afirma que, em um primeiro momento, os plantões são administrativos. “Tendo uma pessoa que precisa ser acolhida, a gente anota o telefone dela e a psicóloga ou assistente social da equipe técnica vai estar ligando. Mas isso é temporário, até a licitação do call center. Nós estamos escrevendo os protocolos, porque temos ideia de que o Rio Grande do Sul é diverso. Falar com uma mulher urbana é uma coisa, falar com uma mulher rural é outra”, salienta.

“Se a pergunta é sobre se quem está atendendo tem condições de acolher, a minha resposta é sim. Todas as pessoas estão sendo atendidas tecnicamente. A gente deixa os profissionais de sobreaviso”, acrescenta a secretária.

Isso passa uma mensagem

“As coisas foram muito internas. Essa questão das orações, de pedir que nós déssemos as mãos, mencionar Deus. Isso nunca apareceu fora da secretaria, e o discurso dela é muito diferente do que acontecia lá dentro”, relatam as ex-servidoras.

Elas afirmam que o impacto que os servidores sofrem com essas práticas reflete no atendimento às mulheres. “Se os servidores estão sendo constrangidos, ameaçados, assediados, isso vai refletir na construção da política pública para a mulher no RS”.

Outro fator importante, segundo as ex-servidoras, é que a secretária teria explicitado seus planos de deixar o cargo em abril de 2026 para concorrer a deputada estadual. Isso dava a ela e aos servidores comissionados um prazo de seis meses para colocar as políticas em prática. As denunciantes afirmam que, por razão desse prazo, trabalhavam sob pressão. A coluna desta segunda-feira (12) da jornalista Rosane de Oliveira, em GZH, confirma a pré-candidatura.

As ex-servidoras, que foram realocadas em outra pasta, consideram que seu desligamento da Secretaria da Mulher após questionar a conduta de Fábia tenha servido como um recado aos demais servidores. “No momento que se desliga as pessoas mais antigas, que estavam com a história do serviço, isso passa uma mensagem: ou vai ser do meu jeito, ou todo mundo está fora”. (Sul 21)

30 novembro 2022

Denúncias de exploração sexual contra crianças e adolescentes são apenas 7%

 Uma das ações mais importantes para enfrentar a exploração sexual contra crianças e adolescentes, é a denúncia! De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), é dever de todo cidadão denunciar situações de violação de direitos humanos de crianças e adolescentes.


Porém, somente 7% dos casos de exploração sexual contra crianças e adolescentes são denunciados.
A exploração sexual ocorre quando há o pagamento por adultos para manter alguma forma de relação sexual com crianças ou adolescentes. Esse pagamento não necessariamente é feito com dinheiro. Outras formas de troca podem ser utilizadas, como caronas, refeições e presentes.
É preciso enfrentar essa realidade coletivamente! Lembre-se disque 100, a sua denúncia é gratuita e anônima!

23 outubro 2017

Relatório da FNDC aponta censura praticada pelo Governo Temer

O Fórum Nacional pela Democratização das Comunicações (FNDC) existe desde 1990 e agrega pelo menos 500 entidades ligadas ao debate da mídia brasileira. Sua fundação remete à criação da Constituição de 1988, depois do fim da ditadura militar. Por este motivo, é fundamental ouvir essa entidade para entender o que se passa no governo Michel Temer.

Um relatório da FNDC publicado neste mês de outubro mostra que violações contra a imprensa e a liberdade de expressão ocorreram em pouco mais de um ano de governo Temer. A entidade contabilizou 70 casos divididos em sete categorias:

  1. Violações contra jornalistas, comunicadores sociais e meios de comunicação;
  2. Censura a manifestações artísticas;
  3. Cerceamento a servidores públicos;
  4. Repressão a protestos, manifestações, movimentos sociais e organizações políticas;
  5. Repressão e censura nas escolas;
  6. Censura nas redes sociais;
  7. Desmonte da comunicação pública.


