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01 junho 2026

"Presidente do Brasil é escolha dos Brasileiros", diz porta-voz dos EUA

 


A porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Amanda Roberson, afirmou que a escolha do presidente do Brasil é uma decisão dos brasileiros. A declaração foi dada após questionamentos sobre possíveis impactos da classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos EUA.

Segundo Roberson, a medida faz parte da estratégia do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de fortalecer a segurança nacional e combater o chamado narcoterrorismo na América Latina. Ela também negou qualquer influência do senador Flávio Bolsonaro na decisão.

A classificação permite aos EUA bloquear bens, restringir vistos e proibir transações financeiras ligadas aos grupos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a medida e afirmou que o governo brasileiro segue atuando no combate ao crime organizado no país.

Foto: Departamento de Estado dos EUA

www.osul.com.br

28 abril 2026

Mãe e criança brasileiras morrem em ataque de Israel; Itamaraty classifica ação como "inaceitável"


 VIOLAÇÃO DO CESSAR-FOGO | Duas brasileiras, sendo uma criança de 11 anos de idade e a mãe dela, morreram quando estavam em casa, em Bint Jeil, no Sul do Líbano, após ataques das forças armadas israelenses, no domingo (26).

A informação foi confirmada na noite dessa segunda (27) pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil.

O Itamaraty acrescentou que o pai do menino, que é libanês, também não sobreviveu aos bombardeios. Outro filho do casal, que também é brasileiro, foi hospitalizado.

O Ministério das Relações Exteriores considerou que o ataque constitui mais um exemplo das “reiteradas e inaceitáveis" violações ao cessar-fogo anunciado em 16 de abril.

O Brasil pede que seja cumprida a resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que estabeleceu os termos do cessar-fogo desde 2006 na região e também a retirada completa das forças israelenses do território libanês.

Arraste a imagem para o lado e confira o posicionamento do Itamaraty em relação à morte de brasileiros em bombardeiro israelense. 


No site da Agência Brasil, você lê a reportagem completa: https://trk.ebc.com.br/TohZf.

13 abril 2026

Ex-modelo brasileira chama Trump de pedófilo e diz que irá "derrubar todo o sistema"

 


DENÚNCIA | A ex-modelo brasileira Amanda Ungaro, de 41 anos, que era casada com Paolo Zampolli, aliado do presidente americano, Donald Trump, fez uma série de publicações no X nas quais ameaçou "derrubar todo o sistema" e expor "tudo o que sabe" sobre o republicano, a quem chamou de "pedófilo", e sobre a primeira-dama, Melania Trump — "mesmo que seja a última coisa que eu faça na minha vida", prometeu Amanda. 

As mensagens foram postadas em resposta a um vídeo de Melania publicado na última quinta-feira, em que ela negou ter relação com o criminoso sexual Jeffrey Epstein. Nas publicações, a ex-modelo disse que esteve "ao redor" do casal por 20 anos e que vai tomar medidas legais contra Melania e "seu marido pedófilo".  

💻📱Leia mais no site do #JornalOGlobo. https://x.gd/2uCrY 

Foto: Márcia Foletto/Agência O Globo 

#Mundo #Trump #Epstein

03 março 2026

Guerra entre EUA e Irã afeta importação de fertilizantes

 


O agravamento das tensões militares no Oriente Médio, envolvendo diretamente os Estados Unidos, Israel e o Irã, gera um estado de alerta imediato para o agronegócio brasileiro. 

O conflito expõe a vulnerabilidade do Brasil em relação à dependência externa de adubos e fertilizantes, elementos essenciais para a produtividade das safras nacionais. O Irã consolida-se como um dos principais fornecedores de ureia para o mercado brasileiro, insumo nitrogenado fundamental que, ao lado do fósforo e do potássio, sustenta a posição do país como potência agrícola global.

A crise geopolítica afeta não apenas a relação direta com o território iraniano, mas também a produção em países vizinhos. Fornecedores estratégicos como Catar e Omã dependem do gás natural proveniente do Irã para a fabricação de nitrogenados. 

Com a escalada das hostilidades, esse fluxo comercial sofre interrupções severas, comprometendo a logística de abastecimento global.

A análise do cenário atual reforça a preocupação com a segurança alimentar e os custos de produção. Fernando Iglesias, analista de mercado de fertilizantes, afirma que o movimento traz uma série de preocupações, dado que o Brasil é extremamente dependente das importações para atender às necessidades do campo. A falta de autonomia no setor é um reflexo direto da baixa exploração das reservas internas de fósforo e potássio.

