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08 abril 2025

Transporte Escolar da Feliciano Barcellos Nunes será restabelecido

 




Restabelecimento do Transporte Escolar!

A Restabelecimento do Transporte Escolar!

A equipe escolar da Escola Estadual de Ensino Fundamental Feliciano Barcellos Nunes informa que o haverá o restabelecimento do serviço de transporte escolar, estamos somente aguardando assinatura de contrato. Esta retomada representa um marco importante para a normalização das atividades presenciais e o fortalecimento da integração entre alunos, famílias e a instituição.

O transporte escolar, além de facilitar o acesso à escola, desempenha um papel crucial na socialização dos estudantes e no estabelecimento de rotinas consistentes. Seu retorno contribui significativamente para o bem-estar dos alunos e para a dinâmica da comunidade escolar.

A equipe da Escola Estadual de Ensino Fundamental Feliciano Barcellos Nunes,expressa sua satisfação com o retorno integral dos estudantes e reafirma o compromisso com a segurança e o conforto de todos no trajeto escolar.

13 março 2025

Micro fica atolado na estrada do Rincão do São João

 

Um micro-ônibus ficou atolado na estrada do Rincão do São João nesta quinta-feira (13/03), segundo moradores da região.
"A estrada aqui está péssima e já foi pedido manutenção várias vezes, mas não só patrolamento, também precisa de cascalho" , argumentou a internauta Cátia Becker em postagem na rede social Facebook.
Nas imagens de Gabriela Luna Moreira ela agradece a moradores da localidade que utilizaram trator para retirada do veículo.


23 fevereiro 2025

ALUNOS DA REDE ESTADUAL RETORNAM ÀS AULAS SEM TRANSPORTE ESCOLAR NO MUNICÍPIO DE CANGUÇU


É com grande preocupação que pais e alunos, da Escola Estadual Feliciano Barcellos Nunes, veem o  início do ano letivo, com a falta do  transporte escolar. 

As aulas iniciaram no dia 13 de fevereiro de 2025, porém só estão frequentando os alunos que moram próximos da escola. A empresa que atendia o transporte deste educandário, após várias negociações, decidiu parar com o serviço. 

Na próxima semana os pais formarão uma comissão para ir até a Cordenadoria Regional de Educação, com objetivo de tratar sobre o assunto, e com a persistência do problema, existe a possibilidade desta mesma comissão ir até a SEDUC, em Porto Alegre.

19 novembro 2024

Jornal "A Hora do Sul" destaca descaso com transporte de alunos da zona rural de Canguçu

No 4º distrito de Canguçu, mais de 50 estudantes do Ensino Médio estão sem acesso à escola. Com a suspensão de duas linhas do transporte escolar, parte dos alunos da E.E.E.M João Simões Lopes Neto estão há uma semana sem frequentar as salas de aula e outros há mais de um mês.


As empresas que prestavam o serviço suspenderam a condução diante das condições intransitáveis em que as estradas estariam. Conforme relatos da comunidade escolar, a falta de transporte é um problema constante desde o início do ano.

A aluna do primeiro ano do Ensino Médio, Aline Duarte, 16 anos, está há mais de uma semana sem ir para a escola. As provas e trabalhos de avaliação do final trimestre tiveram que ser realizados remotamente. No início do mês já haviam sido dois dias sem aula.

“A Kombi está estragada ou a estrada está muito ruim ou está chovendo e tem muito barro ou chega na escola e não tem luz”, diz sobre os problemas enfrentados rotineiramente.

Os estudantes que não conseguem frequentar a escola têm acesso apenas às atividades online, mas ficam sem as explicações diretas dos professores sobre as disciplinas. “O estudo fica mais fraco, a gente não aprende muito e depois fazendo provas como Enem ou Pave para conseguir entrar em uma faculdade a gente vê como é difícil”, lamenta Aline.

Moradora do Rincão dos Cravos, a estudante teme que o transporte na localidade também seja suspenso indefinidamente como ocorreu em outros pontos do 4º distrito. “A gente ficou muito assustado porque como os outros transportes pararam a gente ficou com medo da empresa largar nossa linha também”. Na mesma Kombi que Aline, mais 12 alunos também são transportados.

