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01 junho 2018

Carta Aberta do Partido Progressista de Canguçu à População

Progressistas realizaram encontro no dia 26 de maio em Canguçu.

Os Progressistas de Canguçu, diante da forte crise que vem atingindo os Municípios, em decorrência do descumprimento de obrigações pelo Estado e União, resolveram, em carta aberta à população e aos pré-candidatos, expor as mudanças que queremos.
Inicialmente, cumpre destacar que as pautas estabelecidas em ano eleitoral são, em síntese, antagônicas. Dessa forma, a visão dos candidatos expostos até aqui apresentam polos distintos e confrontantes onde, em regra das vezes, termina na discussão ética ou de quem cometeu menos deslizes éticos na vida política.
Assim, embora consideramos que a verdade deve prevalecer e as discussões morais são inerentes ao pleito eleitoral, optamos, por meio deste documento, ofertar proposições para produzir debates sobre ideias, de fato, interessantes aos desejos do Partido Progressista de Canguçu e, entendemos também, da População Brasileira em geral.
A base de toda sociedade, é sabido, é o primeiro núcleo que a criança se desenvolve, qual seja, a família. Todavia, entendemos que o papel da Educação ofertada pelo Estado – em sentido amplo, ou seja, União, Estado e Município – possui grande poder de guinada social e, além disso, moral.
Assim, queremos que a política de educação seja democratizada, objetivando a participação de todos os atores sociais e com os três entes-federativos. Como consequência, que não sejam diminuídos, de forma arbitrária os recursos, como é feito e, além disso, que todas as esferas dos governos cumpram com o piso dos Profissionais do setor educacional.
Na Saúde, desejamos que a Emenda Constitucional 29 – a qual estabelece parâmetros de aplicação de recursos na saúde – seja verdadeiramente cumprida, aplicando a União 10% de suas receitas correntes, o Estado 12 %  para que a obrigação dos Municípios não seja em vão, porquanto os Prefeitos invariavelmente aplicam  os 15% exigidos pela norma constitucional, mas percebem a saúde da sua cidade à míngua pelo desrespeito à Constituição dos outros entes-federativos.
Além disso, nesse ponto, destacamos que apesar do Estado, especialmente o do Rio Grande do Sul, não aplicar o montante exigido, ainda subdivide os valores aplicados entre seus funcionários através do Instituto de Previdência do Rio Grande do Sul – IPE. Dessa forma, reduz ainda mais os valores aplicados em favor da população em geral.
Quanto à União, mostra-se necessário, imediatamente, o reajuste dos valores da Tabela de pagamentos do Sistema Único de Saúde, pois do modo em que é feito atualmente tem ocasionado a falência dos Hospitais. Via de consequência, as especialidades médicas necessárias á satisfação da população não podem ser ofertadas pelos hospitais, como por exemplo, traumatologia, urologia e cirurgia geral.
Em outro ponto, dentro da saúde, mostra-se cada vez mais necessário a efetiva parceria entre Estado, Municípios e Hospitais. Isso porque, conforme vemos cotidianamente no Hospital de Caridade de Canguçu, os valores repassados são muitas vezes injustos e, em outros momentos, com atraso.
Explicamos: são injustos, pois a execução do contrato de parceria para o atendimento não permite o devido planejamento dos hospitais, tendo em vista que a programação de execução do contrato demanda um número de funcionários, mas que quando não cumpridos na integralidade o montante de serviços para auferir 100% do valor avençado, o montante recebido cai em 30%. Logo, o planejamento inicial não pode ser cumprido. 
Ainda, é de ressaltar que os pagamentos estaduais não são realizados nas datas estipuladas e, por isso, causam perda de valor real, assim como estimado aos contratos, transformando receitas esperadas em prejuízos. Idealizamos, nesse ponto, que o pagamento realizado pelo Estado deve ser realizado até o quinto dia do mês subsequente e de forma integral ao contratado.
Por sua vez, a agricultura também é merecedora de atenção especial. Nesse ponto, entendemos que é necessário estabelecer que a União, o Estado e o Município devam destinar para a pasta 3% de suas receitas. Ainda, a liberação de crédito rural, via PRONAF, poderia ser destinado à implementação de Energia Solar ou outra alternativa para produzir energia, tendo em vista a precariedade com que esse serviço é prestado na zona rural.
Na Infraestrutura, especialmente viária, consignamos que é fundamental a revisão dos contratos de concessão das rodovias para as empresas que cobram os pedágios. Além disso, direcionar os recursos da União para realizar o moroso projeto para as BRs 392 e 116, com o intuito de duplica-las. Em alternativa, implementar meios de transporte menos prejudiciais ao Meio-ambiente, como ferroviais interligando de sul à norte ou, ainda, implementação de vias fluviais, utilizando os rios existentes.
Além do já exposto, precisamos de segurança. Nesse aspecto, entendemos que devemos unir a União o Estado e os Municípios para que cada um contribua com sua parte e, ainda, contar com a efetiva proteção do Exército nas fronteiras, utilizando-se do próprio orçamento.
Por fim, entendemos como ponto fundamental a redistribuição de receitas mediante a Reforma Tributária. Assim, sustentamos que diante das competências atribuídas aos Municípios, o bolo tributário que estes recebem os onera demais, em relação às suas obrigações. Por isso, queremos que o monte tributário partível seja designado 40% do seu total para a União, sendo que Estado e Município receberiam cada um 30% do restante.