Parte do que é relatado pelo FNDC não é uma novidade e já acontecia no governo Dilma Rousseff. Violações contra jornalistas, repressão a protestos e censura nas escolas ocorreram de 2013 para frente, afetando movimentos pela redução de passagens e São Paulo até as ocupações de secundaristas. A novidade, agora contabilizada e criticada no levantamento, é o desmonte da comunicação pública, culminando na censura em redes sociais e cerceamento dos direitos de expressão de servidores públicos.

Já a repressão de manifestações artísticas ganharam força recentemente com o caso do Museu de Arte Moderna (MAM) e outros protestos que envolveram a classe ao longo deste ano. “O conjunto das violações comprova que práticas de cerceamento à liberdade de expressão que, já ocorriam no Brasil (…), encontraram um ambiente propício para se multiplicar após a chegada de Michel Temer ao poder, por meio de um golpe parlamentar-jurídico-midiático, que resultou na multiplicação de protestos”, diz o FNDC em nota.

O relatório completo se chama “Calar Jamais” e pode ser lido neste link.

Caso da EBC
Maior braço midiático do governo, agregando a Agência Brasil e a TV Brasil, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) sofreu um desmonte entre 2016 e 2017. Com a nomeação de Laerte Rimoli para sua presidência, a entidade interrompeu a gestão do jornalista Ricardo Melo que teria quatro anos de duração. Conhecido por postagens antipetistas e críticas à respeito da ex-presidente Dilma, Rimoli foi diretor de comunicação da Câmara dos Deputados a pedido do próprio Eduardo Cunha.

A briga política entre os dois jornalistas também se dá porque a gestão Laerte Rimoli dissolveu instâncias internas da EBC que garantiam sua relevância como veículo de comunicação público. Diminuindo a influência do grupo midiático do governo, Michel Temer aumentou o investimento em publicidade na grande mídia, especialmente os grupos Globo, Abril, Folha e Estado, uma prática que estava sendo alterada por Dilma Rousseff.

Devido às pressões, Rimoli pretende deixar a presidência da EBC, conforme informa a coluna Radar da revista Veja. Ele pretende se mudar para o Canadá com a família.

Os ministros Moreira Franco e Marcio Freitas, da Secretaria de Comunicação (Secom) de Temer, já buscam nomes para a substitui-lo.

Estudantes feridos e MST
O levantamento do FNDC também aponta um aumento substancial da violência policial. “Casos como o do jovem pernambucano Edvaldo Alves, morto em decorrência de um tiro de bala de borracha enquanto protestava justamente contra a violência, ou do estudante universitário Mateus Ferreira da Silva, que teve traumatismo craniano após ser atingido com um golpe na cabeça durante manifestação em Goiânia, deixaram de ser raridade”, diz o órgão no informativo. 

Abusos das autoridades também chegam nos movimentos sociais e na greve geral que tomou o país em 2017. Afirma o FNDC sobre sua pesquisa: “a publicação também traz o registro da invasão da Escola Florestan Fernandes, do MST, pela polícia; da condução coercitiva do blogueiro Eduardo Guimarães; e do flerte de Temer com a suspensão dos direitos constitucionais, por meio do decreto presidencial de 24 de maio passado, que declarou Estado de Defesa e autorizou a ação das Forças Armadas para garantir a ‘ordem’ no país”.

Embora seja um órgão mais focado nas pesquisas sobre a mídia brasileira, o levantamento do FNDC é um bom termômetro de que os abusos do governo Michel Temer vão além do limite do aceitável. E a violência contra grupos sociais vinculados com a esquerda interrompem um ciclo de diversidade comunicacional que existiu até os governos do PT.

O Fórum Nacional pela Democratização das Comunicações pretende levar o relatório para autoridades nacionais e organismos internacionais de defesa de direitos humanos. A ideia da iniciativa é responsabilizar o Estado brasileiro nas cortes internacionais por suas violações.

