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07 dezembro 2022

Eleições 2022: Plenário do TSE aprova contas de campanha da chapa Lula-Alckmin

Na sessão desta terça-feira (6), o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou as contas de campanha da chapa composta por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB), eleitos presidente e vice-presidente da República pela coligação Brasil da Esperança nas Eleições Gerais de 2022.

Por unanimidade, o Tribunal considerou sanadas pela defesa das candidaturas todas as inconsistências apontadas pela Assessoria de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias (Asepa) do TSE. Com isso, a conclusão é de que foi respeitado o teto de gastos com as eleições presidenciais, no valor de R$ 133.416.046,20. A campanha aplicou R$ 131.313.037,45 dos R$ 135.539.287,82 arrecadados para a eleição.

 Voto do relator

O relator do processo, ministro Ricardo Lewandowski, acolheu integralmente o parecer do Ministério Público Eleitoral (MPE), que recomendou a aprovação da prestação de contas eleitoral sem ressalvas. Ao julgar como superadas as três objeções elencadas pela área técnica do TSE, ele destacou que as irregularidades encontradas somaram R$ 187.078,41, montante que equivale a somente 0,142% do total de recursos utilizados pelas candidaturas.

Lewandowski também salientou a importância do papel desempenhado pelos fundos públicos de financiamento de campanha, que corresponderam a 92,84% dos valores angariados. “Fato que, por si só, atesta a regularidade dos recursos empregados na campanha dos candidatos eleitos”, frisou.

Inconsistências apontadas

A primeira falha citada pela Asepa dizia respeito a uma nota fiscal eletrônica de R$ 146.050,00, emitida pela empresa Mavimix Adesivos Decorativos Ltda. em nome de Lula, que não comunicou a contratação do serviço nem a quitação do débito à Justiça Eleitoral. Segundo a defesa dos candidatos, a negociação foi feita pelo Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores no Rio de Janeiro e, por esse motivo, não constava na declaração de receitas e despesas entregues ao Tribunal.

Ainda de acordo com a equipe que representa Lula, a fatura foi preenchida de forma equivocada pela empresa, que deveria ter indicado o PT-RJ como contratante. Lewandowski afirmou que a questão trata de um mero apontamento contábil e reconheceu que a documentação apresentada pelos eleitos foi suficiente para demonstrar que o gasto foi realizado pelo Diretório Estadual.

A unidade responsável pela análise das contas também constatou problemas no uso de R$ 5.583,61 provenientes de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para a aquisição de passagens aéreas. Com relação a isso, o ministro ressaltou que os documentos emitidos pela agência de viagens Nix Travel atestaram que os custos tidos como irregulares pela Asepa foram utilizados como crédito para a emissão de novos bilhetes.

“Assim, tenho como devidamente esclarecidas as irregularidades consistentes na duplicidade das despesas com transporte aéreo, diante da comprovação do aproveitamento dos créditos decorrentes do cancelamento de voos na emissão de outras passagens”, assentou o ministro.

O setor verificou, ainda, que as candidaturas deixaram de apresentar a documentação necessária para comprovar a despesa de R$ 35.444,80 com a aquisição de materiais produzidos pelas empresas Gráfica Formatto e Cores Ltda., que não teria informado o número do CNPJ no conteúdo impresso; e Gráfica e Editora Expressa Ltda., cuja amostra do serviço prestado não foi localizada pela Asepa. O ministro também concluiu que não houve vício na documentação entregue pelos candidatos, que se mostrou em conformidade com a legislação.

“Diante do exposto, dada a inexistência de impropriedades e irregularidades que maculem a higidez da prestação de contas sob exame, julgo aprovadas as contas referentes às Eleições 2022 do candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva, bem assim as do candidato a vice-presidente Geraldo José Rodrigues Alckmin”, votou o relator. O entendimento foi referendado pelos demais ministros que compõem o TSE.

Acesse a íntegra do voto do ministro Ricardo Lewandowski.

