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01 abril 2016

Jardel Oliveira deixa PPS e assina com PSDB

O coordenador do Procon de Pelotas, Jardel Oliveira, filiou-se ao PSDB. Na última semana, Jardel, juntamente com o vereador Cledemir Gonçalves (Fininho) a vice-prefeita de Pelotas, Paula Mascarenhas e o prefeito Eduardo Leite, ocorreu o ato de filiação.
Jardel, de Preto, agora é Tucano.
Foto: Divulgação.

Jardel Souza de Oliveira é bacharel em direito, foi vereador e presidente da câmara de vereadores de Piratini, onde também assumiu por alguns períodos como prefeito em exercício. Trabalhou durante 6 anos na Nativa FM e atualmente participa da equipe esportiva da Rádio Liberdade AM de Canguçu.

15 junho 2015

Vice-Prefeita de Pelotas pode ir para o PMDB

Segundo informações do jornal Zero Hora, desta segunda-feira (15), filiada ao PPS, a vice-prefeita de Pelotas Paula Mascarenhas caminha para o PMDB. Ela deve falar com Roberto Freira (PPS-SP), em Brasilia, para comunicar a migração. Os obstáculos para a mudança foram desfeitos após conversas com Ibsen Pinheiro e Osmar Terra (Guilherme Mazui)

15 outubro 2014

União Socialista poderá criar o PS40

O PSB e o PPS estão em ritmo adiantado de fusão. As conversas sobre a união dos dois partidos começaram antes mesmo de Eduardo Campos lançar sua candidatura a presidente da República, mas foram suspensas depois da morte do ex-governador, em agosto. As discussões sobre essa ideia foram retomadas depois da derrota da ex-ministra Marina Silva no primeiro turno da eleição presidencial. Caso venham mesmo a se fundir, PSB e PPS formarão a quarta maior bancada da Câmara que toma posse em fevereiro do ano que vem, com 45 deputados, atrás apenas de PT, PMDB e PSDB.

À frente de um grupo de cinco colegas de partido, o presidente do PPS, deputado Roberto Freire (SP), tem reunião marcada para essa quarta-feira (15/10), com o presidente do PSB paulista, deputado Márcio França, e outros quatro socialistas, para dar continuidade às negociações para a fusão. A intenção dos dirigentes das duas legendas é esperar o segundo turno da eleição para depois fechar as negociações. O novo partido poderá manter o nome de PSB ou passar a se chamar PS40, que é o número de registro do partido do ex-governador Eduardo Campos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

"Nós decidimos esperar a decisão final para depois da eleição para não atrapalhar a campanha de Aécio Neves, que é candidato apoiado tanto do PSB quanto do PPS", disse Roberto Freire. Ele foi procurado hoje de manhã por Márcio França, pelo prefeito do Recife, Geraldo Júlio, eleito primeiro secretário do PSB, e por Fernando Bezerra Coelho, senador eleito por Pernambuco. Conversaram sobre a necessidade de avançar nas negociações, para que o novo partido possa se consolidar o mais rapidamente possível.

"O PSB e o PPS têm uma identidade muito forte. A fusão será programática, devido à semelhança dos programas. Terá também um pouco de pragmatismo porque nos dará uma bancada grande e forte, a quarta da Câmara", disse Freire. Ele afirmou ainda que a fusão, por enquanto, é negociada apenas entre os dois partidos. Mas existem informações de que o PEN, que elegeu dois deputados, e o PHS, com cinco, também podem entrar nas negociações. Este último fez parte da coligação que apoiou a candidatura de Eduardo Campos e Marina Silva ao Planalto.

O PPS foi o primeiro partido a oferecer legenda à ex-ministra Marina Silva logo depois de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negar registro ao partido dela, o Rede Sustentabilidade. Mas Marina optou por entrar no PSB, ser a candidata a vice de Eduardo Campos e assumir o lugar deste logo depois da morte do ex-governador. O PPS fez aliança com o PSB, apoiou Campos e depois Marina. Depois do primeiro turno, foi um dos primeiros partidos a se aliar a Aécio Neves, caminho que foi seguido pelo PSB.

