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22 janeiro 2018

Roteiros de coleta dos exames do mormo

A Prefeitura Municipal de Canguçu através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Agrário vem através deste, divulgar os roteiros de coleta para exames de mormo e anemia infecciosa equina (AIE), conforme tabela abaixo. Os exames terão um custo de R$ 65,00 (Mormo + AIE),sendo o mesmo de responsabilidade de cada proprietário. 



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08 junho 2016

RS registra 62 casos de mormo em um ano

A Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul (Seapi) se reuniu com criadores de equinos do Estado para dar um panorama sobre os casos de mormo. Nos últimos 12 meses, dos cerca de 180 mil exames realizados, o número de animais afetados com a doença chegou a 62.

Segundo Gustavo Diehl, coordenador do Programa de Sanidade Equina da Seapi, o número pode ser considerado baixo, uma vez que o Rio Grande do Sul possui mais de 111 mil propriedades com equinos, em uma população de 529 mil cavalos. Apesar da baixa incidência, Diehl recomenda: “é fundamental que os proprietários realizem exames, inclusive naqueles animais que não foram testados, para que o cerco a doença aumente”.

Também durante o encontro foi discutida a ampliação de permissão de trânsito de equinos, por meio da emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) para o exame negativo do mormo, para seis meses (180 dias). Hoje a permissão vale para 60 dias. 

“Com a ampliação da permissão de trânsito de equinos, buscamos que todos os proprietários dos animais tenham condições de realizar os exames e, da mesma forma, tenhamos a garantia de manutenção dos eventos equestres”, ressalta o secretário da agricultura, Ernani Polo.

13 novembro 2015

Mormo continua preocupando; Bagé e Santa Cruz tem casos

Segundo o jornal "O Sul", cerca de 100 alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Doutor Álvaro Ferreira Leite, em Cruz Alta, serão transferidos, a partir de segunda-feira (16), para outro colégio. A mudança é uma medida de prevenção, pois dois cavalos de uma propriedade que fica em frente à instituição foram diagnosticados com a doença do mormo.

De acordo com a Secretaria Municipal de Educação de Cruz Alta, o transporte dos alunos será feito pela prefeitura. Eles passarão a estudar na Escola Estadual Margarida Pardelhas. A distância entre as duas é de cerca de dois quilômetros e meio.

Bagé (RS) registra primeiro caso de mormo no município em um animal que estava no Circulo Militar. A inspetoria veterinária já interditou o local e realiza exames em outros 38 animais que tiveram contato com o infectado.

06 outubro 2015

Registrados casos de mormo em Pelotas e Camaquã

O número de equinos diagnosticados com mormo subiu para 15 no Rio Grande do Sul. Os novos casos foram confirmados em Pelotas e Camaquã, nesta segunda-feira (5), totalizando 11 focos da doença.

A cidade com mais casos é Santo Antônio das Missões, com cinco animais.

De acordo com o chefe da divisão de Defesa Sanitária Animal da Secretaria da Agricultura e Pecuária, Marcelo Göcks, 13 propriedades ainda aguardam resultados de exames no Estado. A orientação, após o diagnóstico, é sacrificar o animal.

No entanto, dois proprietários conseguiram liminar na Justiça para impedir a morte do cavalo em Uruguaiana e Alegrete. A Procuradoria Geral do Estado vai recorrer das decisões.

Além desses casos e dos dois novos confirmados, todos os outros equinos já foram sacrificados, segundo a secretaria. 

A doença

O mormo é uma doença infecciosa que acomete os equinos. Não há vacina e nem tratamento para a doença que é causada por bactéria. Ela é transmitida pelo contato com o material infectante, pelas vias aéreas, principalmente por secreções ou por bebedouros ou comedouros. (Gaúcha Zona Sul)

13 agosto 2015

Mormo tem alto índice de morte em Humanos

Com a decisão do município de Canguçu em realizar os desfiles da Semana Farroupilha com os cavalos, o debate sobre a doença conhecida popularmente como "Mormo" ganham força na comunidade. A Prefeitura assinou convênio garantindo os exames que concedem uma guia para circulação dos animais sem a presença da bactéria e a Guia de Trânsito Animal (GTA), como é chamado, será exigido de cada um dos presentes no desfile.
Segundo o coordenador da 21ª Região, Marco Aurélio "Bicudo", durante entrevista para Rádio Liberdade AM a fiscalização das entidades erá rígida, até porque a multa para o organizador do evento é de R$ 15 mil além de R$ 1.500,00 para cada animal sem a guia.
O Coordenador da Inspetoria Veterinária de Canguçu, Francisco Coelho, foi entrevistado na Rádio Cultura AM, na manhã desta quinta-feira (13) e alertou sobre os riscos da doença que pode ser transmitida para humanos com índice de mortalidade de 95%. Os animais infectados e portadores da bactéria devem ser sacrificados. Já o site da Secretaria Estadual de Agricultura dá como 100% de mortes.
Até o momento um caso foi registrado no município de Rolante (RS) o que fez com que o Estado lançasse um manifesto proibindo aglomeração de animais sem as guias pelo período de 6 meses - tempo de encubação da doença.
Cidades como Piratini e Dom Pedrito decidiram suspender os desfiles com cavalos por entender ser difícil o controle.

O mormo

             Registrado pela primeira vez no Rio Grande do Sul, o mormo é uma bactéria que ataca equinos e seres humanos. A gravidade da enfermidade se dá por vários motivos. O primeiro é que não há vacina para combate-la. Uma vez diagnosticado o animal como positivo a única saída é seu sacrifício. Mais grave ainda é que ela pode ser transmitida para o ser humano e também não há cura, em 100% dos casos leva a morte. As principais implicações são febre, úlceras na mucosa nasal, descarga nasal purulenta ou sanguinolenta, abscessos nos linfonodos e dispneia.

Situação atual no Estado

             Desde o primeiro caso em Rolante foram realizados cerca de 6 mil exames em todo o Rio Grande do Sul. Dos exames realizados, 11 deram positivo (suspeito) e foram encaminhadas novas coletas para contraprova no laboratório oficial do Ministério da Agricultura em Pernambuco e ainda não retornaram. As suspeitas foram registradas em diferentes regiões do estado como Litoral Norte, Fronteira Oeste e no Noroeste. Não havendo nenhum caso positivo no período de seis meses desde o primeiro foco, o Estado pode requerer ao Ministério da Agricultura retorno do status anterior de livre do mormo, sem mais ter a necessidade de exigir o exame, prazo esse que se encerra no início de dezembro.
Ouça entrevista do Chefe da Inspetoria local, Francisco Coelho, para rádio Cultura AM nesta manhã:

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