O presidente do Sistema Farsul, Carlos Rivaci Sperotto, morreu neste sábado (23/12), vítima de um câncer no esôfago. Incansável na defesa dos produtores rurais, Sperotto contribuiu para fortalecer o agronegócio gaúcho e brasileiro ao longo da vida e, em especial, durante seu período como dirigente da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul, que presidiu desde 1997.
O velório foi realizado na sede da Farsul até a manhã do dia 24/12, 11h. Após a cerimônia de despedida na sede da Federação, o corpo seguiu para o Crematório Metropolitano.
Mostrando postagens com marcador Farsul. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Farsul. Mostrar todas as postagens
24 dezembro 2017
Morre Carlos Sperotto presidente da FARSUL
O presidente do Sistema Farsul, Carlos Rivaci Sperotto, morreu neste sábado (23/12), vítima de um câncer no esôfago. Incansável na defesa dos produtores rurais, Sperotto contribuiu para fortalecer o agronegócio gaúcho e brasileiro ao longo da vida e, em especial, durante seu período como dirigente da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul, que presidiu desde 1997.
O velório foi realizado na sede da Farsul até a manhã do dia 24/12, 11h. Após a cerimônia de despedida na sede da Federação, o corpo seguiu para o Crematório Metropolitano.
04 julho 2017
Farsul debate com sindicatos em Rio Grande
Foto: Ricardo Ribeiro/Especial
Presidentes dos Sindicatos integrantes da Farsul, na região Sul do estado, estiveram reunidos na manhã desta terça-feira (04) em Rio Grande.
O encontro foi conduzido pelo cangucuense Hermes Ribeiro que tratou do atual momento do agronegócio no país e as perspectivas para os produtores neste próximo semestre, como a questão da reserva legal nas propriedades.
05 setembro 2016
Farsul destaca solidez dos resultados da Expointer 2016
O presidente do Sistema Farsul, Carlos Sperotto, destacou que os resultados alcançados durante a 39ª edição da Expointer ficaram marcados pela palavra “superação”. Apesar do cenário de instabilidade política e econômica vivido pelo país, a feira desse ano alcançou resultados positivos e esteve totalmente voltada para o desempenho do agronegócio gaúcho e brasileiro. Sperotto ressaltou, entre diversos temas, o papel de relevância da Expointer no que diz respeito à aproximação com mercados vizinhos e aumento do diálogo para possíveis parcerias. “Recebemos aqui os ministros da Agricultura e do Trabalho do governo federal, além dos ministros da Agricultura do Uruguai e Argentina, que demonstraram grande interesse em estreitar ainda mais os laços já existentes entre nós”, disse.
Sperotto. Foto: Maidana Idiarte/Canguçu em Foco
Outro destaque apontado pelo presidente é o fato de que a Expointer se consolida, cada vez mais, como uma distribuidora de conhecimento e tecnologia do agronegócio para o restante do país. “Queremos dividir com o restante do Brasil as novas tecnologias, o conhecimento técnico voltado para o desenvolvimento do campo e do agronegócio, e isso esteve simbolizado em todas as ações que realizamos nestes nove dias de feira”, comentou Sperotto.
O presidente da Comissão de Exposições e Feiras da Farsul, Francisco Schardong, ressaltou que, apesar da queda na comercialização de animais em comparação a 2015 – R$ 11,7 milhões neste ano contra R$ 15,5 milhões no ano passado – há uma expectativa positiva para os remates de primavera que estão por vir. “Tivemos uma queda nos cavalos crioulos, que de certa forma foi compensada pelo aumento da procura por rústicos. Para os remates de primavera, a compra de reprodutores por outros Estados gera uma expectativa bastante positiva, principalmente para cruzamentos no Centro-Oeste”.
O vice-presidente da Farsul, Gedeão Pereira, utilizou a expressão “charme da Expointer” para resumir a 39ª edição da feira. Segundo ele, este charme remete principalmente às questões que diferenciam o RS do restante do país, como sua condição climática, que permite que o estado execute trabalhos diferenciados na pecuária. “O Brasil está nos enxergando com outros olhos, especialmente os maiores mercados de carne gourmet, com destaque para São Paulo. A qualidade da carne gaúcha é evidente e se destaca”, diz. Entre os fatos mais importantes da feira, Gedeão aponta a assinatura do protocolo de rastreabilidade com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) por três associações de raças: Devon, Simental e Limousin, que se juntam a outras seis raças que já tinham firmado parceria – Angus, Hereford, Braford, Nelore, Charolês e Wagyu.
A oitava edição consecutiva da Vitrine da Carne Gaúcha, iniciativa da Federação, foi novamente sucesso de público. Foram 3.426 espectadores, com uma média de 107 pessoas por apresentação, que acompanharam a desossa de carcaças bovinas, ovinas e suínas. “Isso representa um aumento de público de 24% com relação a 2015”, diz Luiz Alberto Pitta Pinheiro, assessor técnico da Farsul.
