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03 novembro 2021

Golpistas se passando por funcionários de bancos

 A Prefeitura Municipal, junto ao Núcleo de Segurança Pública, comunicam que há golpistas entrando em contato com os cidadãos se passando por funcionários da Agência do Banco do Brasil, indicando a necessidade de realização de depósitos para quitação de pendências bancárias. É necessário atenção, uma vez que a agência também efetua contato por telefone, mas não solicita dados pessoais como senhas e dados bancários.



09 janeiro 2018

Golpe usa saque do FGTS para atrair vítimas

Um novo golpe já obteve mais de 600 mil cliques neste ano e utiliza um velho assunto, que por diversas vezes serviu como isca para atrair vítimas em 2017, o saque do FGTS.

Segundo pesquisadores da Eset, fabricante de softwares de segurança, o golpe começa com uma mensagem que informa que quem trabalhou entre 1998 a 2016 com carteira assinada pode receber 2 salários mínimos. A mensagem contém um link onde supostamente é possível verificar a lista completa de beneficiados.

Ao clicar no link, ao invés de obter ou acessar uma lista de beneficiados, a vítima é redirecionada para uma página, na qual deve preencher seus dados como nome, data de nascimento, estado e selecionar outras duas opções.

Ao clicar no botão de download, ao invés de obter a lista, a vítima é instruída a compartilhar a mensagem com cinco amigos no Whatsapp. Para gerar uma aparência de veracidade da ação, os golpistas publicam falsos comentários de supostos usuários no Facebook.

Ao concluir os cinco compartilhamentos, a vítima é automaticamente redirecionada para diferentes sites, chegando em uma página bastante duvidosa que promete vagas de emprego, ou seja, nada relacionado à questão inicial do FGTS.

"Mesmo já tendo terminado o prazo para o saque do FGTS inativo há mais de seis meses, o assunto continua sendo explorado. Isso indica que as principais formas de se proteger de golpes online são a informação e o bom senso. Sempre que receber algo que parece bom demais para ser verdade, desconfie e pesquise sobre antes de clicar”, afirma Camillo Di Jorge, Country Manager da Eset no Brasil.

Vale ressaltar que a Caixa Econômica Federal não tem qualquer tipo de ligação com os golpistas virtuais e seu nome é usado como isca para atrair vítimas. (Yahoo)

07 maio 2015

CPFs divulgados em sites podem ser usados em fraudes sem o dono saber

O site “Nomes Brasil”, que permite que sejam consultados números e situações de CPFs de pessoas apenas digitando seu nome, gerou reclamações e campanhas por sua retirada do ar nesta semana. O Ministério da Justiça informou na quarta-feira (6) que notificou o provedor de acesso do site, pois a prática pode ferir o Código de Defesa do Consumidor e o Marco Civil da Internet. As sanções em caso de irregularidade podem chegar a R$ 7,2 milhões.
O caso, porém, não é o único no Brasil. Segundo o especialista em segurança digital Fernando Mercês, há outros sites semelhantes e os dados vazados podem ser utilizados em fraudes sem que a vítima jamais fique sabendo.

“Esses sites não são novos. Já houve outros e depois e algum tempo eles acabam sendo retirados do ar", diz Mercês, pesquisador de ameaças da Trend Micro.

Outro caso recente aconteceu em dezembro, quando o site “Fonedados” entrou na mira do Ministério Público Federal após gerar revolta entre os internautas. Com um banco de dados contendo informações como números de telefone fixo e de celular, endereços e  CPF, o mecanismo permite que registros sejam cruzados a ponto de, a partir da pesquisa pelo endereço, ser possível descobrir telefones relacionados a ele.
Mercês explica que bancos de dados com informações pessoais de cidadãos coletadas de forma ilegal são comuns e usados por criminosos para diversos tipos de fraudes. Em muitos casos, a pessoa que teve seu CPF vazado nem fica sabendo da irregularidade.
“Podem comprar coisas em nomes de outros, conseguir algum tipo de crédito. Infelizmente, não é difícil, estando em posse dos dados, praticar ações criminosas. A pessoa [que teve os dados roubados] pode acabar com uma dívida”, diz Mercês. “Mas normalmente os criminosos não conseguem um crédito significativo sem a assinatura da pessoa. O que acontece muito é utilizar os dados para registrar compras. Eles mesmos pagam, então a dívida não vai para pessoa, ela não fica nem sabendo. Isso é feito para esconder a real identidade do próprio criminoso se ele quiser abrir uma loja online falsa, por exemplo.”