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Texto publicado originalmente na plataforma Storia. Colaborou Renato Bazan, produtor e jornalista da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)

12 maio 2015

Veja como denunciar ao MPT, passo a passo

O sistema de denúncia online é a forma mais rápida e completa de fazer denúncias ao Ministério do Trabalho. Com uma ferramenta virtual, é possível anexar provas da irregularidade denunciada, como áudios e fotografias.
A denúncia segue para distribuição e avaliação pelo procurador do Trabalho que conduzirá a apuração do caso.
O formulário online de denúncia pode ser acessado pelo saite www.prt4.mpt.mp.br e também pelo Facebook do MPT, na aba “Denúncias online”.
Preencha a tela “Dados dos denunciantes” com os seus dados. Mesmo que peça sigilo na próxima tela, complete o máximo de campos. Mais de uma pessoa pode formalizar a denúncia, clicando em “Acrescentar denunciante”.
Na tela de informações complementares, o denunciante pode optar pelo sigilo de sua denúncia e indicar dados importantes para a investigação, como a existência de agressão a direitos de idosos, crianças, adolescentes e trabalhadores com deficiência.
Veja, passo a passo, como denunciar e algumas dicas para fundamentar a revelação que está sendo feita ao Ministério Público do Trabalho. Para acompanhar use o seguinte link
 Use se o seguinte link:
http://www.prt4.mpt.mp.br/images/arquivos/PELE/peticionamento.pdf


28 maio 2014

Arion denuncia falta de licenciamento nos carros da saúde

A Secretaria da Saúde de Canguçu está pagando transporte terceirizado para realização de transporte dos doentes do município porque os carros da secretaria estariam sem licenças. "Por esquecimento, por falha, por incompetência, não pagaram a licença então estavam gastando dinheiro público por incompetência e descuido por não pagar licenças dos carros da saúde", alerta o presidente da Câmara Municipal de Vereadores de Canguçu, Arion Braga. Segundo ele veículos da Secretaria de Educação e Esportes também estariam com os mesmos problemas.
Arin Braga foi entrevistado no programa "Manhã Especial", pelo radialista Ubiratan Rodrigues, e falou sobre diversos temas além da denúncia sobre a falta de licenciamento dos veículos.

QUADRAS NAS ESCOLAS
Um dos temas que tem gerado muito debate entre legislativo e executivo é a construção de quadras esportivas em escolas do interior. Segundo o vereador as quadras no terceiro e quarto distrito não irão sair por vários motivos, entre eles porque seria uma emenda de um deputado, Afonso Hamm, que não é do mesmo grupo político da atual administração. Arion disse que em um ano e meio de administração não foi encaminhado nenhum projeto a Caixa Econômica Federal (CEF) pedindo as obras. Porém ainda é possível o encaminhar os pedidos até o final de Junho, segundo documento da CEF enviado para a Câmara de Vereadores.
Um dos fatores que a administração alega é que o terreno não está em nome das escolas. Para este argumento o vereador revela que existem vários fatores como uma desapropriação do terreno. Braga argumenta que acha que falta é vontade porque alternativas existem várias.
Foto: Augusto Pinz

AGRICULTURA
O presidente da Câmara de Vereadores está encaminhando sugestão aos deputados estaduais e federais, além do governo do estado, pedindo que seja feitos postos de vacinação no interior do município através da inspetoria veterinária para que os agricultores não precisem vir até a cidade enfrentar longas filas para retirada das vacinas contra aftosa, por exemplo.
As restrições aos pequenos agricultores por parte dos governos também foram lembradas pelo Presidente da Câmara falando sobre o emplacamento de maquinário agrícola e alertando que caso seja necessário além dos impostos os colonos também precisarão de habilitação para dirigir o maquinário o que gerará ainda mais custos. "Esse governo está ai para arrecadar, senão como irá pagar o rombo da copa?", indagou, dizendo que cada dia são maiores as restrições ao trabalho do agricultor. 
Braga também lembrou que atualmente os pequenos agricultores não podem mais abater animais, não pode mais carregar gasolina para motosserra e outros fatores. 