Embora o subsolo brasileiro abrigue jazidas imensas desses minerais, a exploração comercial esbarra em complexidades regulatórias.

📸 Reprodução/Band

📲 Mais informações no site band.com.br

#BandJornalismo

21 janeiro 2026

🌱Tensões entre EUA e Irã pressionam preços da ureia no mercado global de fertilizantes De acordo com a StoneX, alta nas cotações reflete riscos geopolíticos no Oriente Médio e incertezas sobre tarifas comerciais dos Estados Unidos A escalada das tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã provocou alta nos preços futuros da ureia no mercado internacional na última semana, segundo análise do relatório semanal de fertilizantes da StoneX, empresa global de serviços financeiros. Entre os dias 12 e 16 de janeiro, as cotações futuras da ureia nos Estados Unidos avançaram cerca de US$ 15, considerando o contrato com vencimento em fevereiro de 2026, negociado em Nova Orleans. No Brasil, a valorização foi mais moderada, mas ainda assim as cotações futuras também registraram leve alta, refletindo o ambiente de maior incerteza no mercado global de nitrogenados. De acordo com o analista de Inteligência de Mercado, Tomás Pernías, o movimento foi impulsionado principalmente por dois fatores. “A intensificação das tensões entre EUA e Irã elevou o risco percebido de um novo conflito no Oriente Médio, região estratégica para a produção e exportação de fertilizantes nitrogenados. Esse cenário gera preocupação quanto à continuidade da produção e ao escoamento das cargas”, explica. Além do risco geopolítico, o mercado reagiu às declarações do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que cogitou a imposição de uma tarifa de 25% sobre importações realizadas pelos EUA de países que mantêm relações comerciais com o Irã. “A possibilidade de uma tarifa desse porte aumentou a volatilidade e deixou investidores em alerta, avaliando os potenciais impactos sobre a oferta global de ureia”, acrescenta Pernías. Segundo dados de 2024, o Irã foi o segundo maior exportador mundial de ureia, atrás apenas da Rússia. Juntos, os dois países responderam por cerca de 30% das exportações globais do produto, o que ajuda a explicar a sensibilidade do mercado a qualquer ameaça envolvendo a oferta iraniana. Entre os principais destinos da ureia produzida no Irã estão países como Turquia, Índia e Tailândia. Em um cenário de redução das exportações iranianas, esses mercados tenderiam a ser os primeiros impactados. “No entanto, como o Irã tem papel relevante no comércio global, qualquer restrição em sua oferta tende a apertar o balanço mundial e pressionar os preços em diferentes regiões”, avalia o analista da StoneX. Volume das importações brasileiras é pouco expressivo, mas cenário pode impactar preços No caso do Brasil, os dados oficiais do Comex Stat indicam que as importações diretas de ureia iraniana em 2025 somaram pouco mais de 180 mil toneladas, volume considerado pouco expressivo frente às compras realizadas de outros fornecedores, como Nigéria e Omã. Ainda assim, fontes não oficiais apontam que o volume efetivo de ureia de origem iraniana que chega ao país pode ultrapassar 1 milhão de toneladas ao ano, o equivalente a mais de 15% das importações brasileiras, por meio de triangulações comerciais. “Mesmo que o Brasil não seja diretamente dependente da ureia iraniana, qualquer choque na oferta global acaba refletindo nos preços internos, sobretudo em um mercado altamente integrado como o de fertilizantes”, conclui Pernías. A partir do dia 27, estará disponível para download, de forma gratuita, o Relatório de perspectivas para Commodities 2026 da Stonex, que traz análises aprofundadas de commodities agrícolas, energéticas, metálicas, moedas e clima. 🌐 Portal Folha Agrícola

De acordo com a StoneX, alta nas cotações reflete riscos geopolíticos no Oriente Médio e incertezas sobre tarifas comerciais dos Estados Unidos

A escalada das tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã provocou alta nos preços futuros da ureia no mercado internacional na última semana, segundo análise do relatório semanal de fertilizantes da StoneX, empresa global de serviços financeiros.

Entre os dias 12 e 16 de janeiro, as cotações futuras da ureia nos Estados Unidos avançaram cerca de US$ 15, considerando o contrato com vencimento em fevereiro de 2026, negociado em Nova Orleans.

No Brasil, a valorização foi mais moderada, mas ainda assim as cotações futuras também registraram leve alta, refletindo o ambiente de maior incerteza no mercado global de nitrogenados.

De acordo com o analista de Inteligência de Mercado, Tomás Pernías, o movimento foi impulsionado principalmente por dois fatores. “A intensificação das tensões entre EUA e Irã elevou o risco percebido de um novo conflito no Oriente Médio, região estratégica para a produção e exportação de fertilizantes nitrogenados. Esse cenário gera preocupação quanto à continuidade da produção e ao escoamento das cargas”, explica.