07 outubro 2014

Em nota, PPS declara apoio a Aécio Neves

O PPS, em reunião, nesta terça-feira, em Brasília, decidiu, por unanimidade, apoiar o candidato do PSDB à presidência da República, Aécio Neves. Em nota oficial, o partido, que faz parte da coligação Unidos pelo Brasil, conclamou as forças democráticas a apoiar a candidatura tucana.

“A sociedade deu um recado muito claro nas urnas contra o governo. Defendemos a união das oposições para derrotar o lulopetismo, afirmando a questão democrática e os princípios republicanos”, disse o presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire (S), durante a reunião da Executiva Nacional.

Para Freire, Aécio não tem problema algum em incorporar propostas que fazem parte do programa de Marina Silva, e o consenso entre os dois é claramente possível.

"Precisamos nos lembrar do que disse Eduardo Campos: O Brasil não aguenta mais quatro anos de governo Dilma. Não fazemos política em proveito próprio, mas sim com perspectivas que interessam ao país”, declarou.          

Roberto Freire disse ainda que a posição do PPS será levada a Marina, aos demais partidos da coligação que apoiou a candidatura dela no primeiro turno e a Aécio Neves. Leia a íntegra da nota:

“Resolução Política do PPS

A Comissão Executiva do Partido Popular Socialista, reunida em Brasília, no dia 7 de outubro de 2014, em defesa dos compromissos do partido com a democracia, os valores republicanos, o desenvolvimento sustentável, a inclusão social, a reforma política e a retomada do crescimento, conclama todas as forças favoráveis à mudança, em especial aquelas que apoiaram, no primeiro turno, Marina Silva (PSB), à unidade em torno da candidatura de Aécio Neves (PSDB) à Presidência da República.

Roberto Freire
Presidente Nacional do PPS”

21 maio 2014

PPS anuncia apoio ao PMDB

O PPS anunciou nessa terça-feira (20.maio) o apoio do partido à candidatura de José Ivo Sartori (PMDB) ao governo do Estado. A decisão foi tomada por unanimidade, durante reunião da Executiva ampliada do partido. Durante o encontro, também foi definida a aliança com o PSB nas eleições proporcionais à Assembleia Legislativa e à Câmara dos Deputados.

Ao término da reunião, Sartori e o pré-candidato da coligação ao Senado, Beto Albuquerque (PSB) foram ao encontro dos dirigentes do PPS, para agradecer o apoio. De acordo com Odone, a decisão foi tomada após um amadurecimento das discussões políticas com as forças de oposição ao atual governo do Estado.  Além do PMDB, o PPS havia sido procurado pelo PP e pelo PDT, em busca de apoio às candidaturas de Ana Amélia Lemos e Vieira da Cunha.
Contudo, pesou na escolha as afinidades ideológicas e programáticas com Sartori e Beto, além da união nacional já consolidada entre PPS e PSB em torno da candidatura de Eduardo Campos (PSB) à Presidência da República.

- Foi uma escolha natural, pois essa é uma aliança coerente. Estou muito contente e acredito que os três partidos vão tocar a campanha de ouvido, tamanha a nossa sintonia – disse Odone.

- Essa não é uma aliança de conveniência. É uma aliança de convergências – completou Beto Albuquerque.

Para Sartori, a união de PMDB, PPS e PSB é um instrumento de renovação do Estado.

- Aqui está o recomeço de uma caminhada para todo mundo que tem postura, que tem um ideal, para quem tem sonhos e o desejo de alcançá-los. Temos um norte político e não vai me faltar sola de sapato para percorre-lo – frisou Sartori.

