Foto: Rafael Ribeiro/Especial
Na manhã desta terça-feira (29) o deputado Pedro Pereira, a deputada Liziane Bayer (PSB) e o secretário Ernani Polo (PP), foram pedir ajuda ao secretário estadual da Fazenda, Giovani Feltes. A intensão é que o Estado libere o mais breve possível, recursos oriundos da Consulta Popular para o Hospital de Caridade de Canguçu que passa por sérios problemas financeiros.
Nestas últimas semanas, a situação piorou e a instituição quase parou, devido à falta de medicamentos básicos. Giovani Feltes (PMDB) garantiu que vai estudar o caso e deixou claro, que dentro das possibilidades do Estado, vai fazer o possível para conseguir liberar estes recursos.
No momento não há previsão de quando isso vai ocorrer. “É angustiante e tenho a certeza que o governo vai nos atender, a saúde é fundamental para todos” declarou Pereira.
DÍVIDAS
Na manhã desta terça-feira (29) a Prefeitura Municipal de Canguçu decretou emergência "estado de calamidade pública no setor hospitalar no sistema único de saúde (SUS), no município de Canguçu" através do decreto 6.746/2015. No dia 04 de Janeiro será feita uma avaliação da situação do HCC para ver se continua atendendo apenas emergências ou retoma o serviço normal. Atualmente a casa de saúde não está aceitando internações encaminhando pacientes para Piratini. O decreto ainda precisa ser reconhecido pelo Estado e pela União.
Na oportunidade, com presença do administrador do Hospital, Armando Morales, foi comentada a situação envolvendo as notas divulgadas pelo Estado dizendo que não existem débitos para com o hospital. Seriam R$ 6 milhões desde 2010 que seriam incentivos não enviados.
O ex-Prefeito de Canguçu, Cássio Mota (PP), sugeriu, nesta manhã, que seja feita uma reunião com o Estado para esclarecer, em definitivo, sobre as questões financeiras se existem ou não estas dívidas. "Saber quem deve para quem", comenta Cássio. Este encontro ocorreria nos primeiros dias de Janeiro para chegarem em definitivo a um ponto de acerto. "Tenho certeza que dessa conversa vai vir recursos para Canguçu", garante.
Armando Morales lembra que 2015 está, realmente, quitado. Restando ainda o mês de Dezembro que será pago em 2016. Porém outros recursos, conforme aponta contabilidade, ainda estariam atrasados. Ouça entrevista abaixo sobre o tema:
Na oportunidade, com presença do administrador do Hospital, Armando Morales, foi comentada a situação envolvendo as notas divulgadas pelo Estado dizendo que não existem débitos para com o hospital. Seriam R$ 6 milhões desde 2010 que seriam incentivos não enviados.
O ex-Prefeito de Canguçu, Cássio Mota (PP), sugeriu, nesta manhã, que seja feita uma reunião com o Estado para esclarecer, em definitivo, sobre as questões financeiras se existem ou não estas dívidas. "Saber quem deve para quem", comenta Cássio. Este encontro ocorreria nos primeiros dias de Janeiro para chegarem em definitivo a um ponto de acerto. "Tenho certeza que dessa conversa vai vir recursos para Canguçu", garante.
Armando Morales lembra que 2015 está, realmente, quitado. Restando ainda o mês de Dezembro que será pago em 2016. Porém outros recursos, conforme aponta contabilidade, ainda estariam atrasados. Ouça entrevista abaixo sobre o tema:

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