Senar-RS atende cerca de 7 mil pessoas
Os espaços do Senar-RS, espalhados pelos quatro cantos do parque, e o número expressivo de pessoas que participaram das dinâmicas e oficinas realizadas pela entidade, foram, conforme o superintendente do Senar-RS, Gilmar Tietböhl, os grandes destaques desta 39ª edição da Expointer. “O crescimento foi expressivo em termos de circulação de pessoas, perto de 30% com relação ao ano passado”, disse.
Entre as principais ações do Serviço Nacional, destaque para a Vitrine do Leite, que atraiu o maior volume de pessoas entre todas as atividades. A oficina apresentou ao público todos os passos da cadeia do produto, da propriedade rural até as prateleiras dos supermercados, passando pela indústria de distribuição. Neste ano, a Vitrine contou com a peça de teatro infantil “Mimosa na Expointer”, que trabalhou de forma lúdica a valorização da cadeia leiteira.
No Pavilhão de Ovinos e Bovinos, foram realizadas as oficinas com foco nas Boas Práticas Agropecuárias (BPA). Nos ovinos, foram mostradas práticas de manejo sanitário, destacando o diagnóstico de verminose, e técnicas de tosquia. Entre os bovinos, foi dada ênfase nas boas práticas agropecuárias e técnicas de avaliação da genética dos touros. Já no Pavilhão Internacional, as Oficinas de Alimentação ensinaram ao público receitas que tinham como base hortaliças, frutas, mel, olivas e milho.
A novidade ficou por conta da Oficina do Guasqueiro, onde instrutores do Senar-RS explicaram os princípios básicos da profissão, com técnicas de preparação do couro e confecção de peças utilizadas no cavalo. A atividade aconteceu na Pista do Freio de Ouro e contou com a participação de 873 pessoas.
O diretor-superintendente do Sebrae/RS, Derly Fialho, destacou os avanços do programa Juntos Para Competir, parceria entre Farsul, Senar-RS e Sebrae/RS, na feira. Nessa Expointer, passaram pelas atividades do programa mais de 11 mil pessoas, gerando mais de três mil atendimentos. “O Salão do Empreendedor Rural esteve 100% focado no produtor, buscando apresentar as novas tecnologias e gerando conhecimento para aumento da competitividade, gestão e empresariamento no campo”, afirmou. O crescimento no número de atendimentos realizados dentro do Salão do Empreendedor foi de 68% em comparação a 2015.
Casa Rural – oportunidades de negócio
Em sua 11ª participação na Expointer, a Casa Rural – Centro do Agronegócio trouxe oportunidades de comercialização para os produtores rurais durante a feira. Um dos grandes destaques da entidade foi o lançamento do aplicativo para smartphones chamado de Ruralito, cujo objetivo é facilitar a gestão das propriedades rurais e aumentar o número de negócios entre produtores. “Buscamos aproximar o campo das empresas que são nossas parceiras”, diz José Alcindo Ávila, superintendente da Casa Rural.
01 setembro 2016
Falta reconhecimento ao agronegócio
Com tantos resultados positivos colhidos pelo agronegócio nos últimos anos – crescendo em meio à maior crise econômica da história do Brasil e enfrentando perdas fortes em algumas regiões por conta das condições climáticas – era de se esperar que este setor fosse percebido com a importância que de fato ele tem. Enquanto muitos enfrentavam a dura missão de demitir, contratamos mais.
Enquanto o nível de estoque das fábricas atingia níveis terríveis por conta da piora do mercado interno, usamos nossa competitividade global para posicionar em outros países o que a crise não permitia ser consumido aqui, gerando superávit comercial e atividade econômica para agricultura e toda a sua imensa cadeia industrial de fornecimento e serviços de distribuição.
Entretanto, o desempenho não acontece por acaso e nem tampouco depende do desejo do produtor rural, mas de condições mínimas no ambiente econômico.
A começar pelo crédito. Mesmo nós sendo os melhores pagadores do país – já que a inadimplência rural é a mais baixa – os juros estão em patamares impraticáveis comparado aos nossos concorrentes internacionais. Além de caro, a seletividade é tanta que acessa com alguma desenvoltura quem justamente não o necessita.
O crédito nunca foi tão necessário, justamente porque estamos com os custos em patamares desconectados das médias mundiais, devido ao câmbio e a inflação elevou os custos de patamar. Esta corrói não apenas o poder de compra das famílias, mas também as margens dos empresários, não restando nenhum beneficiado.Para completar estamos, de acordo com os meteorologistas, em ano de La Niña sem que tenhamos nos recuperado das perdas do El Niño. Mas o clima é este e sempre foi assim, não há o que reclamar. Necessitamos é um seguro rural que faça frente as condições inerentes à atividade.
No entanto, não é a evolução desta, que é a única política agrícola efetivamente voltada para o produtor, o que temos observado. Pelo contrário! A involução nos últimos anos denuncia a incapacidade do governo em atender as condições mínimas, mesmo tendo um orçamento de mais de R$ 30 Bilhões onde quase nada disso chega à agricultura. Faltou gestão.
