O Estado, junto com os municípios, mobilizará 2.022 postos fixos de vacinação e 3.096 postos volantes, envolvendo 1.492 veículos e 13.337 pessoas no desenvolvimento da vacinação. Na primeira etapa da campanha, em junho passado o Rio Grande do Sul vacinou 689.281 crianças, (96,15%) dos menores de cinco anos.
A imprensa poderá ver a progressão dos dados, total e por cidade, no site http://pni.datasus.gov.br, do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização.
Sobre a Doença
A vacina contra a poliomielite é um serviço básico oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além do esquema básico - as três doses de rotina - a criança de até cinco anos tem de tomar todos os anos as duas doses. A paralisia infantil é transmitida por três tipos de vírus.
A poliomielite é uma infecção grave. Na maioria das vezes, a criança adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso. As consequências mais comuns ocorrem nos membros inferiores, mas o vírus também pode ocasionar uma lesão mais grave em um ou mais membros ou até mesmo levar à morte - por meio de uma tetraparalisia. A doença é causada e transmitida por um vírus que entra no organismo via oral.
A pessoa infectada pode transmitir a doença pelas fezes que, em contato com o ambiente, atinge quem não foi devidamente imunizado. Como o vírus é muito leve, ele pode ser levado pelo ar, entrar em contato com o alimento, com os brinquedos, ou atingir a criança por via oral ou pela ingestão de água contaminada. Uma pessoa que teve a poliomielite, principalmente em um ambiente em que o saneamento básico é desfavorável, o vírus pode contaminar a água, o solo e o meio ambiente de forma geral.
No mundo
Existe um movimento mundial de erradicação da pólio. Ela é endêmica (a transmissão da doença é constante) em quatro países: Afeganistão, Índia, Nigéria e Paquistão. Outros 15 países têm registro de casos importados: Sudão, Uganda, Quênia, Benim, Angola, Togo, Burkina Faso, Niger, Mali, República Central da África, Chade, Costa do Marfim, Gana, Nepal e República Dominicana do Congo.
Fonte: Governo do Estado
4 comentários:
Pô!! que sorte a criança não explodiu!!!
Ultimamente a dona Yeda anda explosiva!!!
Mas olha a car de doida que ela tem, é corrosiva hehehehehehe
Ô gente, não é uma criança, é o Pedro Pereira. Vejam. Ele grita tanto que tá diminuindo.
Dizem que ela ficou explosiva depois de tocar no deputado canguçuense. Mas não contem a niguém o que leram. É segredinho.
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