Na tarde desta terça-feira (17/03) ocorreu a última audiência pública promovida pela ANTT para debater o modelo de concessão de pedágios nas BRs 392 e 116 que eram administradas pela Ecovias Sul definindo como "Rota Portuária Sul"
Os pontos que serão exigidos no próximo contrato foram apresentados a comunidade.
A audiência, que ocorreu no Auditório da Universidade Católica de Pelotas (Ucpel) contou com a presença de Prefeitos, Vereadores, Deputados e lideranças regionais.
Entre os presentes, diversos caminhoneiros realizaram manifestação mostrando contrariedade a cobrança nos eixos comerciais, multiplicados por 1,5, um acréscimo de 50% no número de eixos.
Os representantes da ANTT apresentaram dados da Classificação do Estado Geral das Rodovias, segundo a pesquisa CNT Rodovias 2025, para justificar que é mais vantajosa a concessão que a administração das rodovias.
No novo contraro ficam 6 pontos de correção geométrica onde ocorrem muitos acidentes nestas rodovias e dois pontos de parada para motoristas profissionais.
Na BR-116, caso o DENIT não conclua as obras de duplicação o novo contrato prevê que a empresa responsável assuma a conclusão.
Deverá ter conectividade 4G ou superior na conexão de dados em toda a concessão para chamadas de emergência.
A duplicação da BR-392 está entre as exigências, passando por Canguçu até o porto de Rio Grande.
As contribuições para o contrato serão aceitas até 23/04/2026 através do site https://participantt.antt.gov.br
A cobrança do modelo "Free Flow", com 14 praças na região, seria o responsável pelas tarifas que começariam a ser cobradas apenas após 6 meses do início.






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