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10 dezembro 2021

Projeto Conexão Agroindústrias qualifica 25 empreendedores da Zona Sul

Dois anos de capacitação técnica e gerencial para garantir segurança e qualidade de produtos alimentícios antes de chegarem à mesa dos consumidores. Essa é a proposta do projeto Conexão Agroindústria, que está beneficiando um grupo de 25 empreendedores do setor alimentício da Zona Sul do Estado.

Participam agroindústrias dos municípios de Pelotas, Capão do Leão e Morro Redondo dos mais diversos nichos, como embutidos, panificadoras e produtores de doces regionais, até pequenas indústrias de vinhos e sucos. As primeiras atividades foram realizadas ainda em setembro e irão se estender até o final de 2023.



O projeto integra as ações do Juntos Para Competir (JPC), desenvolvido em solo gaúcho pela Farsul, Senar-RS e Sebrae RS, e conta ainda com a parceria da Emater/RS, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural (SDR), e Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Pelotas

Mensalmente os empreendedores recebem ao menos uma visita presencial de um consultor do programa de Assistência Técnica e Gerencial do Senar-RS (ATeG), além de um permanente suporte remoto dos parceiros da iniciativa. A expectativa é que, a partir de 2022, com menos restrições de distanciamento social, o grupo possa realizar encontros presenciais de forma coletiva para, além de promover a integração mais efetiva dos participantes, também fomentar novas oportunidades de intercâmbio, promover rodadas de negócios, e realizar capacitações de forma coletiva.

Segundo a gestora do Sebrae RS, Márcia de Azevedo Rodrigues, o foco do trabalho é valorizar e desenvolver a cadeia produtiva local capacitando os produtores com conteúdos e ferramentas que tornem a sua produção mais eficiente e lucrativa. Durante os 24 meses previstos no projeto, a iniciativa irá qualificar o grupo em duas frentes: do ponto de vista gerencial, em questões relativas ao desenvolvimento de cada negócio e ao posicionamento dos produtos de cada agroindústria no seu respectivo nicho de mercado. Por outro lado, dará ênfase em questões sanitárias e de boas práticas, temas essenciais para garantir que os insumos produzidos e distribuídos estejam livres de qualquer contaminação ou similar. Serão abordados temas como inspeção, procedência e qualidade dos alimentos, além de capacitações específicas como oficinas de Boas Práticas de Fabricação (BPF) e adesão ao Programa Alimentos Seguros (PAS).

Para Edison de Almeida Foster, diretor da Bravo Carne do Pampa, a assistência técnica para a qualificação do serviço deve ser uma das mais valiosas contribuições do projeto, uma vez que em termos de produto, o negócio está bem posicionado. A marca atua na oferta de cortes de alto padrão das raças Hereford e Angus, com selo de origem, e acompanha todo ciclo do animal, desde o nascimento, sua alimentação e saúde, além de outros fatores “Gestão, marketing, rotulagem, por exemplo, são áreas que certamente podem agregar valor ao nosso negócio”, explica.

Moglia Comunicação Empresarial

Assessoria de Imprensa Sebrae RS

24 janeiro 2017

Granja Avícola Born & Behling

Um dos grandes desafios do campo é manter o jovem seguindo na agricultura. Muitos desejam sair, ir para cidade e se desenvolver em alguma profissão. O êxodo rural preocupa, mesmo com toda a tecnologia que também está disponível no campo. Mas este não é o caso na Granja Avícola Born & Behling onde o negócio, além de seguir nas mãos da família, ganhou mais dinamismo e profissionalismo.
Gustavo, Cléia e Ari.
Fotos: Augusto Pinz

Filho do casal Ari e Cléia, o jovem Gustavo Born Behling sempre ajudou os pais na propriedade rural. Mas queria mais. Foi estudar agronomia na Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e colocou em prática, na propriedade dos pais, tudo o que aprendeu após sua formatura. Foi atrás de financiamento bancário e profissionalizou a propriedade com maquinário, que dá mais agilidade no cuidado das 8 mil aves, e a construção de peças conforme a necessidade da legislação. O novo momento da atividade figura desde 2016 com automação na coleta dos ovos e alimentação das galinhas. O investimento foi de aproximadamente R$ 500 mil. 
A produção de ovos com galinhas da raça Isa Brown gera, em média, 3.700 ovos por dia. Do total dos animais alguns, ainda novos, não produzem. Tudo é vendido no município de Canguçu, mas já com ideia de expandir os negócios para a região. O entrave fica na burocracia do Governo do Estado.
Entraves, aliás, são alguns para melhorar ainda mais as vendas. A estrada da Vila Silva, 3º distrito, onde fica a propriedade, é um caos. Estreita e cheia de pedras e buracos não recebe manutenção há pelo menos três anos. Imagine então sair com um carro cheio de ovos do local. Outro problema está na energia fornecida pela CEEE. Seria necessária rede trifásica. O pedido já está feito para a companhia que ainda não realizou o serviço que irá melhorar o funcionamento do maquinário. 
Com as necessidades atendidas futuramente o projeto é de ampliar, ainda mais, a produção com construção e ampliação de aviários. 
A granja avícola Born & Behling fica na Vila Silva-  3º distrito e os contatos dos proprietários são: 53-984.45.42.25 ou 984-79.5718.