Números

Lewandowski elogiou o primoroso trabalho realizado pela Assessoria de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias. Foram analisados pela unidade aproximadamente 11 mil documentos que detalham as despesas e as receitas declaradas pela campanha presidencial. Os arquivos verificados pela área técnica totalizaram 2,6 gigabytes de informações.

Entre as diligências executadas, o ministro destacou a realização de 2.586 circulações de notas fiscais, além de pedidos de esclarecimentos enviados para as plataformas digitais Google, Meta (que compreende tanto o Facebook quanto o Instagram), Twitter e Kwai.

BA/LC, DM

29 novembro 2022

Eleições 2022: diplomação do presidente da República eleito será no dia 12 de dezembro

A cerimônia de diplomação de Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho está marcada para acontecer às 14h do dia 12 de dezembro, segunda-feira. Cabe ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) diplomar os eleitos para ocupar os cargos de presidente e vice-presidente da República.

A diplomação é uma cerimônia organizada pela Justiça Eleitoral para formalizar a escolha do eleito pela maioria das brasileiras e dos brasileiros nas urnas. Durante o evento, que marca o encerramento do processo eleitoral, serão entregues os respectivos diplomas assinados pelo presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes.

Com o ato, candidatas e candidatos eleitos se habilitam ao exercício do mandato. A entrega dos documentos acontece após o término do pleito, a apuração dos votos e o vencimento dos prazos de questionamento e de processamento do resultado da votação.

Diplomação de governadores, deputados e senadores:

Já os 27 Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) são as cortes responsáveis pela entrega do diploma aos políticos escolhidos para as demais vagas em disputa. Nas Eleições Gerais de 2022, além dos chefes do Poder Executivo Federal, o eleitorado também elegeu representantes para as Assembleias Legislativas e para a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), a Câmara dos Deputados, o Senado Federal e os governos estaduais. 

No Rio Grande do Sul: 19/12, às 17h

24 novembro 2022

Moraes multa coligação de Bolsonaro em R$ 22,9 milhões

 Multa veio após relatório do PL pedir anulação de votos sem indicar prova de fraude

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, negou o pedido de verificação extraordinária do resultado do segundo turno das eleições. O pedido foi apresentado na terça-feira (22) pelo PL, partido do presidente Jair Bolsonaro.

Moraes considerou que a ação do partido não apresenta qualquer indício ou prova de fraude que justifique a reavaliação de parte dos votos registrados pelas urnas.

O ministro ainda condenou a coligação da campanha à reeleição de Bolsonaro a pagar uma multa de quase R$ 23 milhões por litigância de má-fé -- quando a Justiça é acionada de forma irresponsável.

Moraes determinou ainda:

o bloqueio e a suspensão dos repasses do fundo partidário às siglas até que a multa seja quitada;

a abertura de um processo administrativo pela Corregedoria-Geral Eleitoral para apurar "eventual desvio de finalidade na utilização da estrutura partidária, inclusive de Fundo Partidário";

o envio de cópias do inquérito ao Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da investigação sobre a atuação de uma suposta milícia digital para atacar a democracia e as instituições.

Pedido 'esdrúxulo'

A ação do partido de Bolsonaro é baseada no relatório de uma consultoria privada que diz que as urnas anteriores ao modelo 2020, que têm um número de série único, deveriam apresentar um número individualizado. Segundo a auditoria, isso não permitiria que esses equipamentos passassem por uma auditagem -- o que é desmentido por uma série de especialistas e entidades fiscalizadoras.

Na terça, ao receber o pedido do PL, Moraes, deu 24 horas para o partido entregar os dados completos da consultoria, inclusive do primeiro turno, já que ambos os turnos usaram as mesmas urnas.

Mas o partido não incluiu o primeiro turno na auditoria -- na prática, incluir o primeiro turno levaria ao questionamento da eleição da bancada do PL: a maior da Câmara.

Na decisão desta quarta, Moraes classificou o pedido do PL de "esdrúxulo", "ilícito" e realizado de maneira inconsequente.

