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25 abril 2022

⁣Feliz dia da Contabilidade


Sem uma boa contabilidade, não há boas decisões de negócio. O contador moderno é aquele que trabalha em parceria com seu cliente. Se há alguma atividade econômica, aí está a contabilidade.

⁣Feliz dia da Contabilidade!

14 novembro 2015

Canguçu recebeu Seminário de Assuntos Contábeis

Um público de 120 pessoas, entre contadores, técnicos em contabilidade e estudantes da área contábil, prestigiaram o Seminário de Assuntos Contábeis, que o Conselho Regional de Contabilidade promoveu, pela primeira vez, no município de Canguçu. Durante todo o dia 13 de novembro, no auditório da secretaria municipal da Educação, os participantes tiveram a oportunidade de debater assuntos como a responsabilidade do profissional de contabilidade diante do cruzamento de informações fiscais, econômicas e financeiras; os ganhos de capital e refletir sobre as atitudes que constroem a história de cada um.
Delegada regional do CRCRS em Canguçu, Suzane de Oliveira
Autoridades locais estiveram presentes na cerimônia de abertura; ocasião em que manifestaram-se a delegada regional do CRCRS em Canguçu, Suzane de Oliveira; o presidente da Associação dos Contabilistas de Canguçu, Gerson Duarte, o presidente do CRCRS, Antônio Palácios, e o prefeito de Canguçu, Gerson Nunes.
Palácios ressaltou a importância da participação dos profissionais da contabilidade em eventos de capacitação e de atualização para uma constante qualificação, já que as mudanças, especialmente na legislação, estão cada vez mais rápidas e profundas, exigindo, dessa forma, grande atenção dos profissionais. Ciente dessa realidade, o Conselho tem intensificado a programação de eventos, com vistas a abranger todo os profissionais que atuam na área contábil do Estado, apresentando em seus cursos, palestras e seminários assuntos atuais, que envolvam o cotidiano das atividades.

Presidente da Associação dos Contabilistas de Canguçu, Gerson Duarte
O presidente do CRCRS também lembrou que está em andamento a 10ª edição do Mês da Solidariedade Contábil, campanha desenvolvida pelo Conselho por meio da Comissão de Estudos de Responsabilidade Social, que vai de 6 de novembro a 5 de dezembro, cujo mote é incentivar a destinação de parte do imposto de renda devido ao Funcriança e ao Fundo do Idoso, além de propor a arrecadação de material escolar. Solicitou ainda que os presentes se integrassem ao movimento encabeçado pelo Ministério Público Federal, chamado 10 Medidas Contra a Corrupção, que está colhendo assinaturas para a propositura de projetos de lei, visando o recrudescimento das penas contra os atos de corrupção.

O primeiro painel da manhã tratou do cruzamento de informações e da responsabilidade do profissional da contabilidade, com o vice-presidente de Fiscalização do CRCRS, Mário Karczerski, e o delegado adjunto da Receita Estadual em Pelotas, Jean Scheffer.

Em relação ao cruzamento de informações, Mário distinguiu quatro grupos os quais os dados são fornecidos ou resgatados: pelos profissionais da contabilidade, por meio de informações de terceiros, pela troca de informações (convênios, Renavan, etc) e pela web (redes sociais, jornais, revistas, sítios do Judiciário, google, telelistas). Vários casos práticos com envolvimento do profissional da contabilidade no encaminhamento de informações com problemas foram citados e discutidos.

A contadora Simone Zanon (foto abaixo), delegada regional do CRCRS em Santa Maria, especialista em Controladoria e MBA em Direito Tributário, deu prosseguimento ao Seminário de Assuntos Contábeis, na parte da tarde, ministrando palestra sobre “Suas atitudes controem a sua história!”.

Iniciou conceituando o que é atitude e crise. Atitude é a forma de agir, comportamento, Tem como componentes o cognitivo, afetivo e comportamental. A distância entre o sonho e a realidade é a atitude Já crise é uma mudança brusca ou uma alteração importante no desenvolvimento de qualquer evento/acontecimento. Essas alterações podem ser físicas ou simbólicas.

Simone mostrou que a psicologia está bem próxima da contabilidade no dia a dia. exemplificou atitudes e ações dos profissionais da contabilidade em relação aos empresários que podem melhorar. “Crise gera crescimento. O que temos agora na contabilidade é uma grande oportunidade”, declarou a contadora, que acrescentou ainda que a crise financeira dos clientes, é uma oportunidade do profissional da contabilidade mostrar que pode ajudar.

