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18 outubro 2025

Arrematante da COSULATI autorizada a reativar operações

O Sindicato da Alimentação de Pelotas informa que, atendendo a requerimento da empresa OZ Earth Participações e do Sindicato, a juíza do trabalho Dra. Ana Ilca Harter Saalfeld expediu a carta de arrematação da planta industrial da Cosulati em favor da empresa arrematante.

Com a decisão, a empresa está autorizada a reativar as operações da antiga unidade, realizar estudos técnicos e adquirir novos equipamentos, com o objetivo de viabilizar a retomada das atividades produtivas no local.

Em relação aos ex-funcionários da Cosulati, a expedição da carta estabelece o prazo de até 180 dias para o pagamento de aproximadamente R$ 49.137.500,00 em débitos trabalhistas.

Segue trecho da decisão proferida pela magistrada:

“...2. Autorizar a arrematante a iniciar as operações no complexo industrial, inclusive a realização de estudos, aquisição de maquinário e obras necessárias à reativação da planta, a fim de evitar a deterioração do bem e atender à função social e econômica da propriedade;

 3. Determinar a oportuna intimação da arrematante acerca da expedição da carta de arrematação, inclusive para o fim de dar início à contagem do prazo de 180 (cento e oitenta) dias corridos para a efetivação do pagamento do valor da arrematação;...”

Fonte

03 maio 2023

Produtores ligados à Cosulati fazem manifestação

 Protesto 📣 - Um grupo de produtores que alegam terem sido lesados por supostas ações que resultaram na falência e fechamento da Cooperativa Sul Rio Grandense de Laticínios (Cosulati), com sedes em Pelotas, Capão do Leão, Morro Redondo e Canguçu, promete protestar nesta quinta (4) em frente à sede do Ministério Público em Pelotas. 

O ato é programado para as 14h porque, no interior do prédio, está prevista uma reunião entre a Promotoria e a defesa dos acusados de lesar a cooperativa, que também será representada pelo seu departamento jurídico. 

A audiência seria uma continuação de uma primeira reunião para possível acordo de não persecução penal.

#DiarioPopular

24 outubro 2019

Mais 41 trabalhadores foram demitidos na Cosulati

Foto: Paulo Rossi - DP


Mais 41 funcionários, de diferentes setores da Cosulati, foram demitidos nos últimos dias. E o corte de pessoal é apenas uma das consequências das dificuldades financeiras. Os 350 produtores associados também têm sido atingidos. Em alguns casos, o atraso no pagamento já chega a três meses. Mas se de um lado o cenário é preocupante, de outro permanecem as negociações com investidores que poderiam injetar capital e viabilizar a exportação de leite para China, liberada desde julho pelo Ministério da Agricultura.
Só nesta semana serão dois encontros: um com empresários de Porto Alegre e o outro com investidores de São Paulo. A expectativa, entretanto, é de que as tratativas possam respingar não só na recuperação da indústria de Lacticínios, no Capão do Leão; a única que segue em funcionamento. A reabertura da fábrica de rações em Canguçu e do frigorífico de frango em Morro Redondo também tem entrado nas negociações.
"Estamos caminhando com as pernas bambas, mas estamos caminhando", sustenta o diretor administrativo da Cooperativa, Almir Mendonça. E garante que a prioridade se mantém a mesma desde que assumiu o comando da Cosulati, em abril de 2018: salvar o produtor, para assegurar a matéria-prima e alimentar toda a cadeia.
Na prática, sem dinheiro em caixa, ocorre exatamente o contrário. Com atraso no pagamento, vários produtores têm deixado de entregar para cooperativa que, não raro, fica com a estrutura parada.

Indústria está restrita a apenas 10% da capacidade
Atualmente, a fábrica de lacticínios opera com apenas 60 mil litros de leite por dia: 50 mil litros arrecadados com os 350 produtores associados e dez mil litros provenientes de cooperativas parceiras. Tratativas com cooperados de Santana do Livramento também têm o mesmo objetivo: elevar o volume de matéria-prima, essencial ao processo de retomada e fortalecimento.

Saiba mais
Em final de maio, os funcionários da Cosulati chegaram a interromper as atividades, em protesto por atraso nos salários e anúncio de novas demissões. O caso foi parar na Justiça e contou com conciliação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), no dia 3 de junho. A direção da Cooperativa se comprometia em reconhecer a comissão eleita de trabalhadores, composta por 13 integrantes e encarregada de representar a categoria.
No mesmo encontro, a Cosulati também assegurava a garantia de emprego por 60 dias aos profissionais chão de fábrica e por 120 dias aos membros da comissão. Passado o prazo de quatro meses, a Cooperativa cortou mais 41 funcionários do quadro e os 13 que serviam de porta-vozes foram demitidos. A medida, portanto, é encarada como represália.
O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias e Cooperativas da Alimentação de Pelotas acompanha a situação e tem sido procurado por parte dos dispensados, com vistas a ingressar com ações judiciais e exigir o pagamento das rescisões - explica o presidente Lair de Mattos.
Com a nova redução, a Cosulati ficou com apenas 188 profissionais. Antes da crise, o número de trabalhadores chegou a bater em 850. (Diário Popular).