Moraes disse que o partido atentou contra o Estado democrático de direito e usa o pedido para incentivar movimentos criminosos e antidemocráticos que estão ocorrendo nas estradas, inclusive com uso de violência.

O presidente do TSE esclareceu ainda que é descabida a afirmação de que as urnas possuem o mesmo número de identificação, o que impediria o rastreamento. Para Moraes, esse argumento só pode ter sido levantado por ignorância -- o que não parece ser o caso, segundo Moraes --, ou má fé.

Moraes afirmou que os argumentos do PL são absolutamente falsos, já que todas as urnas utilizadas na eleições 2022 assinam digitalmente os resultados com chaves privativas de cada equipamento. E que essas assinaturas são acompanhadas dos certificados digitais únicos de cada urna. Portanto, a partir da assinatura digital, é possível rastrear a origem dos arquivos.

O ministro afirmou ainda que não faz sentido verificar os votos do segundo turno apenas para presidente da República, porque é impossível dissociar um turno do outro, sendo que os equipamentos foram usados nos dois turnos.

30 outubro 2022

Três Novos Prefeitos eleitos neste domingo (30)

 Três municípios tiveram eleições suplementares neste domingo (30) no estado do Rio Grande do Sul, em paralelo ao segundo turno.

Em Cerro Grande foi eleito Álvaro Decarli (PP) com 57,53% dos votos contra Gilmar Benedette (PDT) com 42,47%.

Em Entre Rios do Sul apenas um candidato disputou a eleição. Com 100% dos votos válidos eleito Irson Milani (PT).

Já em Cachoeirinha foram 3 candidatos. O eleito foi Cristian (MDB) com 51,50%. Em segundo David Almansa (PT) e terceiro Dr.Rubinho (UB).

Eduardo Leite é eleito Governador do RS em 2022

 Após uma disputa emocionante no primeiro turno, onde quase não conseguiu avançar para o segundo turno em disputa pelo segundo lugar com Edgar Preto (PT), o tucano Eduardo Leite (PSDB) foi eleito - no segundo turno - como Governador do Estado do RS.


Eduardo, natural de Pelotas, chega ao segundo mandato como Governador. Quebrando uma "tradição" de que o Estado não elegeria duas vezes o mesmo nome em duas eleições seguidas.


VOTOS EM CANGUÇU

No município de Canguçu-RS, Eduardo Leite (PSDB) colocou 13.804 votos contra  9.936 de Ônix Lorenzoni (PL).

Quatro urnas foram trocadas em Canguçu

Segundo as informações do Cartório Eleitoral de Canguçu,  quatro urnas precisaram ser substituídas no município na votação deste domingo (30) para o segundo turno ao Governo do Rio Grande do Sul e para Presidência da República.

Além destas urnas ocorreu registro de falta de energia em pontos do 1° e 2° distritos, que após contato com a CEEE/Equatorial os problemas foram resolvidos.

O encerramento da votação está previsto para às 17h, horário de Brasília.

28 outubro 2022

Apoiadores de Lula e Bolsonaro realizam carreata em Canguçu

No Sábado (29/10/2022) admiradores das duas campanhas que disputam o segundo turno das eleições presidenciais de 2022 realizarão carreatas pelas ruas de Canguçu manifestando apoio aos seus candidatos.
A eleição ocorre no domingo, dia 30 de Outubro, com votação das 08h às 17h. Além da disputa presidencial também haverá votação para o Governo do Estado do RS no segundo turno onde disputam Onix Lorenzoni (PL) e Eduardo Leite (PSDB).
Confira o horário das carreatas em Canguçu: (publicação em ordem de horário)

Os apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) marcaram a saída para o Monumento ao Colono às 15h.

Já os apoiadores de Lula (PT) farão a organização no Largo da Faixa às 16h.


ELEIÇÃO
O voto é obrigatório para maiores de 18 anos e facultativo para analfabetos, maiores de 70 anos e pessoas com 16 e 17 anos. 
Para votar, é necessário apresentar apenas um documento de identificação oficial com foto. A apresentação do título de eleitor não é obrigatória. Antes de sair de casa, veja se você está levando um dos documentos aceitos.

