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17 março 2026

Nova concessão das rodovias da região foi tema de audiência pública em Pelotas-RS

Na tarde desta terça-feira (17/03) ocorreu a última audiência pública promovida pela ANTT para debater o modelo de concessão de pedágios nas BRs 392 e 116 que eram administradas pela Ecovias Sul definindo como "Rota Portuária Sul"

Os pontos que serão exigidos no próximo contrato foram apresentados a comunidade.  

A audiência, que ocorreu no Auditório da Universidade Católica de Pelotas (Ucpel) contou com a presença de Prefeitos,  Vereadores, Deputados e lideranças regionais. 

Entre os presentes,  diversos caminhoneiros realizaram manifestação mostrando contrariedade a cobrança nos eixos comerciais,  multiplicados por 1,5, um acréscimo de 50% no número de eixos. 

Os representantes da ANTT apresentaram dados da Classificação do Estado Geral das Rodovias, segundo a pesquisa CNT Rodovias 2025, para justificar que é mais vantajosa a concessão que a administração das rodovias. 

Fotos: Augusto Pinz


Também foi ponto de destaque da apresentação do projeto a Dinamização da Economia, com Criação de 88 mil empregos diretos e indiretos nos 30 anos.  Uma Receita de R$ 55 milhões fatiados para os municípios do ISS e Desenvolvimento Tecnológico de R$ 2 milhões ao ano além do Desenvolvimento Econômico R$10,5 bilhões ao ano.

No novo contraro ficam 6 pontos de correção geométrica onde ocorrem muitos acidentes nestas rodovias e dois pontos de parada para motoristas profissionais.

Na BR-116,  caso o DENIT não conclua as obras de duplicação o novo contrato prevê que a empresa responsável assuma a conclusão. 

Deverá ter conectividade 4G ou superior na conexão de dados em toda a concessão para chamadas de emergência. 

A duplicação da BR-392 está entre as exigências,  passando por Canguçu até o porto de Rio Grande. 

As contribuições para o contrato serão aceitas até 23/04/2026 através do site https://participantt.antt.gov.br

A cobrança do modelo "Free Flow", com 14 praças na região,  seria o responsável pelas tarifas que começariam a ser cobradas apenas após 6 meses do início. 

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