09 setembro 2019

Cosulati publica nota de esclarecimento

Nota de Esclarecimento

A Direção da Cosulati sente-se no dever de prestar esclarecimentos de denúncia publicada pelo Presidente da Câmara Municipal do Capão do Leão vereador Duca Martinez. O referido legislador em uma postagem em sua rede social pessoal no dia 06 de setembro menciona o nome de nossa cooperativa como envolvida em uma suposta ilicitude com a prática de valores de leite em pó e frete abusivos. Cabe esclarecer que, conforme a imagem utilizada pelo edil durante visitação à Escola Darcy Ribeiro, o produto sequer é identificado com a rotulagem de nossa marca e sim no verso da embalagem existe a menção de “produzido” pela Cosulati, ou seja, apenas somos prestadores de serviço no processo de industrialização. Salientamos também que a forma visual apresentada é aquela estabelecida pela legislação vigente no país, o que torna infundada a relação estabelecida com nossa cooperativa.
Ainda lembramos que um processo licitatório garante a participação de todas as empresas legalmente constituídas e que atendam as exigências previstas nos editais.
Lamentamos profundamente o ocorrido, ainda mais quando convivemos com dificuldades diárias de um processo de recuperação de uma cooperativa que objetiva uma maior participação na economia da região com geração de mais emprego e renda, inclusive no município que o referido vereador é vinculado.
Outrossim, reafirmamos o compromisso de nossa gestão de manter a postura austera e transparente como forma de honrar a história construída por nossos associados e colaboradores nesses 46 anos de existência.

08 março 2019

LEITE DANBY ESTÁ DE VOLTA

O mais tradicional produto da história da Cosulati voltou a ser produzido nessa semana  e  a ser comercializado nessa sexta-feira (08). A última produção do leite UHT foi em julho do ano passado e há seis meses não era mais encontrado pelo consumidor. O investimento com recursos próprios da cooperativa  foi de quase  400 mil reais para manutenção do maquinário, a maior parte das peças são importadas e por isso o alto custo de aquisição.

Em um primeiro momento  40 mil litros foram industrializados  e desse total três mil já estão a disposição do consumidor na loja da Praça 20 de Setembro, a meta é chegar aos 400 mil litros por mês em um curto período de tempo.

Para o diretor administrativo da Cosulati Almir Mendonça é uma importante etapa vencida “estamos cumprindo nosso planejamento e fazendo retornar nossos produtos, nos próximos meses outros estarão à disposição”, comemorou Mendonça.

Na história da cooperativa o leite começou armazenado em sacos  plásticos, com as constantes transformações mercadológicas e o avanço tecnológico passou para o processamento UHT.

O mix de produtos se amplia e além do doce de leite,  manteiga, nata em balde, agora o leite UHT pode ser adquirido na loja da Praça 20 de Setembro, entre o IFSul e  a CEEE, com horário de funcionamento das 08h30min até meio dia  e das 13h30 até 18h de segunda à sexta. (Diário da Manhã)

14 novembro 2017

Cosulati retoma produção

A fábrica de embutidos da Cosulati em Morro Redondo, fechada há aproximadamente um ano e meio, deverá ser reaberta ainda este mês. Segundo o diretor da cooperativa, Airton Seyffert, a ideia é que na segunda quinzena de novembro o trabalho seja reiniciado, inicialmente com a produção de 20 toneladas de embutidos por mês, podendo chegar a 60 toneladas no futuro. A linha de produtos inclui salsichão, linguiça mista e queijo.
Quanto ao abatedouro de aves, que está desativado, Seyffert explica que a cooperativa analisa a viabilidade de formar uma parceria, ainda em 2017. “Caso não se concretize, vamos pôr em prática o abatedouro pela própria cooperativa, com prioridade inicial para os associados que possuem dividas nos aviários com financiamentos”, afirma. Dos 72 produtores de frango, pelo menos 20 estão nesta situação. (Fonte: Asgav)