Além do risco geopolítico, o mercado reagiu às declarações do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que cogitou a imposição de uma tarifa de 25% sobre importações realizadas pelos EUA de países que mantêm relações comerciais com o Irã. “A possibilidade de uma tarifa desse porte aumentou a volatilidade e deixou investidores em alerta, avaliando os potenciais impactos sobre a oferta global de ureia”, acrescenta Pernías.

Segundo dados de 2024, o Irã foi o segundo maior exportador mundial de ureia, atrás apenas da Rússia. Juntos, os dois países responderam por cerca de 30% das exportações globais do produto, o que ajuda a explicar a sensibilidade do mercado a qualquer ameaça envolvendo a oferta iraniana.

Entre os principais destinos da ureia produzida no Irã estão países como Turquia, Índia e Tailândia. Em um cenário de redução das exportações iranianas, esses mercados tenderiam a ser os primeiros impactados. “No entanto, como o Irã tem papel relevante no comércio global, qualquer restrição em sua oferta tende a apertar o balanço mundial e pressionar os preços em diferentes regiões”, avalia o analista da StoneX.


Volume das importações brasileiras é pouco expressivo, mas cenário pode impactar preços

No caso do Brasil, os dados oficiais do Comex Stat indicam que as importações diretas de ureia iraniana em 2025 somaram pouco mais de 180 mil toneladas, volume considerado pouco expressivo frente às compras realizadas de outros fornecedores, como Nigéria e Omã. Ainda assim, fontes não oficiais apontam que o volume efetivo de ureia de origem iraniana que chega ao país pode ultrapassar 1 milhão de toneladas ao ano, o equivalente a mais de 15% das importações brasileiras, por meio de triangulações comerciais.

“Mesmo que o Brasil não seja diretamente dependente da ureia iraniana, qualquer choque na oferta global acaba refletindo nos preços internos, sobretudo em um mercado altamente integrado como o de fertilizantes”, conclui Pernías.

A partir do dia 27, estará disponível para download, de forma gratuita, o Relatório de perspectivas para Commodities 2026 da Stonex, que traz análises aprofundadas de commodities agrícolas, energéticas, metálicas, moedas e clima.

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03 janeiro 2026

EUA lançam ataque em larga escala na Venezuela e capturam Nicolás Maduro

Segundo Donald Trump, presidente venezuelano foi retirado do país por via aérea junto com a esposa. Explosões atingiram Caracas na madrugada deste sábado (3).

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. A declaração foi feita em uma rede social.

"Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea."

De acordo com Trump, a ação foi conduzida em conjunto com as forças de segurança americanas. O presidente não informou para onde Maduro e a mulher foram levados.

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodriguez, diz não saber onde Maduro está e exigiu uma prova de vida para o governo americano.

Uma série de explosões atingiu Caracas, capital da Venezuela, na madrugada deste sábado. Segundo a Associated Press, ao menos sete explosões foram ouvidas em Caracas em um intervalo de cerca de 30 minutos.

Moradores de diferentes bairros relataram tremores, barulho de aeronaves e correria nas ruas. Parte da cidade ficou sem energia elétrica, principalmente nas proximidades da base aérea de La Carlota, no sul da capital.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram colunas de fumaça saindo de instalações militares e aeronaves sobrevoando Caracas em baixa altitude.

AGRESSÃO IMPEREALISTA

Logo após o início, o governo da Venezuela publicou um comunicado afirmando que o país estava sob ataque. Caracas disse que o presidente venezuelano convocou forças sociais e políticas a ativar planos de mobilização.

"O presidente Nicolás Maduro assinou e ordenou a implementação do decreto que declara o estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, para proteger os direitos da população, o pleno funcionamento das instituições republicanas e passar de imediato à luta armada", diz o texto.

O governo venezuelano afirmou ainda que o objetivo da operação americana seria tomar recursos estratégicos do país, principalmente petróleo e minerais. No comunicado, Caracas disse que os EUA tentam impor uma “guerra colonial” e forçar uma “mudança de regime”.

Por fim, a Venezuela declarou que se reserva ao direito de exercer legítima defesa e convocou governos da América Latina e do Caribe a se mobilizarem em solidariedade ao país.

Maduro na mira

A pressão sobre o governo venezuelano começou em em agosto, quando os EUA elevaram para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à prisão de Nicolás Maduro. À época, o governo norte-americano reforçou a presença militar no Mar do Caribe.