Cássio Mota
Presidente

28 novembro 2016

Cássio Mota recebe homenagem do Corede-Sul

No dia 25 de novembro o Conselho Regional de Desenvolvimento da Região Sul (Corede-Sul) realizou a comemoração dos 25 anos da entidade. Momento de lembrar sua história e importância dentro da Zona Sul. Trabalho realizado ao longo destes anos, com parcerias de instituições e pessoas, que se dedicaram buscando o desenvolvimento de forma integrada e sustentável, visando melhorar a qualidade de vida e desenvolvimento da sociedade destes espaços.
Pessoas que colaboraram com a instituição durante estes anos receberam homenagens. Entre elas o ex-prefeito de Canguçu, Cássio Mota (PP). Ele também foi presidente do Corede-Sul.

Fotos: Divulgação 

Também foi inaugurada a sala de reuniões que recebeu o nome de Valdino Krause, que participou da criação da entidade e se dedicou com afinco para o sucesso das atividades do Corede. Os familiares de Valdino receberam com gratidão e emoção a homenagem. "Tinha orgulho em ser Corediano, onde participou desde sua criação. Dedicou seus últimos anos de trabalho ao Corede-Sul, onde construiu muitas amizades. Gostava deste contato com as pessoas, instituições, visitar municípios", comentou Magdalena Kuhn Krause na rede social facebook sobre a homenagem. 

21 junho 2016

Presidente do PP fala sobre polêmicas envolvendo vice

O Presidente do Partido Progressista (PP), Fábio Prestes Vergara, comunicou - na manhã desta terça-feira (21) - que o quadro anunciado no último sábado (18) na pré-convenção do partido continua inalterado, independente da repercussão causada com o anúncio da pré-candidatura a vice na chapa majoritária. Ele também comentou que não ocorreu nenhuma reunião do partido para mudar nomes, diferente do que foi falado na imprensa e em rodas de conversa. Para Fábio o quadro só seria alterado caso ocorresse a desistência de algum dos pré-candidatos a Prefeito ou Vice, Cássio Mota e Cleci Bergmamm respectivamente.
A manifestação do presidente do PP ocorreu no programa "Liberdade Notícias - 1ª edição" desta terça-feira (21) na Rádio Liberdade AM, em momento de turbulência enfrentado pela agremiação. Com a grande expectativa gerada por um anúncio cercado de palpites e incertezas seria natural que muitos ficassem decepcionados, independente de quem fosse indicado. Porém, a situação acabou saindo do controle nas redes sociais - principalmente - com diversos comentários condenando a escolha.
Um grupo de progressistas defendia a indicação do vereador Arion Braga, outros do ex-secretário de Educação Andrio Aguiar. O nome do ex-vereador Otelmo Otto também era lembrado. E ainda nomes de integrantes de outros partidos que teriam a intenção de apoiar a chapa como PTB, PSB, PPS e PSD.
Percebe-se que a comunidade esperava algo novo, que representasse um novo momento político aliado a experiência consagrada de gestor do cabeça de chapa Cássio Mota, o que frustrou alguns que apostavam em um anúncio de maior impacto. 
Apesar do anúncio progressista da manhã desta terça(21) novos rumos ainda não estão descartados dentro da chapa liderada pelo Partido Progressista. O partido parece começar a entender, como já fez o PMDB, que precisa repensar sua forma de agir abrindo espaço para outras formas de conjunturas políticas na dinâmica eleitoral da nova política.