06 julho 2017

Cosulati negocia com estado e bancos dívida de R$180 milhões

Os reflexos da crise que atingiu a maior indústria de laticínios da Zona Sul nos últimos dois anos ainda são bastante claros. Perceptíveis não apenas pela redução do número de produtos com a marca Danby nas prateleiras dos mercados, mas também pelo impacto que tiveram sobre associados e, sobretudo, na capacidade financeira da Cooperativa Sul-rio-grandense de Laticínios (Cosulati).
Desde novembro administrando o processo de recuperação extrajudicial e trabalhando praticamente em silêncio, o desafio da nova direção é um só: renegociar. Com bancos públicos, governo e até mesmo produtores de leite, com quem ainda existem pendências.
O prazo é curto. São apenas dois anos em que a “trégua” obtida junto aos credores permitirá à Cosulati trabalhar sem a preocupação de que seu patrimônio seja requisitado pelos bancos como pagamento de empréstimos. Por isso, o atual diretor administrador da cooperativa, Airton Seyffert, tem sido bastante direto nos apelos feitos ao Palácio Piratini, ao Banrisul e ao Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). “O governo tem condições de nos auxiliar, são instituições públicas. Precisamos de maiores prazos e revisar os juros de forma que possamos honrar estes débitos e recolocar a cooperativa de pé”, explica.
E não é pequena a dívida diagnosticada por Seyffert e outros três produtores de leite da região que compõem seu grupo de administração. São R$ 180 milhões a pagar, valor superior a um ano inteiro de faturamento da Cosulati. Mais da metade desse total (R$ 97,7 milhões) é de empréstimos bancários. A maioria utilizada para financiar a expansão da fábrica de laticínios ocorrida entre 2006 e 2007 e garantir capital de giro. Grande parte desse dinheiro com prazo de pagamento se esgotando até meados de 2018. Ou seja, cada possibilidade de avanço nas tratativas é comemorada - discreta e internamente - na cooperativa.
Na segunda-feira a conversa dos diretores foi com o vice-governador José Paulo Cairoli e representantes da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) e da Procuradoria-Geral do Estado (PGE). Tudo para tentar convencer o governo a facilitar o pagamento de R$ 29 milhões em impostos atrasados. “Estamos articulando um período maior, de 120 meses, para quitar essa dívida tributária. Acreditamos que é possível chegar a um acordo que elimine cerca de R$ 7 milhões em juros e multas”, projeta Seyffert.
Paralelamente às negociações políticas, outras ações têm sido tomadas vislumbrando dar fôlego à Cosulati.
A principal delas é o novo foco. Com o frigorífico de Morro Redondo e a fábrica de rações de Canguçu desativados desde o ano passado e sem condições de reativação com capital próprio, a cooperativa centra suas atenções aos produtos derivados do leite. Tanto para o mercado interno quanto para exportação. Leite em pó, com 1,2 mil toneladas/mês, e UHT, com 1 milhão de litros/mês, são os carros-chefes.
“Centramos em um mix de oito produtos lácteos com suas variações. Se economicamente precisamos reerguer a Cosulati, do ponto de vista da nossa marca e da qualidade dos produtos continuamos uma referência. E é com isso que trabalharemos”, aponta o diretor da cooperativa. A projeção é que já nos próximos meses seja retomada a fabricação de queijos, parada há três anos.

Produtores apostam na recuperação
Base da pirâmide que sustentou o sucesso e o crescimento da cooperativa, os produtores de leite também estão entre aqueles que aguardam para receber o que lhes é devido. Dos pouco mais de 700 associados, 501 têm algum valor pendente. A diretoria afirma que está trabalhando para zerar essa conta o quanto antes.

Atualmente, mantém os pagamentos do mês em dia a todos estes - e aos mais de 4 mil que fornecem matéria-prima através de cooperativas parceiras - e pouco a pouco vai saldando valores atrasados.
Produtor de leite na localidade de Cerrito Alegre, 3º Distrito de Pelotas, Jéferson Maciel segue a tradição do pai, associado e fornecedor da Cosulati desde sua fundação. Diariamente envia para a indústria do Capão do Leão 1,5 mil litros. Embora reconheça que o momento econômico não é favorável, crê que em breve o cenário poderá melhorar.
“É claro que nós, produtores, vivemos com a incerteza. Mas estamos juntos, acreditamos que a única forma de manter toda essa cadeia em funcionamento é mantendo a produção. Os pagamentos de quem fornece leite estão sendo regularizados. Isso é fundamental”, diz.

SAIBA MAIS
Com o fechamento de duas plantas industriais e a transferência da sede administrativa para a unidade de Capão do Leão, a Cosulati busca formas de rentabilizar seu patrimônio, estimado em R$ 260 milhões. Confira a situação de cada um deles:

Sede administrativa - O prédio na praça 20 de Setembro deverá ser vendido. O Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul) chegou a iniciar negociações em 2016 para adquirir o local.
Unidade frigorífica - Situado em Morro Redondo, o abatedouro está parado e atualmente apenas 16 funcionários estão em atividade no matrizeiro, locado para uma cooperativa de Teutônia. Duas empresas negociam com a Cosulati uma parceria para reativar a produção de frangos.
Unidade de rações - Localizada em Canguçu, no momento tem parte de sua estrutura locada para armazenagem de grãos. É de interesse da Cosulati ter uma parceira que injete capital de giro para reativar a produção.
Unidade de laticínios - Única em funcionamento, no Capão do Leão. Pode processar até 700 mil litros de leite por dia, mas trabalha atualmente com metade da capacidade, inclusive fabricando leite em pó para cooperativas de Treze Tilhas (SC) e Tapejara (Norte do Estado, a 546 quilômetros de Pelotas). Objetivo é ampliar a produção terceirizada para outras indústrias, ocupando melhor a estrutura e garantindo maior aporte de recursos.