Situação frequente

Mãe de outra aluna do primeiro ano do Ensino Médio, Claudia Valadão relata que na Coxilha Piegas os estudantes estão sem transporte desde o dia 16 de outubro. Situação que seria frequente, ainda mais no inverno, devido ao regime de chuvas. “Eles só desistiram de fazer a linha sem dar maiores informações. Não foi dada previsão nenhuma e acho que neste ano nem vai ter mais transporte”, relata.

Claudia reclama da falta de resposta do poder público e de fiscalização de órgãos como o Conselho Tutelar diante da privação do direito ao acesso à educação aos alunos da zona rural. “Se a gente deixa a criança sem ir para a aula, o Conselho vem bater na porta e reclamar. Agora eles nem aparecem, não fazem nada. Já fizemos protesto e nada”.

Estradas intrafegáveis

Condição da estrada impossibilidade o translado dos alunos. (Foto: Divulgação)

Proprietário de uma das empresas que prestava o transporte escolar, Lenin Balladares, reforça que o estado das estradas seria “crítico” e que os roteiros teriam sido mantidos até quando foi possível. “Tenho registrado as inúmeras vezes que pedi e solicitei ajuda para os departamentos responsáveis na prefeitura e nunca tive êxito”, diz sobre a manutenção das vias.

Segundo Balladares, há duas alunas que estariam há mais de um ano sem frequentar a escola. “As mesmas teriam que viajar em um dos roteiros que era de nossa responsabilidade, mas nunca conseguimos chegar nem na metade do caminho da casa delas por falta de acesso”, relata.

Balladares diz que os roteiros antes feitos pela sua empresa ainda estão sem transporte porque não há interessados diante da falta de infraestrutura e pelos danos causados aos veículos. “Preço muito baixo em relação aos gastos extras que as estradas ocasionam e por conta dos acessos e estradas”.

Problema seria descumprimento do serviço

Em nota enviada via assessoria de comunicação, a prefeitura de Canguçu manifesta que:

“O problema com os roteiros do transporte escolar desta Escola Estadual refere-se ao descumprimento da empresa contratada pelo Estado para a prestação do serviço”.

Além disso, o texto ainda informa que em relação às estradas municipais, a equipe da prefeitura estaria trabalhando nos pontos que necessitam de manutenção. “No entanto, nenhum trecho das estradas compromete a realização dos roteiros; o problema está, de fato, relacionado ao não cumprimento das obrigações pela empresa contratada pelo Estado”.

Seis meses de pedido de manutenção

Conforme Balladares, antes da suspensão do transporte, foi emitido um aviso estipulando um prazo de 20 dias para a recuperação dos trechos mais críticos das estradas, para evitar a interrupção do serviço. “Avisamos a escola, a 5ª CRE, os responsáveis”. Desde abril a manutenção teria sido pedida à prefeitura. A contratação da empresa seria por modelo emergencial, o que permitiria a descontinuidade do contrato a qualquer momento.

Reportagem do jornal A hora do Sul (clique aqui para acessar)

22 outubro 2024

Canguçu recebe recurso para o transporte escolar

O Governo Federal transferiu para o Rio Grande do Sul, em 2024, R$ 34,2 milhões por meio do Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate). O valor beneficia 186,33 mil estudantes gaúchos residentes em áreas rurais.Para os municípios da Zona Sul com grande extensão rural, a verba ajuda nos gastos mensais, uma vez que é suplementar, mas não resolve o problema do elevado custo com o serviço. 
Segundo informações do jornal "A Hora do Sul", em Canguçu, são quase quatro mil alunos entre as redes estadual e municipal de educação na colônia, sendo que o repasse do ano ficou em R$ 534.467,08.
- “É um repasse irrisório, que não chega a 4% do que a gente gasta com o transporte dos alunos no interior”, disse o vice-prefeito e secretário de Educação, Esportes e Cultura, Cledemir de Oliveira Gonçalves. 
São mais de R$ 9 milhões por ano com serviço terceirizado, afirma o vice-prefeito, além da manutenção de 19 carros do município, folha dos motoristas, combustível e peças, que representam uma despesa de aproximadamente R$ 15 milhões.