Enfim, não basta querer crescer, são necessárias condições mínimas que os governos estão nos devendo. O tempo está nublado para as nossas bandas.
Carlos Sperotto (D) conversa com Governador Sartori (E).
Foto: Maidana Idiarte/Canguçu em Foco
Artigo de:
Carlos Rivaci Sperotto, Presidente do Sistema Farsul e Presidente do Conselho Deliberativo Estadual do Sebrae/RS
06 março 2015
Farsul descarta influência de variação cambial no aumento do pão
A informação de que o preço do pão irá ser reajustado em decorrência do aumento do dólar é refutada pela Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul. A entidade admite que o produto deverá ficar mais caro, mas considera um equívoco responsabilizar o trigo pelo novo valor. O presidente do Sistema Farsul, Carlos Sperotto, afirma que o aumento ocorrerá em consequência do atual processo inflacionário da economia nacional.
Apesar da elevação cambial, o preço do trigo vem recuando no último ano. O valor do buschel (27,2155 kg), atualmente em US$c 494, era cotado em US$c 639, em março do 2014. A diferença representa uma queda de 22,8% nos últimos 12 meses no mercado internacional. No Brasil o quadro é semelhante. O saco de 60kg caiu de R$ 32,81 (mar/14) para R$ 25,42 (mar/15), variação de - 22,5%. Em relação ao trigo, hoje está mais barato produzir pão do que no primeiro trimestre de 2014.
Mas, mesmo com o preço do grão menor, o produto já vem subindo no último ano. O valor médio do quilo do pão francês praticado pelo varejo brasileiro em fevereiro de 2014 era de R$ 8,50. No mês passado ele chegou a R$ 9,45. Isso representa um aumento de 10%. A Farsul indica o processo inflacionário como responsável por esse reajuste, com destaque para os aumentos na energia elétrica, combustível, mão de obra e aluguéis, e continuará influenciando nos próximos meses.
Para Sperotto, se as panificadoras querem reduzir seus custos de produção devem optar pelo produto brasileiro. “Se a indústria quer se proteger da variação cambial e diminuir custos só precisa escolher pelo trigo nacional pagando preço justo ao produtor”, afirma.
16 janeiro 2015
Farsul divulga resultado das exportações do agronegócio gaúcho
A Assessoria Econômica do Sistema Farsul divulgou o Relatório Sobre as Exportações e Importações do Agronegócio Gaúcho. Além da comparação entre os dois últimos meses do ano, o levantamento também analisa o desempenho do setor em 2014 que exportou US$ 12,190 bilhões, 6,56% a menos do acumulado de 2013. Apesar da queda no valor final, alguns produtos tiveram bom desempenho. É o caso do segmento lácteo, que na comparação entre dezembro de 2013 e 2014, obteve um crescimento de 8.100 % (oito mil e 100).
O economista do Sistema Farsul, Antônio da Luz, aponta a soja e o trigo como principais responsáveis pela queda das exportações. Ele explica que a grande safra norte americana unida com a capacidade logística daquele país, fizeram com que o Brasil não tivesse condições de concorrer no mercado internacional. Em relação ao trigo, além dos problemas climáticos que afetaram a produção do grão, da Luz aponta a isenção da TEC como grande causa da diminuição das vendas. “Deixamos de ser exportadores para nos tornar importadores”, comenta.
Outro destaque do economista é a importância dos blocos econômicos. “Para termos uma ideia, a China compra quase 35% das exportações do agronegócio gaúcho. De cada três navios, mais de um parte para lá”, explica. Além do país oriental, a União Europeia responde por 17%, os EUA 4,21% e depois vem o Mercosul, com 3,6%. “Nós exportamos mais para os Estados Unidos que está no outro hemisfério do que para nossos vizinhos. A China, do outro lado do planeta, compra quase 10 vezes mais. Lamentamos não haver acordo bilateral com ninguém, apenas com o Mercosul que não é o nosso melhor parceiro”, avalia.
Da Luz acredita que em 2015 as exportações devem crescer por duas razões: a apreciação do câmbio que tornaria o produto brasileiro mais barato e uma maior produção, principalmente da soja, que devem fazer a comercialização crescer naturalmente. “Também esperamos que a carne continue a crescer, assim como o leite e o arroz, em que temos uma expectativa positiva. Não deve acontecer uma mudança na geografia das exportações, mas a China pode aumentar ainda mais sua participação no nosso mercado”, conclui.
12 dezembro 2014
Segurança é prioridade do campo para 2015
Uma das grandes bandeiras dos produtores rurais em 2015 será a segurança no campo, afirmou o presidente do Sistema Farsul, Carlos Sperotto, em entrevista coletiva de final do ano. Segundo o dirigente, o produtor rural precisa de um seguro rural mais eficiente e de proteção de sua integridade física e patrimonial. "O endividamento que o setor enfrentou por anos, e foi equacionado, está vinculado à inexistência de um seguro rural eficiente. O produtor precisa de tranquilidade para buscar resultados. E precisa de sergurança pública, até para poder levar suas famílias para morar nas propriedades", disse Sperotto, na manhã desta quinta-feira (11.12).