PATRULHAS AGRÍCOLAS
Arion Braga anunciou a chegada de quatro patrulhas agrícolas oriundas de verbas de emendas do deputado federal Afonso Hamm.

15 dezembro 2010

Produtora cancela shows de 2011 por falta de apoio

A B&S Produções e HD Produções estão cancelando toda sua agenda de shows para o ano de 2011 devido a falta de incentivo cultural. A Informação é do organizador de eventos Jáder Borges Braga. "Pela falta de apoio a cultura no município de Canguçu está tudo cancelado. Em qualquer lugar do Brasil show é cultura mas a Prefeitura de Canguçu entende o contrário", disse.
Segundo Jáder a Prefeitura estaria cobrando judicialmente uma ação de mais de R$ 5 mil contra as empresas pelos shows que ocorreram durante o ano, como Bonde do Forró, Tchê Garotos, Grupo Kanoe, entre outros. Ele ainda denunciou que são usados pesos e medidas diferentes para outras empresas, como no caso de um torneio de futsal entre seleções, organizado por uma rede de TV, que utilizaria o ginásio municipal de esportes sem pagar e ainda leva embora o dinheiro dos ingressos. "Eu já denunciei isso no Ministério Público (MP) e eles vão cuidar deste caso", revela.
E quem irá perder com tudo isso? Em uma cidade cartente de eventos, como a nossa? Deixe seu comentário!
Lembrando que o site deixa seu email gutopinz@yahoo.com.br para qualquer manifestação sobre este ou outro tema do site para alguma parte que queira se manifestar.

18 março 2010

Lixo acumulado causa preocupação de leitora

Leitora envia realto sobre lixo acumulado em residência que causa o aparecimento de diversos tipos de bichos. Confira:


Olá Augusto,

Estou enviando algumas fotos que tirei em um pequeno terreno perto do prédio onde moro, não sei a quem pertence, se a prefeitura ou aos donos da casa que fica ao lado, gostaria de salientar a quantidade de lixo acumulado no local, isso que tem uma lixeira, mas esta sempre cheia de lixo, e o lixo colocado de qualquer jeito, sem contar também no lixo acumulado no chão, um mau cheiro que a gente sente ao passar na calçada, sem contar na quantidade de bichos que junta por causa desse lixo.
Não sei se é possível divulgar no site, estou enviando por que acho uma falta de respeito com as pessoas que morar ao redor e também com quem passa na calçada.
Se puder fazer alguma coisa agradeço desde já.

16 março 2010

Animais envenenados no Triângulo

Moradores da rua Manoel Alves Jorge, bairro Triângulo, enviam relato ao site de que estariam envenenando animais no local. Segundo informações, dois cachorros já teriam sido vítimas de veneno e estariam mortos em plena rua.
Os moradores ficam preocupados pelo grande número de crianças do bairro e que podem acabar entrando em contato com o veneno. Em uma das ruas próximas, na rua Manoel Pompílho da Fonseca, entre um colégio e um posto de saúde, está um dos animais mortos. "Está até com um cheiro insuportável", revela. O morador pede que a Secretaria de Meio Ambiente recolha o animal.
Envenenar animais é crime

10 março 2010

Chafariz segue abandonado

No dia 09 de Novembro divulgamos uma matéria com foto de uma leitora que relatava o abandono do Chafariz do Bairro Isabel, sem falar a falta de educação das pessoas que jogavam lixo no local.

Neste dia 10 de Março recebemos novas fotos do chafariz, que está nas mesmas ou até piores condições. Confira:



Confira o que foi publicado em Novembro de 2009 clicando AQUI


Segundo informações da Secretaria de Obras, a Prefeitura Municipal de Canguçu estuda a construção um quiosque no local onde hoje está o Chafariz no bairro Isabel. E você leitor, acha que seria a melhor solução? Deixe seu comentário.
Atualizada as 16h34min.