13 dezembro 2013

PPS quer saber se Lula era informante da ditadura

O líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno, encaminhou nesta quinta (12) um ofício (confira íntegra abaixo) ao coordenador da Comissão Nacional da Verdade, Pedro Dallari, sugerindo que a comissão investigue a suposta colaboração do ex-presidente Lula com o aparato de repressão do regime militar nos anos 80. Numa entrevista Romeu Tuma Júnior à revista Veja, o ex-secretário nacional de Justiça disse que o ex-presidente teria sido informante de seu pai, o ex-delegado Romeu Tuma, junto ao Dops (Departamento de Ordem Política e Social), famoso órgão repressor de movimentos políticos e sociais contrários ao regime durante a época da ditadura militar.

Indagado pela revista se possuía provas a esse respeito, Tuma Júnior teria respondido o seguinte: “Não excluo a possibilidade de algum relatório do Dops da época registrar informações atribuídas a certo informante de codinome Barba”. Em seu ofício, Bueno diz a José Carlos Dias que "espera sejam tomadas as providências cabíveis para que sejam os fatos devidamente averiguados, a fim de que seja estabelecida a verdade histórica".

A Comissão Nacional da Verdade foi criada por lei em 2011 e desde o ano passado investiga episódios sobre violações dos Direitos Humanos no Brasil no século 20, em períodos de Ditadura Militar.

Ainda de acordo com o líder do PPS, se a verdade histórica envolve uma participação de Lula diferente daquela que se imaginava até o presente momento, o de vítima e não colaborador da ditadura, isso deve ser esclarecido. "O Brasil precisa saber se é verdade que o ex-presidente era um informante da polícia política da ditadura militar e, ainda, com qual finalidade. Teria sido Lula um delator de seus companheiros? Quem ele teria delatado? Quando isso teria ocorrido?", indaga Bueno no documento expedido à Comissão.

02 julho 2012

PPS de Canguçu terá dois candidatos a vereador

O PPS Canguçuense esteve representado em encontro regional na cidade de Pelotas, no mês de Junho, por seu presidente Jó Alipio Vargas e pelos candidatos a vereador da sigla Vanderlei Zarnott Borges e Sandro Nunes Cardoso. O partido realizou sua convenção no dia 10 de junho e optou por coligar com o PP na proporcional e na majoritária.
No encontro estiveram presentes o presidente estadual da sigla deputado Luciano Azevedo e o Presidente Nacional  deputado Roberto Freire.

02 julho 2011

Morre Itamar Franco, o homem que mudou os rumos do Brasil


O Partido Popular Socialista (PPS) e o Brasil estão de luto pela morte do ex-presidente da República Itamar Franco. O senador, que também ocupava a vice-presidente do PPS, faleceu na na manhã deste sábado, vítima de complicações decorrentes de uma pneumonia. Ele estava internado desde o dia 21 de maio no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, para o tratamento de leucemia descoberta no início do ano.

O presidente nacional do PPS, deputado federal Roberto Freire (SP), que foi líder do governo de Itamar Franco, afirma que o Brasil perde um dos políticos mais honrados de sua história. “Itamar sempre primou pela ética na política e sua história é um exemplo para todos os brasileiros. Com sua firmeza e inteligência, assumiu a Presidência da República num dos momentos mais conturbados pós-ditadura (o impeachment de Fernando Collor) e deu início a uma verdadeira virada nos rumos do país. Foi com Itamar e o Plano Real, lançado em seu governo, que o país se livrou da inflação galopante, começou a se desenvolver e ganhar respeito internacional. O Brasil deve muito a esse grande homem”, disse Freire.

O presidente do PPS lembrou ainda que, durante a ditadura militar, Itamar ganhou, como prefeito de Juiz de Fora, admiração e reconhecimento dos comunistas ao convidar muitos membros do PCB (Partido Comunista Brasileiro), então na ilegalidade, para compor a administração municipal.

O governo de Itamar mudou os rumos do Brasil

Itamar Franco foi o presidente do Brasil que conseguiu, através da concepção e execução do Plano Real, controlar a mais violenta e persistente inflação da história do país, e com isso restabelecer a normalidade das atividades econômicas e a estabilização da moeda.