03 junho 2016

Cássio Mota fala sobre sua saúde e futuro político

O ex-prefeito Cássio Mota (PP) foi entrevistado, na manhã desta sexta-feira (03), na Rádio Liberdade AM - por Lineu Fonseca - no programa "Liberdade Notícias - 1ª edição" falando sobre sua recuperação após uma cirurgia onde colocou três pontes de safena, perdeu 16 quilos e já está plenamente recuperado. "Isto até gera alguma expectativa e alguma maldade", comenta, falando sobre comentários na comunidade de que ele estaria muito mal.
Mota revelou que mantém o desafio apresentado por seu partido e pelo bloco que está se formando para apoiá-lo na disputa municipal.

Ele levantou algumas questões relativas as pontes, estradas, área da saúde, transporte escolar e educação que merecem uma maior atenção de quem for o administrador do município no próximo período. O ex-prefeito destacou a seu favor sua experiência administrativa de vários anos de vida pública, em especial como secretário de saúde e Prefeito. Lembrou erros e acertos na trajetória e projetou um novo perfil administrativo com caras novas e uma gestão dinâmica somada a experiência administrativa do gestor.
Na entrevista ele disse que achou um erro da atual administração reduzir o serviço de saúde fechando o atendimento 24 horas do Pronto Atendimento (Postão).
Confira a entrevista de Cássio Mota, para Rádio Liberdade AM, clicando AQUI

12 maio 2016

Pré-candidato do PP, Cassio Mota recupera-se de cirurgia

Prefeito por dois mandatos em Canguçu Cássio Luiz Freitas Mota surge como nome para concorrer à Prefeitura em 2016 como nome forte dentro do Partido Progressista (PP). Recentemente Cássio Mota passou por uma intervenção cirúrgica colocando em dúvida sua possível participação no pleito. 
Plenamente recuperado o ex-prefeito tem seu cuidado em casa e tem apoio dos filhos Gabriel e Luiza - profissionais de Educação Física e Fisioterapia -  e mostra grande evolução, e do filho Felipe e da esposa Mara, além de amigos que visitam constantemente.
Aos poucos retoma sua rotina caminhando nas ruas de Canguçu e conversando com amigos. Pretende, em breve, retomar o roteio de reuniões do PP que ocorriam na zona rural do município até o momento de sua cirurgia.

Na terça-feira (10) recebeu visitas dos radialista Ubiratan Rodrigues e do jornalista Augusto Pinz para um bate-papo onde relatou o desejo de disputar a próxima eleição. Na quarta-feira (12), Mota esteve em Pelotas para avaliação médica e voltou otimista liberado para enfrentar a disputa.

30 janeiro 2015

Ex-Prefeito fala das críticas de Neizinho e ações do PP

O Ex-Prefeito Cássio Mota, e atual presidente do Partido Progressista (PP), foi o entrevistado na manhã desta sexta-feira (30) no programa 'Liberdade Notícias - 1ª edição" da Rádio Liberdade AM. Cássio respondeu as críticas do Prefeito em Exercício Neizinho Bubolz (PDT) que disse que a atual administração estaria enfrentando problemas por conta das gestões anteriores, principalmente o último mandato de Cássio.

