NOVANET

Vida Plena

Gordices da KÁ

Mostrando postagens com marcador erva-mate. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador erva-mate. Mostrar todas as postagens

01 setembro 2016

Tem Canguçuense no Clube do Mate

Praticamente é unânime o entendimento de que tomar o chimarrão ou mate, é um ato amistoso e agregador entre os que o fazem, comparado ao espírito democrático que, de mão em mão, mantém acesa a chama do afeto e das tradições culturais.

Consagrado como símbolo da amizade e da hospitalidade, mesmo quando sorvido sozinho, o mate é capaz de proporcionar as sensações de aconchego e introspecção, que unidas harmonizam reflexões e clareza sobre o mundo ao redor.
Clube do Mate presente na 39ª Expointer 

Veja outros participantes no facebook - https://www.facebook.com/ClubedoMateOficial/

Por todos esses motivos, o “Mate” torna-se o ícone perfeito para a representação de uma comunidade, com o foco em aproximar culturas, unir pessoas de diversas regiões, para o exercício pleno da troca de conhecimento, cooperação e solidariedade… Assim nasceu o Clube do Mate Oficial, com o objetivo de reunir os tomadores de mate, aproximar culturas, trocar experiências e cultuar o hábito saudável de sorver o chimarrão que, para muitos, é muito mais do que apenas um hábito, é sim, uma maneira de encarar a vida.

Atualmente, nas redes sociais, a comunidade cresce a uma média 6mil novos seguidores todos os meses. Hoje, com mais de 130mil seguidores diretos, atinge através dos compartilhamentos obtidos, mais de 600mil pessoas mensalmente. Famílias inteiras, crianças, jovens, adultos e idosos, diariamente compartilham fotografias de seu chimarrão com todos os seguidores dessa grande família, “Clube do Mate Oficial”.
http://www.clubedomateoficial.com.br/

Números do setor da erva-mate:

- De acordo com a Embrapa, a erva-mate é explorada economicamente em cerca de 560 municípios do Paraná, de Santa Catarina, do Rio Grande do Sul e de Mato Grosso do Sul.
- O produto gera mais de 710 mil empregos diretos.
- O Estado é responsável por 61,2% da produção nacional com consumo per capita de 9kg/habitante/ano.
- No Rio Grande do Sul existem atualmente 250 indústrias e 200 viveiros.

26 novembro 2014

Grupo quer incluir Erva-Mate na cesta básica

A Câmara Setorial da Erva-mate realizou reunião deliberativa nesta terça-feira (25). A inclusão da erva-mate na cesta básica e a fiscalização da produção estiveram entre as pautas em discussão. O encontro foi presidido pelo secretário da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Claudio Fioreze, e contou com presença dos presidentes do Ibramate, Alfeu Strapasson, do Sindimate, Sergio D'Alaqua, do coordenador da câmara da erva-mate, Carlos Silva, e do coordenador das câmaras temáticas da Seapa, Carlos Barbieri, além de representantes de entidades, Emater e Famurs.
De acordo com Carlos Silva, será sugerida ao Governo do Estado a criação de um grupo de trabalho, formado por entidades, técnicos das secretarias da Agricultura, Saúde, Fazenda e do Ministério da Agricultura, com o propósito de definir as atribuições de cada órgão e as metodologias de fiscalização no processo produtivo da erva-mate.
Outra ação, conforme Carlos Silva, será formalização por parte do Ibramate, junto à Seapa, de um pedido de inclusão da erva-mate na cesta básica. A utilização de produtos que tem como base a erva-mate na merenda escolar da rede estadual de ensino será discutida em reunião com a secretaria estadual de Educação, que deve ser agendada para as próximas semanas.
Sobre o preço de referência, de acordo com Alfeu Strapasson, a leitura do atual cenário apresenta um indicativo para a indústria entre R$ 13 e R$ 17 por arroba, porém, Strepasson adiantou que o tema deve ser aprofundado por meio de um estudo técnico. A ideia é chegar a um valor que contemple todos os elos da cadeia: produtor, indústria e consumidor.    
Ao término da reunião, o presidente do Ibramate, elogiou as ações da Secretaria da Agricultura para o setor ervateiro. “A organização da cadeia produtiva é um divisor de águas. Nosso desafio é ampliar o que foi construído e dar continuidade nas políticas públicas que estão em desenvolvimento. Em três anos foi feito mais que toda a história da erva-mate”, afirmou Alfeu Strapasson.
O presidente do Sindimate ressaltou que a atenção assegurada ao setor permitiu avanços, que devem ter continuidade. “Foi o governo que melhor compreendeu o setor, permitindo sistematizar a cadeia produtiva, garantindo incentivos e políticas específicas para o setor. Podemos crescer mais, em alguns pontos ainda não avançamos, mas só tropeça quem caminha. E nós construímos a base para caminhar para um futuro melhor”, destacou Sergio D'Alaqua.
Carlos Silva detalhou que o diálogo com o setor viabilizou debater novas ideias e superar as dificuldades. “ Os seminários, as reuniões e os debates fortaleceram os laços de amizade com o setor. Fica como legado a retomada da câmara setorial como um espaço de construção e organização do setor ervateiro. Temos a certeza que mudamos o patamar e cumprimos nossos compromissos assumidos no início de nossa gestão”, enfatizou o coordenador da câmara setorial da erva-mate.
Claudio Fioreze agradeceu a participação de todos e defendeu mais uma vez a organização de todas as cadeias produtivas como principal marca do último período. “Trabalhar de forma coesa com os setores, permitiu para a Seapa retomar seu protagonismo na criação de programas e políticas públicas em todas as áreas. Sabemos que há muito para ser feito, porém as maiores safras de grãos da história do Rio Grande do Sul nos dão a certeza que avançamos e recolocamos nosso estado no caminho do crescimento”, argumentou Fioreze. ao final da reunião. 

