A decisão foi tomada após atitudes e declarações de lideranças do Movimento Sem Terra a respeito do "Abril Vermelho" e de recentes invasões, além de dificuldades no cumprimento de reintegrações de posse. Para Dias, onde houver necessidade, haverá mobilização do setor produtivo, com o fim de se precaver de eventuais ações violentas por parte de invasores. “Queremos exigir do Estado a presença da força pública e, quando houver reintegração, que seja cumprida a decisão judicial”, explicou o presidente da Comissão.
A assembleia também decidiu pedir ao Poder Executivo "o imediato cumprimento emanado das ordens judiciais (reintegração de posse e identificação de invasores) nos litígios em ofensa ao direito de propriedade". O colegiado ainda fez um alerta sobre os riscos de o Estado não agir para promover a paz e a ordem nos locais de conflito, "face à instabilidade dos cenários da questão indígena, e demais eventos na região norte, tendentes a se agravar”.
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