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11 fevereiro 2026

MP/RS se manifesta e esclarece a verdade sobre caso de crianças acolhidas em Arroio Grande-RS


 NOTA OFICIAL | O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), diante da repercussão sobre o acolhimento institucional de crianças no município de Arroio Grande, vem a público esclarecer: a medida de acolhimento, requerida pelo MPRS e deferida pelo Poder Judiciário, fundamenta-se exclusivamente na existência de risco real à vida e à saúde das crianças. A decisão de 1º grau do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul foi pautada em elementos técnicos que atestaram situação de vulnerabilidade extrema sob a guarda dos genitores, tendo sido mantida pelo TJRS. 

É necessário desmentir a narrativa de que o acolhimento teria qualquer relação com a negativa de vacinação. Esta afirmação é totalmente improcedente e sem qualquer lastro nos autos. O MPRS lamenta a utilização de premissas falsas para a promoção de campanhas de arrecadação financeira via PIX e a mobilização de grupos ideológicos que negligenciam o superior interesse das crianças. 

O processo tramita sob estrito segredo de justiça, como determina o Estatuto da Criança e do Adolescente. O objetivo é preservar a intimidade e a integridade psíquica das crianças, evitando exposição pública e estigmatização indevida. 

O Ministério Público reafirma sua missão constitucional de garantir a proteção integral e a prioridade absoluta dos direitos da infância. Destaca-se que, mesmo diante de pressões externas e da circulação de informações falsas, a rede de proteção local permanece unida e operando com rigor técnico para garantir o bem-estar dos acolhidos. 

O MPRS reitera a necessidade de respeito ao trabalho das instituições e à seriedade dos profissionais que zelam pela segurança de crianças e adolescentes, prevalecendo a verdade processual sobre narrativas externas

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