O aprimoramento do aparato de segurança pública nas áreas rurais será uma das principais áreas de trabalho da Federação junto à equipe do novo governador, José Ivo Sartori. Já a melhoria dos mecanismos de seguro rural seguirá sendo negociado com o governo federal. "Agora, na frustração da safra de trigo, já vimos uma melhora no seguro rural", disse o presidente da Farsul. "O seguro é uma das molas mestras da agricultura moderna, mas o Brasil ainda tem uma deficiência grande nessa área", afirmou o vice-presidente da Farsul, Gedeão Pereira. Em 2013, intensificaram-se reuniões da equipe da Federação com técnicos do Ministério da Fazenda e da Agricultura, além de bancos e seguradoras, que resultaram nas melhorias. Com readequações nos cálculos de produtividade esperada, a indenização para quem teve perdas no trigo foi ampliada. "Quem colheu de 10 a 15 sacos por hectare, terá até 50% de aumento na indenização com relação à regra anterior. Quem colheu 20 sacos por hectare, e nem seria indenizado, e agora terá direito a reparação", afirmou o economista do Sistema Farsul, Antonio da Luz.
Queda na renda do produtor
O ano de 2014 também foi marcado por queda na renda do produtor gaúcho, motivada especialmente pela alta nos custos de produção. O sojicultor viu seu lucro cair de R$ 1.464 por hectare para R$ 741 (-51%); o de milho teve redução de R$ 396 para R$ 172 (-43%); já o de trigo viu seu prejuízo aumentar de R$ 218 por hectare para R$ 1.310 (alta de 506% nas perdas); somente o arrozeiro teve em 2014 um ano melhor do que o anterior, com o lucro passando de R$ 459 para R$ 762 por hectare (66%). "Nesta safra, o arroz foi melhor até mesmo que a soja. Faz três anos que o arrozeiro não precisa de um centavo do governo para sustentar preços", comemora o presidente da Comissão de Arroz da Farsul, Francisco Schardong.
A alta dos custos de produção da lavoura é evidenciada pelo aumento de R$ 1,1 bilhão no valor tomado como crédito de custeio de janeiro a outubro de 2014 na comparação com todo o ano anterior. Essa alta não foi acompanhada por aumento no número de contratantes. Já os investimentos tiveram queda de cerca de R$ 1 bilhão na mesma comparação. Segundo a assessoria econômica do Sistema Farsul, o PIB agropecuário gaúcho deve fechar negativo, em 2,33% neste ano. Somando todos os setores, o PIB do Estado deve fechar com alta 0,1%, mas uma queda não está descartada.
Além disso, 2014 foi marcado por uma queda de 3,2% na colheita de grãos gaúcha, na comparação com 2013. Os dados da Farsul indicam uma safra de 29,264 milhões de toneladas. A baixa foi causada especialmente pelo trigo, que sofreu redução de 40,6% na produção, além de ter sua comercialização prejudicada por suspensões temporárias da Tarifa Externa Comum para importação de cereal de fora do Mercosul. "Hoje, temos no Brasil uma cadeia produtiva ordenada, que é a do arroz, e uma totalmente desordenada: a do trigo", disse Sperotto.
Para 2015, a expectativa da Farsul é de melhoria na produção, com projeção de uma safra de 31,637 milhões de toneladas e de um valor bruto da produção de 35,64 bilhões, ou 11,1% maior do que em 2014, quando houve queda de 2% no VBP. "Se isso se concretizar, será bom para a economia, bom para o governo, mas não necessariamente significará mais renda para o produtor, já que a renda dele depende do custo de produção, também", diz da Luz, que projeta pressões de custos formadas por alta nos preços dos combustíveis, da energia e desvalorização do real.
Meio Ambiente
Para Pereira, dar mais eficiência à Secretaria Estadual de Meio Ambiente será um dos grandes desafios do próximo governo estadual. "O Rio Grande do Sul tem perdido até mesmo investimentos industriais em razão de dificuldades de licenciamento ambiental", afirmou. A Farsul também cobra uma definição do órgão ambiental estadual com relação ao conceito de Bioma Pampa a partir do novo Código Florestal. Segundo o assessor ambiental do Sistema Farsul, Eduardo Condorelli, produtores da Metade Sul ainda não têm segurança para enviar a declaração do Cadastro Ambiental Rural (CAR) devido a essas incertezas.
Pecuária de corte
A pecuária registrou bons resultados em 2014. Apesar do avanço da soja na Metade Sul, o abate de bovinos deve permanecer semelhante em 2014 ao número de 2013, mas o VBP deve ter alta de cerca de 20%. Segundo Schardong, a soja tem sido parceira da pecuária, proporcionando pastagens de qualidade no inverno e aumento da qualidade do rebanho. Os preços na temporada de primavera indicam o bom momento: a média dos reprodutores nos leilões foi de R$ 8,5 mil, ante R$ 7,7 mil no ano anterior.
