A região metropolitana concentra o maior número de casos confirmados de influenza no estado até o momento (58,8%), seguido da região norte (10,7%) e da serra (8,8%) e. O município com o maior número de casos confirmados é Porto Alegre (30,5%). Entre os casos confirmados de influenza a mediana de idade foi de 39 anos, variando de 0 a 89 anos. A taxa de incidência está em 3,4/1000.000habitantes.
Entre os casos e óbitos por influenza, há um predomínio da existência de fatores e condições de risco, 75,0 % e 72,2% respectivamente. A condição de risco mais freqüente entre os casos são as pneumopatias crônicas e entre os óbitos ter mais de 60 anos.
Entre os casos e óbitos por influenza, há um predomínio da existência de fatores e condições de risco, 75,0 % e 72,2% respectivamente. A condição de risco mais freqüente entre os casos são as pneumopatias crônicas e entre os óbitos ter mais de 60 anos.
Casos registrados na Região Sul (3ª Coordenadoria)
Confira o boletim completo divulgado na manhã desta segunda-feira (30) CLICANDO AQUI
DIVERGÊNCIA ENTRE RELATÓRIO E NOTÍCIAS
O site da Rádio Gaúcha Zona Sul informa, na manhã desta segunda-feira (30), a segunda morte por Gripe A em Rio Grande. Porém no relatório oficial do Estado não aparece nenhum óbito. Indagamos, via twitter, a Secretaria Estadual de Saúde que disse: "Rio Grande registrou 6 casos de Influenza A H1N1, mas nenhum óbito até o momento." O perfil da SES ainda reforça que todos os óbitos estariam no boletim epidemiológico. Já o site da Rádio Gaúcha noticia 10 casos e dois óbitos.
Leia aqui a reportagem da Rádio Gaúcha que informa dois óbitos em Rio Grande e 10 casos, ao contrário dos 06 informados pelo estado. CLIQUE AQUI E LEIA MATÉRIA.
Após nossa insistência na busca de informações, a Secretaria Estadual de Saúde admitiu que como os casos são "recentes" ainda não teriam entrado no boletim desta semana, e serão divulgados no próximo relatório do dia 03 de Junho:
Diferente de 2009, quando ocorreu o surto de gripe A com maior força, os relatórios são divulgados apenas uma vez por semana o que deixam os dados frequentemente desatualizados em relação a realidade dos casos.




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