A inflação em 1992 chegava a 1.100%, alcançando o dobro no ano seguinte. Em junho de 94, a inflação mensal era de 46,58% e em julho, com o início do Plano Real, caiu para 6,08%. Paralelamente, o fim da inflação restabeleceu a auto-estima e a confiança da população brasileira no futuro do país. O PT votou contra a criação do Real e os projetos para sua implementação.

A estabilidade econômica e financeira até aqui mantida possibilitou ao país o crescimento de sua economia, a melhoria do padrão de vida da população, o início da ascensão social das classes mais carentes e o efetivo combate à pobreza, que teve início também com programas específicos 110 governo Itamar. Segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas, de 1993 à 1995 houve uma redução 18,4% da população miserável do país, fruto do sucesso do plano.

Eleito vice-presidente da República pelo PRN, Itamar assumiu a Presidência da República em 29 de novembro de 1992, após curta interinidade na chefia do governo, que assumira na condição de substituto legal, após a aprovação, pelo Congresso, do impeachment do então presidente Fernando Collor.

Baiano de nascimento, Itamar Augusto Cautiero Franco, órfão de pai, com poucos meses foi com a mãe para Juiz de Fora, onde viveu, estudou e formou-se em Engenharia Civil e Eletrotécnica, em 1954. Já na vida universitária começou a participar da política estudantil, e também de atividades e entidades esportivas, gradativamente evoluindo para a participação direta na política. Itamar é filho de Augusto César Stiebler Franco e de Itália Cautiero Franco, ambos mineiros, o pai de Juiz de Fora e a mãe de São João Nepomuceno.

Em 1967 Itamar foi eleito prefeito de Juiz de Fora, pelo MOB, realizando uma administração dinâmica, com destaque para importantes obras viárias, de saneamento, educação e saúde na cidade. O conjunto de obras e a correção de seu comportamento na política o fizeram ser eleito, pela segunda vez, para a prefeitura de sua cidade, em 1972. Foi mais um governo de grandes realizações em benefício de Juiz de Fora e sua população, a par com o exercício da ética e da correção na administração pública.

Itamar começou sua vida partidária no PTB, mas logo depois, com o advento do golpe militar de 1964 e a extinção dos antigos partidos, entrou no MDB e participou ativamente da campanha pela redemocratização e de resistência ao regime autoritário. Em 1974, numa campanha histórica, foi eleito senador, juntamente com representantes da oposição em outros estados.

O MDB cresceu, Itamar projetou-se a nível nacional e voltaria a ser eleito para o Senado em 1982. Hoje exerce pela terceira vez o mandato de senador por Minas Gerais, integrando o PPS. Em sua vida política, passou cerca dc 25 anos no MOB, depois transformado em PMDB por força de legislação impositiva do governo autoritário. Em outras oportunidades trocou de partido, sempre por não aceitar discriminação do eventual comando partidário do MDB ou PMOB, fato que o obrigou, algumas vezes, a mudar de legenda, como para lançar sua candidatura ao governo de Minas, pelo PL, em 1986, desta vez sem sucesso.

Em 1998 foi eleito governador de Minas Gerais e empreendeu uma administração inovadora, regularizando as contas do Estado, reduzindo gastos c defendeu as empresas públicas estaduais do processo de privatização empreendido pelo governo federal. Para isso chegou a mobilizar a Polícia Militar de Minas em defesa de Fumas e da Cemig. Fiel a seus princípios, e como havia feito ao deixar a Presidência da República, Itamar desautorizou mobilização de correligionários e partidos para que aceitasse a candidatura à reeleição.

No Senado, Itamar Franco destacou-se ao lado de grandes parlamentares como Mário Covas, Ulysses Guimarães, Tancredo Neves, Paulo Brossard, Pedro Simon, Franco Montoro e outros, formando uma das melhores bancadas do Congresso. Participou ativamente da campanha pelo restabelecimento das eleições diretas para a Presidência da Republico e governos estaduais. Sua atuação no Senado incluiu a presidência da CPI para investigar o acordo nuclear entre o Brasil e a Alemanha, que resultou na construção das usinas nucleares de Angra dos Reis.