Leite
Uma das metas do próximo ano para a Comissão do Leite da Farsul é lutar para colocar em prática um sistema que não permita fraudes no transporte do leite, após os casos de adulteração expostos na mídia em 2014. “O objetivo maior é fazer com que o leite saia direto do tanque de resfriamento do produtor e chegue na indústria sem a possibilidade de manuseio dessa carga”, afirma o coordenador do órgão, Jorge Rodrigues. Para isso, a saída é fazer a medição por fluxo e coleta do material de análise no mesmo processo. As amostras teriam lacre, que só seria rompido em laboratório. As mudanças, além de evitar fraudes, deixariam o produtor mais tranquilo.
Casa Rural
Em 2014, a Casa Rural - Centro do Agronegócio completou 10 anos. Segundo o gerente da instituição, José Alcindo de Souza Ávila, em 2015 deve ser lançado um plano de saúde direcionado a produtores. "Estimamos que há um mercado de cerca de 200 mil pessoas ligadas aos associados dos sindicatos rurais", disse. Para Ávila, a contratação de um plano de saúde pode dar mais segurança e tranquilidade às famílias de produtores. A Casa Rural também promoveu, em 2014, seis etapas do Fórum Permanente do Agronegócio, com apoio do Sistema Farsul.
10 outubro 2014
Farsul irá à COP 6
O presidente da Comissão do Fumo da Farsul, Mauro Flores, embarca nesta sexta-feira (10/10) para Moscou. O objetivo da viagem é acompanhar a 6ª sessão da Conferência das Partes da Convenção Quadro da OMS para Controle do Tabaco (COP 6). Flores representará a Farsul, a CNA e os sindicatos rurais da região produtora.
Durante a COP 6, as discussões são restritas aos representantes do governo, mas a comitiva, que contará também com representantes da Afubra, Fetag, Sinditabaco e Associação dos Municípios Produtores de Tabaco, ficará reunida na área externa defendendo os interesses dos produtores.
O grupo é contra a restrição ao cultivo e a criação de mecanismos que agridam a prática da livre produção e do livre comércio. O objetivo é de que nenhum produtor seja forçado a abandonar a cultura antes de uma análise detalhada e de longo prazo sobre alternativas de diversificação.
Essa posição já havia sido apresentada pela CNA, Farsul, Fetag e Afubra para os ministros de Desenvolvimento Agrário e da Agricultura. Durante a Expointer 2014, as entidades entregaram documentos que abordava a questão. O ofício pedia a salvaguarda da atividade fumageira e o reconhecimento da importância da participação dos produtores nas discussões em busca das atividades de diversificação.
A colheita do fumo está em fase inicial no Vale do Rio Pardo e deve se intensificar no mês de dezembro. A previsão é de uma safra de 710 mil toneladas nos três estados do sul. No momento estão sendo feitos os cálculos para a atualização dos custos de produção para a negociação com as indústrias em novembro.
31 agosto 2014
Relatório anual do Senar-RS é lançado na 37 ªExpointer
Documento comemorativo aos 20 anos da entidade reuniu dirigentes na casa do SENAR-RS
O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Rio Grande do Sul (SENAR-RS) lançou hoje, (31), o Relatório Anual de Atividades 2013, reunindo dirigentes e convidados no estande da entidade na 37 ª Expointer, em Esteio. O documento apresenta dados dos últimos 20 anos de atuação do SENAR-RS com foco no fomento do desenvolvimento agropecuário gaúcho. Neste período, a entidade contemplou 943.763 produtores e trabalhadores do campo, através de 1.463.837 horas/aula, em cursos de Formação Profissional Rural (FPR) e mais de 800 mil pessoas com ações de melhoria de qualidade de vida por meio de ações de promoção social (P.S). Somando todas as demais ações, foram aproximadamente sete milhões de pessoas beneficiadas diretamente. O superintendente do SENAR-RS, Gilmar Tietböhl disse que os últimos 20 anos foram um divisor de águas para o SENAR-RS e que a entidade está preparada para dar saltos ainda maiores, a partir de 2014. “Em 2013, avançamos no número de treinados, crescemos 10% a 12%. E um dado interessante: dos cerca de 100 mil produtores que foram atendidos pelo SENAR-RS, 54% são mulheres. É o envolvimento das mulheres com a gestão da propriedade”, disse o superintendente. Segundo ele, para os próximos anos existe uma transformação grande nas atividades do SENAR-RS, aumento número de horas dos cursos, com um programa completo de treinamento e agregando assistência técnica na propriedade. Em 2015, já deveremos estar com 1.200 propriedades rurais com assistência técnica, principalmente na área do leite, em todo Estado”.
O presidente do Conselho Administrativo do SENAR-RS, Carlos Rivaci Sperotto, destacou a bagagem de serviço prestado pelo SENAR-RS e disse que a entidade não se preocupa só com Rio Grande do Sul. “Temos um trabalho em parceria com o Sebrae que está para ser nacionalizado: o Juntos Para Competir, já consolidado”, disse. Sperotto destacou ainda os treinamentos realizados pelos produtores rurais gaúchos com foco na pecuária leiteira. “O resultado foi um maior desenvolvimento do setor lácteo, com indústrias leiteiras migrando para o Estado, na região do Planalto. E agora, aqui na Expointer, a Vitrine de Leite traduz este trabalho”, afirmou.