22 abril 2022

TRANSPORTE ESCOLAR: O ESTADO ESTÁ IMPEDINDO QUE AS CRIANÇAS FREQUENTEM A ESCOLA

Nesta sexta-feira (22), o deputado estadual Zé Nunes (PT) esteve reunido com a coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Infância, Juventude, Educação, Família e Sucessões, do Ministério Público do RS, Dra. Luciana Casarotto. Na pauta, a situação das escolas que estão enfrentando dificuldades para acompanhar o ano letivo na rede estadual, em função da ausência do transporte escolar. Diretores de escolas, pais de alunos e professores se revezaram contando os problemas que estão enfrentando.

Segundo a Dra. Luciana, o Estado já foi notificado, mas, mesmo assim, não está cumprindo o previsto nos contratos. “Precisamos tratar diretamente com as promotorias, responsáveis por isso, e me comprometo em encaminhar a situação às regionais, e retornar ao deputado”, disse.

Zé Nunes relatou que desde o dia 21 de fevereiro de 2022, algumas escolas, especialmente as do campo, enfrentam a falta do transporte escolar. Em diversos municípios as situações são as mesmas: convênios com os transportadores que finalizaram em 2021 e não foram renovados; atrasos nas licitações que deveriam ser feitas pela Secretaria de Estado da Educação (SEDUC), para aqueles municípios onde não há repasse financeiro para as prefeituras. “Desespero, indignação e impossibilidade dos pais pagarem o que é de responsabilidade do Estado. Não sabemos mais a quem recorrer. Precisamos ingressar com uma ação, pedindo prazos e estabelecendo multas. O que está ocorrendo é um crime”, criticou.

“Ao nosso gabinete chegaram as situações de Encruzilhada, São Lourenço do Sul, Canguçu e Piratini. Estamos quase fechando um trimestre letivo e os alunos da rede estadual seguem enfrentando mais dificuldades. Não é possível que a comunidade escolar não receba do poder público, as condições adequadas para garantir a frequência e a permanência de seus filhos na escola. Mesmo que alguns recebam o atendimento de forma remota, o período em que ficaram com este tipo de aula, durante a pandemia da Covid-19, mostrou que muitas lacunas pedagógicas necessitam ser sanadas e o convívio presencial precisa ser efetivado”, lamentou.

Trata-se de alunos que utilizam o transporte escolar justamente porque estão distantes das escolas, e que possuem dificuldade com sinal de internet. Eles acabam sendo muito prejudicados, pois já não conseguiram ter aulas online durante a pandemia, querem retornar às aulas, mas estão inviabilizados devido à falta de transporte.

09 dezembro 2020

Deputado divulga nota sobre Transporte Escolar do Estado

 NOTA / TRANSPORTE ESCOLAR

Nessa terça-feira, 8 de dezembro, conversei com empresários do Transporte Escolar. Eles me enviaram a cópia da circular nº 317/2020 da Secretaria da Educação encaminhada aos mesmos, datada em 07/12. Neste documento, a Seduc não informa sobre o pagamento da parte fixa retroativa ao mês de abril e das vistorias (emendas de minha autoria aprovadas pela Assembleia Legislativa e sancionadas pelo governador Eduardo Leite) conforme consta na Lei 15.536, de 21 de outubro de 2020. 

Informo que, imediatamente, cobrei explicações da Seduc e do líder do governo. Nesta quinta-feira (10), me encontrarei pessoalmente com o governador, com o objetivo de buscar uma solução para o Transporte Escolar, que foi um dos setores mais afetados pela pandemia.

Pedro Pereira

19 março 2019

Transporte Escolar enfrenta dificuldades no Arvorito

Imagem retrata a situação das estradas do Arvorito - 3° distrito, onde uma Kombi do transporte escolar acabou atolando na segunda-feira (18).

