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Vida Plena

Gordices da KÁ

17 janeiro 2013

70% de quebra no feijão

As lavouras ainda estão vistosas, mas 70% das vagens estão vazias em lavouras de feijão de Canguçu. As perdas foram decorrência do tempo, que castigou a cultura em diversos estágios.
Segundo a Emater, foram vários os problemas. Primeiro o frio prejudicou a cultura durante o estágio de pré-floração. Em seguida, um curto período de estiagem atingiu em cheio a frase seguinte, que é a floração. No quinto distrito, região responsável por uma significativa parcela da produção do grão no município, até mesmo o granizo trouxe perdas, já durante o mês de dezembro.
O Impacto só não será maior porque para esta safra muitos produtores abandonaram o plantio de feijão. A aposta foi em culturas como a soja, mais resistente aos períodos de seca.
"Este feijão ocupa 3.5 mil hectares no município. São mil a menos que no ano passado. A soja está valendo bem mais e o mercado do feijão vem regredindo. As empresas compram muito grão de outros estados e também importam de outros países", explica Samuel Rutz, engenheiro agrônomo e chefe do escritório da Emater Canguçu.
Com informações do Jornal Diário Popular

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