Tributação do Imposto de Renda sobre ganhos de capital referentes a pessoas físicas foi o último tema abordado no evento. José Luis Osório, servidor da delegacia da Receita Federal em Pelotas, foi o palestrante. Apontou como legislação básica os artigos 117 a 142 do regulamento do Imposto de Renda, as instruções Normativas 84/01 e 599. Esclareceu ainda que o imposto de ganhos de capital não vai interferir no imposto de renda anual. Ocorre a tributação nos casos de efetuar uma venda de bens de direitos de qualquer natureza, tais como:imóveis, móveis, jóias, obras de arte, mercadorias negociadas eventualmente; animais e produtos agrícolas que não tenham sido produzidos pelo vendedor; venda de participações societárias negociadas fora da bolsa de valores ou assemelhados; precatórios; passe de atletas; direitos hereditários, direito de preferência quando negociados.
Presidente do CRCRS, Antônio Palácios: “Temos obrigação com a sociedade. O profissional da contabilidade tem que dar um retorno na área social, por isso o CRCRS promove campanhas como o Mês da Solidariedade Contábil.”

As transações sujeitas a ganhos de capitais são operações de tributação definitiva, apuradas no mês que foram auferidas.

José Luis (foto abaixo) falou também do valor de aquisição, custo de aquisição e isenção e redução do ganho de capital, alienação durante o inventário, pagamento do imposto, programa ganho de capital.

Evento paralelo – Responsabilidade Social do CRCRS

Após a cerimônia de abertura do Seminário de Assuntos Contábeis de Canguçu, as autoridades se reuniram, em reservado, com o presidente do CRCRS, Antônio Palácios, e o vice-presidente de Relações Institucionais, Pedro Gabril Kenne da Silva, para conhecerem as ações de responsabilidade social desenvolvidas pelo Conselho, por meio do Programa de Voluntariado da Classe Contábil (PVCC). O PVCC é composto de quatro subprogramas: Rede Nacional de Cidadania Fiscal – Observatório Social, Educação Financeira, Doações ao Funcriança e ao Fundo do Idoso e Ações Locais de Voluntariado..

O presidente do CRCRS dedicou um tempo maior para expor a campanha que o Conselho realiza pelo décimo ano consecutivo: o Mês da Solidariedade Contábil, que nesta edição o foco é estimular o contribuinte a doar parte do imposto de renda devido ao Funcriança e ao Fundo do Idoso, além de promover a arrecadação de material escolar. (Fonte: CRC/RS)

16 maio 2015

O perfil do novo contador e o futuro da profissão

* por Marcos Bassi

Foi-se o tempo em que o contabilista era responsável apenas pelos serviços de registro e escriturações contábeis, pelas emissões de documentos fiscais e pelas tarefas bancárias. O empresariado passa constantemente por necessidade de novas ideias, e para isso buscam contratar pessoas inovadoras, que tragam diversos benefícios aos negócios e à organização, fato que para a alta administração tornou-se uma interessante oportunidade.
Frente ao atual momento econômico vivido pelo país, no entanto, a retenção de despesas tem sido realidade enfrentada pelas empresas, resultando em estratégicos remanejamentos e na transferência de novas obrigações para os tradicionais cargos, como é o caso do contador.
Desde o início das atividades, e com o passar do tempo, esse profissional acrescentou diversos ofícios sob seu leque de expertise, e dessa maneira, passou a exercer maior responsabilidade frente ao seu papel dentro da empresa e para com seus gestores. 
Atualmente os contadores desempenham também uma recorrente presença na gestão do negócio, muitas vezes auxiliando nas tomadas de decisões a partir de análises de balanços e do mercado, da formação de preços, da gestão do fluxo de caixa e de crédito, além de prospecções que possam nortear os projetos – avaliando aspectos como investimentos, lucros, questões jurídicas, estratégias comerciais, dentre outros.
Uma nova postura também ocorre em relação à gestão de informações, visto que as organizações têm obrigações com a declaração de diversos informes solicitados pelo governo, e nesse sentido cabe a esse profissional a função de atender essas exigências comunicando-se interna e externamente. Além disso, principalmente no que diz respeito às questões legislativas e das normas contábeis, tornou-se de extrema importância que os contadores estejam sempre atualizados quanto às constantes alterações que influenciam diretamente nas operações comerciais e estratégicas da empresa.
Diante desse cenário, as áreas de conhecimento necessárias para atuação na profissão ampliaram-se, tornado imprescindível noções – ainda que básicas – de Economia, Administração, Direito, Gestão de Pessoas, Controladoria, para maximizar o entendimento sobre o contexto nacional e internacional, capacitando-se para possíveis antecipações que agreguem valor e vantagens ao negócio da organização.
Em síntese, o profissional contábil precisa antes de tudo preocupar-se em se manter atualizado, atuante na conjuntura do segmento da instituição e aproveitar as várias ferramentas disponíveis para sua especialização. 
Nitidamente as organizações têm padecido na busca de profissionais com o perfil acima destacado, alguns afirmam que encontra-los é como procurar uma ‘agulha no palheiro’, pois espera-se que o contador do futuro não seja mais apenas um técnico sobre contabilidade, mas  um consultor na área contábil. Portanto, terão destaque àqueles que compreenderem que em eminente instabilidade do mercado nacional ter pró-atividade, estar aberto à inovações e à especializações pode ser a porta para insights favoráveis à organização e ao próprio crescimento profissional.