24 outubro 2018

Sem receber empresa suspende transporte escolar no 5° distrito

A menos de duas semanas das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e a pouco mais de um mês do Programa de Avaliação da Vida Escolar (PAVE), os estudantes da Escola Estadual Professor João Veridiano, no 5º Distrito de Canguçu, estão prestes a completar duas semanas sem aulas. Por conta de falta de pagamento, a empresa que realiza o transporte de 134 dos 128 alunos parou de prestar o serviço.
Já se vão três meses desde que o último pagamento foi realizado. Como forma de pressionar o governo estadual, uma comitiva foi a Porto Alegre na última segunda-feira para exigir medidas da Secretaria de Educação (Seduc). Quando ouviu que não há dinheiro e que é necessário atender primeiro às prioridades, o diretor da escola, o professor de física Marcos Azevedo Barcellos, perdeu a paciência. “Eu disse que é um descaso total. A educação não é prioridade. Não tem verba para transporte de estudantes, mas tem para reajuste do governador, do vice, dos deputados”, conta.

Na reunião, a secretaria informou a Barcellos que ele deveria notificar oficialmente a empresa, para que ela volte a atuar. “Mas não fui eu que contratei, não fiz a licitação. Esse trabalho é deles”, reclama.
O valor diário do contrato do governo do Estado com a empresa que realiza o transporte é de R$ 6.051,89. A cada mês, são pagos R$ 121.037,80. Ao Diário Popular, a responsável pela transportadora, afirmou que, após juntar fundos necessários para compra de diesel, deve retomar a prestação de serviço na segunda-feira. O roteiro até a escola é de 400 km por dia.


Contraponto
Ao Diário Popular, o titular da 5ª Coordenadoria Regional de Educação (5ª CRE), Carlos Humberto Marques Vieira, salientou que está previsto no contrato que a empresa vencedora da licitação receba em espaços de três meses.

Segundo o coordenador, não é possível cravar uma data para que a situação seja normalizada, mas é possível que a sexta-feira marque o fim do impasse. “É preciso ter dinheiro em caixa e a situação do Estado todos sabem qual é. O governo está fazendo o pagamento dos servidores, que é a prioridade, e na sequência fará o acerto com os fornecedores.”

Salas vazias
Enquanto o nada impera, os 124 alunos que necessitam do transporte permanecem sem aula – e muito provavelmente entrarão 2019 ainda no ano letivo de 2018. A situação mais preocupante é a dos estudantes do terceiro ano. Além da tensão com a proximidade do Enem e do Pave, a formatura, que teoricamente seria um momento de festa, virou apreensão. O evento ocorrerir no dia 22 – banda, buffet, salão, tudo agendado -, mas, como as aulas ainda não terão terminado, tudo terá de ser remarcado. “Era para estarmos nos preparando para o nosso futuro e temos que ficar em casa. É preocupante”, lamenta Maira Raddatz, de 18 anos.

A filha de Marcia Jeske, Jennifer, de 16 anos, está no segundo ano e tem uma das melhores médias de notas da João Veridiano. Mas, por conta da paralisação das aulas, se viu obrigada a trocar de escola – a mais próxima fica a 14 km da atual. (Diário Popular)

28 março 2017

SEDUC fala sobre problemas no transporte escolar

A Secretaria de Estadual de Educação (Seduc) confirmou que o transporte escolar não está operando totalmente em 15 municípios gaúchos para alunos de colégios estaduais. Apenas em duas cidades onde o Estado é responsável pelo transporte o sistema funciona normalmente: em Cacequi e em São Jerônimo. O transporte é obrigatório apenas para alunos que residem na zona rural. O número de alunos afetados pela falta do serviço não foi informado.

O Estado é responsável pelo transporte de alunos de colégios estaduais, mas, há anos, um convênio chamado de Programa Estadual de Apoio ao Transporte Escolar (Peate) é feito entre RS e municípios. Pelo acordo, o Estado repassa um valor para que os municípios façam os transportes. Em 480 cidades gaúchas, as prefeituras são as responsáveis, e não há interrupção do serviço. Mas, afirmando que os repasses estão defasados, 17 prefeituras devolveram a responsabilidade ao Estado - é justamente nessas cidades que acontecem os problemas.

