Os projetos de assentamento realizados pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) foram apresentados nesta quarta-feira, na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados. O tema foi abordado pelo ministro Guilherme Cassel. Os conflitos agrários existentes no País também foram debatidos. O deputado federal Afonso Hamm (PP-RS) que integra a Comissão participou do evento.
Na oportunidade, o ministro antecipou as informações sobre o resultado do Censo Rural, que o IBGE vai divulgar no fim deste mês. O ministro comentou que o número de propriedades rurais do País aumentou em 350 mil, e o tamanho médio dessas propriedades diminuiu (de 78 para 63 hectares). Ele comentou que esses dados reverteram-se as curvas de crescimento do êxodo rural e de crescimento da concentração fundiária.
Conforme dados apresentados pelo ministro, desde 2003 foram assentadas 519 mil famílias, o que representa 59% do total de assentamentos toda a história do País.
O evento também contou com a presença do ouvidor agrário nacional, Gercino José da Silva Filho, que expôs as medidas adotadas pelo governo para diminuir os conflitos no campo. Ele destacou o Plano Nacional de Combate à Violência no Campo, que estabeleceu 15 ações destinadas à especialização dos órgãos que cuidam desses conflitos.
Organização
Durante audiência, o deputado Afonso Hamm (PP-RS) destacou a importância de se estabelecer um modelo de reforma agrária com transparência e que os assentados devem ter um cadastro efetivo, e devem ser beneficiados aqueles que têm vocação.
Hamm comentou que existe um modelo inteligente para Reforma Agrária, que é o credito fundiário ou Banco da Terra. “Os recursos têm que chegar a quem realmente possa fazer da terra seu sustento, produzir alimentos para a nação e gerar riquezas, visando à exportação de alimentos”, observa Hamm ao comentar que é favor da inclusão social e respeita os assentados, mas é favorável a uma organização e esclarecimentos à sociedade.
Assessora de Imprensa
Na oportunidade, o ministro antecipou as informações sobre o resultado do Censo Rural, que o IBGE vai divulgar no fim deste mês. O ministro comentou que o número de propriedades rurais do País aumentou em 350 mil, e o tamanho médio dessas propriedades diminuiu (de 78 para 63 hectares). Ele comentou que esses dados reverteram-se as curvas de crescimento do êxodo rural e de crescimento da concentração fundiária.
Conforme dados apresentados pelo ministro, desde 2003 foram assentadas 519 mil famílias, o que representa 59% do total de assentamentos toda a história do País.
O evento também contou com a presença do ouvidor agrário nacional, Gercino José da Silva Filho, que expôs as medidas adotadas pelo governo para diminuir os conflitos no campo. Ele destacou o Plano Nacional de Combate à Violência no Campo, que estabeleceu 15 ações destinadas à especialização dos órgãos que cuidam desses conflitos.
Organização
Durante audiência, o deputado Afonso Hamm (PP-RS) destacou a importância de se estabelecer um modelo de reforma agrária com transparência e que os assentados devem ter um cadastro efetivo, e devem ser beneficiados aqueles que têm vocação.
Hamm comentou que existe um modelo inteligente para Reforma Agrária, que é o credito fundiário ou Banco da Terra. “Os recursos têm que chegar a quem realmente possa fazer da terra seu sustento, produzir alimentos para a nação e gerar riquezas, visando à exportação de alimentos”, observa Hamm ao comentar que é favor da inclusão social e respeita os assentados, mas é favorável a uma organização e esclarecimentos à sociedade.
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