O evento também contou com a presença de produtores rurais que participaram de cursos profissionalizantes do Senar e deram depoimentos a respeito da importância dos treinamentos para o desenvolvimento e incremento da renda no campo.
O relatório traz depoimentos de dirigentes que colaboraram com a construção da história do SENAR-RS, como ex-diretores, produtores rurais, conselheiros, bem como homens e mulheres que, motivados por cursos ou ações do SENAR-RS durante o período de existência da entidade no estado, promoveram mudanças econômicas e sociais em suas vidas.
Além da matéria principal sobre o aniversário da entidade, o Relatório Anual de Atividades 2013 traz o registro da participação da instituição em diversas ações de crescimento qualitativo e quantitativo de produtores e trabalhadores rurais, conquistados por meio de parceiros, como sindicatos rurais, sindicatos dos trabalhadores rurais ou empresas privadas, através de programas e atividades promovidas pela instituição.
A versão digital do relatório está disponível em: Erro! A referência de hiperlink não é válida.
SENAR-RS em 20 ANOS
Formação Profissional Rural (FPR) – 943.763 beneficiados
Promoção Social (PS) – 847.412 participantes
Programa Agrinho – 4.715.000 alunos e 349.000 professores
Programa Alfa – 20.780 beneficiados
Total – 7.320.366 produtores e trabalhadores rurais
ÁREAS DE CURSOS MAIS PROCURADAS EM 20 ANOS
1º Trabalhador na Bovinocultura de Leite (Nutrição de Gado Leiteiro, Primeiros Socorros e Patologias de Bovinos de Leite, etc) – 8.039 eventos com a participação de 121.674 pessoas.
2º Trabalhador na Administração de Propriedades em Regime Familiar (Inclusão Digital, Programa SOL, Gestão Rural Básico, Gestão Rural) – 3.802 eventos com a participação de 54.009 pessoas.
3º Trabalhador na Olericultura Básica (Produção de Hortaliças, Construção de Estufas, Compostagem e outros) – 3.632 Eventos com a participação de 52.588 pessoas
PROJETO GRÁFICO
O Relatório Anual de Atividades 2013 SENAR-RS segue em sua linha gráfica o conceito “Aquarelas”, misturando fotografias coloridas e preto e brancas, de forma orgânica, marcadas por manchas de aquarelas, delicadamente embalado em uma luva transparente em PVC. Os capítulos são abertos com grandes imagens sobre o cotidiano de ensino-aprendizagem da entidade e ilustrados por relatos do público beneficiado e envolvidos no processo. A edição de aniversário ganhou uma linha do tempo, em formato de DNA, que associa, de um lado, fatos do agronegócio gaúcho e, de outro, as iniciativas do SENAR-RS. Outra novidade diz respeito a um capítulo especial para retratar a mídia espontânea gerada ao longo do último ano. “Em 2013, foram 1.198 notícias publicadas em diferentes mídias, refletindo o crescente interesse dos veículos de comunicação”, diz a assessora de comunicação do SENAR-RS, Alessandra Bergmann, coordenadora do projeto. A direção executiva ficou por conta do jornalista Claucio Brião e o projeto gráfico, da designer Dina Dal Pai.
SOBRE O SENAR-RS
O SENAR-RS é uma das 27 administrações regionais do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), vinculado à FARSUL no RS e à Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Criado em 1991, nos moldes dos serviços nacionais de aprendizagem Industrial (SENAI) e Comercial (SENAC). Para levar a mais alta tecnologia ao homem do campo, mantêm parcerias com universidades, centros de pesquisa, entidades de classe e empresas privadas, inclusive em outros países. Em 2013, beneficiou 100 mil produtores e trabalhadores rurais gaúchos, sendo que mais de 70% desse público está estabelecido em pequenas propriedades. Mais: www.senar-rs.com.br
Área de Atividades da Promoção Social – 847.412 pessoas
ÁREAS DE ATIVIDADES MAIS PROCURADAS EM MAIS DE 20 ANOS
1º Artesanato – 7.900 Cursos com a participação de 165.789 pessoas.
2º Alimentação – 3.446 Cursos com a participação de 46.788 pessoas.
3º Educação – 1.217 Cursos com a participação de 22.294 pessoas.