01 julho 2014

Erva-Mate Portão em Canguçu

Representante e distribuidor: Paulo Perchin
Endereço: Campo Fértil Agrícola: Rua General Osório, 364

28 março 2014

Zero Hora destaca polo de erva-mate em Canguçu


Árvores nativas de Ilex paraguariensis quase escondidas em matas fechadas de áreas
rurais da zona sul do Estado devem ser, em cerca de três anos, um reforço na esperança dos gaúchos de ver o preço da erva-mate baixar ou ao menos interromper a alta nos últimos anos. Formalizado neste mês, em Canguçu, o sexto polo ervateiro gaúcho vai reunir cerca de 200 agricultores, que receberão apoio da Secretaria Estadual da Agricultura e do Instituto Brasileiro da Erva-Mate (Ibramate) para estimular e qualificar a produção.

Presidente da Câmara Setorial da Erva-Mate, Carlos Santos explica que a iniciativa tem como foco atender às necessidades do mercado local e oferecer uma alternativa para reforçar a renda dos produtores.

— Alguns tinham matrizes na propriedade e nem sabiam. Eram plantas adormecidas, que poderiam há muito estar sendo utilizadas comercialmente — conta o coordenador do novo polo, Sérgio Pasa.

O projeto também é um resgate da memória que estava se perdendo. Entre as décadas de 1930 e 1940, a região estava entre as principais produtoras de erva-mate do Estado.

— Quando cidades mais ao norte do Estado intensificaram a produção de erva com sabor suave, os produtores do Sul, que cultivavam um tipo mais forte e amargo, acabaram perdendo espaço — conta o secretário-executivo do Fundo de Desenvolvimento de Inovação da Cadeia Produtiva da Erva-Mate (Fundomate), Valdir Zonin.

Essa história faz parte, por exemplo, das vivências de Eldomiro Schaellin, 40 anos, que exibe na propriedade, em Canguçu, um centenário pé de Ilex paraguariensis. A família vai retomar a atividade para fortalecer a renda obtida com fumo e soja:

— Queremos aproveitar o bom momento da erva-mate no mercado. Temos esperança de que o polo dê certo e tenha continuidade na região.

Para o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Canguçu, Pedro Schiavon, a iniciativa deve contribuir, graças ao aumento da renda obtida nas propriedades, para a permanência dos jovens na zona rural:

— Com mais recursos, filhos de produtores não precisarão abandonar o campo para ter recursos compatíveis com o que precisam para viver.

