A Câmara dos Deputados
aprovou na quarta-feira, 25, o novo Código Florestal. A vitória contou com 274
votos favoráveis aos agricultores e 184 contrários. A proposta agora segue para
a sanção presidencial.
Para o deputado Alceu
Moreira (PMDB/RS), um dos mais ativos na mobilização pela aprovação, o parecer
do deputado Paulo Piau (PMDB/MG) é uma vitória para o povo brasileiro, pois
regula a produção e dá segurança jurídica para quem gera riqueza e produz
alimentos para os brasileiros.
"Um país com vocação
produtiva primária não podia continuar refém de um código ultrapassado",
observou Alceu Moreira.
O projeto aprovado mantém
as atividades agropecuárias iniciadas até 22 de julho de 2008 em Áreas de
Proteção Permanente e exclui as demais regras de replantio da
vegetação.
Para quem não desmatou e
para as situações futuras, as faixas de proteção variam de 30 a 500 metros em
torno dos rios, lagos e nascentes, e nas encostas de morros.
Já as multas por
infrações ambientais cometidas até 22 de julho de 2008 serão suspensas a partir
da publicação da nova lei e enquanto o proprietário que aderiu ao Programa de
Regularização Ambiental (PRA) estiver cumprindo o termo de compromisso
ajustado.
O texto também determina
a suspensão imediata, nas reservas legais, de atividades em áreas desmatadas
irregularmente após 22 de julho de 2008.
Opositores
O deputado ainda lembrou que muitos opositores do novo código são financiados pelo capital internacional. Os países financiadores não têm suas matas nativas, dizimaram suas populações indígenas e não assinaram o Protocolo de Kyoto, mas produzem 500 milhões de toneladas de grãos cada. Países concorrentes, como EUA, China e Índia, têm dificuldades para ampliar suas produções de alimentos e tentam influenciar no Brasil.
O deputado ainda lembrou que muitos opositores do novo código são financiados pelo capital internacional. Os países financiadores não têm suas matas nativas, dizimaram suas populações indígenas e não assinaram o Protocolo de Kyoto, mas produzem 500 milhões de toneladas de grãos cada. Países concorrentes, como EUA, China e Índia, têm dificuldades para ampliar suas produções de alimentos e tentam influenciar no Brasil.
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