Colaboradores
Hoje a cooperativa tem 278 colaboradores, uma redução de 17% em relação a novembro de 2016. Nesse período, a folha salarial foi enxugada em 38%. Segundo Seyffert, os cortes se deram "no topo da pirâmide, para manter todos os salários em dia".


São 4 mil produtores que fornecem leite em 42 municípios gaúchos, sendo pouco mais de 700 associados diretos.

A DÍVIDA
Total - R$ 180 milhões


R$ 97,7 milhões em empréstimos bancários (54,3%)
R$ 29 milhões em impostos e multas (16,1%)
R$ 3,5 milhões em pagamentos a produtores (1,9%)
R$ 49,8 milhões em débitos com outros fornecedores (27,7%)

FATURAMENTO
R$ 170 milhões por ano.

*Com informações do Diário Popular

05 abril 2017

Afonso Hamm participa de reunião na Cosulati

Na manhã de terça-feira, 04, o deputado federal Afonso Hamm(PP-RS) esteve reunido com a nova diretoria da Cooperativa Sul-Rio-Grandense de Laticínios (Cosulati), em Pelotas. Na pauta do encontro estavam o planejamento estratégico da nova gestão e o plano de recuperação da entidade. Durante a reunião, o diretor administrativo da Cosulati, Airton Seyyfert, apresentou o projeto que está sendo desenvolvido pelos novos gestores para recuperar financeiramente a cooperativa. 
Com a presença do Conselho Fiscal e de lideranças políticas da Zona Sul, o deputado destacou a importância da empresa para a região e reiterou que está à disposição para contribuir com sua reestruturação. "Represento a região Sul e sei que a reorganização da Cosulati vai potencializar o crescimento do município de Pelotas e de todo setor no Estado", afirmou. 
Após ouvir as demandas da direção, o deputado se comprometeu em buscar alternativas junto aos Governo Estadual e Federal para viabilizar a recuperação da empresa. Também estavam presentes o prefeito de Cerrito, Douglas Silveira, a vereadora, Edna Souza, o prefeito de Morro Redondo, Diocélio Jaeckel, o ex-prefeito de Canguçu, Cássio Mota e a coordenadora regional da Secretária da Agricultura, Gabriela Montanelli.

12 março 2017

Reunião de recuperação da Cosulati

Ocorreu nesta sexta-feira (10), o segundo encontro para discutir a recuperação da Cooperativa Sul-Rio-Grandense de Laticínios (Danby Cosulati), na sede da Associação Rural de Pelotas, com a condução do deputado Luís Augusto Lara (PTB), que já havia participado em fevereiro de uma reunião com a gerência da Cooperativa, quando propôs esse movimento.
Durante o encontro, que contou com mais de 100 participantes, entre cooperados, gestores, lideranças políticas e imprensa, o deputado Lara discutiu a formação de um movimento pró-resgaste/reestruturação da Cosulati, para buscar ajuda junto ao governo estadual, na condição de que a Cooperativa passe por uma readequação, e adquira estabilidade financeira, mantendo o sustento das mais de 20 mil pessoas ligadas direta ou indiretamente à Cosulati.
“A gente sabe que a Danby Cosulati tem uma marca, um parque industrial muito forte, e é responsável por milhares de produtores que há anos trabalham com a Cooperativa, mas que possuía problemas sérios de gestão. O que nós estamos vendo, é que ela tem plenas condições de pagar seus cooperativados, seus funcionários, desde que ela possa participar de leilões públicos, o que depende das certidões negativas do Estado”, afirmou Lara.
Para obter as certidões, depende do entendimento do governo, de que o reparcelamento da dívida através do REFAZ, não necessite da entrada prevista de R$ 2 milhões.
Como encaminhamento da reunião, foi definido que será pleiteado com o Governo do Estado a possibilidade dessa renegociação não necessitar de entrada, ou, a abertura de uma linha de crédito, para que, junto da dívida, seja paga a entrada, através do Banrisul ou bancos de fomento à indústria.
A Bancada do PTB na Câmara Municipal de Canguçu esteve presentes com seus vereadores e lideranças no encontro.


23 fevereiro 2017

COSULATI:LIDERANÇAS DA REGIÃO LUTAM PELA RECUPERAÇÃO DA FÁBRICA

O deputado  estadual Luis Augusto Lara (PTB) lideou comitiva segunda-feira, na fábrica da Cooperativa Sul-Rio-Grandense de Laticínios (Danby Cosulati), em Capão do Leão, para tratar da difícil situação financeira em que se encontra a cooperativa, com uma dívida de R$ 140 milhões.