Em oito municípios, o problema atinge todas as linhas: Cachoeira do Sul, Carazinho, Santiago, Quaraí, Rosário do Sul, Gravataí, Arroio Grande e Pinheiro Machado. Em outras sete cidades – São Francisco de Assis, Jaguari, Encruzilhada do Sul, São Lourenço do Sul, Jari, Santo Ângelo e Canguçu –, a interrupção é de apenas algumas linhas. As aulas começaram no dia 6 de março. 

A Seduc afirma que, em todos os casos, os lotes estão em processo final de contratação de empresas responsáveis para operar o serviço. Conforme a secretaria, o prazo para que as prefeituras confirmassem adesão ao Peate expirou em 7 de fevereiro, o que contribuiu para o atraso na licitação e contratação dos serviços.

Em muitos casos, conforme a Seduc, não houve empresas interessadas no processo licitatório e, em outros, as vencedoras não apresentarem a documentação exigida. A Seduc salienta que os pré-requisitos de segurança e documentação dos veículos são minuciosamente analisados.

Por meio da Famurs, prefeitos do Estado afirmam que o déficit nos repasses para o Peate chega a mais de R$ 100 milhões. Por isso, muitos devolveram a responsabilidade para o Estado. As prefeituras são responsáveis pelo transporte escolar em colégios estaduais em 480 municípios gaúchos. 

13 maio 2016

Reunião, em POA, tratou do Transporte Escolar

Os vereadores César Madrid (PP), Neviton Nornberg (PDT), César Silva (PSB), acompanhados de 
empresários do transporte escolar, diretores de escolas e pais de alunos, estiveram na quinta-feira (12) na Secretaria Estadual de Educação para tratarem do impasse que culminou na paralisação do transporte escolar da rede estadual de ensino em Canguçu. Na Secretaria, foram recebidos pelo Secretário em exercício da Educação, Luís Antônio Alcoba de Freitas, juntamente com demais representantes do governo do estado. Também se fez presente na reunião, o Deputado Estadual Pedro Pereira (PSDB). 
Na reunião o Secretário  afirmou que a verba destinada ao pagamento do transporte já está reservada, que os pagamentos já estão empenhados, mas que devido a um erro grave de comunicação entre a secretaria e a 5ª CRE, os pagamentos ainda não foram efetuados. Conforme Alcoba, nos processos mandados pelos transportadores, há diversos erros que precisam ser corrigidos para liberarem o pagamento do serviço. Em contrapartida, os empresários afirmam que nunca foram notificados destes erros, confirmando a tese da divergência de comunicação entre governo e 5ª CRE. Na reunião foi acertado que a secretaria irá mandar uma comitiva a Canguçu na próxima semana para alinharem os erros dos processos junto aos transportadores. 

Fotos:Junior Schellin/Especial

10 maio 2016

Reunião na ETEC sobre o transporte escolar

Fotos: Augusto Pinz/Canguçu em Foco

O Coordenador Regional de Educação, Antonio Carlos Brod, esteve em Canguçu nesta terça-feira (10), para tratar dos problemas enfrentados pelo transporte escolar do estado no município. Em reunião na Escola Técnica Estadual de Canguçu (ETEC) participaram os empresários do transporte e representantes das escolas estaduais, além de vereadores.
Brod foi realista com a situação do estado, de desgaste financeiro, e rebateu as informações de que o atraso se deve a ação da 5ª CRE. Ele disse que tudo o que foi pedido foi repassado para a Secretaria Estadual de Educação e lá estaria trancado o processo. Não só em Canguçu que os transportadores não receberam. O atraso se arrasta também em outros municípios. O fato mais preocupante da reunião foi a declaração do coordenador de que não existe previsão de pagamento.
Os contratos de prestação de serviço foram feitos em 02 de março deste ano e até o momento nenhuma empresa recebeu os valores. Com mais de 60 dias de atraso os empresários suspenderam o transporte sem condições de manter o serviço. 
Na quinta-feira (12) uma comitiva irá até o secretário estadual de educação, Vieira da Cunha (PDT), buscar uma proposta para regularizar a situação.