Como a produção será estimulada
— Os agricultores poderão obter financiamento via Pronaf Investimentos, para pagamento em até 15 anos e juros entre 1% e 2% ao ano para que pequenas propriedades implantem novas mudas de erva-mate.

— Eles receberão apoio técnico para planejar ações de manejo, processamento e distribuição do produto no mercado. A atual fase é de capacitação por meio de cursos e
produção de mudas e manejo.

— O polo envolve as cidades de Amaral Ferrador, Arroio do Padre, Camaquã, Canguçu, Cristal, Dom Feliciano, Herval, Morro Redondo, Pedras Altas, Pelotas, Pinheiro Machado, Piratini, Santana da Boa Vista e São Lourenço do Sul.

Informações de Luísa Martins
Foto: Augusto Pinz/Canguçu em Foco

VEJA MAIS IMAGENS CLICANDO aqui

19 março 2014

Debate, em Arvorezinha, sobre crise da erva-mate

A crise do setor da erva-mate será debatida em audiência da Câmara dos Deputados em Arvorezinha, em data a ser definida. A reunião, proposta pelo deputado federal Alceu Moreira (PMDB), quer debater o aumento do preço, a queda nas áreas plantadas e a  isenção da alíquota do PIS/Cofins.
Alceu Moreia justificou que a questão da erva-mate não é apenas econômica, mas social. "O setor emprega mais de 13 mil pequenos produtores em 267 municípios do Rio Grande do Sul. Cerca de dez mil hectares de áreas foram reduzidas nos últimos anos", completou.
O deputado também é autor de um projeto e de uma emenda em Medida Provisória em tramitação no Congresso para isentar o PIS/Cofins do setor.

12 março 2014

Canguçu é o 6º polo ervateiro do estado

O Rio Grande do Sul conta, a partir desta quarta-feira (12), com seis polos ervateiros. O ato instituindo o Polo Sul foi assinado nesta manhã em Canguçu pelo secretário da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Luiz Fernando Mainardi. O município, que conta com mais de 15 mil estabelecimentos rurais, tem 67% da população residente no interior e, no início do século XX, foi o maior produtor de erva-mate do Estado. 
Secretário Mainardi (E) esteve em Canguçu para lançamento do polo.
Foto: Augusto Pinz

Em 2011, foi implantada a Câmara Setorial da Erva-mate. A partir de então, com a organizaçãoMaido setor, foram criados o Fundomate e o Ibramate. Conforme Mainardi, essas não foram simples ações de governo e sim políticas públicas de Estado. "Pela primeira vez, o Estado assumiu a responsabilidade de organizar a cadeia produtiva e avançamos de tal forma que hoje podemos dizer que, ao encerrar um trabalho de três anos, conseguimos aproximar o produtor da indústria e organizar o setor", afirmou. 

Nesse novo Polo Ervateiro, que tem Canguçu como sede, será possível utilizar recursos do Ibramate para desenvolver projetos, identificar plantas de qualidade, criar uma estrutura de produção de mudas, oferecer assistência técnica para adoção de manejo adequado e organizar uma política regional do Polo Ervateiro. "Até agora, eram cinco polos ervateiros, cada região com a sua particularidade, mas nenhuma teve a oportunidade de trabalhar do zero com uma perspectiva de mercado futuro como aqui na Região Sul", salientou Mainardi. 

Na ocasião, o coordenador do Polo, Sergio Pasa, destacou que a iniciativa representa para o município de Canguçu e para a região ervateira do sul do Estado uma nova atividade. "Além de resgatar a história dessa árvore símbolo do Rio Grande e provar que a região já foi uma grande produtora, agora os produtores terão uma nova alternativa de renda". 

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Canguçu, Pedro Adão Schiavon, também lembrou a tradição da região na produção de erva-mate e que muitas mudas e sementes de árvores nativas que deram origem a outros polos saíram do município. "Houve uma época em que até times de futebol da região levavam no nome marcas de erva-mate. Essa nova arrancada também resgata a história de Canguçu". 

Já o secretário executivo do Fundomate e representante do Ibramate, Valdir Zonin, salientou que apenas cinco câmaras setorias estavam organizadas em 2011. Hoje, são 19, uma prova do comprometimento da secretaria com os setores produtivos. "A primeira iniciativa do polo será selecionar as melhores plantas para construir viveiros que vão garantir a qualidade da erva-mate produzida na região. Estamos proporcionando outra opção de renda para os produtores e, para isso, é preciso plantar mudas de qualidade para garantir o consumo futuro. O município também pode virar um polo industrial, o que é mais uma alternativa", explicou Zonin. 

