🏳️🌈🏳️⚧️A transparência do acesso a dados de segurança pública já é um desafio no Brasil, mas quando falamos de informações sobre gênero o cenário é ainda mais grave.
Se olharmos para os dados de mortes por agressão disponibilizados no SUS, não há informações suficientes para calcular a taxa de homicídios contra a população #LGBTQIA+, o que é preocupante já que no estado de São Paulo, por exemplo, a violência contra esse grupo aumentou 1.424% em sete anos (Instituto Polis).
As informações existentes que dão visibilidade à violência sofrida pelas pessoas LGBTQIA+ são fruto de esforços de iniciativas que atuam para garantir os direitos dessa população, como no caso da @antra.oficial, que levantou dados que mostram que 76% das pessoas trans assassinadas no Brasil em 2022 eram negras e 41% foram mortas por armas de fogo.
É urgente qualificar a produção e divulgação de dados sobre orientação sexual e identidade de gênero para que políticas de prevenção possam ser bem orientadas e para que crimes de intolerância não sigam impunes. #combateLGBTfobia #17M

Nenhum comentário:
Postar um comentário