Combate à corrupção, estrito respeito à coisa pública foram características marcantes de Itamar Franco, observadas em todos os cargos que exerceu, com ética, seriedade e diálogo democrático. A Wikpédia define seu governo como “talvez o único da história republicana livre de escândalos e corrupção”. Ao terminar seu mandato, quando um presidente conseguiu pela primeira vez nas últimas décadas eleger seu sucessor, Itamar foi designado embaixador do Brasil em Portugal e posteriormente na OEA (Organização dos Estados Americanos), em Washington. Em 2003, foi indicado embaixador do Brasil na Itália.

Em dois anos de mandato, Itamar Franco promoveu o fim da hiperinflação, que nenhum presidente anterior conseguiu erradicar, e em três décadas, de 1665 a 1994, castigou a população brasileira com uma inflação de até 16 dígitos. O sucesso do Plano Real, criado por um grupo de economistas, estabilizou a economia do país. Praticamente todos os grandes economistas do país haviam passado pelo Ministério da Fazenda, mas a inflação continuava. Em mais uma atitude ousada e bem sucedida, Itamar indicou para o ministério um sociólogo, Fernando Henrique Cardoso.

A partir de 2007, Itamar Franco exerceu o cargo de presidente do Conselho de Administração do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) e em 2010 se elegeu para cumprir o terceiro mandato como senador por Minas Gerais, desta vez pelo PPS. Tal como antes, tendo mudado de partido em função de divergências internas no PMDB. Em todos os cargos que ocupou Itamar manteve o comportamento simples, despreocupado em relação a normas de cerimonial e imposições do cargo que o afastavam do convívio natural com as pessoas.

Itamar Franco deixou a Presidência da República em 1994 com alto índice de aprovação da opinião pública em relação a seu governo. A inflação, graças ao Plano Real, havia sido liquidada, algo inédito na história do Brasil. O Plano Real tornou-se irreversível e foi conduzido pelos seus sucessores nos anos seguintes, promovendo a normalização definitiva da atividade econômica e a retomada do desenvolvimento econômico e social do Brasil.

03 fevereiro 2010

Missão de deputados embarca nesta quarta para o Haiti

Com o objetivo de acompanhar e avaliar in loco o trabalho que está sendo executado pelas Forças Armadas no Haiti, uma missão de cinco deputados federais embarca nesta quarta-feira (03/02) para país. Os parlamentares vão verificar o andamento das ações de segurança desenvolvidas pela tropa brasileira no país e também o engajamento do contigente militar no trabalho humanitário e de reconstrução do Haiti, país devastado por um terremoto.

"O Congresso Nacional é quem decide sobre manutenção da tropa no país e pela aprovação dos recursos para a missão. Tudo relacionado a Minustah (missão de paz da Organização das Nações Unidas no Haiti) é de nossa competência e por isso temos a obrigação de acompanhar de perto todo o traballho e ver, inclusive, como podemos ampliar nossa solidariedade para com o povo haitiano", afirma o deputado Raul Jungmann (PPS-PE), que também já propôs a realização de uma sessão especial da Câmara (comissão geral) para debater a situação do Haiti e a reponsabilidade crescente que Brasil vai assumir na reconstrução do país.

"Por isso a nossa ida ao país é de extrema importância. Vamos fazer um levantamento do que temos lá e das ações realizadas. Será possível conferir os êxitos e verificar possíveis deficiências. Só assim o Congresso poderá se envolver mais diretamente nessa missão, inclusive ajudando as Forças Armadas, as quais acabam de dobrar o seu contingente de 1.300 para 2.600 homens. É o nosso maior engajamento desde a 2a guerra e, pela primeira vez, coordenamos uma missão multinacional de paz da ONU", completa o deputado.

Além de Jungmann, participam da missão os deputados Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), Claudio Cajado (DEM-BA), Colbert Martins (PMDB-BA) e Emiliano (PT-BA). Os parlamentares vão ao país em vôo da FAB. As despesas serão custeadas pelos próprios deputados, que retornam ao Brasil na quinta-feira.

Informações:Assessoria de Imprensa do PPS