NOVANET

Vida Plena

Gordices da KÁ

Mostrando postagens com marcador Agronegócio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Agronegócio. Mostrar todas as postagens

31 março 2026

Audiência Pública em Canguçu debaterá prejuízos no agro pela falta de chuvas

 


📢 Audiência Pública em Canguçu

A Câmara de Vereadores convida toda a comunidade para participar da audiência pública que irá discutir os impactos causados nas lavouras dos produtores de algumas regiões específicas no município onde a falta de chuva foi recorrente. 

🗓 Data: 1 de abril de 2026

🕕 Horário: 15h

📍 Local: Sala das Sessões “Joaquim de Deus Nunes”

A participação da comunidade é fundamental para fortalecer o diálogo e contribuir com as decisões que impactam o nosso município.

Fonte: Câmara de Canguçu-RS 

14 setembro 2025

Fórum Permanente do Agronegócio dias 30/09 e 01/10/2025 em Canguçu-RS

 O Fórum Permanente do Agronegócio convida você para participar da edição:

“Para onde irão os novilhos?”

🔗 Inscrições: https://www.senar-rs.com.br/eventos/123-forum-permanente-do-agronegocio-para-onde-irao-os-novilhos/inscricao

📍 Local: Canguçu - RS

📅 30 de setembro – Dia de Campo 


- Localização: 

- ⁠Propriedade 1 https://maps.app.goo.gl/yB6Ji2ehCT5rGGAb9 

- ⁠Propriedade 2 https://maps.app.goo.gl/VfSpT1pgAYpa4msY6 

- ⁠Propriedade 3 https://maps.app.goo.gl/5a6psdtzQLQHnx8aA

📅 01 de outubroSeminário - Parque de Exposições do Sindicato Rural de Canguçu


As atividades serão realizadas em propriedades da região, conforme coordenadas a serem informadas.

👉 Venha debater, aprender e trocar experiências sobre os rumos da pecuária de corte e o futuro da cadeia produtiva dos novilhos.

16 julho 2025

Alckmin afirmou que não pedirá mais prazo para os EUA


 O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MIDC), Geraldo Alckmin, afirmou que não pedirá mais prazo para os EUA e que o governo trabalha para que a situação seja resolvida até o dia 1° de agosto. A declaração foi dada após reunião com representantes do agronegócio na tarde desta terça-feira (15/7). O objetivo do encontro foi discutir sobre as recentes políticas tarifárias do presidente Donald Trump, que impôs tarifa de 50% aos produtos brasileiros.

“A ideia do governo não é pedir que [o prazo] seja estendido, mas procurar resolver até 31 [de julho]. O governo vai trabalhar para resolver e avançar nos próximos dias, e todos eles se comprometeram a trabalhar e participar”, disse.

Mais cedo, após a reunião com o setor produtivo, Alckmin havia afirmado que poderia pedir mais tempo aos norte-americanos. No entanto, após ouvir as demandas do agronegócio, mudou o tom do discurso.

Representantes do agronegócio afirmam que algumas safras já estão prontas e outras serão iniciadas no começo do próximo mês, por isso, não existe possibilidade de estender o prazo e a única alternativa é solucionar o problema antes do dia 1°.

De acordo com Ibiapaba Netto, representante da CitrusBR, produtora de suco de laranja, é necessário manter o diálogo entre os países. “Temos uma safra inteira para ser colhida sem saber se o segundo mercado estará disponível ou não, porque a tarifa inviabiliza. É diálogo, negociação e pragmatismo”, disse.

Durante a reunião com o setor, Alckmin voltou a dizer que as tarifas de Trump são equivocadas, mas destacou que o governo está empenhado em reverter as medidas norte-americanas. De acordo com ele, decisão de Trump é um “perde-perde” e pode prejudicar as economias de ambos os países.

“Dos 10 produtos que os EUA mais exportam, oito a tarifa é zero, não paga nada. A tarifa média é 2,7%. Temos mais de 4 mil empresas americanas no Brasil, trabalhando, ganhando dinheiro. Neste primeiro semestre, cresceram as exportações nossas para os EUA 4,37%, e dos EUA pra cá 11%, quase três vezes mais”, disse.

➡️ Leia a reportagem completa no metropoles.com

📸 @kebecfotografo/Metrópoles

20 julho 2021

Dia 30 estréia o programa "Agro Opinião"

 Estréia sexta-feira (30/07) às 20h00, o programa Agro Opinião, a mais nova produção do Jornal Terra & Campo. Apresentado pelo comunicador Nilso Pinz, o Agro Opinião promete ser um programa esclarecedor.

Através de entrevistas com personalidades, temas da atualidade do Agro serão abordados por vários aspectos, dando aos internautas uma ampla abordagem sobre o assunto.

O programa conta com o patrocínio da VHL INSUMOS E CEREAIS e LOJAS FRANK.