07 março 2010

Remédios e veneno jogados na rua

Na noite deste Sábado (06) recebemos telefonema de um leitor informando que na rua que da acesso ao bairro Guido Otto, havia um grande número de produtos, entre eles veneno e remédios, jogados em uma calçada, provavelmente de um depósito nas proximidades.

Estivemos no local referido para o registro fotográfico e foi constatado o fato. No local estavam várias caixas de papelão e algumas latas de lixo cheias de veneno para formigas, mata pulgas entre outros, além de embalagens de remédios, todos com a data de validade já ultrapassada. Entramos em contato com a secretária de saúde, Alice Squeff, relatando o fato, que comunicou que iria contatar a vigilância sanitária para averiguar o caso e punir os culpados. O fato é que todo este material está ao alcance de qualquer pessoa que passe na rua, inclusive crianças que podem até, em contato com os venenos, ter uma intoxicação e até ir a óbito. Este tipo de produto jamais pode ficar em local público e deve retornar as fábricas após o vencimento.
Como tivemos alguns comentários de pessoas que não interpretaram corretamente o fato, fique claro que contatamos a saúde por achar que era o órgão responsável para atender ao caso junto com o Meio Ambiente e assim achar os proprietários do lixo e responsabilizá-los.

02 dezembro 2009

Pulseiras do Sexo causam polêmica na internet

Está circulando um email entre usuários da internet que tem colocado alguns pais em alerta. Segundo o texto, estaria se disseminando entre os adolescentes o uso de pulseiras de plástico coloridas, apelidadas de "shag bands" ("pulseiras do sexo", em tradução-livre). A moda teria começado com meninas britânicas e hoje já é possível encontrar as mesmas em bancas de camelôs no Brasil.

Cada cor representa um ato afetivo ou sexual que, em teoria, a meninas precisariam fazer caso um menino consiga arrebentar a pulseira no jogo conhecido como Snap. Esses atos vão desde um inocente abraço até relações sexuais.

Várias informações sobre o tema circulam na internet e dão conta de que até uma reportagem da rede BBC trata do assunto. Para conferir mais detalhes acesse este link

29 novembro 2009

Central de Atendimento à Mulher

A Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 – funciona 24 horas por dia, de segunda à domingo, inclusive feriados. A ligação é gratuita e o atendimento é de âmbito nacional.

Atendimento qualificado – A Central funciona com atendentes capacitadas em questões de gênero, nas políticas do Governo Federal para as mulheres, nas orientações sobre o enfrentamento à violência contra a mulher e, principalmente, na forma de receber a denúncia e acolher as mulheres. Utilizam um banco de dados com mais de 260 perguntas e respostas elaboradas com base nas informações disponíveis na Secretaria Especial de Políticas para Mulheres (SPM) e em todas as denúncias já recebidas por sua Ouvidoria. A capacitação das atendentes foi desenvolvida em parceria com o Instituto Patrícia Galvão, de São Paulo.

A criação da Central atende a uma antiga demanda dos movimentos feministas e de mulheres e de todos aqueles que atuam no contexto de mulheres em situação de violência. Além de encaminhar os casos para os serviços especializados, a Central fornecerá orientações e alternativas para que a mulher se proteja do agressor. Ela será informada sobre seus direitos legais, os tipos de estabelecimentos que poderá procurar, conforme o caso, dentre eles as delegacias de atendimento especializado à mulher, defensorias públicas, postos de saúde, instituto médico legal para casos de estupro, centros de referência, casas abrigo e outros mecanismos de promoção de defesa de direitos da mulher.