01 dezembro 2015

Estado coloca em dia repasses para o transporte escolar

Após concluir o pagamento da folha salarial de novembro dos servidores vinculados ao Poder Executivo, o Estado definiu algumas prioridades na lista de compromissos que foram postergados, entre esses o transporte escolar e parte do custeio da saúde.

Ainda na manhã desta terça-feira (1º), a Secretaria da Fazenda valeu-se de R$ 62 milhões de receita e dos saldos dos depósitos judiciais para despesas prioritárias na área social e com caráter de folha.

Com a destinação de R$ 22 milhões para as prefeituras conveniadas, o Estado quitou os meses de outubro e novembro e colocou em dia os repasses referentes ao transporte escolar. Outros R$ 20,9 milhões serão destinados para a saúde, R$ 8,1 milhões para a autonomia financeira das escolas e R$ 378 mil para a alimentação de presidiários.

Veja a lista de pagamentos:
·         Transporte Escolar (outubro e novembro):  R$ 22 milhões
·         Custeio da Saúde: R$ 20.962.464,56
·         Autonomia Financeira Educação – R$ 8.150.237,47
·         Repasse Emater (caráter de folha – novembro): R$ 10,5 milhões
·         Gêneros alimentícios – Susepe: R$ R$ 378.191,58
·         Bolsa-Pesquisa Fapergs (setembro): R$ 2,25 milhões
·         Repasse Cesa (caráter de folha):  R$ 2,54 milhões

Nessa segunda-feira (30), contando com recursos de R$ 302 milhões de antecipação dos incentivos fiscais do Fomentar-RS (Fundo de Fomento Automotivo do RS) o Estado conseguiu pagar em dia a folha de novembro, um total de R$ 1,2 bilhão. A parte líquida atingiu a marca de R$ 967 milhões.

Outros R$ 55 milhões são necessários para a folha dos quadros das autarquias e fundações, R$ 120 mil para as consignações bancárias e R$ 72 milhões para tributos. Ao todo, são 348 mil vínculos entre servidores ativos, inativos, pensões previdenciárias e pensões alimentícias.

A parcela da dívida com a União, no valor de R$ 270 milhões, não foi paga na data contratada (último dia útil) pelo nono mês consecutivo. Nos últimos meses, a Fazenda vem postergando ao redor de R$ 600 milhões de contas com fornecedores, prefeituras, repasses para a saúde e custeio dos órgãos públicos.

28 outubro 2015

Municípios têm prejuízo de R$ 80 milhões com transporte escolar

Uma pesquisa realizada pela Famurs constata que as prefeituras gaúchas tiveram prejuízo de R$ 80,3 milhões com o transporte escolar de alunos do Estado em 2014. Conforme o estudo, elaborado em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime/RS), o problema afeta 85% dos municípios do Rio Grande do Sul. O levantamento, realizado entre agosto e outubro de 2015, contou com as respostas de 380 das 481 prefeituras que possuem convênio de transporte escolar com o Estado.

Os prefeitos reclamam que os recursos repassados pelo Palácio Piratini são insuficientes para manter o serviço. "Estamos gastando mais do que recebemos do Estado para realizar um serviço que não é nossa obrigação. Queremos ajustar essa conta. Não estamos reivindicando nenhum direito dos municípios. Apenas cobramos que o governo cumpra seu dever", reivindica o presidente da Famurs, Luiz Carlos Folador.
Débora Szczesny

No ano passado, os municípios receberam R$ 98 milhões para transportar os estudantes da rede estadual, o que representa um investimento médio de R$ 630 para cada um dos 155 mil alunos do Estado. No entanto, o valor efetivamente gasto pelas prefeituras com o transporte escolar foi de R$ 1.161 por aluno, totalizando uma despesa de R$ 178 milhões em 2014.

