Outro caso, entre tantos outros, que chamou a atenção foi de José Cilon Madruga, 60 anos. Até hoje ele não havia tirado nenhum documento, estava apenas com uma certidão de nascimento, rasgada, na busca de seus “papéis” para poder buscar sua aposentadoria.
“Tudo que a gente vai fazer eles pedem os papel (sic) da gente. E eu preciso pra poder me aposentar depois, menino” disse ao site Canguçu em Foco.
As irmãs que tiraram os primeiros documentos após os 50 anos de idade. Santa e Eva.
Seleida além de tirar a carteira de trabalho ainda aproveitou para pedir mais uma sesta básica para a Secretaria de Assistência Social.
José Cilon assinando a carteira de identidade. Com 60 anos ainda não tinha o documento.
Fotos: Augusto Pinz
2 comentários:
Bah que bueno isso tchê, parabéns!! Tomara que no final do ano saia outro pq tem muita gente em Canguçu que necessita.
Boa matéria Augusto..
Parabéns ao "Território da Cidadania" e vc Guto, pela reportagem. Se essas coisas acontecem aqui em um raio de 50, 60 km, tu imagina nos cafundós do norte, nordeste. E o IBGE gasta um balaio de grana para o fazer senso e pelo que estamos vendo, nos trazem estatisticas furadas. Deveriam ao visitar essas pessoas, já disponibilizarem condições para esse tipo de serviço junto a esses cidadãos esquecidos por nossos governantes.
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