Mota revelou que estará a serviço do PP no estado junto a Bancada do Partido na Assembléia Legislativa e que o partido, em Canguçu, já se organiza para o próximo pleito. As reuniões ocorrem sempre na primeira quarta-feira do mês. O partido também mobiliza os diretórios do interior e trabalha em sintonia com a bancada na Câmara de Vereadores orientando votações de projetos e levantando debates com a comunidade.
Cássio Mota também fala da situação do hospital e outras atividades. Confira o áudio abaixo:

17 dezembro 2014

Cássio Mota faz um balanço do ano de 2014

O ex-prefeito Cássio Mota envia uma avaliação do ano de 2014 destacando fatores positivos e negativos que ganharam destaque neste ano, em seu ponto de vista. Cássio também deseja um ano de 2015 com mais vitórias para o cidadão e deseja boas festas aos nossos leitores. Confira:

"Amigo Augusto Pinz .
Chegou o fim de mais um ano e é necessário fazer um balanço do que foi 2014:
Fatores Negativos: corrupção em alta ( mensalão e Petrobras),  Eleição com nível de acusação cercado  de inverdades  e denuncias em vez de propostas. Poderíamos enumerar outros fatos que  nos envergonham,  como por exemplo, as promessas.
Logo após a eleição: juros Altos da taxa selic, Aumento na  conta da luz, que  aumentará o preço  de tudo  o que necessitamos.
Empresas de, até então, idoneidade irreparáveis envolvidas em fraudes que ultrapassam a cifra dos milhões, chegando a bilhões.
Fatores  Positivos: A justiça brasileira que através da delação Premiada irá descobrir  a rede de fraudadores(espero uma punição exemplar),  renovam-se as esperanças  com novo  governo do  Estado e espera-se que o governo  da União depure-se e crie mecanismo anticorrupção e, o   mais esperado, é negociação imediata da divida  dos estados e municípios , e a divisão  mais justa de nossos impostos  que hoje de forma injusta está distribuído desigualmente entre município, que detém 18%; Estado obtendo 24% dos encargos e; União 58%, possuindo a grande maioria dos recursos. Sugiro: 24% para o município, 28% para o Estado e 48% para a União, considero assim a forma mais justa.  
O agropecuário brasileiro, carro chefe da geração emprego e renda, a população que não desiste e segue trabalhando, a Imprensa a divulgar e cobrar às correções, a indústria e o comercio, embora devagar, vá gerando riqueza para o País, a  tecnologia que ultrapassou os limites urbanos e chegou  ao campo, a Energia limpa através de aerogeradores que está no sul. 

Enfim, poderia  citar tantas outra coisas mas fico por aqui, dizendo que a esperança é que em 2015 de fato  as Políticas  Públicas cheguem aos cidadãos, a infraestrutura (ferrovia, rodovias,hidrovias e energia),  saúde, educação, saneamento básico e outras . E, que neste  momento, renove o amor, a fraternidade, o respeito, o carinho para que as famílias sejam felizes, cercadas  pela luz do Espírito Santo, assim como, pelo amor de Deus e da Virgem Maria.  
FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO!!!

17 novembro 2011

MPF acusa prefeito de omissão,e ele rebate acusação

O Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria Regional da República da 4ª Região, ofereceu denúncia contra o prefeito de Canguçu (RS), Cassio Luiz Freitas Mota. Ele é acusado de omitir-se da obrigação de recuperar dano ambiental em área onde cascalho foi extraído sem a devida autorização e licenciamento dos órgãos ambientais competentes, inclusive com a utilização de maquinário pertencente ao município, na RS-265.

O prefeito não participou do delito ocorrido na área de 1.876 hectares, em 3 de fevereiro de 2006. Mas, após ajuizamento de ação civil pública pelo Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul (MP-RS), a Justiça proibiu o município de reiniciar quaisquer atividade de extração mineral no local, bem como realizar diagnóstico e elaborar plano de recuperação e plano de recomposição florestal – determinação ocorrida já no mandato do prefeito Mota.

De lá para cá, dois laudos ambientais foram elaborados. O primeiro, de 29 de agosto de 2009, dizia não haver vestígios recentes de extração mineral, porém, apontava supressão da vegetação nativa e retirada de parte do solo para extração de saibro, sem licenciamento ambiental. O segundo, de 21 de setembro de 2010, reiterou a ausência de extração mineral há alguns anos e verificou estágio inicial de regeneração vegetal devido à ação da própria natureza. “Os referidos laudos atestam a inércia do denunciado, que não recuperou a área degradada”, afirma o procurador regional da República, Jorge Gasparini, autor da denúncia.

