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13 fevereiro 2010

Cuidados com a saúde durante o Carnaval

Uma das maiores festas do planeta, o Carnaval reúne gente de toda parte do mundo em busca de música, dança, artistas, alegria e diversão. Mas a grande festa não pode interferir no estado de saúde dos foliões e, para isso, alguns cuidados básicos são necessários.
Para curtir o Carnaval esbanjando saúde, é preciso ficar de olho em cuidados e orientações que vão desde os alimentos ingeridos durante o período até a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.

Guia para um melhor aproveitamento da festa
Alimentação - Evite alimentos gordurosos e apimentados. Prefira alimentos leves, a base de proteínas e carboidratos, que fornecem energia para pular a noite toda! Nessa época, o risco de infecções intestinais, causadas pelo consumo de água ou alimentos contaminados, aumenta muito e, por isso, o ideal é já sair de casa alimentado.
Hidratação - Beba muita água, além de usar e abusar de sucos de frutas, bebidas isotônicas e água de coco. Prefira locais arejados e fuja do sol no período entre 10h e 16h. Nunca esqueça o protetor solar, óculos escuros e chapéus.
Ouvido - Para evitar desconforto, zumbido, chiado e até diminuição da audição, é melhor se prevenir mantendo uma certa distância dos trios elétricos e usando protetores nos ouvidos sempre que possível.
Roupas e sapatos - Prefira roupas leves e confortáveis. Quanto aos sapatos, prefira tênis ou sandálias baixas, nada de salto alto! Se mesmo assim surgirem bolhas nos pés ou esmagamento de unha, o melhor a fazer é não mexer e procurar um serviço médico para tratamento adequado.
Doenças - Fique atento aos alimentos e bebidas adquiridos na rua, tomando cuidado com as regras básicas de higiene a fim de evitar infecções intestinais, diarréias, vômitos e náuseas. A aglomeração e, principalmente, o contato mais íntimo como o beijo são uma porta de entrada fácil para agentes infecciosos como vírus e bactérias. Portanto, cuidado redobrado com a transmissão de doenças como gripe, resfriado e herpes nesse período.

03 janeiro 2010

Meninas de 13 a 19 anos são foco de campanha

Aumento de Casos de Aids na faixa etária preocupa

Durante o Carnaval de 2010, o Ministério da Saúde vai priorizar a campanha de prevenção à Aids no grupo de meninas de 13 a 19 anos. O motivo é o crescimento de casos entre as garotas dessa faixa etária nos últimos anos.

Segundo o último Boletim Epidemiológico da Aids e de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), divulgado em novembro, foram registrados mais casos entre as garotas dessa idade em relação aos meninos desde 1998. Atualmente, a cada 8 meninos infectados existem 10 casos de meninas. Antes, a proporção eram 10 mulheres para cada grupo de 15 homens.

Segundo o diretor-adjunto do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Eduardo Barbosa, a maioria dos jovens busca o preservativo na primeira relação sexual. Mas quando o relacionamento fica estável, o uso da camisinha é deixado de lado. “Na medida que vão tendo confiança no companheiro abandonam o preservativo”, disse Barbosa, em entrevista à Agência Brasil.

Com veiculação nas emissoras de televisão e rádio, a campanha vai orientar os jovens sobre as formas de contágio da doença e os cuidados para a prevenção, além da distribuição de camisinhas nos sambódromos e blocos de rua. O Ministério da Saúde já encomendou 1,2 bilhão de preservativos para ações da pasta no decorrer dos próximos dois anos, conforme Barbosa.

Uma das políticas do ministério para o público de 13 a 24 anos de idade é o programa Saúde e Prevenção nas Escolas, em que o estudante recebe orientações sobre o contágio, sintomas, prevenção, tratamento e como viver com o vírus HIV. Conforme Barbosa, 50.214 escolas públicas e particulares já integram o programa. Em 10 mil, o aluno pega o preservativo no próprio colégio. A decisão de distribuir ou não é tomada pela comunidade escolar.

Segundo a representante da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids, em São Paulo, Micaela Cyrino, poucas escolas da capital paulista entraram no programa. Ela atribui a baixa adesão às diferenças sociais na metrópole e o preconceito da sociedade em falar de sexo com adolescentes. “As pessoas encaram como incentivo ao sexo e não como prevenção”, afirmou. A estimativa é que existam 630 mil pessoas infectadas com o vírus HIV no Brasil.

Fonte: Agência Brasil

01 dezembro 2009

O que é o Dia Mundial de Luta Contra a Aids?

Transformar o 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi uma decisão da Assembléia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas (ONU). A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/aids. A escolha seguiu critérios próprios das Nações Unidas. No Brasil, a data passou a ser adotada, a partir de 1988, por uma portaria assinada pelo Ministro da Saúde.

Por que o laço vermelho como símbolo?

O laço vermelho é visto como símbolo de solidariedade e de comprometimento na luta contra a aids. Seu projeto foi criado em 1991 pela Visual Aids, grupo de profissionais de arte, de Nova York, que queria homenagear amigos e colegas mortos em decorrência da aids.

O Visual Aids tem como objetivos conscientizar as pessoas para a transmissão do vírus, divulgar as necessidades dos que vivem com o HIV/aids e angariar fundos para promover prestação de serviços e pesquisas.

O adereço foi escolhido pela sua associação ao sangue e à idéia de paixão e foi inspirado no laço amarelo que honrava os soldados americanos da Guerra do Golfo. O símbolo foi usado publicamente, pela primeira vez, pelo ator Jeremy Irons, na cerimônia de entrega do prêmio Tony Awards, em 1991.

O laço se tornou símbolo popular entre as celebridades nas cerimônias de entrega de prêmios e virou moda. A possibilidade de se tornar apenas um instrumento de marketing preocupou ativistas que temiam que a popularidade levasse a perda de força, do seu significado. Mas, ao contrário disso, a imagem do laço continua sendo um forte símbolo na luta contra a aids, reforçando a necessidade de ações, pesquisas e, principalmente, de solidariedade aos que convivem com o HIV/aids.
Dia Mundial 2009 - Viver com aids é possível. Com o preconceito não O tema da campanha do Dia Mundial de Luta Contra a Aids deste ano é o preconceito contra soropositivos.