Inicialmente, a Casa Branca afirmou que a mobilização militar tinha como objetivo combater o narcotráfico internacional. Com o tempo, autoridades americanas passaram a dizer, sob anonimato, que o objetivo final seria derrubar o governo Maduro.

Trump e o presidente venezuelano chegaram a conversar por telefone em novembro. No entanto, segundo a imprensa americana, os contatos terminaram sem avanços, já que Maduro teria demonstrado resistência em deixar o poder

No mesmo mês, os EUA classificaram o Cartel de los Soles como organização terrorista. O governo americano acusa Maduro de liderar o grupo.

Ainda em novembro, a imprensa internacional informou que os EUA estavam prestes a iniciar uma nova fase de operações relacionadas à Venezuela.

Além disso, de acordo com o jornal The New York Times, os Estados Unidos têm interesse em assumir o controle das reservas de petróleo venezuelanas, consideradas as maiores do mundo.

Nas últimas semanas, militares americanos apreenderam navios petroleiros da Venezuela. Trump também determinou um bloqueio contra embarcações alvos de sanções e acusou Maduro de roubar os EUA.

05 novembro 2025

Queda de avião nos EUA deixa sete mortos


 Sete pessoas morreram e outras ficaram feridas na queda de um avião de carga da UPS Airlines, logo após a decolagem do Aeroporto Internacional de Louisville, nos Estados Unidos. A aeronave explodiu ao atingir estabelecimentos comerciais nas proximidades, provocando uma densa coluna de fumaça preta. 

O acidente ocorreu nesta terça-feira (4), por volta das 17h15, pelo horário local, com o avião modelo McDonnell Douglas MD-11, que seguia para o Havaí. Equipes de emergência atuam no local para conter o incêndio, enquanto a investigação é conduzida pela FAA e pelo NTSB. 

O secretário de Transportes dos Estados Unidos, Sean Duffy, alertou para possíveis cancelamentos e restrições no espaço aéreo em razão da falta de pessoal. O episódio ocorre durante uma das maiores paralisações governamentais da história do país, que tem impactado o controle aéreo.

26 outubro 2025

Encontro entre Lula e Trump marca reaproximação para negociações. Assista vídeo na íntegra

 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Os chefes de Estado se encontraram na capital da Malásia na tarde deste domingo (26/10), madrugada no Brasil. O encontro durou cerca de uma hora e marcou o início da reaproximação entre os países e o pontapé para negociação sobre o tarifaço imposto por Washington a produtos brasileiros.

Trump e Lula demonstraram uma postura pragmática. O estadunidense afirmou que seria possível acordar a redução de algumas das tarifas já a partir desta primeira conversa. “Acho que vamos conseguir fazer alguns acordos muito bons que estamos discutindo, e eu acho que vamos acabar tendo um relacionamento muito bom”, disse o estadunidense.

Lula disse que não há impasse grande o suficiente para os dois não resolverem suas divergências e que não há motivos para desavenças com os EUA. O presidente pediu a suspensão das tarifas diante do início da negociação. Ficou acordada uma reunião entre o ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretário de Estado, Marco Rubio, já neste domingo (26/10) que pode levar à suspensão ou redução das taxas para alguns setores.

“É uma grande honra estar com o presidente do Brasil. É um grande país, um grande e belo país. Eu acho que vamos conseguir fazer alguns acordos muito bons que temos falado sobre, e acho que vamos acabar tendo uma relação muito boa”, disse Trump no encontro.

O petista, num momento de descontração, apontou que a agenda de assuntos a serem discutidos era extensa, e que trouxe os assuntos listados em escritos e em inglês. Lula e Trump estão na Malásia para participar da 47ª Cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean). Tanto Brasil quanto Estados Unidos são convidados do bloco econômico, e encontraram no país uma espécie de “terreno neutro” para conversar.


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🎥 Reuters

06 outubro 2025

Trump afirma que gostou da conversa com Lula e diz que os países "se darão muito bem juntos"

Pelas redes sociais, o presidente americano Donald Trump disse que teve uma ótima conversa com Lula na manhã desta segunda-feira (06). O presidente americano afirmou que gostou da conversa e que em breve encontrará Lula pessoalmente.


“Esta manhã, tive uma ótima conversa telefônica com o Presidente Lula, do Brasil. Discutimos muitos assuntos, mas o foco principal foi a economia e o comércio entre nossos dois países. Teremos novas discussões e nos encontraremos em um futuro não muito distante, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Gostei da conversa — nossos países se darão muito bem juntos!”, disse Trump no Truth Social.