Pela conduta omissiva, o procurador alega que o prefeito praticou crime descrito no artigo 55 da lei nº 9.605/98: “executar pesquisa, lavra ou extração de recursos minerais sem a competente autorização, permissão, concessão ou licença, ou em desacordo com a obtida”, cuja pena de detenção varia de seis meses a um ano e multa.

Envolvimento do MPF – Apesar de a ação inicial ter sido ajuizada pelo MP-RS e julgada pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, a competência da Justiça Federal, e o consequente envolvimento do MPF, firma-se pelo fato de as práticas delituosas ambientais e patrimoniais terem ocorrido quando da extração de minério, atividade concedida pela União e exercida sobre bens minerários a ela pertencentes, (art. 20, inciso IX, da Constituição Federal), bem como pela omissão na recuperação de área degradada.

Acompanhe o caso no TRF4:
INQUÉRITO POLICIAL Nº 0011992-23.2011.404.0000 (TRF)


Fonte: http://www.ecoagencia.com.br

O CONTRAPONTO
No tocante à ação movida pelo Ministério Público Federal, em desfavor do Prefeito Municipal de Canguçu – Cássio Luiz Freitas Mota, cabe esclarecer que tal processo refere-se à responsabilidade do agente público em reparar dano ambiental causado pela extração mineral sem o devido licenciamento, praticado por agentes da Prefeitura Municipal no ano de 2002. Em sua defesa, o Prefeito comunica que em sede de ação civil pública o Município já arcou com os custos para a contratação de um profissional para elaboração e implantação do projeto de recuperação da área degradada, o que restará devidamente comprovado na ação movida pelo MPF, não havendo qualquer omissão frente às responsabilidades assumidas pelo Poder Público.

Fonte: Procuradoria do Município de Canguçu

13 setembro 2011

PREFEITO DE CANGUÇU ANALISA LEVANTAMENTO DA SAÚDE NO ESTADO

A respeito das repercussões dada à recentes matérias de importantes jornais do Estado, com levantamento sobre a aplicação de recursos na saúde, por parte dos municípios gaúchos, o prefeito de Canguçu, Cássio Mota – ex presidente da Associação dos Municípios da Zona Sul (AZONASUL), ponderou sobre alguns pontos desse levantamento. O Jornal Zero hora em sua edição de sexta-feira, 09.09.11,

“A respeito da repercussão dada às recentes matérias de importantes jornais do Estado, com levantamento sobre a aplicação de recursos na saúde, por parte dos municípios gaúchos, o prefeito de Canguçu, Cássio Mota – ex-presidente da Associação dos Municípios da Zona Sul (AZONASUL), ponderou sobre alguns pontos desse levantamento. O Jornal Zero hora em sua edição de sexta-feira, 09.09.11, em sua capa diz que 100 % dos municípios cumprem a Lei da Saúde - Emenda nº 29 (ainda não aprovada pela Câmara dos Deputados e Senado), na página 6 da mesma edição tece comentário do próprio TCE –Tribunal de Contas do Estado, no qual fica implícito que “os números do ranking não representam necessariamente qualidade do serviço”, pois pode ser que “num determinado município exista um alto investimento na saúde em itens menos relevantes e que isso não resulte em bons resultados em termos práticos”.

Um dos municípios bem situados na pesquisa, Campinas do Sul, com 31,23 % de aplicação na saúde, para que fique bem clara a análise, tem apenas 5.509 habitantes e 261,321 km² de área territorial. Analise-se, igualmente, que os municípios não colocam como gastos em saúde, os investimentos em saneamento, como o Estado o fez, mesmo assim, aplicando menos do que deveria nessa área. O jornal Correio do Povo em sua edição de 11.09.11 destacou que o Estado do Rio Grande do Sul o que menos investe em saúde; em 2010 aplicou 5,4 % (deveria investir 12 %); Porto Alegre perdeu 3 mil leitos para internação pelo SUS – Sistema Único de Saúde. Em todo o Estado a redução no número de leitos chegou a 35 %, fazendo com que o Estado ocupe a 27ª posição entre os Estados da Federação, segundo citou o deputado Darcísio Perondi.

