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11 dezembro 2015

Receita Estadual faz ofensiva para cobrar IPVA 2015 atrasado

A menos de uma semana do início do calendário de pagamento do IPVA 2016, equipes da Receita Estadual promovem blitze ao longo desta sexta-feira (11) para cobrar o imposto atrasado ainda deste ano. Com operações simultâneas em Porto Alegre e cidades do interior, a finalidade é recuperar R$ 118,3 milhões de IPVA que deixou de ser pago, o que corresponde a 4,35% de inadimplência. Ao todo, 363.130 veículos estão transitando sem o licenciamento obrigatório.

Além da capital, as blitze desta sexta-feira ocorrem nas cidades Gravataí, Vacaria, São Leopoldo, Rio Grande, Ijuí e Bagé. Ainda na quinta-feira (10), a Receita Estadual já executou operações em São Borja e Santa Maria. 

Transitar sem o Certificado de Registro e de Licenciamento de Veículo (CRLV) significa infração gravíssima (art. 230, V, do Código de Trânsito Brasileiro), com risco de multa de R$ 191,53 e sete pontos no prontuário da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Além disso, há custos pelos serviços de guincho e depósito do Detran. 

17 setembro 2015

ICMS:Piratini admite seguir parcelando salários em 2016

A injeção de R$ 2 bilhões nos cofres públicos do Estado não vai ser suficiente para impedir que o quadro de parcelamento dos salários do funcionalismo se repita em 2016. O Piratini vai contar com esse valor se o projeto de lei para aumentar as alíquotas de ICMS for aprovado na Assembleia Legislativa, na próxima terça-feira.

Os valores podem minimizar o déficit projeto pelo governo estadual para o próximo ano. Em 2016, a proposta orçamentária prevê um rombo de R$6,2 bilhões. Esse déficit não leva em conta receita adicional projetada com a elevação das alíquotas do imposto. Com o reajuste do ICMS, a conta negativa equivale a quatro folhas salariais dos servidores, conforme o secretário do Planejamento, Cristiano Tasch.

“Nenhum estadista gosta de uma situação dessa, mas fundamentalmente não há dinheiros nos cofres. Agora, a Secretaria da Fazenda está fazendo um esforço incansável para reduzir o tempo de atraso no pagamento”, ressaltou.

Em coletiva no Palácio Piratini, o secretariado do núcleo duro do governo Sartori detalhou a proposta de orçamento encaminhada ontem à Assembleia Legislativa. Conforme as projeções do governo, as despesas serão de R$ 62,5 bilhões enquanto as receitas não devem passar de R$ 56,3 bilhões. O Estado não vai conceder reajuste salariais, apenas o pagamento do aumento parcelado concedido aos trabalhadores da segurança ainda na gestão de Tarso Genro. (CORREIO DO POVO)

08 maio 2015

Estado quita parcela atrasada da dívida com a União

O Estado quitou a parcela da dívida com a União referente ao mês de abril nessa quinta-feira (7). Atrasada desde o último dia 30 por determinação do governador José Ivo Sartori, com a finalidade de viabilizar o pagamento em dia dos salários dos servidores no mês passado, a prestação no valor próximo de R$ 280 milhões foi saldada a partir de um conjunto de esforços da Secretaria da Fazenda. O próprio governador comunicou o fato diretamente ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy. 

A quitação ocorreu antes mesmo de o Estado sofrer retenções de recursos federais, como os repasses do FPE (Fundo de Participação dos Estados) e o IR-Exportações, ao redor de R$ 109 milhões. Conforme informações do secretário da Fazenda, Giovani Feltes, desde que o governo tomou a decisão de atrasar o pagamento da dívida, no dia 24 do mês passado, também por orientação de Sartori a quitação seria prioridade na primeira semana de maio. "Depois de concluído o calendário do funcionalismo no dia 30, passamos a segurar pagamentos e reservar todo o ingresso de recursos no Tesouro para resgatar este compromisso com a União", relatou o secretário Feltes. 

Neste período, a Secretaria registrou ingresso de cerca de R$ 155 milhões de impostos (ICMS e IPVA), postergou pagamentos a fornecedores que estavam programados para esta semana e acordou com as empresas com contas vinculadas ao Caixa Único para evitar saques que não fossem urgentes. "Desta maneira, foi possível demonstrar que a decisão do governador em atrasar o pagamento da dívida foi de fato emergencial, sem qualquer cunho de enfrentamento. Tanto o Estado como a União passam por momentos de necessários ajustes", finalizou. 

Governo do Estado RS

19 janeiro 2013

Programa de diversificação da fumicultura será lançado em Canguçu


Em encontro realizado na tarde desta sexta-feira (18), na sede da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, foram definidos os detalhes para o lançamento de mais uma edição do programa "Milho e Feijão, Após a Colheita de Tabaco". Desenvolvida em parceria da Souza Cruz com a Secretaria da Agricultura, Fetag e Farsul, a iniciativa, que busca estimular a diversificação de culturas e a geração de novas rendas para o fumicultor, deve ser lançada no dia 19 de março, no município de Canguçu

No ano passado, o programa foi colocado em prática em 80 municípios, alcançando cerca de 25 mil produtores de milho e 3,8 mil produtores de feijão. Abrangeu aproximadamente 46 mil hectares de milho com a produção de 161 mil toneladas e 6,6 mil hectares de feijão com 7,2 mil toneladas. 

Além da diversificação das culturas, a medida, que prega o plantio de lavouras de milho e de feijão logo após a colheita do tabaco, protege o solo, aproveita o adubo residual do fumo, estimula a sustentabilidade do agronegócio familiar, e aponta para um modelo agrícola mais forte, com mais renda e mais qualidade de vida ao homem do campo. 

A intenção, segundo o gerente regional de Operações Agrícolas da Souza Cruz, Sérgio Ricardo Pereira, é que o evento ocorra nos moldes de um "dia de campo", na época em que acontece a safrinha, período em que acaba a colheita do tabaco e inicia-se o plantio de milho e feijão. "Queremos mostrar as distintas tecnologias para que o produtor aproveite o momento e tenha conhecimento da realidade futura da produção de tabaco", disse Pereira.

No encontro, também foi debatida a participação da empresa no programa Mais Água, Mais Renda e a possibilidade de as estufas de secagem de fumo serem aproveitadas para a armazenar e secar milho, feijão e outros grãos. "Nesse sentido, encomendamos um estudo de adaptação tecnológica destas estruturas, juntamente com o Grupo Fockink e a Emater", afirmou o secretário em exercício da Agricultura, Claudio Fioreze. 

Também participaram do encontro o gerente territorial de Produção Agrícola da Souza Cruz, o coordenador das Câmaras Setoriais e Temáticas da Secretaria da Agricultura, Milton Bernardes, e os coordenadores do Mais Água, Mais Renda, Luciana Scarton e André Stolaruck.

Informações Secom-RS