O povo canguçuense estará mobilizado na quinta-feira, dia 11 de julho, em luta por um avanço real da democracia.
É preciso questionar os privilégios de um modelo de pedágios que aniquila diariamente a condição de vida da classe trabalhadora.
Trabalhadores urbanos, rurais e caminhoneiros são colocados diariamente num campo de luta, criado pela ganância de uma empresa que obtêm anualmente mais de R$ 100 milhões de lucro. O resultado disto são caminhoneiros que precisam (e não podem) desviar o pedágio e acabam pagando até R$ 75 de tarifa a cada passagem.
É preciso questionar os privilégios de um modelo de pedágios que aniquila diariamente a condição de vida da classe trabalhadora.
Trabalhadores urbanos, rurais e caminhoneiros são colocados diariamente num campo de luta, criado pela ganância de uma empresa que obtêm anualmente mais de R$ 100 milhões de lucro. O resultado disto são caminhoneiros que precisam (e não podem) desviar o pedágio e acabam pagando até R$ 75 de tarifa a cada passagem.
O resultado disto são trabalhadores rurais que tiveram suas rotinas alteradas em razão do fluxo de veículos que desviam o pedágio devido às altas tarifas.
O resultado disto são produtos que chegam mais caros à mesa da população urbana, porque as transportadoras repassam ao consumidor o valor pago em pedágio.
Em manifestação realizada por caminhoneiros na semana passada, oito trabalhadores grevistas foram presos e as famílias precisaram arrecadar R$ 10 mil para liberá-los. No total, R$ 80 mil. A justiça e a polícia estão a serviço de quem?
O direito de ir e vir só é motivo de ação judicial e policial quando são os trabalhadores que interrompem rodovias para protestar contra um Estado excludente, contra um sistema voraz que se move pela vontade dos ricos e que atenta contra os direitos mínimos da classe trabalhadora, um sistema que privilegia o lucro em detrimento do ser humano. O direito de ir e vir não é questionado – nem pela justiça nem pela polícia – quando uma empresa privada fecha as estradas municipais e cobra tarifas que rendem milhões de reais aos seus cofres.
O ato contará com a participação do Levante Popular da Juventude, SIMCA, Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), população em geral, moradores do desvio, caminhoneiros e demais grupos e organizações que queiram integrar a luta por um tempo de justiça social para as classes populares.
O resultado disto são produtos que chegam mais caros à mesa da população urbana, porque as transportadoras repassam ao consumidor o valor pago em pedágio.
Em manifestação realizada por caminhoneiros na semana passada, oito trabalhadores grevistas foram presos e as famílias precisaram arrecadar R$ 10 mil para liberá-los. No total, R$ 80 mil. A justiça e a polícia estão a serviço de quem?
O direito de ir e vir só é motivo de ação judicial e policial quando são os trabalhadores que interrompem rodovias para protestar contra um Estado excludente, contra um sistema voraz que se move pela vontade dos ricos e que atenta contra os direitos mínimos da classe trabalhadora, um sistema que privilegia o lucro em detrimento do ser humano. O direito de ir e vir não é questionado – nem pela justiça nem pela polícia – quando uma empresa privada fecha as estradas municipais e cobra tarifas que rendem milhões de reais aos seus cofres.
O ato contará com a participação do Levante Popular da Juventude, SIMCA, Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), população em geral, moradores do desvio, caminhoneiros e demais grupos e organizações que queiram integrar a luta por um tempo de justiça social para as classes populares.
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