Redefinir as políticas públicas e as divisões do bolo tributário entre as esferas federal, estadual, municipal. Violência, educação e saúde são algumas das respostas de por que o Pacto deve ser debatido e revisto.
"Estamos vivendo situações de desatenção ao cidadão local enquanto é ele mesmo que produz riquezas e as mesmas tem que ir para Brasília para depois retornar como benefício à sua força de trabalho", comenta o Grão-Mestre, Gilberto Moreira Mussi da Grande Loja Maçônica do Estado do Rio Grande do Sul.
O movimento Novo Pacto Federativo teve seu início dentro de uma loja maçônica Gaúcha e após aprovação das três potências (Grande Oriente do Rio Grande do Sul, Grande Loja Maçônica do Estado do Rio Grande do Sul e Grande Oriente do Brasil – RS) ele foi levado a todas as lojas do Brasil e aprovado por unanimidade.
"A seis meses iniciamos essa caminhada, pois acreditamos que a maioria da população está insatisfeita com isso. Então, nossa meta é mobilizar o poder público para que alguma coisa mude", acrescenta Mussi.
Além do apoio integral de todas as lojas maçônicas brasileiras, o Pacto Federativo obteve mais com o ingresso das entidades: Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RS), Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e pleiteando apoio da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
O objetivo, além de movimentar os cidadãos, é recolher um número de mínimo 10 milhões de assinatura de eleitores a fim de pressionar parlamentares a discutir e redefinir a grande pauta.
"O movimento terá seu grande momento em uma data a ser definida. Podemos pensar em 21 de abril ou 7 de setembro pois são datas carregadas de significados a todos nossos irmãos brasileiros", opina, Mussi.
A Maçonaria Unida do Rio Grande do Sul, informa ainda, que a divulgação oficial começou no aniversário da união dos três poderes que formam a Maçonaria Unida do RGS (08 de dezembro). Além disso, há um e-mail para que entidades representativas manifestem seu apoio: pactofederativo@glojars.org.br
"Estamos vivendo situações de desatenção ao cidadão local enquanto é ele mesmo que produz riquezas e as mesmas tem que ir para Brasília para depois retornar como benefício à sua força de trabalho", comenta o Grão-Mestre, Gilberto Moreira Mussi da Grande Loja Maçônica do Estado do Rio Grande do Sul.
O movimento Novo Pacto Federativo teve seu início dentro de uma loja maçônica Gaúcha e após aprovação das três potências (Grande Oriente do Rio Grande do Sul, Grande Loja Maçônica do Estado do Rio Grande do Sul e Grande Oriente do Brasil – RS) ele foi levado a todas as lojas do Brasil e aprovado por unanimidade.
"A seis meses iniciamos essa caminhada, pois acreditamos que a maioria da população está insatisfeita com isso. Então, nossa meta é mobilizar o poder público para que alguma coisa mude", acrescenta Mussi.
Além do apoio integral de todas as lojas maçônicas brasileiras, o Pacto Federativo obteve mais com o ingresso das entidades: Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RS), Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e pleiteando apoio da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
O objetivo, além de movimentar os cidadãos, é recolher um número de mínimo 10 milhões de assinatura de eleitores a fim de pressionar parlamentares a discutir e redefinir a grande pauta.
"O movimento terá seu grande momento em uma data a ser definida. Podemos pensar em 21 de abril ou 7 de setembro pois são datas carregadas de significados a todos nossos irmãos brasileiros", opina, Mussi.
A Maçonaria Unida do Rio Grande do Sul, informa ainda, que a divulgação oficial começou no aniversário da união dos três poderes que formam a Maçonaria Unida do RGS (08 de dezembro). Além disso, há um e-mail para que entidades representativas manifestem seu apoio: pactofederativo@glojars.org.br
O Blog Canguçu em Foco apóia está iniciativa!!
2 comentários:
Parabéns pela publicação e obrigado. O Brasil agradece.
Primeiro tem que ser explicado, o caso da maçonaria do Mato Grosso onde desviaram dinheiro público para construção do tal templo maçonico.
E por que não falam que o Arruda é Maçom.
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