Para cumprir os 12% que deveriam ser gastos reais no setor, coloca investimentos no IPE, CORSAN e Hospital Coronel Frota da Brigada Militar. O próprio secretário Estadual da Saúde admitiu que o Estado “está longe de atingir os 12 % (que Constitucionalmente) deveria investir”. Ressalte-se, isso precisa ficar bem claro, “esse não é um problema de agora, e sim de muitos anos”, se arrastando de um governo para outro. Acrescente-se a isto, que a UNIÃO (O Poder Central do País) também não cumpre até o momento com os 10 % de investimento na saúde e aqui fica pautada “a importância da aprovação da Emenda 29, que estabelece aplicação de 15 % pelos Municípios, 12 % pelos Estados e 10 % pela União”.

Continuando, no dia 10.09.11, o Diário Popular, importante Jornal de nossa Zona Sul, destacou que os municípios estão aplicando, religiosamente, o percentual correto, ou seja, os 15 %. Cita a cidade de Rio Grande, cuja municipalização compreende serviços de atenção básica, de média e alta complexidade e empenha-se demais em ter serviços disponíveis para atender não somente seus moradores, como também a Região, naquelas áreas ainda não existentes nas comunidades da Zona Sul e até de outras Regiões do Estado. Portanto, é necessário que não se analise de forma equivocada esse levantamento, no sentido de desfazer o relevante esforço dos municípios em fazer o melhor que podem, destinando recursos acima de suas capacidades para oferecer a melhor saúde possível aos seus munícipes.

O - destaque negativo – é a não aprovação ainda da Emenda 29, a qual obrigará o Estado e União a investir os 12% e os 10%, respectivamente, na Saúde do País, sem o que qualquer gestão pode ser boa, mas nunca o suficiente o bastante para fazer frente a todas as necessidades, a pasta da saúde carece de recurso financeiro e a continuar assim, o colapso é iminente. Quanto a Canguçu, vale lembrar, temos 3.525 km² de área territorial, 53.259 habitantes, (63 % destes, na zona rural), 15 mil pequenas propriedades rurais, cerca de 17 mil beneficiários da Previdência Social, mais de 6 mil km de estradas para conservar, 36 escolas (só do Município – a maioria no interior). Como um município, essencialmente agrícola, só na área da saúde temos 38 Pontos de Atendimento com uma Unidade Móvel de Saúde (composta por médico, dentista e Técnico em Enfermagem), 26 Postos de Saúde (com todos esses profissionais), um Centro Regional de (Especialidade Odontológica) atendendo além de Canguçu outros municípios da Região, 4 Programas de Estratégia de Saúde da Família (PESFs), 01 Pronto Atendimento 24 Horas, 01 Pronto Socorro, 1 Hospital, 1 Posto de Saúde Central – com pediatras, vacinas e serviços odontológicos, até as 22h, durante a semana, 2 CAPS (Saúde Mental e CAPS AD), Farmácia Municipal com 140 tipos de medicamentos.

Também mantemos um convênio, pelo qual repassamos, mensalmente, R$ 99.700,00 ao Hospital de Caridade (para custear Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia, Anestesista e serviços do Pronto Socorro). Mantemos também, serviços de RX, Ultrassom, Eletrocardiograma, convênios para 3 Laboratórios (para Exames Clínicos), Fonoaudiólogo, Oftalmologia e Otorrinolaringologia), SAMU (uma ambulância equipada), 4 ambulâncias, 2 ônibus para transportes de pacientes para centros possuidores das especialidades que ainda não dispomos e outros veículos. Cumprimos com a destinação de 15,99 % para o setor da Saúde. Por certo, entendo que a sociedade precisa usar de sua força, a partir de seu voto dado a seu representante no Congresso Nacional, para pressioná-lo a votar favorável à Emenda 29. Só assim, teremos os 15 % pelos Municípios, 12% pelos Estados e os 10% pela União. Aí sim, acreditamos que poderemos julgar de quem é a culpa pelo caos da saúde, inegavelmente vivido no País no momento, mas que em muitos municípios é atenuada, ou quase inexistente, pelos esforços de seus gestores, junto com as comunidades.”