O prefeito de Canguçu, Gerson Nunes, destacou a importância da organização do polo para atrair indústrias, trazer resultados financeiros para os produtores e contribuir para o desenvolvimento do Estado. "Não é um incentivo a uma monocultura, mas sim uma possibilidade de diversificação das propriedades e aumento da renda. Que aconteça como foi com a cultura do fumo, que foi introduzida e hoje o nosso município é o segundo maior produtor do país. Vamos somar esforços para desenvolver essa alternativa aqui em Canguçu". 

O sexto Polo Ervateiro do RS tem início com a participação de 14 municípios da Região Sul, sendo eles Canguçu, Pelotas, Piratini, Arroio do Padre, São Lourenço do Sul, Cristal, Camaquã, Amaral Ferrador, Pedras Altas, Herval, Pinheiro Machado, Dom Feliciano, Santana da Boa Vista e Morro Redondo. 

Mais renda para o produtor 
Na ocasião, Mainardi ainda defendeu que o trabalho da Secretaria da Agricultura nos últimos três anos em concentrar esforços para melhorar a relação dos produtores com a indústria e fazer prospecções de mercado, além de pensar formas de viabilizar renda ao produtor, aumento da produção de alimentos e, desse modo, contribuir com a economia do Rio Grande. 

Segundo o secretário, o Estado e o Governo Federal têm feito a sua parte, levando em consideração a cultura de cada região para propor alternativas. "Por isso, trabalhamos sob uma perspectiva de integração de culturas através dos programas para irrigação, modernização da agropecuária e para secagem e armazenagem de grãos nas propriedades. Ter uma visão global do Rio Grande do Sul é compreender a complexidade da atividade agropecuária", completou. 

Polos existentes 
Os polos que já existem são os do Planalto e Missões, Alto Uruguai, Nordeste Gaúcho, Alto Taquari e Vale do Taquari.

17 janeiro 2014

Seminário em Canguçu discute o potencial da Erva Mate na região

A região de Canguçu foi, em meados da década de 30 e 40, um importante pólo ervateiro do Rio Grande do Sul e hoje ocupa o 6° lugar no Estado. Com o objetivo de reconstituir este pólo, diversas entidades e produtores se reuniram na tarde da última quinta-feira (16/01), no Cine Teatro-municipal de Canguçu, para a realização do 1° Seminário Regional da Erva-Mate. No município, a localidade de Herval, no 2º Distrito, concentra o maior número de produtores com a cultura implantada e que apresentam potencial para viabilizar a comercialização.

 Durante à tarde, diversas palestras discutiram o futuro da produção na região, o engenheiro agrônomo da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa), Valdir Zonin, um dos painelistas do Seminário, comentou: “Nós vamos fazer capacitações e treinar os agricultores para a produção de erva mate”, Zonin ainda salientou: “Temos que incentivar a produção orgânica para que o consumidor tenha sempre uma erva mate de qualidade”.

Além das políticas públicas estaduais, assunto abordado por Zonin, as tendências de Mercado, a organização e o fortalecimento do polo ervateiro e os relatos sobre as propriedades da região também foram temáticas levantadas durante a tarde no Seminário. O técnico da Inspetoria de Defesa Agropecuária, de Canguçu, Sérgio Antônio Pasa, salientou que o pólo de Canguçu possui cerca de 200 produtores da cultura e que a grande maioria não realiza o manejo comercial da Erva Mate.
 O evento contou ainda com a participação do prefeito do município, Gerson Nunes, pesquisadores da Embrapa Clima Temperado, representantes do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Sicredi, Secretaria de Desenvolvimento Rural Pesca e Cooperativismo (SDR), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Coordemor, Cored-Sul, além dos extensionistas da Emater/RS-Ascar, dos municípios de Canguçu, Morro Redondo, São Lourenço do Sul e do Escritório Regional Pelotas.
 Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar – Regional de Pelotas
 

28 abril 2012

Angelux Pax na VII FECICAN

A Angelus Pax está presente na 7ª Fecican que vai até 1º de Maio. Junto ao stand está a  Erva Mate Valério com distribuição de erva e água quente. Traga sua cuia aproveite para conhecer um pouco mais da Angelus Pax e preencha um cupom para concorrer a um lava jato que será sorteado no término da feira.