Entre as opções, estão: carteira de identidade, Carteira Nacional de Habilitação (CNH), identidade social, passaporte, certificado de reservista, carteira de trabalho ou outro documento de valor legal com foto. Se você está querendo saber se a CNH digital é válida, sim, vale.

Também é possível votar com a versão digital do título, obtida no e-Título, aplicativo gratuito da Justiça Eleitoral, caso a sua foto já apareça por lá.
Não votei no primeiro turno. Posso votar no segundo?

Pode. Os eleitores que não votaram no primeiro turno das eleições deste ano podem votar no segundo turno, mesmo que ainda não tenham justificado a ausência. Isso porque cada turno de votação é uma eleição independente, e o não comparecimento ao primeiro não impede a participação no segundo.
O que é pode ou não pode no dia?

A legislação eleitoral permite a manifestação individual e silenciosa do eleitor no dia da votação para partidos, coligação ou candidato. Isso quer dizer que é permitido o uso de bandeiras, broches, adesivos e camisetas.

Mas é proibida a propaganda eleitoral, como pedido de voto pelos candidatos, partidos ou coligações, distribuição de panfletos (conhecidos por santinhos) e outros materiais, abordagem ou mesmo aglomeração de simpatizantes.

Pode votar de bermuda, regata e chinelo? Sim. O TSE não proíbe a utilização de nenhum desses itens.

Não cadastrei a biometria. Posso votar?

Sim. Quem está com o cadastro eleitoral regular, mesmo que não tenha coletado os dados biométricos, poderá votar normalmente nas Eleições 2022.

Posso levar o celular para a cabine de votação?

Não. Após entregar o documento de identificação ou depois de mostrar a versão digital do e-Título pelo celular, você terá de deixar o aparelho de celular desligado, seguindo as orientações do mesário. É proibido entrar na cabine de votação com ele ou com máquina fotográfica, filmadora e equipamentos de radiocomunicação. A medida visa garantir um dos aspectos mais importantes da democracia: o sigilo do voto.

Porte de armas

O novo texto da Resolução TSE nº 23.669/2021 passou a proibir que pessoas portando armas de fogo – sejam elas civis (ainda que tenham porte de arma) ou integrantes das forças de segurança que não estejam em serviço junto à Justiça Eleitoral – se aproximem a menos de 100 metros das seções eleitorais. A exceção é apenas para quando agentes de segurança (em atividade geral de policiamento no dia das eleições) forem votar. Também estão proibidos o transporte e a posse de armas pelos Colecionadores, Atiradores Desportivos e Caçadores (CACs) na véspera, no dia e no pós-eleição.

Qual a ordem de votação?

A ordem de votação na urna será: governador, com dois dígitos (onde houver segundo turno para governador); presidente, com dois dígitos (em todo o país) e prefeito, também com dois dígitos (onde houver eleição suplementar).

11 outubro 2022

Quitação Eleitoral

  Já é possível emitir a certidão de quitação eleitoral, de forma gratuita, pela internet. Para estar quite com a Justiça Eleitoral é preciso estar com o voto em dia, ter justificado a ausência, ter atendido as convocações da Justiça Eleitoral ou, ainda, ter pago eventuais multas aplicadas.


A certidão de quitação eleitoral é importante para demonstrar que não há pendências com a JE. Sem ela, por exemplo, você não pode tomar posse em concurso público, emitir passaporte, entre outras vedações

08 outubro 2022

Feneis elogia trabalho do TSE por utilização de Libras

👍🏽 Em carta de agradecimento, a Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis) elogiou o Tribunal Superior Eleitoral pela implementação da tradução das orientações para utilização das urnas eletrônicas por meio da Língua Brasileira de Sinais (Libras).


No agradecimento, que se estende aos Tribunais Regionais Eleitorais, a entidade destacou a satisfação do eleitorado surdo com a promoção da inclusão dessa comunidade no processo eleitoral.