A empresa atualmente encontra-se em autoliquidação, que protege a cooperativa de ações judiciais para se reestruturar e restabelecer-se financeiramente, que segundo o diretor da marca, Airton Seyffert, há todo interesse nessa reestruturação. A partir de abril a Cosulati realizará assembleias periódicas, a cada seis meses, para a apresentação do Plano de Reestruturação, Saneamento e Governança, onde serão apresentadas propostas que, logo, passarão por votação.
Conforme o parlamentar, “a Cosulati atinge diretamente dezenas de municípios, e são milhares de pessoas que dependem da cooperativa para seu sustento. Por isso, estamos aqui unidos pela manutenção da Cosulati. Se não fizermos um mutirão de apoio à Cosulati, as multinacionais vão tomar conta de setores fundamentais que geram empregos aqui no Estado”.
Durante a reunião foi proposto pelo Deputado Lara um novo encontro para o dia 10 de março, na Associação Rural, com o intuito de formar uma comitiva, que deve contar com a Aliança Pelotas, Aliança Rio Grande e demais deputados da região, para pleitear junto ao Governo Estadual algumas demandas já estabelecidas: necessidade de capital de giro para trabalhar novamente com frango e rações; renegociação das garantias do BRDE e renegociação tributária com o Governo Estadual.

Estiveram presentes na reunião: de Cerrito, vereador Pablo e vice-prefeito Alexandre; de Morro Redondo, vereadores Daniel Goularte, Anderson Teko e Luis Fernando, vice-prefeito Velocino e prefeito Diocélio Jaeckel; de Capão do Leão, vereadores Ailton Miranda e Emerson Brito; de Arroio do Padre, vice-prefeito Nelsinho e prefeito Leonir Baschi; de Pelotas, vice-prefeito Idemar Barz; de Canguçu, vereadores Dudu e Marcelo.

Conseleite indica retomada do preço do leite em fevereiro

O preço de referência do leite deve ter recuperação no mês de fevereiro no Rio Grande do Sul. Dados divulgados pelo Conseleite ontem, na sede da Farsul, indicam alta de 6,27%, levando em conta um valor projetado de R$ 1,0034 frente ao preço de R$ 0,9442 consolidado em janeiro de 2017. O resultado vem depois de seis meses de queda no valor padrão apurado. Segundo o professor da UPF Eduardo Belisário Finamore, o preço de referência do leite volta à casa de R$ 1,00 puxado para alta do leite UHT (6,15%) e do leite em pó (9%). “O preço de referência é um sinalizador, mostra o comportamento do leite regido pelo mercado”, justifica.

19 outubro 2016

Cosulati transfere assembleia para 08 de novembro

Um novo capítulo na história de um empreendimento cooperativo que agoniza em meio a uma crise que faz tremer suas estruturas. Está marcada para o dia 8 de novembro mais uma assembleia da Cooperativa Sul-Rio-Grandense de Laticínios (Cosulati) para tentar encontrar uma solução aos inúmeros problemas que a cercam.

Será no Galpão Crioulo da Associação dos Funcionários da Cosutali, na rua Dario Franz, 50, ao lado da usina da Cooperativa, em Capão do Leão,

Juntamente com o edital de convocação publicado na edição de hoje dos jornais Diário Popular e  Diário da Manhã, de Pelotas, o Conselho Deliberativo da Cosulati publica um comunicado pelo qual anula edital anterior que convocava assembleia geral extraordinária para o dia 20 deste mês. Há indícios que um grupo expressivo de associados, dentre pequenos e médios produtores rurais, estaria articulando movimentação no sentido de impedir uma auto-liquidação da Cooperativa.

Na ordem do dia da nova convocação, além da análise da situação econômica e financeira da Cooperativa, o termo liquidante aparece em três momentos num contexto que fala em “dissolução voluntária”. O penúltimo item do edital fala em “e autorização para que o liquidante possa contrair empréstimos e prosseguir na atividade social, como define a Lei 5.764/71 em seu artigo 70”, o qual apresenta a seguinte redação:

“Sem autorização da Assembléia não poderá o liquidante gravar de ônus os móveis e imóveis, contrair empréstimos, salvo quando indispensáveis para o pagamento de obrigações inadiáveis, nem prosseguir, embora para facilitar a liquidação, na atividade social”.  Ou seja, o calvário da Cosulati prossegue em mais um capítulo. (Informações Diário da Manhã)

03 outubro 2016

COSULATI reafirma seu compromisso com a comunidade

            A COSULATI recentemente lançou edital de convocação de Assembleia Geral Extraordinária para analisar o Plano de Reestruturação, Saneamento e Governança da Cooperativa e levar aos seus associados aciência e a solicitação de autorizações para a realização das reformas estruturais.
            Não se trata de uma liquidação de ativos e de parada de atividades. O termo Liquidação Extrajudicial é um procedimento determinado pela Lei Federal nº 5764/71 (Lei das Cooperativas), onde as entidades cooperativas buscam uma carência (moratória) e segurança jurídica para viabilizar a execução do plano de reestruturação e a manutenção das atividades operacionais. Esta ação, nas  demais empresas não cooperativa chama-se Recuperação Judicial, antiga concordata.
            Este mecanismo extrajudicial propiciará a cooperativa proteger seus ativos, seus associados, suas   atividades, bem como  seus funcionários, canalizando seus recursos para o atendimento de suas atividades sociais, produção de leite, aves e rações.
            Reafirma,   que o conteúdo do que se levará aos associados é a solicitação de autorização para fazer as reestruturações que  se fazem  necessárias. A cooperativa permanece em funcionamento, a exemplo das milhares de empresas brasileiras que se encontram em situação semelhante, considerando o atual cenário econômico brasileiro.
            Por último a Cosulati reitera o seu compromisso em permanecer realizando o desenvolvimento regional da metade sul do Estado, como assim o fez ao longo dos últimos 43 anos, mantendo a renda e o produtor no campo.
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

