Um estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, com 123 pessoas acima de 55 anos, constatou que a dificuldade em pegar no sono está relacionada a uma maior propensão de desenvolver hipertensão, diabete e distúrbios cardíacos. Embora o avançar da idade possa deixar o sono mais curto, a guerra com o travesseiro não deve ser encarada como normal. “O diagnóstico da insônia é feito quando isso acontece por mais de três meses e atrapalha a qualidade de vida”, pontua a neurologista Dalva Poyares, do Instituto do Sono, em São Paulo.
Para completar, a pesquisa avaliou três maneiras de contornar a insônia antes de apelar aos fármacos. Recorrer à psicoterapia, por exemplo, ajuda a identificar a origem do distúrbio e foi a alternativa mais vantajosa apontada pelo estudo. Na lista, também entra a prática do tai chi, uma arte marcial que une meditação e movimentos prolongados, e a educação do sono, com acompanhamento dos especialistas.
Revista Saúde É Vital
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