As beneficiárias diretas desse serviço serão as mulheres, mas o enfrentamento à violência contra a mulher repercute positivamente sobre toda a sociedade. Com a Central de Atendimento, todas as mulheres poderão receber atenção adequada quando em situação de violência, sem nenhuma exposição, pois o sigilo é absoluto e a identificação será opcional. Mas não só as mulheres que podem acionar os serviços. Homens que queiram fazer denúncias de casos de violência contra a mulher serão bem acolhidos.
Mais informações clique AQUI

13 maio 2009

RS 265 interrompida







Com as fortes chuvas que caíram desde a madrugada da última terça-feira (12) trechos da RS 265, estrada que liga os municípios de Canguçu e São Lourenço, passando pelo Herval-2º distrito, está completamente intrafegável.
Na localidade de Campos Quevedos, na divisa dos dois municípios os ônibus que fazem a linha entre as cidades ficou atolado no local. O trecho da rodovia estadual é de chão batido, e o trânsito está momentaneamente interrompido. Ninguém consegue ir ou vir se ficar trancado no barro, sejam carros de passeio, caminhões ou ônibus.
No local, está sendo feito um desvio entrando na propriedade de Bruno Kolher, saindo próximo a casa comercial de Edi Bergmann Schoroder.
A RS 265 é velha conhecida dos leitores do Blog, já publicamos várias matérias sobre o local. A RS começou a ser construída a mais de 20 anos, e até agora não terminou. Várias medidas já foram feitas cobrando o Governo do Estado, o deputado da cidade, e a construtora responsável pela obra, mas até hoje nenhuma resposta efetiva foi dada. Enquanto isso, a produção de fumo está estocada nas propriedades da região, sem condições de ser transportada, e nem de receber os produtos necessários para o cuidado da safra, já que o local está isolado. E toda vez que chove, é a mesma coisa. Até quando?

08 maio 2009

Homem é obrigado a se mudar por causa de barulho


Como diz o velho ditado: "os incomodados que se retirem". Pois foi o que fez Solano Vargas, morador, ou melhor ex-morador, da rua Silveira Martins, em frente a Escola Técnica Estadual de Canguçu (ETEC).
Nesta manhã Solano fez um desabafo durante o programa "Liberdade Notícias - 1ª Edição", relatando que está insuportável o convívio no local, pois, segundo ele, existem várias pessoas, que vão para o local com seus carros e colocam som alto, incomodando moradores e estudantes da ETEC.
"Chega a tremer as paredes. É uma falta de respeito" disse Solano, que chamou a Brigada Militar para atender ocorrência no local. A Brigada esteve realizando uma barreira em frente ao "Contador" e fez abordagem a motoristas que estavam estacionados no local, inclusive, com apreensão de veículos.
Mas também vale lembrar de outro ditado, já que começamos citando um: "a nossa liberdade termina onde começa a dos outros".
Som alto em frente a colégio? E nunca ouve reclamação por parte da direção? os alunos não se sentiam incomodados?

O que você acha do assunto? deixe seu recado!

22 abril 2009

Leitor denuncia abandono da "Canchinha"

Recebemos um email de um leitor do Blog, que pediu para não ser identificado, relatando as condições precárias da Canchinha Pública, em frente a duas secretarias de Governo: Bem estar social e Cultura e Esportes. Que Ironia, ao lado da Secretaria de Esportes, exatamente. O Local é utilizado por jovens para pratica esportiva, e nós já apresentamos outra reclamação aqui, em relação a falta de tabela para pratica de Basquete. Desta vez, o leitor envia fotos que mostram o total abandono do local. Leia o email:


"Augusto, segue umas fotos do descaso da prefeitura
em relação a quadra de jogos ao lado da casa da
cultura, os suporte que prendem os tubos das
antigas sextas de basquete, esta um perigo para
as crianças que jogam bola la diariamente, filmei
esta podre nas soldas ou seja vai cair a qualquer
hora. a fiação da caixa de luz também esta um
perigo. segue as fotos se tu quizer por no blog
só não divulga o meu nome para não ter perseguições
obrigado. fiz a minha parte"