08 março 2016

Produção de Biscoitos - Agroindústria da ETEC

No dia 8 de março de 2016, os alunos Curso Técnico em Agricultura Integrado ao Ensino Médio, sob a orientação da professora Joicinara Voigt, realizaram uma aula prática em que testaram diferentes receitas de bolachas (de queijo e de chá) na disciplina de Agroindústria. A aceitação das receitas foi muito boa, sendo que os professores e funcionários convidados a degustar as bolachas descreveram como muito gostosas e deliciosas.

Participaram os seguintes alunos:  Adriana Sturbelle, Thabata Mota, Gelson Chagas, Carolina Corpes, Guilherme Couto de Avila, Carolina Gomes de Oliveira, Wellington Seghetto, Tauana Tuchtenhagen, Joicinara Voigt, Alessandra Barrozo Bubanz, Jaqueline Rodrigues e Milena Martins.

Só faltou mandar uma prova para o site... Informações: ETEC

19 fevereiro 2016

Agronegócio representa 66% das exportações do RS

O agronegócio no Rio Grande do Sul exportou U$ 11,6 bilhões em 2015 e registrou um recuo de quase quatro mil postos de empregos formais. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (11/2) pela Fundação de Economia e Estatística (FEE) no lançamento dos Indicadores Econômicos do Agronegócio, que apresenta estatísticas do emprego formal e das exportações do agronegócio do Brasil e do Rio Grande do Sul. A produção destas estatísticas foi viabilizada com o desenvolvimento de metodologias próprias pelo Núcleo de Estudos do Agronegócio da FEE, disponíveis no site da instituição.

Exportações
As exportações gaúchas do agronegócio totalizam US$ 11,6 bilhões, valor que representa 66,6% das exportações do Estado. Comparativamente ao ano de 2014, o volume exportado cresceu (27,6%), mas houve retração do valor em dólares (-6,1%), sobretudo pela queda nos preços. Mesmo assim, para o exportador gaúcho, isso não representou uma queda nos valores recebidos em reais devido à desvalorização cambial.
Dentre os setores responsáveis pela queda no valor exportado destaca-se o setor de Máquinas e implementos agrícolas (-40,6%). Esta queda resulta, principalmente, na diminuição das remessas para Paraguai, Argentina e Uruguai.  Contrariando a tendência de queda, o setor de Produtos Florestais registrou crescimento de 70,9%, devido à ampliação da capacidade produtiva no Estado, e houve também aumento nas exportações de Lácteos (133,3%). Neste caso, o expressivo crescimento no valor exportado em 2015 deve-se ao aumento de exportações para a Venezuela.
A China permanece como o principal comprador das mercadorias do agronegócio gaúcho (US$ 4,2 bilhões em 2015).
Com relação ao ano de 2016, para o economista da FEE Sergio Leusin Jr, ainda que seja cedo para afirmar, os dados de janeiro indicam para uma provável queda do valor exportado no ano. Isso tanto em “função da aparente tendência de continuidade da queda dos preços internacionais, como pela limitada capacidade de crescimento da produção agropecuária gaúcha no curto prazo” .
A China permanece como o principal comprador das mercadorias do agronegócio gaúcho (US$ 4,2 bilhões em 2015).
Emprego formal do agronegócio
Em 2015, o saldo do emprego formal no agronegócio foi negativo no Rio Grande do Sul. No ano, houve uma perda de 3.983 postos de trabalho. O agronegócio representa cerca de 12% do emprego celetista total do Estado. Apesar da queda, o Rio Grande do Sul manteve a 4ª posição no ranking nacional das unidades da federação com mais empregos no setor (7,5% do total).
A distribuição do emprego é desigual no Estado. A mesorregião Noroeste é a que concentra a maior parte dos empregos do setor (28,%), seguida da Metropolitana de Porto Alegre (24,3%)


25 fevereiro 2013

AGROINDÚSTRIA EM PAUTA NA CÂMARA


A Câmara de Vereadores de Canguçu realizou nesta quinta-feira  Sessão Especial, solicitada pelos vereadores Vinicius Pegoraro, Avacir Prestes e Erroldisnei Borges, para discutir assuntos referentes ao atual quadro, viabilidade, sugestões e soluções aplicáveis às agroindústrias do município.