O especialista explica que o uso de dados para cometer esse tipo de fraude tem como objetivo de “dificultar a ação da polícia depois que o crime vem à tona”, já que o “rastro” deixado na internet tem as informações de outra pessoa, não do criminoso.

“Para comprar um site, um domínio, é tudo feito pela internet. Ninguém verifica se a pessoa é ela mesma. A pessoa consegue fazer essa compra no nome de outra e comete o crime, abre uma empresa fantasma ou coisas do tipo.”
Seu nome na lista de dados roubados
As reclamações de quem encontrou seu nome na lista do “Nomes Brasil” deram origem à uma página no Facebook para reunir pessoas que tiveram seus dados expostos e orientá-las a denunciar o caso ao Ministério Público e à Polícia Federal. O grupo foi criado no dia 3 de maio pela professora de informática Bruna Rodrigues.

“Quando percebi a irritação e o desespero que o site estava causando, precisei fazer algo que reunisse todos os que estavam se sentindo lesados com isto. Meus dados foram expostos pelo site, assim como os da minha família, e isso, claro, contribuiu para que eu tomasse alguma atitude”, conta ela. Até a noite de quarta-feira (6), a “Nomes Brasil – Denuncie” tinha mais de 400 pessoas.
O advogado Franz Brehme, de São Paulo, ficou preocupado ao encontrar os dados de seu pai expostos. Ele também fez uma busca com os nomes de seus colegas de trabalho e descobriu que seus chefes haviam tido os dados vazados. “Nunca tinha visto algo assim, e me parece um absurdo. Fiquei realmente chocado”, diz Franz. “Só têm acesso aos meus dados pessoais (nome e CPF, no caso) quem eu queira e o poder público, dada a necessidade de registro civil, tributação. Não seria, nesse contexto, lícito a nenhum particular divulgar dados pessoais meus, ainda mais sem um propósito específico.”
Procurada pelo G1, a Receita Federal informou que “não fornece e nunca forneceu dados para o referido site”.

Dados roubados são vendidos por R$ 30
Fernando Mercês explica que uma das formas de conseguir informações como CPF é comprando bases de dados conseguidas de forma criminosa, por meio de invasão de sites.

“Existem alguns sites de origem duvidosa que oferecem serviços para que as pessoas consultem dados de clientes, especialmente para empresas de comércio. Mas alguns sites são idôneos, como o do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Quem paga para utilizar os dados desses sites tem um usuário e senha para fazer consultas. Alguns criminosos tentam roubar as senhas das máquinas dessas pessoas”, explica o especialista.
Segundo o pesquisador, bases de dados roubadas desses sites são vendidas ilegalmente por um valor médio entre R$ 25 e R$ 30. “Já bases maiores, com milhares de telefones e nomes de uma cidade grande, está em torno de R$ 750”, afirma.

O especialista aponta que o preço relativamente baixo dos dados mostra que a maioria dos criminosos na internet busca essas informações para fraudes mais lucrativas. “Tem alguns especializados em vender. Como vários criminosos compram, mesmo sendo barato eles conseguem fazer dinheiro. Mas a maioria utiliza os dados para crimes maiores, com ganhos mais significativos.”

Por que os dados viram públicos?
Mercês explica que, uma vez já utilizados os dados para fraudes, esses bancos de dados perdem o valor e passam a ser disponibilizados na internet. “Alguns já usaram a base e ela já perdeu o valor de mercado, então fazem o que fizeram com esse site, colocam publicamente. Fica um tempo e depois as empresas denunciam e as pessoas conseguem acabar retirando isso do ar.”
As motivações para a exposição, segundo o especialista, variam. “Uma delas é provar que eles têm acesso aos dados, fica uma espécie de guerra de egos. Isso não vem ao público, mas entre eles é conhecido quem fez. E outra motivação pode ser o ciberativismo. Eles trabalham com o lema de que a informação tem que ser livre, todo mundo tem que ter acesso.”