Eleições 2022: seu voto faz o país.

Cometeu coação eleitoral empresa do RS que disse a fornecedores que vai reduzir orçamento caso Lula seja eleito, diz MPT

O Ministério Público do Trabalho do Rio Grande do Sul (MPT-RS) entrou com uma ação na Justiça contra a empresa Stara, com sede em Não-Me-Toque, no Norte do estado, por coação eleitoral. A medida judicial é resultado de uma investigação de denúncias de assédio eleitoral por parte da diretoria da empresa.

O g1 entrou em contato com a empresa e aguarda um posicionamento sobre o caso.

Um comunicado do empreendimento que atua no ramo de máquinas e implementos agrícolas endereçado a "fornecedor", divulgado na última semana, sugere que vai reduzir o orçamento em 30% em caso de vitória de Lula (PT) no segundo turno da eleição para a Presidência da República (saiba mais abaixo).

"O efeito da imensa repercussão das notícias sobre a redução da produção na empresa - bem como de redução das aquisições junto aos seus fornecedores - tem, como resultado, gerar um clima de apreensão e insegurança em toda a coletividade de trabalhadores, não apenas da Stara, mas da cadeia produtiva", afirma o MPT.

De acordo com o MPT, denúncias de coação eleitoral contra a Stara chegaram em setembro à Procuradoria do Trabalho Municipal em Passo Fundo. A mesma empresa também já havia sido denunciada pelo MPT por prática de assédio eleitoral nas eleições de 2018.

A ação de agora quer que a empresa "pare de veicular propaganda político-partidária em bens móveis e demais instrumentos laborais dos empregados e de adotar quaisquer condutas que, por meio de assédio moral, discriminação, violação da intimidade ou abuso de poder diretivo, intentem coagir, intimidar, admoestar e/ou influenciar o voto de quaisquer de seus empregados no pleito do dia 30/10".

A ação também pede que a Justiça determine que a empresa pare de obrigar, exigir, impor, induzir ou pressionar trabalhadores para fazer qualquer atividade ou manifestação política em favor ou contra qualquer candidato ou partido político. Além disso, que reforce em comunicados por escrito o direito livre de escolha política dos trabalhadores.

O MPT pede, por meio da ação, que a Stara seja condenada ao pagamento de danos morais individuais, para cada pessoa que possuía, no mês de setembro de 2022, relação de trabalho com a Stara. Também é pedida a condenação ao pagamento de R$ 10 milhões por danos morais coletivos.

Empresa confirma que documento é verdadeiro

Em vídeo publicado nas redes sociais da empresa, o diretor Átila Sta­pelbroek Trennepohl confirma a veracidade do documento e diz que o comunicado foi "dedicado exclusivamente aos nossos fornecedores." Segundo Átila, a Stara é uma empresa que tem prática comum, todo segundo semestre, de realizar a projeção para o próximo ano e compartilhar com os fornecedores.
No comunicado, assinado pelo diretor administrativo financeiro Fabio Augusto Bocasanta, a Stara alerta sobre uma "instabilidade política e possível alteração de diretrizes econômicas no Brasil após resultados prévios do pleito eleitoral" — sem, entretanto, apontar quais seriam essas mudanças. 
Em seguida, afirma que, "em se mantendo este mesmo resultado no 2º turno, a empresa deverá reduzir sua base orçamentária para o próximo ano em pelo menos 30%, consequentemente o que afetará o nosso poder de compra e produção, desencadeando uma queda significativa em nossos números". A circular encerra sem apresentar dados que corroborem as afirmações. 
Família doou para campanhas de Bolsonaro e Onyx 
A empresa tem como sócio Gilson Lari Trennepohl, de 62 anos. Ele doou R$ 350 mil a Jair Bolsonaro (PL) e é um dos 10 maiores doadores da campanha do presidente. Gilson Trennepohl também é vice-prefeito de Não-Me-Toque, eleito em 2020, na chapa com Maninho (União Brasil). Na ocasião, ele declarou um total de R$ 163 milhões em bens. Ao assumir, passou a direção da Stara ao filho Átila Sta­pelbroek Trennepohl. Hoje, atua como presidente do Conselho de Administração. 
Ao g1, por telefone, Gilson destacou que o posicionamento da empresa se deve à insegurança vivida no país e que é normal alertar internamente que "a direção aguarda o decorrer dos próximos capítulos para fazer investimentos." Gilson também destinou outros R$ 300 mil à campanha de Onyx Lorenzoni (PL), o representante do PL, partido de Bolsonaro, no segundo turno da disputa pelo governo do RS, como consta no portal de divulgação de candidaturas e contas eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 
Já Susana Stapelbroek Trennepohl, esposa de Gilson e diretora financeira da empresa, doou outros R$ 100 mil à campanha de Onyx. 
No mês passado, empresários do agronegócio enviaram veículos agrícolas para 'tratociata' de apoio a Bolsonaro em Brasília. Dois tratores que partiram de Formosa (GO) eram de propriedade da Elo Forte Máquinas, concessionária de veículos agrícolas da Stara. 