06 junho 2014
PIB gaúcho tem agropecuária como destaque
O agronegócio foi novamente o principal responsável pelo crescimento do PIB gaúcho. O Rio Grande do Sul teve um aumento de 3,2% no primeiro trimestre em comparação ao mesmo período do ano anterior, conforme dados divulgados pela FEE. A Agropecuária apresenta um índice de 6,4%, já os Serviços chegaram a 3,1% e Indústria, 1,5%. A assessoria econômica do Sistema Farsul avalia o desempenho ainda como reflexo da recuperação de 2013. Como há uma concentração na colheita de grãos no segundo trimestre, a parte mais importante na composição do resultado, somente a partir desse período será possível uma melhor avaliação da safra de 2014. Para o presidente do Sistema Farsul, Carlos Sperotto, o setor deverá manter o resultado positivo ao longo do ano, porém com índices menores, pois a base comparativa será maior em virtude do excelente resultado do ano passado. Ele destaca que os números obtidos servem para reforçar a importância do agronegócio, “Nós estamos vivendo um momento em que a sociedade e a economia brasileira já fizeram a leitura da representatividade do que produzimos”, afirma. Conforme Sperotto, existe a necessidade de um equilíbrio entre os setores para o fortalecimento da economia gaúcha e a indústria é quem gera alguma preocupação por estar demorando um pouco mais a se recuperar. Ele ressalta que as Federações de agricultura, indústria e comércio vem se empenhando juntas para revitalizar o processo. “É importante dizer que todos os segmentos da produção trabalham juntos para trazer um ganho de produtividade no Rio Grande do Sul como um todo”, conclui.
13 maio 2014
Produtores decidem em assembleia pela reedição do Maio Verde
Em uma assembleia extraordinária realizada na sede da Farsul, no dia 12 de maio, produtores rurais gaúchos decidiram reeditar o “Maio Verde”, movimento realizado pela primeira vez em 2004, em defesa do direito de propriedade. A medida tem como objetivo mobilizar produtores próximos a assentamentos e agrupamentos, para monitorar movimentações que possam resultar em invasões de propriedades. “Não estamos adotando o papel de polícia, mas entendemos que é uma responsabilidade nossa estarmos preparados”, ponderou o presidente da Comissão de Assuntos Fundiários da Farsul, Paulo Ricardo de Souza Dias.
A decisão foi tomada após atitudes e declarações de lideranças do Movimento Sem Terra a respeito do "Abril Vermelho" e de recentes invasões, além de dificuldades no cumprimento de reintegrações de posse. Para Dias, onde houver necessidade, haverá mobilização do setor produtivo, com o fim de se precaver de eventuais ações violentas por parte de invasores. “Queremos exigir do Estado a presença da força pública e, quando houver reintegração, que seja cumprida a decisão judicial”, explicou o presidente da Comissão.
A assembleia também decidiu pedir ao Poder Executivo "o imediato cumprimento emanado das ordens judiciais (reintegração de posse e identificação de invasores) nos litígios em ofensa ao direito de propriedade". O colegiado ainda fez um alerta sobre os riscos de o Estado não agir para promover a paz e a ordem nos locais de conflito, "face à instabilidade dos cenários da questão indígena, e demais eventos na região norte, tendentes a se agravar”.
A decisão foi tomada após atitudes e declarações de lideranças do Movimento Sem Terra a respeito do "Abril Vermelho" e de recentes invasões, além de dificuldades no cumprimento de reintegrações de posse. Para Dias, onde houver necessidade, haverá mobilização do setor produtivo, com o fim de se precaver de eventuais ações violentas por parte de invasores. “Queremos exigir do Estado a presença da força pública e, quando houver reintegração, que seja cumprida a decisão judicial”, explicou o presidente da Comissão.
A assembleia também decidiu pedir ao Poder Executivo "o imediato cumprimento emanado das ordens judiciais (reintegração de posse e identificação de invasores) nos litígios em ofensa ao direito de propriedade". O colegiado ainda fez um alerta sobre os riscos de o Estado não agir para promover a paz e a ordem nos locais de conflito, "face à instabilidade dos cenários da questão indígena, e demais eventos na região norte, tendentes a se agravar”.
27 fevereiro 2014
Estudo da Farsul aponta possível mudança no mercado internacional do arroz
A Assessoria Econômica do Sistema Farsul realizou uma análise sobre o mercado internacional do arroz baseado em um relatório da USDA de janeiro de 2014. No estudo foi feita uma projeção para a próxima década que aponta uma possível alteração na geografia de exportação do cereal, que será benéfica ao mercado brasileiro.
A responsável pela mudança será a China que teve uma variação na produção de 1,4% a.a. no período entre 2009 a 2014, com estimativa de uma safra de 141,5 milhões de toneladas para este ano. Mantida a média, a previsão é de 162,7 milhões de toneladas em 2024.
Por outro lado, o consumo de arroz no país aumenta em média 2,3% a.a. Se o crescimento for sustentado, ele chegará a 183,28 milhões de toneladas nos próximos dez anos, obrigando a China a comprar 20,62 milhões de toneladas. Esse é o total exportado pela Índia, Vietnã e Estados Unidos juntos neste ano e equivale a 57% de toda a importação mundial em 2014.
O economista do Sistema Farsul, Antônio da Luz, vê esse novo quadro como favorável ao Brasil, “Numa economia de mercado em que a China passa a importar quase 21 milhões de toneladas por ano, e considerando que temos outros países asiáticos, como Vietnã, Tailândia e Índia, que deverão tentar atender essa demanda e ao fazê-lo eles deixam de abastecer mercados que hoje eles competem com o Brasil”, explica.