11 julho 2016

Funcionários da Cosulati voltam a paralisar por falta de pagamento

Desde às 6h desta segunda-feira (11) cerca de 180 funcionários estão de braços cruzados em frente à Cooperativa Sul-Rio-Grandense de Laticínios (Cosulati), na unidade do Capão do Leão. Cerca de 65% do quadro de funcionários estão com os vencimentos - referente à quinzena de junho - atrasados. Em solidariedade aos colegas, todos resolveram protestar em frente à unidade Danby.

Um desses funcionários, que preferiu não se identificar, disse que a direção da empresa fez uma reunião na semana passada, onde ficou garantido o pagamento. Mas na sexta-feira, para a surpresa dos empregados, apenas 35% tiveram seus salários pagos. A empresa garantiu que às 10h faria os depósitos. O retorno ao trabalho vai depender da quitação integral da folha de pagamento de junho. Neste momento, os empregados estão de olho em seus extratos bancários. (Com informações de Renata Garcia) 
Funcionários estão desde às 6h da manhã em frente à empresa, no Capão do Leão (Foto: Paulo Rossi - DP)

Para lembrar
Há 35 dias, pelo mesmo motivo, cerca de 100 pessoas abandonaram os postos de trabalho e se mobilizaram em frente ao prédio da empresa. Após um longa negociações, as atividades foram retomadas. Na ocasião, os servidores tiveram o apoio do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias e Cooperativas da Alimentação de Pelotas. Desde o final do ano passado, o pagamento quinzenal foi extinguido, devido à crise instalada na cooperativa.

Agora, pela segunda vez, houve o atraso nos salário e, dada a situação financeira comprometida da Cooperativa, a qual o Diário Popular tem divulgado, como as demissões e paralisação das atividades nas unidades de Morro Redondo e Canguçu, o problema indica que poderá se repetir. (Diário Popular)

28 junho 2016

PRODUTORES RURAIS QUEREM AUDITORIA NAS CONTAS DA COSULATI

Ocorreu no último dia 17, às 14 horas, uma reunião provocada pela líder comunitária Senhora Jurema, feirante em Pelotas, proprietária do Café Paiol, no Rincão da Caneleira, e o jornalista e Pastor da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, situada na Avenida Jacarandá 198 (Morro Redondo), Fábio Rodrigues.

“Após ouvirmos vários produtores reclamando de quebra de contrato que deveria ser por dez anos, e de prejuízos provocados pelo fechamento do abatedouro de frangos, na economia de muitos criadores, resolvemos unir forças e reunir a comunidade para discutir a matéria”, diz Fabio e Jurema. Foi então marcada a reunião, que superlotou as dependências do legislativo municipal de MR.

Vários produtores manifestaram-se indignados pela situação que os acometeu, deixando os mesmos com dívidas gigantescas, junto aos Bancos, e diversas reclamações por formalidade das Assembleias, que por muitas vezes chegavam lá e já estava tudo decidido, e que o voto era por delegados de núcleo, que na maioria das vezes não considerava as opiniões dos seus próprios núcleos. Ficou evidente a cultura do medo, que impera em meio aos produtores, pois, segundo eles muitos recebem ameaças indiretas e se sentem explorados e outros como se fossem empregados e não cooperados, a maioria demonstrando um alto grau de depressão, devido a esta situação, que também atinge o comércio local, que sente as baixas nas vendas. Estiveram presentes ex-funcionários da cooperativa e do supermercado, bem como produtores de leite.

Foram ouvidos os presentes que integraram a mesa de debates, composta pelas seguintes autoridades presentes: Vereadores Davi, Claudio Silva, Teco, Silvia, Angélica, Vice-prefeito Diocelio, Presidente da Rádio BomFim FM Sr. Ronaldo, Presidente do Sindicato da Alimentação Lair de Matos, Senhora Jurema, Fábio Rodrigues, e o Advogado Cristiano Lages Baioco. Após intenso debate, ficou decidido o seguinte encaminhamento: Produtores criarem uma associação, para defender os seus direitos e o pedido de auditoria na cooperativa, que será encaminhado ao Ministério Público, desta forma, se encerrou a reunião com a assinatura da lista de presença de todos. (Diário da Manhã/Pelotas)

08 junho 2016

Funcionários da Cosulati protestam em Capão do Leão

A manhã desta quarta-feira (8) começou agitada na Cosulati do Capão do Leão. Cerca de cem funcionários da fábrica de laticínios pararam as atividades e protestam em frente à unidade. Eles reclamam do atraso no pagamento de salários. Segundo informações de um grupo de funcionários, os operários têm receio de que novos avisos prévios sejam emitidos para cooperativa, a exemplo do que ocorreu nos setores de aves e grãos, quando 180 funcionários entre as unidades de Morro Redondo e Canguçu receberam o documento.