 'Crimes eleitorais' 
Em nota conjunta, o MPT-RS e o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-4) afirmam que "o uso de violência ou de coação para influenciar o voto são crimes eleitorais". O documento foi assinado pelo procurador-chefe do MPT-RS, Rafael Foresti Pego, e pelo presidente do TRT-4, desembargador Francisco Rossal de Araújo. "Ameaças a trabalhadores para tentar coagir a escolha em favor de um ou mais candidatos ou candidatas podem ser configuradas como prática de assédio eleitoral e abuso do poder econômico do empregador, passíveis de medidas extrajudiciais e/ou judiciais na esfera trabalhista", dizem. 
As instituições ressaltam que "o exercício do poder do empregador é limitado, entre outros elementos, pelos direitos fundamentais da pessoa humana" e que é "ilícita qualquer prática que tenda a excluir ou restringir a liberdade de voto dos trabalhadores".

05 outubro 2022

Cidadania declara apoio a Lula no segundo turno

O Cidadania decidiu, em reunião da Executiva Nacional, realizada nesta terça-feira (4), pelo apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, à Presidência da República diante dos riscos de escalada autoritária de um segundo mandato do presidente Jair Bolsonaro.

O partido avalia que Bolsonaro representa valores contrários aos seus princípios democráticos e republicanos, ao respeito às diferenças e aos direitos humanos, à defesa da ciência e da vida.

O desprezo de Bolsonaro às minorias, a condução desumana e incompentente da pandemia, que resultou em centenas de milhares de mortos, suas reiteradas tentativas de cercear órgãos de investigação, os ataques à imprensa e a jornalistas, nada disso merece mais quatro anos.

O Cidadania jamais deixou de se posicionar, ainda que respeitando, como respeitará neste caso, posições individuais de seus militantes e dirigentes. E não seria agora, nesse grave momento da vida nacional, que o partido assumiria a condição de mero espectador da realidade.

É preciso derrotar Bolsonaro democraticamente.

Roberto Freire - Presidente Nacional do Cidadania

04 outubro 2022

PDT, de Ciro Gomes, define apoio a Lula no 2º turno

 O PDT anunciou hoje (4) apoio ao candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, no segundo turno das eleições presidenciais. Segundo o presidente do partido, Carlos Lupi, a decisão da direção nacional e de parlamentares do partido foi unânime.

De acordo com Lupi, o programa de Lula tem mais afinidade com as ideias do PDT do que o do oponente, Jair Bolsonaro, do PL. “Apoiar o mais próximo da gente, que é a candidatura do Lula, que eu chamo de candidatura do 12 mais 1”, disse ao brincar com os números das duas siglas, o 12 pedetista e o 13, do PT.

O PDT solicitou que a candidatura de Lula inclua no programa de governo três propostas: a renda mínima, a renegociação das dívidas de pequenas empresas e a revogação de leis trabalhistas que prejudiquem o trabalhador brasileiro.