14 julho 2011

Erva-mate Rei Verde

A Ervateira Rei Verde Ltda foi fundada em 23 de maio de 1985 e teve como idealizador o Sr. Odilo Vier, empresário com experiência no ramo ervateiro desde 1944. Com o passar dos anos,um conjunto de pessoas passaram a formar a grande família Rei Verde, mantendo sempre a mesma tradição, qualidade e credibilidade.
Em 2003 a Ervateira Rei Verde recebeu do MTG o selo “Isso TCHÊ”, certificado de qualidade de seu produto. A rei Verde foi a primeira e única empresa do ramo a receber este destaque, provando com isso a pureza, a qualidade, e a autenticidade da Erva Mate Rei Verde.
Em 2005, ao completar 20 anos, a Ervateira Rei Verde, criou seu próprio selo de qualidade. Este selo, comemorativo aos vinte anos, é representado pela bandeira do Rio Grade do Sul e uma cuia de chimarrão estilizada, tem por objetivo divulgar, em seus produtos, os vinte anos de atividade, bem como a tradição, a cultura, e o símbolo de visita e hospitalidade do nosso Estado.
Em Canguçu você encontra Rei Verde no Big Super, Unisuper, Vergara 1 e 2, Peruzzo e Heling. Contatos e mais informações em nosso município e região, eventos, mateadas, fale com DIÉLE OLIVEIRA (53) 8128-0995.

16 setembro 2010

Caderno de Encargos para erva-mate é apresentado

Foi realizado nesta terça-feira (14), na sede da Emater/RS-Ascar, encontro que reuniu representantes das ervateiras Ximango, Valerio, Safra e Nutrimate, do Sindimate e da Emater/RS-Ascar. O objetivo foi discutir e aprovar, entre todos os agentes da cadeia produtiva da erva-mate, conceitos que irão integrar o Caderno de Encargos da Gerência de Classificação e Certificação da Emater/RS-Ascar.

Na reunião, foram definidos os itens que irão constar do novo Caderno de Encargos para obtenção do Selo de Qualidade Certificada Emater/RS e redefinidos os parâmetros para classificar as ervas-mates nativa, tradicional, moída grossa e moída fina. Segundo o gerente de Classificação e Certificação, Edemar Streck, uma das novidades é que, para obter o Selo, a composição da erva-mate não pode mais conter açúcar, embora essa composição seja permitida pela ANVISA. Também foi apresentado o Manual de Boas Práticas Agrícolas para as ervateiras, que servirá de referência para a capacitação de técnicos e produtores.

O Caderno de Encargos para a erva-mate tem, entre outros, orientações referentes ao sistema de cultivo, colheita, transporte, bem como dos processos de recepção, secagem, beneficiamento, embalamento, distribuição do produto, de gestão ambiental, da sáude ocupacional, segurança no trabalho e de responsabilidade social das empresas. A Emater/RS-Ascar concede o Selo às empresas ervateiras que se adequam aos requesitos estabelecidos e que estão em consonância com a Legislação Sanitária, principalmente quanto às Boas Práticas de Fabricação (BPF).

No Estado do Rio Grande do Sul existem atualmente 340 ervateiras, desde fabricação familiar, de pequeno, médio e grande porte com produção anual de 78 mil toneladas de erva. Hoje, quatro ervateiras possuem o Selo Qualidade Certificada Emater/RS com produção de 15.600 toneladas de erva (Ervateira Vier, Ximango, Barão e Valério).

Assessoria de Imprensa Emater/RS-Ascar
imprensa@emater.tche.br

24 agosto 2010

Preparar um Mate Rapidíssimo

Este mate é preparado em 15 segundos no máximo... Escola do Chimarrão em 11 segundos, fotografado e montado pela Presidente do Instituto Liliane Pappen.


Tente fazer seu mate em 15 segundos...não entope... Aproveite. Já sabe né? Erva mate boa... é aquela que vc gosta!!!!