A conversa entre os líderes durou certa de 30 minutos e contou com a participação dos ministros Fernando Haddad (Fazenda), Geraldo Alckmin (Indústria e Comércio) e Mauro Vieira (Relações Exteriores). Fontes ligados à presidência dizem que até uma piada Lula fez no começo da ligação.

Segundo o Palácio do Planalto, Lula descreveu o contato como uma oportunidade para a restauração das relações amigáveis e solicitou a retirada da sobretaxa de 40% dos produtos brasileiros e das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras.

Durante a conversa, Lula não citou Bolsonaro e nem nenhum nome de autoridade brasileira, durante o pedido de retirada de sanções. Não citou nenhum produto específico também para retirada das tarifas, foi geral.

Sobre Trump designar Marco Rubio, Secretário de Estado americano, para negociar com os ministros, (por conta da proximidade com Eduardo Bolsonaro), Lula não se manifestou contra. Apenas ouviu. (BAND)

27 setembro 2025

EUA revogam visto do presidente da Colômbia e citam ações "incendiárias"


Os Estados Unidos revogarão o visto do presidente colombiano Gustavo Petro porque ele "instou os soldados americanos a desobedecer ordens e incitar a violência" em Nova York na sexta-feira (26), informou o Departamento de Estado dos EUA. 

"Revogaremos o visto de Petro devido às suas ações imprudentes e incendiárias", disse o Departamento de Estado no X. (Fonte)

19 setembro 2025

Senadores Americanos apresentam projeto para cancelar tarifas impostas ao Brasil

 


Um grupo de senadores dos Estados Unidos apresentou uma resolução para cancelar as tarifas extras de 40% sobre produtos brasileiros, impostas com base na Lei de Poderes de Emergência Econômica Internacional (IEEPA). Eles argumentam que não há justificativa legal para a cobrança, já que não existe emergência econômica envolvendo o Brasil.

A proposta conta com apoio de cinco senadores, incluindo Chuck Schumer, líder da minoria democrata, e Rand Paul, republicano do Kentucky. Segundo os parlamentares, a medida de Trump foi uma manobra política em defesa de Jair Bolsonaro e prejudica consumidores americanos ao elevar preços.

O projeto ainda não tem data para votação, mas pode entrar na pauta em cerca de 15 dias. Os senadores pedem apoio bipartidário e afirmam que a política comercial deve ser responsabilidade do Congresso, e não da Casa Branca.

10 agosto 2025

Recompensa por Nicolás Maduro é a maior já oferecida pels EUA

 


Em agosto de 2025, os Estados Unidos anunciaram uma recompensa de US$ 50 milhões pela captura de Nicolás Maduro, presidente da Venezuela. É a maior quantia já oferecida pelo país por um criminoso procurado, superando os US$ 25 milhões oferecidos por Osama Bin Laden.

A medida faz parte de uma ofensiva contra o que Washington classifica como envolvimento de Maduro com o narcotráfico e a corrupção. A recompensa visa ampliar a pressão política sobre o regime venezuelano e estimular ações para sua captura ou saída do poder.

Com a Venezuela mergulhada em crise econômica e institucional, os EUA buscam isolar ainda mais o líder chavista. A iniciativa também reforça a cooperação internacional em operações contra o tráfico de drogas, com apoio de aliados estratégicos.

Jornal O Sul site www.osul.com.br

#Jornalosul #Rádiopampa #Mundo #Maduro

29 julho 2025

EUA oferecem recompensa de quase R$ 140 milhões por informações sobre Nicolás Maduro


O Departamento de Justiça dos Estados Unidos anunciou, na segunda-feira, 28, uma recompensa de até US$ 25 milhões (aproximadamente R$ 140 milhões) para quem fornecer informações que levem à prisão e/ou condenação de Nicolás Maduro, presidente da Venezuela. A recompensa foi divulgada em uma postagem feita no perfil oficial da Administração de Repressão às Drogas dos EUA, vinculado ao Departamento de Justiça no X (antigo Twitter).

Segundo o cartaz, Maduro é acusado de “conspiração com o narcoterrorismo, com a importação de cocaína, com o uso e transporte de armas e objetos destruidores em fomento a um crime de tráfico de drogas".  Além de Maduro, os EUA também estão buscando informações sobre Diosdado Cabello Rondón, ministro do Interior, Justiça e Paz da Venezuela, e Vladimir Padrino López, ministro da Defesa do país.

A acusação formal dos EUA sustenta que Maduro seria integrante de um "grupo criminoso" conhecido como “Cartel de los Soles”, organização que, segundo a administração americana, fornece apoio material  organizações terroristas internacionais, como o Tren de Aragua e o Cartel de Sinaloa. Na última sexta-feira, 25, o governo do presidente Donald Trump classificou o Cartel de Los Soles como uma organização terrorista internacional. (FONTE: EXAME)

12 julho 2025

China sai em defesa do Brasil, enquanto Trump fala em encontro com Lula

A China condenou a tarifa de 50% de Donald Trump contra produtos brasileiros, classificando o movimento como uma interferência na soberania do Brasil. Do lado americano, Trump assumiu que pode conversar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Trump, no entanto, não definiu uma data para o possível encontro. Os dois mandatários ainda não se reuniram desde que o republicano voltou à Casa Branca.

Os chineses dizem que o tarifaço do presidente americano é um instrumento de coerção que ele utiliza para intimidar outros países. O Ministério do Comércio do país destacou que segue "de portas abertas" para "compartilhar desenvolvimento com o resto do mundo".

A China é o país contra o qual Trump mais aplicou tarifas desde o início deste segundo mandato. Os impostos americanos chegaram a ultrapassar os 100% durante o auge da guerra comercial entre os dois países. Agora, os Estados Unidos têm uma alíquota de 30% para os produtos chineses, enquanto a China cobra 10%.

Ao mesmo tempo que critica Trump pelas tarifas ao Brasil, os chineses seguem mantendo o canal aberto com os Estados Unidos.

TAXAS PARA MÉXICO E UNIÃO EUROPEIA 
Neste Sábado (12) taxas de 30% foram anunciadas ao México e a União Europeia. Passam a valer em 01 de Agosto.

22 junho 2025

Governo Brasileiro se manifesta sobre ataques ao Irã


O governo brasileiro expressou na tarde deste domingo (22/6), grave preocupação com a escalada militar no Oriente Médio e condenou com veemência, nesse contexto, ataques militares de Israel e, mais recentemente, dos Estados Unidos, contra instalações nucleares, em violação da soberania do Irã e do direito internacional.

“Qualquer ataque armado a instalações nucleares representa flagrante transgressão da Carta das Nações Unidas e de normas da Agência Internacional de Energia Atômica”, divulgou o Ministério das Relações Exteriores, em nota à imprensa.

As ações armadas contra instalações nucleares representam, para o governo brasileiro, uma grave ameaça à vida e à saúde de populações civis, ao expô-las ao risco de contaminação radioativa e a desastres ambientais de larga escala.

“O governo brasileiro reitera sua posição histórica em favor do uso exclusivo da energia nuclear para fins pacíficos e rejeita com firmeza qualquer forma de proliferação nuclear, especialmente em regiões marcadas por instabilidade geopolítica, como o Oriente Médio”, acrescenta a nota.

O Brasil também repudia ataques recíprocos contra áreas densamente povoadas, os quais têm provocado crescente número de vítimas e danos a infraestrutura civis, incluindo instalações hospitalares, as quais são especialmente protegidas pelo direito internacional humanitário.

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📸 Getty Images

18 junho 2025

Rússia alerta EUA sobre apoiar Israel


O vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov, alertou, nesta quarta-feira (18/6), que a ajuda militar direta dos Estados Unidos a Israel poderia desestabilizar radicalmente os países no Oriente Médio.

Segundo a imprensa internacional, Ryabkov afirmou que a Rússia alerta os Estados Unidos a não fornecer — ou sequer considerar fornecer — esse tipo de assistência a Israel.

O vice-ministro também disse que Moscou estava em contato com Israel e o Irã.

A declaração ocorre em meio aos conflitos entre Israel e Irã, que entram no sexto dia consecutivo, e poucos dias após o presidente da Rússia, Vladimir Putin, ter se oferecido para mediar a gu3rra entre os dois países no Oriente Médio.

Putin conversou por telefone com o presidente dos Emirados Árabes Unidos, Mohammed bin Zayed Al Nahyan, para discutir as ofensivas entre Israel e Irã. De acordo com o Kremlin, nesta quarta, “ambas as partes expressaram profunda preocupação com a intensificação contínua do conflito”.

“Ressaltaram [na ligação] a necessidade urgente de cessar as hostilidades e intensificar os esforços políticos e diplomáticos voltados à resolução das divergências relacionadas ao programa nuclear iraniano”, informou o Kremlin.

O presidente russo reafirmou que o país está disposto a atuar como mediador para “promover o diálogo entre as partes envolvidas no conflito”.

Israel atacou o Irã pelo sexta dia consecutivo nesta quarta, poucas horas após a ameaça do presidente Trump, por uma “capitulação incondicional” de Teerã. Nesta madrugada, o líder iraniano Ali Khamenei prometeu, no X, “resposta firme ao regime terrorista sionista”, que será “sem piedade”.

Em um comunicado, o Exército israelense afirmou que “mais de 50 aviões” atacaram durante a noite “uma instalação de produção de centrífugas em Teerã”, além de “vários locais de fabricação de armas, incluindo instalações de produção de matérias-primas e componentes usados na montagem de mísseis terra-terra”.

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📸 Reprodução

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, afirmou, em mensagem televisionada nesta quarta-feira (18/6), que o país “se manterá firme contra uma gu3rra imposta, assim como se manterá firme contra uma paz imposta”.

“E os americanos devem saber que qualquer intervenção militar dos EUA será, sem dúvida, acompanhada de consequências irreparáveis”, alertou o aiatolá.

A declaração é uma resposta ao presidente dos EUA, Donald Trump, que, nessa terça-feira (17/6), disse que só aceitará “rendição incondicional” do Irã. Frisou ainda que sua paciência está “se esgotando” com Khamenei, que, segundo o norte-americano, não será m0rto. “Pelo menos não por enquanto.”

De acordo com a agência estatal Tasnim, o aiatolá iniciou o pronunciamento saudando a reação do povo iraniano e afirmou que o país continuará firme diante da gu3rra imposta.

“Aqueles com sabedoria que conhecem o Irã, seu povo e sua história nunca falam com esta nação na linguagem da ameaça, porque a nação iraniana não se renderá”, continuou o líder supremo iraniano.

Após a transmissão, Khamenei reforçou suas críticas a Trump nas redes sociais.

“O presidente dos EUA nos ameaça. Com sua retórica absurda, ele exige que o povo iraniano se renda a ele. Eles deveriam ameaçar aqueles que têm medo de serem ameaçados. A nação iraniana não se assusta com tais ameaças”, divulgou o líder.

Khamenei elogiou a “postura firme e corajosa da nação iraniana” diante dos ataques israelenses e enfatizou: “A nação iraniana permanece firme diante da guerra imposta, assim como permanecerá firme contra a paz imposta, e que não cederá a qualquer tipo de imposição”.

O aiatolá também afirmou que os indivíduos sábios, que conhecem bem a nação e a história iraniana, jamais se dirigiriam ao Irã com uma linguagem de ameaça, pois é impossível que a nação iraniana se renda. Segundo ele, a agressão israelense é “estúpida e maligna”.

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📸 Reprodução/X

16 maio 2025

Otan admite que Rússia tem superioridade militar ao bloco


Em meio a tentativa de solução diplomática entre Rússia e Ucrânia, o chefe da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) admitiu que o país liderado por Vladimir Putin está em uma posição de vantagem em relação ao bloco militar. A declaração de Mark Rutte aconteceu nessa quinta-feira (15/5), durante uma reunião informal de chanceleres da aliança na Turquia.

De acordo com Rutte, a Rússia sozinha produz mais munição do que todos os 32 membros da Otan juntos, em um período mais curto de tempo. Isso explicaria a superioridade russa na guerra com os ucranianos, apesar do apoio massivo enviado pela aliança.

“A Rússia, em alguns cálculos, está produzindo em três meses, em termos de munição, o que toda a Otan produz em um ano. E a Rússia tem apenas 5% do tamanho da economia geral da Otan”, disse o secretário-geral da aliança, durante encontro com ministros das Relações Exteriores de nações do bloco, realizada na cidade de Antália.

Por isso, Rutte voltou a cobrar não só o aumento com gastos militares como forma de defender a aliança, mas também formas de melhor utilizar o orçamento.

“Precisamos disso, porque dissuasão e defesa não são apenas uma questão de dinheiro, mas também de ter uma base industrial de defesa confiável, capaz de nos defendermos no futuro”, acrescentou ele.

A busca por maiores investimentos em Defesa tem sido um lema adotado pela Otan desde o início da guerra entre Rússia e Ucrânia, em 2022. E aumentou no início deste ano, após Donald Trump assumir a presidência dos Estados Unidos.

O novo presidente norte-americano já fez ameaças sobre afastar os EUA da aliança militar, cujo orçamento atual depende majoritariamente dos EUA. Para Trump, seu país gasta muito com a Otan, enquanto outros membros não atingem a atual meta de 2% de gastos com defesa.

Além disso, a mudança de política sobre o apoio à Ucrânia no conflito, também, acendeu um alerta entre os integrantes da aliança militar. Por isso, em abril deste ano, a Otan anunciou um novo pacote de US$ 21 bilhões em assistência para o país governado por Volodymyr Zelensky.