Para o próximo ano, o Estado prevê um investimento de R$ 105 milhões no transporte escolar. A Famurs considera o montante insuficiente e propõe uma emenda no valor de 80 milhões, totalizando uma verba de R$ 185 milhões. O assunto será debatido esta quarta-feira (28/10), a partir das 16h30, com o presidente da Comissão de Finanças da Assembleia Legislativa, deputado Luis Augusto Lara, e com o relator do orçamento do Estado para 2016, deputado Marlon Santos.

Déficit de mais de R$ 1 milhão

Na região das Missões, Santo Ângelo acumula o maior prejuízo no transporte escolar do RS. O município teve, em 2014, um déficit de quase R$ 1,7 milhão. No período, a prefeitura transportavou 981 alunos da rede municipal e 1.020 da rede estadual. O prefeito Valdir Andres afirma que a situação atual é insustentável. "É impossível manter o convênio nos moldes atuais", critica.

A prefeitura notificará o governo do Estado no final deste ano. "Diante da crise, não teremos recursos. Será preciso suspender o transporte escolar para alunos do Estado", adverte. Em Caxias do Sul, também no ano passado, o déficit com o transporte escolar foi de R$ 1,6 milhão. Entre os municípios com maior prejuízo na área estão Santa Rosa, Erechim, Marau, Bento Gonçalves, Venâncio Aires, São Gabriel e Ijuí.

Déficit dos municípios 

Santo Ângelo – R$ 1.693.638,26
Caxias do Sul – R$ 1.617.301,41
Santa Rosa – R$ 1.525.161,49
Erechim – R$ 1.354.399,60
Marau – R$ 1.184.442,39
Bento Gonçalves – R$ 1.116.623,52
Venâncio Aires – R$ 1.022.901,83
São Gabriel- R$ 1.014.634,62
Ijuí – R$ 977.130,48

Como funciona o convênio do transporte escolar

O Programa Estadual de Apoio ao Transporte Escolar (Peate) é uma ação do governo do Estado que possui o objetivo de compartilhar com os municípios a responsabilidade da condução dos alunos da educação básica da rede pública estadual que residem no meio rural. Por meio do acordo, o governo transfere recursos financeiros diretamente às prefeituras, que operam o transporte escolar desses estudantes.

Atualmente, apenas 16 dos 497 municípios gaúchos não têm convênio do Peate. Nove prefeituras não possuem zona rural: Alvorada, Cachoeirinha, Canoas, Estância Velha, Guaíba, Lajeado, Porto Alegre, Sapucaia do Sul e Três Coroas. Nas outras sete cidades, a prefeitura não realiza o transporte dos alunos do Estado. São elas: Cruz Alta, Garruchos, Maçambará, Santo Antônio das Missões, Santa Maria, Santiago e São Francisco de Assis.

Evolução dos investimentos do governo do Estado em transporte escolar

2011 - R$ 66 mi
2012 - R$ 80 mi
2013 - R$ 86 mi  
2014 - R$ 98 mi
2015 - R$ 105 mi

A crise do transporte escolar em números
- A pesquisa da Famurs foi realizada entre agosto e outubro de 2015.
- Ao todo, 481 municípios possuem o convênio do transporte escolar (Peate) 
- 380 das 481 prefeituras responderam a pesquisa.
- 85% dos municípios tiveram prejuízos em 2014.
- No total, os municípios tiveram prejuízo de R$ 80,3 milhões.
- As prefeituras custearam 45% do valor no ano passado.
- Em 2014, o Estado repassou R$ 98 milhões para os municípios transportarem os alunos da rede estadual, mas o custo das prefeituras foi de R$ 178 milhões.
- O custo médio do transporte escolar é de R$ 1.161 por aluno, mas o valor médio do repasse estadual é de R$ 630 por estudante.
- A Famurs propõe emenda no valor de 80 milhões ao transporte escolar.
- A Famurs estima que os municípios precisam de R$ 185 milhões para custeio transporte dos alunos do Estado em 2016.
Assessoria de Comunicação Social

