No dia 04 de Dezembro, foi realizado na cidade de Canguçu, Zona Sul do Estado, um júri popular que se encarregou de avaliar duas tentativas de homicídio, ocorridas em dois dias diferentes, em 2006.
Dois moradores do assentamento União Armada, no interior de Canguçu, atentaram contra outros três assentados e quatro familiares destes, em oportunidades diferentes. Um homem foi condenado a 23 anos e 8 meses de prisão e o outro a 26 anos e 8 meses.
O promotor José Olavo Bueno dos Passos atuou na acusação. A Defensoria Pública, através do advogado Guilherme Freitas Amorim, alegou negativa de autoria, legítima defesa e ausência de qualificadora.
O julgamento ocorreu no Salão do Júri de Canguçu e chamou atenção o grande número de quesitos, um total de 70.
Dois moradores do assentamento União Armada, no interior de Canguçu, atentaram contra outros três assentados e quatro familiares destes, em oportunidades diferentes. Um homem foi condenado a 23 anos e 8 meses de prisão e o outro a 26 anos e 8 meses.
O promotor José Olavo Bueno dos Passos atuou na acusação. A Defensoria Pública, através do advogado Guilherme Freitas Amorim, alegou negativa de autoria, legítima defesa e ausência de qualificadora.
O julgamento ocorreu no Salão do Júri de Canguçu e chamou atenção o grande número de quesitos, um total de 70.
Extraido de: Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul
Site: www.jusbrasil.com.br
Um dos réus poderá recorrer em liberdade, porém o outro, que já estava preso em função desse crime, permanecerá em regime de reclusão. O júri teve início às 9h e terminou apenas às 23h.
Um comentário:
os cara tem cada um 07 ou 08 tentativas de homídio e além disto desacato, é um perigo eles na rua.
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