25 agosto 2011

Deputado acerta emendas para Canguçu

Deputado Hamm e prefeito Cássio tratam de emendas em Brasília para o município de Canguçu

A atenção voltada ao município de Canguçu com a indicação de emenda pelo deputado federal Afonso Hamm foi concretizada mais uma vez com anuncio da liberação dos recursos para o município da zona sul. A informação foi transmitida ao prefeito do município, Cássio Motta, durante visita ao gabinete do deputado em Brasília, na noite de terça-feira.

Uma das novidades é que os dois caminhões caçambas destinados ao município por meio de emenda, no valor de R$ 390 mil, de autoria de Hamm, já estão em Canguçu, prestes a ser entregue para a comunidade. A data será definida posteriormente e contará com a presença do parlamentar. O prefeito destaca a importância desses veículos que irão contribuir na recuperação de estradas, transporte de calcário e apoio aos produtores rurais.

Na oportunidade, o deputado entregou ao prefeito o ofício da liberação da primeira parcela no valor de R$ 88.055,85 para a construção e aquisição de Equipamentos para Galpão de Triagem para catadores de Lixo, no antigo Horto Municipal. O valor total da emenda é de R$ 153.863,11.

O prefeito também entregou ao deputado um pedido de emenda para aquisição de um trator e implementos que servirá para dar suporte as propriedades no preparo de pastagens anuais e perentes, que integram o projeto de Aplicação de Crédito de Investimento do Núcleo de Criadores de Ovinos do município. A solicitação dessa emenda é do secretário de Agricultura, Philipe Silva dos Santos.

Pavimentação

No Orçamento Geral da União de 2011, Afonso Hamm indicou outras emendas para Canguçu. Uma no valor de R$ 97.500 para aquisição de patrulha agrícola; outra de R$ 98.200 para pavimentação de trecho da Rua Neuza Paes do Amaral, no bairro Fonseca. Também foi destinada uma emenda de R$ 97.500 para construção de quadra poliesportiva na Escola Municipal José Maria Dutra, no terceiro distrito e mais uma de R$ 150 mil para aquisição de aparelho de ultrassonografia A 3D/4D para o Hospital de Caridade de Canguçu.

Cássio Mota ressalta que o apoio de Afonso Hamm ao município tem contribuído com o desenvolvimento de Canguçu nas mais diversas áreas de infraesturtura urbana, saúde, agricultura, pecuária e educação. “É um deputado identificado com a zona sul e em especial com Canguçu”, argumenta.

Canguçu é um dos municípios de maior expressão de votação de Hamm, na última eleição. Esse resultado mais estimula o parlamentar a priorizar atuação ao município. O deputado exemplifica que a entrega dos caminhões caçambas irão oportunizar melhorias aos agricultores dos distritos 1º, 2º, 3º, 4º e 5º. “Canguçu é absoluta prioridade e vamos seguir investindo no desenvolvimento econômico e social do município”, ressalta.


01 fevereiro 2011

Prefeito entrega documento para Dom Jacinto

Segundo a matéria vinculada na Zero Hora do último domingo, o Estado do Rio Grande do Sul é o que menos investe em saúde. Em 2009, o Piratini aplicou no setor 7,2% da receita líquida em impostos e transferências, o menor índice entre as 27 unidades da federação.

O Prefeito Municipal Cássio Mota, preocupado com esta situação, entregou ao Bispo da Diocese de Pelotas, Dom Jacinto Bergmann, um documento, contendo o seguinte teor:

“A luta pelo Sistema Único de Saúde necessita de novos aliados, como a Confederação Nacional dos Bispos, entre outros, não só debatendo com a sociedade brasileira uma campanha pela aprovação da Emenda Constitucional 29 (emenda da saúde) que, em seu texto, estabelece os percentuais a serem empregados na saúde pelos Municípios, os Estados e a União. Outrossim, tramita no Congresso, há mais de dez anos, esta emenda, e nós, Prefeitos e Vereadores, pressionamos, mas o interesse dos Estados e União que não cumprem com os percentuais se sobrepões e a matéria fica parada.

Proponho a V.Sª, que a Confederação faça um movimento nacional, como foi o da ficha limpa, pela aprovação da EC 29. A saúde está na UTI, o SUS à beira da falência. Onde atenderemos os usuários do SUS de sul a norte desse país?”

Em anexo foi encaminhada a matéria do Jornal Zero Hora que retrata o quadro desta pasta no Brasil.

Fonte: Assessoria de Imprensa

17 março 2010

Informações sobre royalties estariam distorcidas

ROYALTIES – MUNICÍPIOS PREOCUPADOS COM OS DESTAQUES NA MÍDIA

Conforme a Associação das Prefeituras da Zona Sul (Azonasul), a entidade entende que está havendo uma inversão da mídia no Estado, quando se trata da redistribuição dos royalties do petróleo, destacando e dando enfoque para o Estado do Rio de Janeiro que rejeita a proposta.

Cássio Mota – Presidente da Azonasul, observa que alguns meios de comunicação têm dado um enfoque equivocado, quando na verdade, o assunto é de extremo interesse de todos os municípios e estados, principalmente dos municípios, porquê são nestas localidades que as pessoas vivem e manifestam suas necessidades, seja quando se trata de saúde, educação, estradas, moradias, assistência social, entre outros. Para exemplo, o município de Canguçu em 2008 recebia R$ 55.078, 51 e se esta emenda estivesse em vigor, teria recebido R$ 510.516,91, um acréscimo de 926%, Pelotas poderá receber R$ 14 milhões por ano. São benefícios que chegarão à 24, dos 27 estados da federação, e dos 5.369 municípios, apenas 194 terão redução dos royalties. Para o Rio Grande do Sul, os recursos devem beirar os R$ 420 milhões, destaca.

Num momento em que o pacto federativo não ocorre no país, e a reforma tributária não evolui, foi um momento histórico do municipalismo, quando 369 deputados disseram sim e apenas 72 disseram não à emenda. Há que se entender por parte do Senado e do Governo Federal, que concentra o bolo tributário, de que esta é uma oportunidade única, da redistribuição de forma justa e coerente, dos royalties do petróleo, acrescenta o Presidente da Azonasul.

Rogo pela inteligência dos senadores aprovarem e tornar definitivo a Emenda 387/09 ao Projeto de Lei nº 5.938/09 na forma original, e ainda poderão juntamente com o governo federal, que deverá assinar o Projeto, criar formas de compensação aos estados e municípios que terão redução na sua arrecadação.

Cabe á todos os brasileiros e á imprensa em geral ter um entendimento de que a votação realizada no dia 10 de março, ás 22 horas, na Câmara dos Deputados, foi de fato, bom para o Brasil. É uma vitória parcial, mas é uma vitória. Os municípios brasileiros, sufocados pelos pequenos repasses, precisam destes recursos.

Precisamos do apoio e do sentimento gaúcho, não só dos meios de comunicação, mas de todos os prefeitos, vereadores, governadores, empresários e munícipes, para que se manifestem em favor deste importante projeto que visa melhor redistribuir um bolo de R$ 16,6 bilhões.
Informações: Ass. de Impr. da AZONASUL

29 julho 2009

Canguçu receberá carros do PRONASCI

O Prefeito Municipal de Canguçu estará em São Borja/RS, nesta quarta e quinta-feira, 29 e 30 de Julho, respectivamente, para assinar um convênio liberando veículos para a Brigada Militar e Polícia Civil de Canguçu.
O Convênio entre Governo Federal e Prefeitura Municipal surgiu após contato do Prefeito Cássio Mota (PP) com o Ministério da Justiça, através do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) para o combate ao abigeato. Recentemente, Canguçu criou um Gabinete de Gestão em Segurança Pública para tratar do tema e se enquadrar no PRONASCI e o já criado comitê surtiu efeito.
Cássio manifestou surpresa com o contato imediato por parte do Ministério e sem saber exatamente o que seria liberado, entrou em contato com o Secretário Luis Paulo Peres Ferreira Barreto, Secretário Executivo do Ministério da Justiça e Coordenador do Pronasci Abigeato. Na ocasião foi informado que serão liberados para Canguçu entre hoje e amanhã, uma caminhonete modelo Nissan e duas motos para a Brigada Militar e um fiat uno e computadores para a Polícia Civil local.