A Câmara Municipal de Piratini/RS, com suas dependências lotadas nesta terça-feira (21), decidiu rejeitar as contas do prefeito Vilso Gomes (PSDB), relativas ao ano de 2012, e com isso o tucano deverá ficar oito anos sem poder disputar eleições. Dos 09 vereadores 05 votaram pela rejeição e 04 a favor, mantendo assim parecer do Tribunal de Contas do Estado (TCE).
O legislativo decidiu seguir a orientação do TCE pela reprovação. Uma comissão composta por três vereadores: Manoel Rodrigues (PP), Marcial Guastucci (PMDB) e Sérgio Castro (PDT) apresentou análise aos demais parlamentares sobre o caso. O relator, Manoel apresentou pedido para rejeição do parecer e além dele um advogado nomeado pelo Prefeito fizeram a defesa do administrador. Porém os vereadores entenderam pela manutenção dos apontes do tribunal.
Como eram necessários 6 votos para evitar a derrota do Prefeito, a votação levou Vilso Agnelo da Silva Gomes a ter seus direitos políticos suspensos por 8 anos. Agora o Ministério Público (MP) poderá pedir seu afastamento do cargo.
CONDENAÇÃO DO TCE
As irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas, em abril deste ano, determinam o ressarcimento de R$ 22.124,54 aos cofres públicos pela ausência de assinatura e carimbo na prestação de contas do uso de diárias. Além disso, Vilso Gomes foi multado em 1,5 mil - valor máximo previsto em lei estadual - por não respeitar as normas de administração financeira e orçamentária. Os recursos da defesa do prefeito não foram realizados no prazo de 30 dias após o relatório.
OUÇA, abaixo, entrevista com o vereador Manoel Rodrigues (PP) que foi relator da comissão especial da Câmara sobre esta votação:
Como eram necessários 6 votos para evitar a derrota do Prefeito, a votação levou Vilso Agnelo da Silva Gomes a ter seus direitos políticos suspensos por 8 anos. Agora o Ministério Público (MP) poderá pedir seu afastamento do cargo.
CONDENAÇÃO DO TCE
As irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas, em abril deste ano, determinam o ressarcimento de R$ 22.124,54 aos cofres públicos pela ausência de assinatura e carimbo na prestação de contas do uso de diárias. Além disso, Vilso Gomes foi multado em 1,5 mil - valor máximo previsto em lei estadual - por não respeitar as normas de administração financeira e orçamentária. Os recursos da defesa do prefeito não foram realizados no prazo de 30 dias após o relatório.
OUÇA, abaixo, entrevista com o vereador Manoel Rodrigues (PP) que foi relator da comissão especial da Câmara sobre esta votação:

Nenhum comentário:
Postar um comentário