18 abril 2009

Cuidados com a Dengue

Todo mundo já sabe, ou deveria saber, que precisamos ter muito cuidado com água parada no quintal de casa, nas plantas, garrafas, ou locais que acumulem água limpa, que podem ser criadouro de focos da larva do mosquito da Dengue, uma doença infecciosa que se espalha rapidamente.
Pois, nesta manhã, enquanto realizava um trabalho fotográfico para a faculdade na Praça Dr. Francisco Carlos dos Santos, registramos um fato preocupante. Um pneu, cortado pela metade, que é usado em torno do caule de uma das árvores no local, estava completamente cheia d'água. Quem colocou o pneu no local, talvez, não tenha percebido este fato. Poderia ter feito um furo no pneu, para evitar o acumulo d'água.
Deixamos aqui o alerta, para que você leitor, faça o controle em suas casas, e para nossa municipalidade que faça o controle nas praças e prédios do poder público. Até porque sabemos que existem campanhas da própria secretaria de saúde para o controle da Dengue, mas, o bom exemplo tem que vir de casa, não é?

Foto: Augusto Pinz

17 abril 2009

Estrada do Interior enfrenta problemas


Recebemos informações da assessoria do vereador João Durão (PDT), de que as estradas da Coxilha dos Pereiras e Coxilha do Fogo estão em péssimas condições. O Vereador já encaminhou város pedidos para o Executivo, pedindo melhorias nos locais mas não recebeu resposta, e nem foi feito nada no local até o momento. Na quinta-feira (16) o assessor do vereador, Franscisco Oliveira, tirou algumas fotos do local e encaminhou ao nosso blog para mostrar a situação do local, que realmente, mostra condições precárias.
O Blog entrou em contato com o Secretario de Obras, Carlos Alberto Vargas (Bigico), que esteve na rádio Cultura AM nesta manhã para uma entrevista, e ele comentou sobre as fotos. Disse que em alguns locais é possível colocar cascalho para nivelar a rua, mas que a estrada está firme, e apresenta boa trafegabilidade.

Fotos: Franscisco Oliveira

06 abril 2009

Desrespeito com Estudantes

O Desrespeito e a falta de fiscalização andam lado a lado em Canguçu, e se bobear, de carona.Pois a um bom tempo o blog vem observando um ato de pura falta de respeito com os estudantes que viajam a Pelotas diariamente em busca de qualificação em um mercado de trabalho cada vez mais concorrido.
O ponto de partida para a cidade vizinha é um local já tradicional, nos fundos da praça central Dr. Francisco Carlos dos Santos, pela rua Júlio de Castilhos. Toda a parte da quadra que começa em frente ao restaurante Buchweitz e se estende até a Igreja Matriz, do lado da praça, é reservado ao estacionamento dos ônibus que fazem a linha estudantil, das empresas Bettim, Marcotur e da Cooperativa dos Estudantes (COOESC).
O local que deveria ser exclusivo para os ônibus, tendo uma placa que demarca o ponto dizendo que é proibido o estacionamento entre as 17h00min até as 18h00min, pois, o horário é reservado para os ônibus, freqüentemente é utilizado por estacionamento para carros de passeio, que deveriam utilizar o lado oposto da rua, onde o estacionamento é liberado. Na tarde desta segunda-feira (06) registramos alguns carros parados no local. O fato acaba atrapalhando os motoristas do transporte coletivo que precisam deixar os ônibus parados no meio da rua, gerando filas e demora no trânsito do local.
Para nossa surpresa, até um carro oficial da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), placas INQ 7765 de Porto Alegre, estava estacionado no local proibido, onde não há nenhuma fiscalização por parte da Brigada Militar (BM) nem por parte dos responsáveis pelo trânsito em Canguçu.
Veja a seguir as fotos do local, onde o espaço está reservado para os ônibus estudantis das 17h00min as 18h00min e que é freqüentemente ocupado pelos carros:

Na segunda foto a placa indicando o horário de estacionamento e na primeira os carros estacionados em local proibido (no horário das 17 às 18h). Fotos: Augusto Pinz