27 março 2016

Comissão de Produtores de Frango participou de reunião na Cosulati

A Comissão de Produtores de Frango participou de reunião com o conselho administrativo da Cosulati neste mês de março na sede administrativa em Pelotas. Ente as pautas debatidas foram várias questões entre elas sobre os pagamentos para os criadores de frango que entregaram seus lotes em janeiro se os mesmos já seriam pagos agora e sobre a ajuda de custo aos demais criadores de frango se seriam pagas em seguida.
Conforme relato da comissão de produtores de frango, entenda como isso vai funcionar? Foi feito pelo departamento técnico da Cosulati uma média de produção de janeiro a julho de 2015, em cima deste valor se faz o cálculo proporcional com relação ao salário mínimo, a ajuda será de um salário mínimo pra cada lote de 5000 aves que deixou de ser criado. Esta ajuda será de 90 dias, e se ainda não voltar à normalidade, a comissão irá novamente sentar e conversar com o conselho para analisar a situação. 
Como fazer pra receber? Cada associado terá que ir até a sede administrativa na Praça 20 setembro e procurar a Michele ou Milton pra assinar um termo de adesão, este documento é para a cooperativa ter o controle de seus pagamentos e poder justificar a saída do caixa. Após isso o dinheiro será depositado na conta do produtor como de costume. Terão prioridade de pagamento os que estão mais tempo sem criar, mas todos terão o direito de receber. Qualquer dúvida que tiverem poderão ligar pra Luciane (53)81190440 ou para cooperativa e falar com a Michele ou Milton.
Nesta reunião que teve duração de mais de três horas, conforme uma das participantes Luciane Couto aproveitou-se a ocasião e debateu-se muito sobre o preço do leite e do descontentamento do produtor, foram apresentadas notas de produtores que entregam pra outras cooperativas e assim foi solicitado uma melhor remuneração, tivemos o apoio do vice presidente da cooperativa que deu razão e concordou com nossa comissão, e assim o superintendente Raul Amaral prometeu tentar elevar o preço médio por volta de R$0,80. Será feito este estudo e logo será montada uma nova tabela e repassada a comissão.
Conforme a comissão de produtores de frango sabemos que o trabalho é longo e os resultados são lentos, porém com a união de nossa comissão e contando com o apoio dos associados estamos conseguindo atingir alguns dos nossos objetivos, a avicultura ainda não tem data de início de retomada das atividades, as negociações continuam mas ainda nada de concreto. Porém iremos nos manter assim, unidos e lutando pelos direitos dos produtores e pelo sucesso da Cosulati, finalizaram. Lembrando que no último dia 15 de março acabou as férias dos trabalhadores do Abatedouro de Aves da Cosulati em Morro Redondo e importante destacar que segundo contato com a cooperativa nenhum funcionário foi demitido.

INFORMAÇÕES: Diones Forlan. Veja mais informações de Morro Redondo clicando aqui


15 dezembro 2015

COSULATI ANUNCIA REESTRUTURAÇÃO PARA ENFRENTAR A CRISE

SEGUNDO ARNO KOPERECK, PRESIDENTE DA COOPERATIVA SUL-RIO-GRANDENSE DE LATICÍNIOS (COSULATI), O BRASIL DE HOJE É TOTALMENTE DIFERENTE DO BRASIL DO DIA 31 DE DEZEMBRO DE 2014.

Na tarde de ontem, às 14h, a direção e a presidência da cooperativa reuniram-se com todos os 71 produtores de frango associados para discutir a situação da avicultura. Segundo a administração da Cosulati, apesar de prever um rendimento de cerca de 300 milhões de reais – semelhante ao do último balanço –, o aumento no preço do milho, de R$ 29,00 a saca (60 kg) para R$ 43,50 e a subida do preço da tonelada de ração de soja de R$ 980 para R$ 1570, combinado com o fato de que não houve um aumento proporcional no valor do produto final, pode comprometer a cadeia produtiva do frango.

SEGUNDO Arno Kopereck, presidente da Cooperativa Sul-Rio-Grandense de Laticínios, “o Brasil de hoje é totalmente diferente do Brasil de dezembro de 2014.”SEGUNDO Arno Kopereck (esq.), presidente da Cooperativa Sul-Rio-Grandense de Laticínios, “o Brasil de hoje é totalmente diferente do Brasil de dezembro de 2014.”
Além desses aumentos, a cooperativa afirma que não possui capital de giro suficiente para proporcionar segurança. A Cosulati tem um patrimônio de 125 milhões de reais e prevê um rendimento de aproximadamente R$ 300 milhões para o ano de 2015, mas ainda tem obrigações de financiamentos no valor de cerca de R$ 94 milhões. A cooperativa, que também é a responsável pelos produtos da marca Danby, emprega aproximadamente 700 trabalhadores diretamente e mais cerca de 17.000 pessoas indiretamente através das cadeias produtivas.