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📸 Divulgação/OTAN

01 junho 2022

Canadá anuncia que ira descriminalizar posse de drogas pesadas

EM VEZ DE PRENDER, TRATAR 💊 | O Canadá anunciou nesta terça-feira que vai descriminalizar a posse de pequenas quantidades de drogas pesadas em um projeto piloto na província da Colúmbia Britânica. A estratégia busca frear uma crise de opioides que já provocou milhares de mortes no país. Para isso, o foco será a partir do tratamento da dependência, em vez da prisão dos consumidores. A ministra canadense de Saúde Mental e Dependências, Carolyn Bennett, afirmou que a medida, que permite a posse de opioides, cocaína, metanfetamina e outras drogas pesadas, durará por um período de três anos, a partir de 31 de janeiro de 2023. Durante esse tempo, os adultos da Colúmbia Britânica não poderão ser detidos, nem enfrentar denúncias por posse de até 2,5 gramas das substâncias, considerados de consumo pessoal. A polícia também não poderá confiscar o produto. Ao invés disso, os usuários identificados vão receber informações sobre como acessar ajuda médica para tratar a dependência.

#JornalOGlobo


08 março 2022

Joe Biden anuncia proibição de importações de petróleo da Rússia

 O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou nesta terça-feira (8) o banimento do petróleo da Rússia no país. "A medida foi tomada junto com nossos aliados para responder a essa agressão russa", explicou.

A suspensão aumenta a lista de sanções que já foram implementadas pelos países do Ocidente contra o governo do presidente Vladimir Putin desde a invasão à Ucrânia, em 24 de fevereiro.

Cerca de 8% do petróleo do país atualmente é comprado da Rússia. O presidente americano pediu a ajuda dos empresários do país para evitarem a subida exagerada dos preços. "Não é hora de lucros exorbitantes", disse.

"Na verdade, desde que Putin entrou na Ucrânia o preço da gasolina já subiu 0,75 dólares nos Estados Unidos, e vamos fazer de tudo para que ele não continue prejudicando nossa economia", comentou Biden. "Vou fazer de tudo para pressionar Putin", justificou.

A medida de banir o petróleo russo vinha sendo estudada por técnicos e integrantes do governo norte-americano e representates de outros países do mundo, por causa do impacto que a decisão poderia ter na economia global. 

Nos últimos dias, representantes do governo Biden foram à Venezuela checar se o país poderia ajudar a controlar os estoques mundiais de petróleo com a saída da Rússia. Antes do pronunciamento de Biden, o preço do barril de petróleo brent avançava acima de US$ 131. Antes do início da invasão russa, em 24 de fevereiro, o valor, que já era considerado alto, estava pouco acima de US$ 90. (CP)

02 março 2022

Lavrov: única alternativa a sanções seria guerra nuclear devastadora

O chefe da diplomacia russa, Sergei Lavrov, disse hoje (2) que o presidente norte-americano, Joe Biden, sabe que a única alternativa às sanções contra Moscou é uma terceira guerra mundial, que seria "nuclear e devastadora".

Biden "tem experiência e sabe que não há alternativa às sanções, senão a guerra mundial", disse Lavrov à televisão do Catar, Al Jazeera.

"A terceira guerra mundial seria uma guerra nuclear devastadora", disse o diplomata, de 71 anos.

Após a invasão da Ucrânia, iniciada em 24 de fevereiro, a Rússia enfrenta sanções da União Europeia (UE) e de diversas entidades e países, incluindo a tradicionalmente neutra Suíça, que estão a atingir setores como a área financeira, de aviação, energia e desporto.

Lavrov disse que a Rússia está pronta para enfrentar as sanções, mas admitiu que não esperava que visassem atletas, intelectuais, artistas e jornalistas.

Mas "a Rússia tem muitos amigos e não pode ser isolada", afirmou ele, de acordo com a Al Jazeera.

Lavrov reiterou a disponibilidade de Moscou de realizar a segunda rodada de negociações com o governo ucraniano, que acusou de estar atrasando as conversações "sob ordens norte-americanas".

Sobre as razões do atual conflito com a Ucrânia, Lavrov disse que os países ocidentais se recusaram a atender às exigências da Rússia para a formulação de nova arquitetura de segurança europeia.

A operação militar russa, que chega ao sétimo dia, visa desarmar a Ucrânia e impedi-la de adquirir arma nuclear, disse Lavrov, citado pela Al Jazeera.

"Não podemos permitir a presença de armas ofensivas na Ucrânia que ameacem nossa segurança", acrescentou. (https://www.rtp.pt/)