28 setembro 2015

Audiência, na Câmara, sobre o transporte escolar

A Câmara Municipal de Vereadores convida: autoridades, direção, conselhos, alunos e pais de escolas estaduais, associações comunitárias para audiência pública no dia trinta (30) de setembro as quatorze (14) horas, na Câmara Municipal de Vereadores, com tema: “Transporte Escolar do Município alusivo das Escolas do Estado”

19 setembro 2015

Reunião na escola Alberto Pasqualini dia 21

A direção da escola estadual de ensino médio Senador Alberto Pasqualini, no Faxinal - 3º distrito, convoca pais e alunos para reunião na segunda-feira (21) às 08h30min para tratar do Transporte Escolar.

07 agosto 2015

Curso de Transporte Escolar na AECC

O Sest/Senat e a Associação Educacional e Cultural Canguçuense (AECC) realizam curso de Transporte Escolar em Canguçu, inicio 14/08, matrículas e informações 9164-0308 ou 8417-3747"

11 maio 2015

Escolas sem transporte escolar

Dura uma semana a falta de transporte escolar em algumas escolas no interior de Canguçu. Nas escolas Gonçalves Dias, José Maria Dutra, Feliciano Barcelos e Cristo Rei alunos e pais reclamam que o transporte não deu mais sinal. O motivo seria a falta de pagamento por parte da Prefeitura para as empresas que cuidam dos roteiros.

27 fevereiro 2015

Transporte Escolar com mudanças entre empresas

Alunos do Assentamento Renascer, Pantanoso e Florida que viajavam na Empresa Transcampos para a cidade, a partir de segunda-feira dia 02 de março de 2015, a linha passará a ser atendida pela Empresa Tessmer e será exclusiva para “estudantes”, que fará o seguinte roteiro:

Saída as 11 horas do Ari Roschild no Assentamento Renascer, segue pela estrada principal, passando E.E.E.F OZiel Alves Pereira em direção a residência do Alberto Cunha, saindo na estrada principal da Florida, RS 265 em direção a cidade, indo até a ETEC e E.E.E.M. João de Deus Nunes
À tarde: Realiza o roteiro inverso, finalizando no ponto de partida.

05 dezembro 2014

Municípios da região Sul recebem novos ônibus para o transporte escolar

Os municípios de Canguçu, Capão do Leão e Pedras Altas, na região Sul do Estado, receberam na manhã desta sexta-feira (05), novos ônibus para o transporte escolar. A entrega foi feito pelo secretário de Estado da Educação, Jose Clovis de Azevedo, e o governador Tarso Genro no Anfiteatro Pôr-do-sol, em Porto Alegre. 
O governador Tarso Genro, enfatizou a importância do transporte escolar, alem de destacar as obras realizadas nas escolas e Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). “Realizamos mais de duas mil obras escolares, saímos do décimo primeiro para o segundo lugar no Ideb. Hoje estamos entregando 112 ônibus escolares. Os avanços que tivemos até aqui se devem ao nosso trabalho e esforço conjunto, governos federal, estadual e municípios”.

Um total de 340 ônibus escolares foi entregue aos municípios com a finalidade de qualificar a frota do transporte escolar gaúcho entre os anos de 2013 e 2014. Os critérios empregados para a distribuição foram o tamanho da área municipal e o número de alunos transportados. O investimento na frota de ônibus escolares totaliza R$ 80 milhões, sendo que somente em 2014, foram destinados à aquisição dos veículos R$ 33 milhões. Com esta ação, o número de alunos beneficiados chega a 107 mil.

“Trabalhamos intensamente junto ao governo federal e com o apoio dos municípios na qualificação do transporte escolar. Conseguimos promover no RS um avanço nesta área que é igualmente importante para a qualidade do ensino, a segurança dos estudantes e, inclusive, para proporcionar a acessibilidade”, afirmou o secretário Azevedo.

Acompanharam a cerimônia a secretária-adjunta da Educação, Maria Eulália, titulares das coordenadorias de educação (CREs) e representantes do legislativo e executivo dos municípios.