Esteve presente na sessão a equipe da Emater, que através da Gerente Regional Caren Peglow  e a engenheira Bruna Roldan, fizeram uma explanação sobre o programa de agroindústria estadual e o trabalho de apoio feito pela Emater junto aos produtores.
Também se manifestaram sobre o tem o secretário de desenvolvimento rural Cleider Menegoni, o Sr. Antônio Avelange Bueno (representando o deputado estadual Edgar Preto), a Srª Selmira Ferenbach ( representando o deputado Nelson Harter) e outras personalidades da comunidade canguçuense, entre elas a Irmã Cecília Rigo.

Entre os diversos assuntos abordados discutiram principalmente a aproximação dos órgãos estatais com os produtores, formas de desburocratizar a legalização das agroindústrias e estratégias que promovam a  comercialização da produção de nossos agricultores.


O presidente do legislativo municipal, Vinicius Pegoraro, ressaltou a importância do projeto de sua autoria, que cria no âmbito do Município de Canguçu o Programa Municipal de Agroindústrias, que tem como objetivo geral a implantação e o fortalecimento das agroindústrias no município, além promover a organização rural através de associações e cooperativas, visando à valorização do trabalho coletivo gerando emprego, renda e buscando desencadear um processo de desenvolvimento socioeconômico municipal.

29 maio 2011

Agroindústria é inaugurada em São Lourenço do Sul

Foto: Terezinha Moreira
A Cooperativa Mista dos Pequenos Agricultores da Região Sul (Coopar), Prefeitura de São Lourenço do Sul e entidades da agricultura familiar realizaram, neste sábado (28/05), a inauguração da Unidade de Laticínios Pomerano Alimentos. O evento contou com a presença do governador em exercício, Beto Grill, do secretário de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Ivar Pavan, do presidente da Emater/RS, Lino De David, do prefeito de São Lourenço do Sul, José Nunes de Almeida, do presidente da Coopar, Udo Tessmer, além de representantes de entidades rurais, prefeitos da região e moradores da comunidade de Boa Vista, local onde foi instalada a agroindústria, no 6° distrito de São Lourenço do Sul.

A Unidade de Laticínios da Coopar tem capacidade para receber 60 mil litros de leite por dia e vai beneficiar, diretamente, cerca de 500 agricultores que trabalham na produção de leite. A cooperativa possui 2400 associados e representa um exemplo de união dos pequenos agricultores familiares. O governador em exercício, Beto Grill, destacou a determinação e força de trabalho dos pomeranos na região, que promovem, através da união, o desenvolvimento econômico e social na sua área de abrangência, além de valorizar as aptidões regionais.

O secretário de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Ivar Pavan, acompanhado pelo presidente da Emater/RS, Lino De David, falou de outro mérito do empreendimento, a agregação de valores ao leite, a qual promove a diversificação de produtos para comercializar. O presidente da Coopar, Udo Tessmer, estava orgulhoso com a inauguração e salientou a importância para a comunidade de Boa Vista. “O diferencial da Unidade de Laticínios é que o leite sai da propriedade e em 24 horas é industrializado”, destacou Tessmer.

Assessoria de Imprensa Emater/RS-Ascar Regional Pelotas

18 abril 2011

Famílias da Nova Gonçalves preparam Agroindústria

Nove famílias de moradores da localidade da Nova Gonçalves - 2° distrito de Canguçu, estão batalhando pela conclusão das obras para a construção de um local para colocação de uma agroindústria que irá trabalhar com cana-de-açucar, produzindo cachaça, e com frutas na produção de doces.
Foto: Augusto Pinz/Canguçu em Foco
Na manhã desta segunda-feira (18) acomapanhamos o secretário de Turismo, Indústria e Comércio, Nilson Norenberg (PTB), que foi até o local. A Prefeitura Municipal tem colaborado com a doação de tijolos, cimentos, maquinário, e outros meios para que a agroindústria comece a funcionar logo. Hoje (18), os agricultores pediram que a secretaria intervisse na aquisição de caixas d"agua, canos de cimento, abertura de cacimbas, cimento e terraplanagem. O Secretário Nilson prometeu buscar apoio junto a Secretária de Obras para atender aos pedidos. "Estamos buscando incentivos para este tipo de negócio no interior do nosso município", revela o secretário.
Os agricultores ainda revelaram que pretender montar um esquema de reaproveitamento da água que fará o resfriamento dos equipamentos, para evitar o desperdício. Uma iniciativa  louvável, em tempos de conscientização ambiental.