O pior dos cenários apresentados pela direção e presidência da cooperativa seria ter de realizar o que chamam de “parada estratégica” na produção de frango e ração, que poderia acontecer a partir de janeiro e por um período de no mínimo seis meses. Para que essa situação não se concretize, a Cosulati depende do sucesso de uma parceria com uma empresa privada da região da serra gaúcha, que a administração optou por não divulgar ainda, e da intercooperação com outras cooperativas. A direção e presidência têm confiança de que até janeiro poderá divulgar o resultado positivo destas negociações.

A Cosulati tem cerca de 15.000 aves abatidas por dia e uma produção de cerca de 3.000 toneladas de ração por mês. (Diário da Manhã - Pelotas)

12 agosto 2014

COSULATI REUNE LIDERANÇAS PARA FOMENTO DA BACIA LEITEIRA DA REGIÃO

Perspectivas da pecuária leiteira estarão em pauta no período de 11 a 14 de agosto, nos encontros promovidos pela Cooperativa Sul-Rio-Grandense de Laticínios Ltda (Cosulati), com os Sindicatos Rurais e de Trabalhadores Rurais, Secretarias de Agricultura dos municípios da região e lideranças de núcleo da cooperativa. As reuniões ocorrerão em quatro macrorregiões: Pelotas, Pinheiro Machado, Camaquã e Santana do Livramento e têm como objetivo debater a conscientização da necessidade de aumento de produção nas pequenas e médias propriedades rurais, bem como, apresentar a nova metodologia de produção de leite da Cosulati na Zona Sul gaúcha. Informa a organização dos eventos que durante as reuniões o diretor executivo da Cooperativa, Raul Amaral, apresentará o desenvolvimento da Cosulati nos últimos cinco anos, e o consultor da cooperativa, engenheiro agrônomo Erneto Krug, falará sobre o cenário mundial, nacional e regional do leite. Para o diretor-presidente da Cosulati, Arno Alfredo Kopereck, a presença dessas lideranças é indispensável para a evolução da cadeia produtiva do leite nos municípios de atuação. 
“Estamos presentes em 46 localidades envolvendo direta e indiretamente 25 mil pessoas, ou seja, milhares de famílias, na sua maioria oriundas da agricultura familiar, que estão vinculadas à Cosulati. Precisamos apresentar o que o leite significa em cada município aos sindicatos e órgãos públicos para que a cadeia produtiva reconheça a importância social e econômica da agricultura familiar por meio de políticas públicas permanentes”, afirma. A primeira reunião ocorre nesta segunda-feira (11), na sede da Associação dos Funcionários da Cosulati, em Capão do Leão, a partir das 14horas. 
Na terça-feira (12), a reunião acontecerá no Sindicato Rural de Pinheiro Machado, também as 14horas. Em Camaquã, o terceiro encontro do ciclo, será realizado no Sindicato Rural do município, durante a quarta-feira (13). O último encontro está marcado para a quinta-feira, em Santana do Livramento, no Sindicato Rural daquele município. 

23 dezembro 2013

Canguçuense é sorteada com carro na Cosulati

A promoção "40 Deliciosos Anos" Danby Cosulati foi um grande sucesso! O sorteio foi realizado no último dia 16 de dezembro com a participação de mais de 300 mil cupons! A entrega do prêmio ocorreu no dia 20/12/13. A feliz ganhadora foi SIDINARA BARTZ DE CASTRO, do município de Canguçu -RS, que recebeu das mãos do presidente da Cooperativa, Arno Kopereck, as chaves do seu automóvel zero km! 

27 julho 2012

BRDE amplia financiamentos para Cosulati


O Governo do Estado e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) assinaram, durante a interiorização em Pelotas, na manhã desta sexta-feira (27), uma carta-limite de R$ 14 milhões para a Cooperativa Sul-Rio Grandense de Laticínios (Cosulati). Segundo o diretor do BRDE, José Hermeto Hoffmann, o objetivo é propiciar agilidade nos financiamentos e assim contribuir para impulsionar a produção leiteira da região sul do Brasil. O governador Tarso Genro, o presidente da Cosulati, Arno Kopereck, e o diretor Hoffmann assinaram o documento. 
Foto: Caco Argemi/Palácio Piratini
A Cosulati é uma organização cooperativa que envolve direta e indiretamente aproximadamente 20 mil pessoas. Os associados residem em 38 municípios da região sul do Estado. As instalações industriais, de transformação da matéria-prima produzida pelos cooperados, localizam-se em três municípios:Capão do Leão, Morro Redondo e Canguçu.
O BRDE é um banco regional de desenvolvimento que participa do Sistema de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Sul, coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI).