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10 janeiro 2025

Inflação fecha 2024 em 4,83%

 ECONOMIA BRASILEIRA | A inflação brasileira acelerou para 0,52% em dezembro e fechou o ano de 2024 com alta de 4,83%, acima do teto da meta de 4,5%. Os números vieram em linha com a expectativa dos analistas de mercado, que projetavam 0,54% em dezembro, e 4,86% no acumulado do ano. O grupo alimentação e bebidas teve o maior impacto sobre o resultado do ano, com alta de 7,69% em 12 meses. As altas acumuladas nos preços dos grupos saúde e cuidados pessoais (6,09%) e transportes (3,30%) também foram responsáveis por puxar o IPCA para cima. No total, esses três grupos foram responsáveis por cerca de 65% da inflação de 2024.

💻📱Saiba mais no site do #JornalOGlobo. https://x.gd/PDwOi

Foto: Hermes de Paula/Agência O Globo

01 janeiro 2023

Novas regras do Pix começam a valer na segunda-feira

 As novas regras começam a valer na próxima segunda-feira (2) e mudam os limites de Pix.


Será possível transferir todo o limite diário em um único envio. Se uma pessoa tinha um limite diário total de R$ 3.000, mas um limite de R$ 1.000 por transação, precisava fazer três transferências. A partir de segunda, poderá fazer uma única transferência de R$ 3.000.

Limite do Pix Saque e Troco: passou de R$ 500 para R$ 3.000 no período diurno, e de R$ 100 para R$ 1.000 durante a noite.

O horário do limite noturno poderá ser flexível e definido pelo cliente, se o banco oferecer essa opção. Hoje é das 20h às 6h, mas poderá começar às 22h, se o cliente quiser.

O banco não é obrigado a oferecer essa opção, e fica liberado pelo BC para decidir isso ou não.

Segundo nota da assessoria do BC, essa mudança pode ser aplicada até 3 de julho de 2023.

O limite noturno é menor que o do dia e foi estabelecido para evitar ação de criminosos, como roubos e sequestros relâmpagos.

Uma regra que continua a mesma é a mudança de limite no valor. Se o consumidor quiser reduzir seus limites de Pix, a solicitação tem que ser atendida imediatamente.

Caso deseje aumentar em algum momento, o banco tem um prazo de 24 horas a 48 horas para avaliar o pedido e aceitá-lo ou não. Isso já é válido atualmente.

UOL

03 maio 2022

Programa Juro Zero injeta mais de R$ 600 mil na economia de Canguçu

Segundo levantamento realizado pelos operadores do programa Avançar no Desenvolvimento Econômico – Juro Zero, quase R$ 5,3 milhões foram emprestados para 325 micro e pequenas empresas da Região Sul do Estado. Os quatro municípios que aprovaram o maior volume de recursos foram Canguçu, Herval, Pelotas e São Lourenço do Sul. Estes totalizaram uma movimentação de R$ 3,8 milhões, e tiveram mais de 223 contratos finalizados para contratação. Até 25 de abril, o programa Juro Zero disponibilizou mais de R$ 356 milhões em todo o Estado em 14,9 mil operações.

Os contratos foram formalizados com organizações que solicitaram o crédito nas cooperativas credenciadas pelo Badesul e pelo BRDE, bancos de fomento econômico do Estado responsáveis pela operação do programa. Para acessar o recurso, as empresas comprovaram capacidade de endividamento conforme Legislação Vigente. 

O governo do Estado lançou o programa em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SEDEC), em 01 de fevereiro. Com o aporte de R$ 100 milhões, o Estado assume o pagamento de juros das operações de crédito para microempreendedores individuais, com limite de R$ 10 mil por empresa; microempresas, com até R$ 30 mil; e, empresas de pequeno porte, que puderam solicitar até R$ 100 mil. Der acordo com o decreto que disciplina o funcionamento do programa, juros e encargos referentes a parcelas em atraso não serão subsidiados.

A expectativa é de que o programa promova a circulação de R$ 500 milhões nas empresas gaúchas facilitando o acesso a crédito. Os bancos ainda analisam cerca de duas mil solicitações de empréstimos no programa que devem ser processadas até o final do mês de abril.

O secretário de Desenvolvimento Econômico do RS, Edson Brum, comemora o resultado ainda parcial do programa. "O Juro Zero foi um sucesso total, tanto que no primeiro dia do programa tivemos mais de mil pedidos de empréstimos. Ao todo, viabilizamos mais de R$ 350 milhões em recursos que hoje circulam nos municípios, fortalecendo a economia e os pequenos e médios negócios no Rio Grande do Sul", disse o titular da pasta.

Veja abaixo a distribuição dos municípios restantes:

MUNICÍPIO

ADESÃO

CONTRATOS FORMALIZADOS

Arroio do Padre

57.872

6

Arroio Grande

70.000

7

Canguçu

643.000

35

Herval

302.400

18

Jaguarão

167.565

11

Morro Redondo

103.100

14

Pedro Osório

170.000

9

Pelotas

2.166.739

131

Pinheiro Machado

88.000

7

Piratini

30.000

3

Rio Grande

326.000

20

Santa Vitória do Palmar

134.500

10

Santana da Boa Vista

75.000

6

São José do Norte

10.000

1

São Lourenço do Sul

710.000

39

Tavares

50.000

1

Turuçu

102.373

7

Assessoria de Imprensa

11 janeiro 2022

Dicas para reduzir consumo e evitar o desabastecimento d'água

O período de estiagem que atinge o estado, incluindo Canguçu, tem causado diversos danos e prejuízos a população canguçuense.