Para Antônio da Luz, os preços do arroz no mercado internacional também serão alterados, pois, mesmo nas regiões onde não atuam, os países asiáticos terminam rebaixando o preço, “Estamos falando de uma tendência de preço internacional crescente, uma tendência de alta no preço do arroz, se isso se confirmar”, salienta. O economista lembra que outros produtos já passaram por situação semelhante, principalmente a soja.
A responsável pela mudança será a China que teve uma variação na produção de 1,4% a.a. no período entre 2009 a 2014, com estimativa de uma safra de 141,5 milhões de toneladas para este ano. Mantida a média, a previsão é de 162,7 milhões de toneladas em 2024.
Por outro lado, o consumo de arroz no país aumenta em média 2,3% a.a. Se o crescimento for sustentado, ele chegará a 183,28 milhões de toneladas nos próximos dez anos, obrigando a China a comprar 20,62 milhões de toneladas. Esse é o total exportado pela Índia, Vietnã e Estados Unidos juntos neste ano e equivale a 57% de toda a importação mundial em 2014.
O economista do Sistema Farsul, Antônio da Luz, vê esse novo quadro como favorável ao Brasil, “Numa economia de mercado em que a China passa a importar quase 21 milhões de toneladas por ano, e considerando que temos outros países asiáticos, como Vietnã, Tailândia e Índia, que deverão tentar atender essa demanda e ao fazê-lo eles deixam de abastecer mercados que hoje eles competem com o Brasil”, explica.
Para Antônio da Luz, os preços do arroz no mercado internacional também serão alterados, pois, mesmo nas regiões onde não atuam, os países asiáticos terminam rebaixando o preço, “Estamos falando de uma tendência de preço internacional crescente, uma tendência de alta no preço do arroz, se isso se confirmar”, salienta. O economista lembra que outros produtos já passaram por situação semelhante, principalmente a soja.
19 fevereiro 2014
Farsul defende regionalização do plano Mais Pecuária
O presidente da Comissão do Leite da Farsul, Jorge Rodrigues,
informa que as metas estipuladas no plano Mais Pecuária, do Ministério da
Agricultura, já foram superadas pelo Rio Grande do Sul. Para a entidade, a
solução seria a regionalização dos programas Mais Leite e Mais carne, adequadas
à realidade de cada estado.
A Farsul propõe a inversão do processo apresentado pelo governo
federal, priorizando a qualificação do produto, o que garantiria a abertura de
novos mercados, incluindo a entrada naqueles mais exigentes. “Temos que fazer
um trabalho diferente do que está se proclamando, que é simplesmente uma busca
de produtividade em cima de ganhos genéticos, o que já temos hoje”, afirma
Rodrigues.
Para o dirigente da Farsul, a demanda nacional é atendida e seu
aumento vem acontecendo naturalmente. A prioridade deve ser, por exemplo, o
aprimoramento dos quadros de segurança dos laboratórios, o que garantiria um
ganho na qualidade do produto e a abertura de novos mercados, o que permitiria
investir em um aumento de produtividade.
10 janeiro 2013
Canguçuense empossa ruralistas em Piratini
O canguçuense Hermes Ribeiro de Souza Filho participou do ato de posse do Sindicato Rural de Piratini-RS. Ribeiro esteve representando a FARSUL - Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul. A cerimônia de posse ocorreu na AABB.
Voltado exclusivamente ao apoio da agropecuária, o sindicato passa a ser presidido por Orlando Strelow, um dos principais produtores e empresários do município que recebendo o cargo de Hamilton Pedroso d’ Ávila.
Com foto e informações de Dione Rodrigues- Prefeitura de Piratini
Voltado exclusivamente ao apoio da agropecuária, o sindicato passa a ser presidido por Orlando Strelow, um dos principais produtores e empresários do município que recebendo o cargo de Hamilton Pedroso d’ Ávila.
Com foto e informações de Dione Rodrigues- Prefeitura de Piratini
30 março 2012
Palestra no Sindicato Rural
A Direção do Sindicato Rural de Canguçu convida para palestra dia 02 de Abril, segunda-feira, na sede do sindicato - Rua General Osório, 1063 - com o tema Sindicato Forte. A Palestra contará com a presença de representantes da Farsul.
23 julho 2009
Canguçuense compõe chapa para diretoria da FARSUL
Duas chapas foram inscritas para concorrer à eleição da Farsul no dia 05 de outubro para o período de 2010 a 2012. A chapa um é liderada pelo atual presidente, Carlos Sperotto, e a dois, pelo agropecuarista e ex-vice-presidente Armando Roos. O colégio eleitoral é formado pelos delegados dos 137 sindicatos rurais do Estado.
O Canguçuense Hermer Ribeiro de Souza Filho faz parte da chapa 1 na vaga de Diretor. Confira as duas chapas completas aqui.
Assinar:
Postagens (Atom)