O candidato do partido à Presidência, Ciro Gomes, que ficou em quarto lugar no primeiro turno das eleições, também gravou um vídeo endossando o apoio a Lula, apesar de manter postura crítica ao candidato.

“Lamento que a trilha democrática tenha se afunilado a tal ponto que reste para os brasileiros duas opções, a meu ver, insatisfatórias”, disse. Ele também afirmou que não aceitará cargos em um eventual governo do PT.

Agência Brasil


02 outubro 2022

Bolsonaro teve vantagem no 1° turno em Canguçu

 Terminada a apuração deste domingo (02), em Canguçu, o candidato Jair Messias Bolsonaro (PL) obteve 49,58% dos votos válidos no município. Em segundo lugar ficou o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 40,14%. Ambos irão se enfrentar, novamente, no segundo turno da eleição Presidencial no dia 30 de Outubro, para ai sim definir quem será o Presidente que comandará o País a partir de 2023.



Deputados Estaduais eleitos neste domingo (02) no RS

 O Rio Grande do Sul tem definidos seus 55 representantes na Assembleia Legislativa. Veja abaixo os deputados estaduais eleitos neste domingo (2):


Gustavo Victorino (Republicanos)

Luciana Genro (PSOL)

Rodrigo Lorenzoni (PL)

Silvana Covatti (PP)

Matheus Gomes (PSOL)

Sérgio Peres (Republicanos)

Valdeci Oliveira (PT)

Pepe Vargas (PT)

Ernani Polo (PP)

Juvir Costella (MDB)

Adão Pretto (PT)

Kelly Moraes (PL)

Dirceu Franciscon (União Brasil)

Jefferson Fernandes (PT)

Delegado Zucco (Republicanos)

Paparico Bacchi (PL)

Guilherme Pasin (PP)

Mainardi (PT)

Bruna Rodrigues (PC do B)

Eduardo Loureiro (PDT)

Beto Fantinel (MDB)

Professor Bonatto (PSDB)

Patrícia Alba (MDB)

Vilmar Zanchin (MDB)

Leonel Radde (PT)

Zé Nunes (PT)

Delegada Nadine (PSDB)

Felipe Camozzato (Novo)

Joel de Igrejinha (PP)

Sofia Cavedon (PT)

Stela Farias (PT)

Miguel Rossetto (PT)

Luciano Silveira (MDB)

Laura Sito (PT)

Frederico Antunes (PP)

Elton Weber (PSB)

Eliana Bayer (Republicanos)

Edivilson Brum (MDB)

Professor Claudio (Podemos)

Gaúcho da Geral (PSD)

Neri o Carteiro (PSDB)

Elizsandro Sabino (PTB)

Pedro Pereira (PSDB)

Marcus Vinicius (PP)

Classmann (União Brasil)

Capitão Martim (Republicanos)

Adriana Lara (PL)

Santini (Podemos)

Adolfo Brito (PP)

Dr. Thiago Duarte (União Brasil)

Luiz Marenco (PDT)

Gerson Burmann (PDT)

Kaká D'Ávila (PSDB)

Claudio Tatsch (PL)

Sossella (PDT)

Fonte: G1

Confira quem são os deputados federais eleitos no RS

 O Rio Grande do Sul tem definidos seus 31 representantes na Câmara dos Deputados, em Brasília. Veja abaixo os deputados federais eleitos neste domingo (2/10):

Tenente Coronel Zucco (Republicanos)

Marcel Van Hattem (Novo)

Paulo Pimenta (PT)

Fernanda Melchionna (PSOL)

Giovani Cherini (PL)

Maria do Rosário (PT)

Mauricio Marcon (Podemos)

Bohn Gass (PT)

Marcon (PT)

Alceu Moreira (MDB)

Lucas Redecker (PSDB)

Any Ortiz (Cidadania)

Pedro Westphalen (PP)

Covatti Filho (PP)

Afonso Hamm (PP)

Osmar Terra (MDB)

Carlos Gomes (Republicanos)