Por essa razão, buscando minimizar os impactos desse período, apostamos algumas dicas para reduzir e evitar o desabastecimento:

- Reduza o tempo no banho;

- Deixe a torneira fechada ao escovar os dentes e fazer a barba;

- Evite lavar o carro e calçadas;

- Reaproveite a água;

- Molhe plantas pela manhã ou à noite;

- Só ligue a máquina de lavar roupa

22 outubro 2021

Bolsa despenca, dólar sobe e secretários de Guedes se demitem após ameaça de furo no teto de gastos

O ministro da Economia disse, nesta quarta, que o governo precisará de "licença para gastar" ao menos R$ 30 bilhões acima do teto para bancar o novo Auxílio Brasil – um pagamento de R$ 400 para 17 milhões de famílias. A fala de Paulo Guedes provocou temor no mercado, segundo especialistas. A Bolsa caiu 2,75% e o dólar fechou em R$ 5,66. No fim do dia de ontem (21), quatro secretários do ministério pediram demissão. Em live na noite desta quinta, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que está buscando solução "dentro do orçamento" e que mercado fica "nervosinho".



02 outubro 2015

Julho apresenta queda de 12,24% nas vendas do varejo gaúcho

As vendas do varejo gaúcho no mês de julho deste ano recuaram 12,24% na comparação com igual período de 2014. O levantamento realizado pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul - FCDL-RS, mostra o índice é desproporcional ao real potencial de consumo que persiste na economia gaúcha. Mas os últimos meses mostram que a diminuição da atividade varejista é mais expressiva nos ramos de atividades que atuam mais diretamente com o crédito. 

O que preocupa a entidade é o fato de julho apresentar queda de vendas em praticamente todas as atividades do comércio. Exceção à regra é o setor de estabelecimentos farmacêuticos, que registrou crescimento de 1,77% na comercialização de produtos. 

O presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, destaca que a postura conservadora dos consumidores certamente está sendo influenciada por juros do rotativo do cartão de crédito na ordem de 372% ao ano, e do cheque especial que alcançam, em média, 216%. Complementarmente a isso, o próprio sistema financeiro vem se mostrando bem mais rígido na liberação de novos financiamentos. O dirigente lembra que o momento atual não permite vislumbrar melhorias da atual crise fiscal e política abrangendo o governo federal. 

- Entendemos que a melhor saída para os lojistas é buscar alternativas de vendas cuja dinâmica independa das variáveis macroeconômicas controladas pelo setor público - diz Koch. 

Mas Vitor Koch aponta alguns aspectos importantes para estimular o varejo gaúcho até o final de 2015. O primeiro deles é que, apesar da queda do nível de emprego, mais de 98% dos trabalhadores contabilizados no final de 2014 continuam em atividade. Outro fato é que com ou sem recessão o nível de empregabilidade no Rio Grande do Sul sempre aumenta entre setembro e dezembro. Em 2015 não será diferente, o que deve alavancar a melhoria das vendas no último quadrimestre.

- As dificuldades existem, não há como negar. Mas estão longe de serem insuperáveis, especialmente para os empreendedores com senso de oportunidade - enfatiza o presidente da FCDL-RS. 

A queda de 21,97% nas vendas de veículos, seguido por móveis e eletrodomésticos (-16,03%), artigos de vestuário (-15,23%) e materiais de construção (-11,32%) ajudaram a registrar a retração da comercialização varejista em julho. 

09 fevereiro 2015

Analistas financeiros pioram projeções e preveem PIB zero em 2015

Analistas do mercado financeiro reduziram pela sexta vez seguida as projeções para o desempenho da economia brasileira neste ano. De acordo com dados do boletim Focus divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central, a mediana das previsões para o Produto Interno Bruto (PIB) ficou em 0%. Na semana passada, a estimativa era também de estagnação, mas levemente maior (0,03%).
A projeção para a inflação também piorou pela sexta vez consecutiva. Agora, os economistas esperam que o IPCA, índice oficial, feche o ano em 7,15%. Na semana passada, a previsão era de que o IPCA fechasse em 7,01% neste ano e recuasse para 5,6% em 2016, ano em que o Banco Central espera que o índice chegue ao centro da meta, que é de 4,5%. A projeção para 2016 foi mantida.
Neste domingo, pesquisa Datafolha apontou que mais da metade dos brasileiros espera piora do cenário econômico neste ano. Ainda segundo o levantamento, oito em cada dez entrevistados esperava que a inflação subisse.
Na semana passada, o IBGE informou que a inflação acelerou para 1,24% em janeiro, maior taxa desde fevereiro de 2003. Em 12 meses, o IPCA, índice oficial, já avança 7,14%, acima do teto da meta do BC, que é de 6,5%.

Fonte: Yahoo

26 dezembro 2012

Dólar tem maior queda dos últimos 6 meses

Brasília – O primeiro pregão pós-Natal terminou com o dólar desvalorizado em 1,43% e cotado a R$ 2,05 – menor valor desde 9 de novembro. Foi a maior queda diária da moeda norte-americana desde 29 de junho, provocada pelos dois leilões de swap cambial (venda de dólares no mercado futuro) que o Banco Central fez ainda de manhã.
Enquanto isso, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) operou o dia quase estável e fechou o dia com queda de 0,08%, aos 60.959 pontos. Foi uma sessão com baixo volume de negócios e giro de R$ 4,78 bilhões, bem abaixo da média diária do ano, de R$ 7,3 bilhões. Apesar do fraco desempenho de hoje (26), a valorização do Índice Bovespa no mês está em torno de 6%, a melhor performance mensal de 2012.
Fonte: Agência Brasil