*Marcos Bassi é diretor da KPMG no Brasil.

09 abril 2015

AUDIÊNCIA – EXTINÇÃO DO TÉCNICO EM CONTABILIDADE

AUDIÊNCIA – EXTINÇÃO DO TÉCNICO EM CONTABILIDADE

A Câmara de Vereadores, em atendimento a requerimento de autoria do vereador Erroldisnei Borges(Rodinha PT), realizou no dia 08(oito), audiência pública, com objetivo de debater os reflexos da Lei Federal Nº 12.249 de 11 de junho de 2010, sobre o Curso Técnico de Contabilidade.
Segundo este diploma legal, os que concluírem o curso de técnico em contabilidade após junho deste ano, não poderão mais exercerem a profissão de forma autônoma, ou seja terem o seu próprio escritório contábil, para tal será necessário a conclusão do curso de ciências contábeis de nível superior. 

O Art. 76 da Lei Nº 12.249, que altera a redação do Decreto Lei Nº 9.295 de maio de 1946, que regulamentava o exercício da profissão, passa agora a ter a seguinte redação:

“Art. 12.  Os profissionais a que se refere este Decreto-Lei somente poderão exercer a profissão após a regular conclusão do curso de Bacharelado em Ciências Contábeis, reconhecido pelo Ministério da Educação, aprovação em Exame de Suficiência e registro no Conselho Regional de Contabilidade a que estiverem sujeitos.
§ 1o  ...............................................................................
§ 2o  Os técnicos em contabilidade já registrados em Conselho Regional de Contabilidade e os que venham a fazê-lo até 1o de junho de 2015 têm assegurado o seu direito ao exercício da profissão.” (NR)

Com a participação de Conselho Regional de Contabilidade do RS – Adriel Mota Ziesemer, professores da Escola Técnica Estadual Canguçu(Contador) e alunos do curso de contabilidade, foram debatidos os reflexos desta medida.
Segundo a maioria dos alunos do curso de contabilidade, o fato é extremamente prejudicial e desestimulante.
Os professores de igual forma manifestaram suas apreensões, estimulando os alunos a perseverarem no curso, que servirá de base para sua formação a nível superior, bem como entendem existir mercado para os alunos de nível médio.
Vereador Erroldisnei: salientou a importância do tema, dizendo que tem como base sua formação inicial obtida no curso de técnico, esperando que sejam revistas estas exigências legais, ressaltando no entanto a necessidade de constante atualização dos profissionais que atuam na área contábil. 

25 janeiro 2010

NF-e será obrigatória em operações interestaduais em 2010

Segundo informações da Agência Fecomércio, em 2010, todas as empresas brasileiras que realizam operações interestaduais estarão obrigadas a utilizar a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) por determinação do Protocolo 42/09. Para alguns setores, o processo já está implementado desde o ano passado, mas ainda há diversos segmentos que precisam se adequar.

O objetivo da norma é ampliar a obrigatoriedade de uso da NF-e. Assim, passam a fazer parte desse grupo empreendimentos que desenvolvam atividade industrial, comércio atacadista ou de distribuição, pratiquem saídas de mercadorias com destino a outra unidade da Federação ou forneçam mercadorias para a Administração Pública.

Para que a implantação não sofra com demoras e problemas, é preciso estar atento a algumas situações. Mauro Negruni, diretor de Serviços da Decision IT, especializada em soluções fiscais corporativas, comenta que o primeiro passo é verificar as operações na empresa. "Depois, é preciso personalizar a solução, especialmente porque aquilo que se adapta a uma companhia pode não se ajustar a outra.” Com o diagnóstico em mãos, deve-se procurar formas de automatizar o processo fiscal. "Mesmo sendo totalmente digitalizado, o procedimento precisa ser homogêneo, mantendo os dados iguais em todas as pontas." O ideal, de acordo com o diretor da Decision, é iniciar a ação o quanto antes, para não atropelar etapas e não obter resultado final ineficaz para a organização.

Dados da Receita Federal apontam que quase 76 milhões de notas fiscais eletrônicas foram autorizadas no país apenas em dezembro do ano passado. No Rio Grande do Sul, a quantidade foi de 7,36 milhões no mês, o que rendeu uma média de mais de 245 mil documentos emitidos por dia. Segundo a Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul (Sefaz-RS), os prazos do Protocolo 42/09 não se aplicam para empresas já alcançadas pela obrigatoriedade de uso da NF-e em razão de algum dispositivo anterior. A Nota Fiscal Eletrônica, prevista pela legislação brasileira desde outubro de 2005, tem validade em todos os Estados da Federação.

EM CANGUÇU o serviço de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) é oferecido pela QUESTOR - Sistema Tributário e Empresarial.
Mais informações pelo telefone (53) 3252 7741 com Renato Oliveira ou no site - www.newinf.com.br