Como era previsto e combinado os animais precisaram das guias (GTA) para o desfile mostrando a sanidade dos animais. A Inspetoria de Defesa Veterinária de Canguçu, coordenada por Francisco José Coelho, foi responsável pelo controle. Em sua página no facebook ele fez uma manifestação sobre o tema:
"Como eu tinha dito durante a semana, Canguçu foi exemplo à todos durante os festejos farroupilhas, em especial no desfile de hoje (20). Foram 212 cavalos participantes devidamente testados, guiados, fiscalizados e "empulseirados".
Tudo correu sem problemas. Parabéns a prefeitura municipal de Canguçu, entidades envolvidas e a todos os servidores da Inspetoria de Defesa Agropecuária pelo belo trabalho realizado em prol do sucesso do nosso 20".
Fotos: Arquivo Pessoal Francisco José Coelho/Especial
CASO DE MORMO CONFIRMADO EM ALEGRETE
Se em Canguçu tudo foi tranquilo durante o desfile, após os festejos a preocupação da doença conhecida como Mormo volta a assustar os gaúchos.
Foi confirmado o primeiro caso de mormo na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. No sábado (19), um exame de maleína, para detectar a presença da doença em equínos, apresentou resultado positivo em uma égua em Alegrete. O animal estava isolado há cerca de dois meses. O animal infectado passará por um exame patológico antes de ser sacrificado. A égua pertence a um produtor rural de Alegrete.
O mormo é uma doença infecciosa que não tem tratamento e pode atingir equinos e humanos. Quando infectado, o cavalo precisa ser sacrificado e cremado. A doença é transmitida pelo contato com o material infectante, tanto diretamente com secreções do doente, quanto indiretamente por meio de bebedouros, comedouros ou equipamentos contaminados.
Em humanos, a doença normalmente se manifesta em até 14 dias. A contaminação acontece pelo contato com animais doentes, fômites contaminados, tecidos ou culturas bacterianas em laboratórios. Os sintomas são febre, lesões com pus, edema de septo nasal, pneumonia e abscessos em diversas partes do corpo. A doença é de difícil tratamento e quase sempre fatal.
No Rio Grande do Sul, o risco de contágio do mormo levou pelo menos 118 prefeituras a cancelarem os desfiles farroupilhas em 2015, segundo levantamento divulgado pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs). (G1-RS)
O mormo é uma doença infecciosa que não tem tratamento e pode atingir equinos e humanos. Quando infectado, o cavalo precisa ser sacrificado e cremado. A doença é transmitida pelo contato com o material infectante, tanto diretamente com secreções do doente, quanto indiretamente por meio de bebedouros, comedouros ou equipamentos contaminados.
Em humanos, a doença normalmente se manifesta em até 14 dias. A contaminação acontece pelo contato com animais doentes, fômites contaminados, tecidos ou culturas bacterianas em laboratórios. Os sintomas são febre, lesões com pus, edema de septo nasal, pneumonia e abscessos em diversas partes do corpo. A doença é de difícil tratamento e quase sempre fatal.
No Rio Grande do Sul, o risco de contágio do mormo levou pelo menos 118 prefeituras a cancelarem os desfiles farroupilhas em 2015, segundo levantamento divulgado pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs). (G1-RS)


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