A recomendação de Mercês para preservar a segurança de dados pessoais é buscar na internet informações sobre si mesmo para ver se há dados disponíveis em algum site, “para então entrar em contato com o site ou com a própria polícia se o site for falso. Nesse caso, o que dá para fazer é acionar as autoridades.”

Porém, o especialista aponta que, uma vez divulgados os dados, o dano já está feito. O problema é que uma vez exposto na internet não há mais controle. É quase impossível erradicar essas informações”, lamenta.

Fonte: G1

24 setembro 2014

Canguçuense grava tentativa de golpe do Falso Sequestro

Uma moradora da localidade do Alto Alegre - 3º distrito - gravou a tentativa de extorsão por parte de um criminoso que se dizia sequestrador e estaria de posse de uma das filias da vítima. A mulher entrou em contato com vizinhos e assegurou que sua filha estava na escola onde estuda e a partir daí resolveu gravar a conversa para alertar os Canguçuenses deste golpe que continua ocorrendo no município.  Por medo de represálias ela pede para não se identificar.
Por alguns minutos a mulher conversou com o homem que queria dinheiro para liberar sua filha. Ela deu um nome fantasia para a menina enganando o bandido que acreditava se tratar da jovem que na verdade atende por outro nome. 
Nesta vez quem se deu mal foi o bandido, mas outras pessoas já caíram neste golpe antigo em Canguçu. Fica o alerta para maior cuidado.

O GOLPE
O “Golpe do Falso Seqüestro” consiste na realização de chamada informando sobre a realização de um suposto seqüestro de algum familiar da pessoa que atende a ligação.

Na maioria das vezes, o golpista liga para uma pessoa, pedindo que desligue seu celular durante um determinado período, sob a alegação de seu aparelho foi “clonado”. Durante esse período, ele entra em contato com seus familiares e informa sobre o “seqüestro”. A família, ao tentar entrar em contato com a pessoa, percebe que o aparelho está desligado, e acaba acreditando na farsa.

Para evitar que a população seja lesada em um possível golpe, a TIM esclarece que não liga para seus Clientes solicitando que os mesmos realizem testes ou que desliguem o celular.

Veja abaixo as nossas dicas de segurança:

1 - Ao receber ligações de pessoas desconhecidas, não forneça seus documentos e dados pessoais. Oriente seus familiares a procederem do mesmo modo.
2 - Fique atento ao receber ligações a cobrar ou com o número de origem inibido.
3 - Caso seja vítima deste golpe, verifique se seu parente está bem e desligue o aparelho.
4 - Registre a ocorrência na delegacia de polícia mais próxima.

Ouça a gravação:

22 julho 2011

Trotes em nome de morador de Canguçu

Na madrugada desta sexta-feira (22) algumas pessoas estariam passando trotes telefônicos em nome de moradores de Canguçu. Usando nomes de pessoas conhecidas na comunidade os golpistas ligam a cobrar e pedem créditos para o celular.
Um dos nomes envolvidos na história é do fotógrafo Barella. Segundo ele, hoje (22) várias pessoas estiveram nos procurando para saber se é verdade.
Portanto, informamos a comunidade que esta ação é um golpe e caso alguém receba ligação informe o número para a Brigada Militar ou Polícia Civil.

18 novembro 2009

Golpe do Cartão

Um golpista está atacando o comércio de Canguçu através de ligações telefonicas para estabelecimentos e pedindo que sejam colocados créditos em seu celular. O bandido se passa por pessoas conhecidas e comunica ao atendente que conhece os proprietários do local. O homem teria ligado para várias farmácias se identificando como "Dr. Marcos" e se dizendo impossibilitado de ir até o local comprar os cartões telefônicos.
O mesmo golpe teria ocorrido em uma agência lotérica em que o homem teria se passado por funcionário de uma agência bancária chegando a citar o nome do gerente do banco como fator para influenciar na tentativa do golpe. O homem também sabia o nome dos funcionários da lotérica nominando um por um para a atendente.
As ligações aconteceram entra a última semana e a terça-feira (17). Fica a dica para que os comerciantes fiquem em alerta.