Pompeo de Mattos (PDT)

Márcio Biolchi (MDB)

Danrlei de Deus (PSD)

Alexandre Lindenmayer (PT)

Daiana Santos (PC do B)

Sanderson (PL)

Marlon Santos (PL)

Marcelo Moraes (PL)

Heitor Schuch (PSB)

Daniel da TV (PSDB)

Afonso Motta (PDT)

Luiz Carlos Busato (União Brasil)

Denise Pessôa (PT)

Franciane Bayer (Republicanos)

Pedro Pereira (PSDB) eleito para o 5º mandato

 O canguçuense Pedro Ozorio Pereira, o Dr. Pedro, foi eleito - na noite deste domingo (02/10/2022), para seu quinto mandato na Assembleia Legislativa do Estado do RS. 

Pedro Pereira foi o quarto mais votado do PSDB com 31.238 votos, sendo 13.283 destes em Canguçu.

Na sequência o deputado Zé Nunes (PT) obteve 2.798 ficando em segundo lugar no município. Seguido por Ernani Polo (PP) 1897 e Janir Branco (MDB) com 771.





Afonso Hamm foi o deputado federal mais votado em Canguçu

 O Deputado Federal Afonso Hamm (PP) foi, novamente, o deputado federal mais votado no município de Canguçu na eleição de 2022. Com 8.125 votos (26,52%) dos votos válidos no município) o deputado, que tem forte ligação com a cidade já que está sempre apresentando valores em emendas e com assessoria local, chega a mais um mandato como deputado federal totalizando 109.012.

Segundo colocado ficou o deputado Alceu Moreira (MDB), apoiado pelo Prefeito de Canguçu Vinícius Pegoraro. Alceu obteve 2.227 dos votos e também foi reeleito. Em terceiro, também reeleito, ficou o candidato do PSDB "Daniel da TV" com 2.025, seguido por Fábia Richter (PSD) com 1953 votos.


Confira os candidatos mais votados para Federal:

Hamilton Mourão é eleito senador pelo RS

General da reserva do exército e vice-presidente, Hamilton Mourão (Republicanos) foi eleito senador pelo Rio Grande do Sul, com 44,4% de votos com 95,1% das urnas apuradas. O político recebeu o resultado, na noite deste domingo, acompanhado da família e apoiadores em um hotel de Porto Alegre. No local, ele acompanhou a apuração dos votos em um telão.

Mourão se elegeu visando fortalecer as bancadas mais à direita no Senado e colocou em campanha como questões prioritárias a reforma administrativa e tributária, o agronegócio e a saúde. 

Natural da capital gaúcha, ele passou quase 30 anos no Rio Grande do Sul, mas morou por muitos anos no Rio de Janeiro e em outras cidades em função das suas tarefas dentro do Exército. Entrou na vida política em 2018, quando se elegeu como vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro. 

Olívio Dutra (PT) ficou em segundo lugar, com 37,63%, e Ana Amélia Lemos (PSD) obteve 16,44%.

Em Canguçu o futuro senador obteve 9.755 votos.


Eleição tranqüila em Canguçu

Encerrado o período de votação, das 08h às 17h deste domingo (02/10), nenhum fato grave foi registrado por parte do Cartório Eleitoral da 14° zona. 

Fotos: Liziane Stoelben/Especial
No Ginásio de Esportes muitos aguardavam apósas 17h para votar

Segundo o cartório local apenas 03 urnas apresentaram problemas sendo substituídas. 

Por parte dos eleitores a queixa principal ficou por conta da demora nos locais de votação, especialmente na leitura da Biometria.

30 setembro 2022

Canguçu terá 44.305 eleitores aptos para votar dia 02/10/2022

 Segundo dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o município de Canguçu, Zona Eleitoral 14, conta com 44.305 em condições de votarem na eleição de 02 de Outubro de 2022.

Destes 35.562 já fizeram sua biometria. O número de eleitores homens é maior por uma pequena vantagem. São 50,26% do eleitorado. 

Confira os dados: