Miguel Daoud*
O agronegócio brasileiro é frequentemente mal interpretado em debates, equiparando incentivos fiscais ao Bolsa Família. Enquanto o primeiro visa o desenvolvimento econômico, o segundo foca na assistência social. Essas políticas não são excludentes, mas complementares para um estado funcional.
Reconhecer a importância do agronegócio é fundamental, mas é essencial distinguir entre políticas de desenvolvimento e assistência social. O Brasil precisa de um diálogo técnico e fundamentado para garantir crescimento sustentável no setor.
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