24 janeiro 2017

Granja Avícola Born & Behling

Um dos grandes desafios do campo é manter o jovem seguindo na agricultura. Muitos desejam sair, ir para cidade e se desenvolver em alguma profissão. O êxodo rural preocupa, mesmo com toda a tecnologia que também está disponível no campo. Mas este não é o caso na Granja Avícola Born & Behling onde o negócio, além de seguir nas mãos da família, ganhou mais dinamismo e profissionalismo.
Gustavo, Cléia e Ari.
Fotos: Augusto Pinz

Filho do casal Ari e Cléia, o jovem Gustavo Born Behling sempre ajudou os pais na propriedade rural. Mas queria mais. Foi estudar agronomia na Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e colocou em prática, na propriedade dos pais, tudo o que aprendeu após sua formatura. Foi atrás de financiamento bancário e profissionalizou a propriedade com maquinário, que dá mais agilidade no cuidado das 8 mil aves, e a construção de peças conforme a necessidade da legislação. O novo momento da atividade figura desde 2016 com automação na coleta dos ovos e alimentação das galinhas. O investimento foi de aproximadamente R$ 500 mil. 
A produção de ovos com galinhas da raça Isa Brown gera, em média, 3.700 ovos por dia. Do total dos animais alguns, ainda novos, não produzem. Tudo é vendido no município de Canguçu, mas já com ideia de expandir os negócios para a região. O entrave fica na burocracia do Governo do Estado.
Entraves, aliás, são alguns para melhorar ainda mais as vendas. A estrada da Vila Silva, 3º distrito, onde fica a propriedade, é um caos. Estreita e cheia de pedras e buracos não recebe manutenção há pelo menos três anos. Imagine então sair com um carro cheio de ovos do local. Outro problema está na energia fornecida pela CEEE. Seria necessária rede trifásica. O pedido já está feito para a companhia que ainda não realizou o serviço que irá melhorar o funcionamento do maquinário. 
Com as necessidades atendidas futuramente o projeto é de ampliar, ainda mais, a produção com construção e ampliação de aviários. 
A granja avícola Born & Behling fica na Vila Silva-  3º distrito e os contatos dos proprietários são: 53-984.45.42.25 ou 984-79.5718.

01 setembro 2016

Falta reconhecimento ao agronegócio

Com tantos resultados positivos colhidos pelo agronegócio nos últimos anos – crescendo em meio à maior crise econômica da história do Brasil e enfrentando perdas fortes em algumas regiões por conta das condições climáticas – era de se esperar que este setor fosse percebido com a importância que de fato ele tem. Enquanto muitos enfrentavam a dura missão de demitir, contratamos mais.

Enquanto o nível de estoque das fábricas atingia níveis terríveis por conta da piora do mercado interno, usamos nossa competitividade global para posicionar em outros países o que a crise não permitia ser consumido aqui, gerando superávit comercial e atividade econômica para agricultura e toda a sua imensa cadeia industrial de fornecimento e serviços de distribuição.

Entretanto, o desempenho não acontece por acaso e nem tampouco depende do desejo do produtor rural, mas de condições mínimas no ambiente econômico.

A começar pelo crédito. Mesmo nós sendo os melhores pagadores do país – já que a inadimplência rural é a mais baixa – os juros estão em patamares impraticáveis comparado aos nossos concorrentes internacionais. Além de caro, a seletividade é tanta que acessa com alguma desenvoltura quem justamente não o necessita.

O crédito nunca foi tão necessário, justamente porque estamos com os custos em patamares desconectados das médias mundiais, devido ao câmbio e a inflação elevou os custos de patamar. Esta corrói não apenas o poder de compra das famílias, mas também as margens dos empresários, não restando nenhum beneficiado.Para completar estamos, de acordo com os meteorologistas, em ano de La Niña sem que tenhamos nos recuperado das perdas do El Niño. Mas o clima é este e sempre foi assim, não há o que reclamar. Necessitamos é um seguro rural que faça frente as condições inerentes à atividade. 

No entanto, não é a evolução desta, que é a única política agrícola efetivamente voltada para o produtor, o que temos observado. Pelo contrário! A involução nos últimos anos denuncia a incapacidade do governo em atender as condições mínimas, mesmo tendo um orçamento de mais de R$ 30 Bilhões onde quase nada disso chega à agricultura. Faltou gestão.

Enfim, não basta querer crescer, são necessárias condições mínimas que os governos estão nos devendo. O tempo está nublado para as nossas bandas.
Carlos Sperotto (D) conversa com Governador Sartori (E).
Foto: Maidana Idiarte/Canguçu em Foco
Artigo de:
Carlos Rivaci Sperotto, Presidente do Sistema Farsul e Presidente do Conselho Deliberativo Estadual do Sebrae/RS