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23 agosto 2010

Diretor da Conab se reúne com cadeia produtiva do pêssego

O diretor de Política Agrícola e Informações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Silvio Porto estará em Pelotas no dia 30 de agosto para se reunir com representantes da cadeia produtiva do pêssego com o objetivo de discutir uma política de preço mínimo para a fruta.
A realização do encontro foi confirmada esta semana em conversa entre Porto e o deputado federal Fernando Marroni (PT-RS), que atua como interlocutor dos produtores junto ao Governo Federal.
“Vamos colocar na mesa de negociação produtores, industriais e técnicos da cadeia produtiva para chegarmos a um acordo capaz de beneficiar a todos”, comenta Marroni.
A reunião ainda terá como pauta a possibilidade deste ano a Conab comprar frutas in natura e não apenas beneficiadas e enlatadas, como aconteceu na última safra. A exemplo da safra 2009-2010, a companhia destinou este ano outros R$ 6 milhões para a compra de parte da produção de pêssego da região.
Para Ellemar Wohjan, assessor do Centro de Apoio ao Pequeno Agricultor de Pelotas (Capa), a definição de um preço mínimo para o pêssego abre as portas para uma nova relação entre a indústria e os produtores. “É importante para que nos adiantemos nestas questões, pois em novembro o pêssego já estará pronto para ser industrializado”, pondera.
Em 2009 a negociação com a Conab beneficiou 400 famílias de pequenos produtores. Ao final da safra foram compradas dois milhões de latas do produto por um preço de R$ 2,55 a lata. Metade do produto ficou armazenada para futura comercialização, enquanto a outra metade foi revendida para mercados populares do nordeste, abrindo uma nova frente para a produção regional.

2 comentários:

Anônimo disse...

Vamos ver se não é interesse eleitoral, eles vem com balelas e não favorecem em nada o agricultor,pois pagaram na fabrica R$ 2,55 a lata de 500 gr com calda (400 gr de fruta in natura), enquanto pagaram menos de R$ 0,50 o quilo na porta da fabrica, pagaram não prometeram pagar, porque muitos agricultores até hoje não receberam.

Anônimo disse...

COMPLEMENTANDO O 8:35 PM, E O CASO É QUE OS FABRICANTES RECEBERAM OS VALORES NO ATO, SÓ NÃO REPASSARAM AOS PRODUTORES, QUE DEVEM TER SEUS INSUMOS DA SAFRA PASSADA ATÉ HOJE SEM SER PAGO, E PAGANDO JUROS SOBRE O VALOR.