Morreu nesta manhã, em Pelotas, a quinta vítima do acidente ocorrido à noite do dia 27 de julho na BR-392, em Canguçu. Narciso Furtado da Silva, 58 anos, que estava internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) da Santa Casa de Pelotas não resistiu aos ferimentos. Ele dirigia o Gol.
Deivide Maicon da Silva Dutra, 28 anos, e as passageiras Daniela Alves Nunes, 22 anos, Jelvani da Silva Jacobsen, 35 anos, e Elizandra Pinto de Souza, 33 anos, que estavam no Uno também morreram no acidente.
Deivide Maicon da Silva Dutra, 28 anos, e as passageiras Daniela Alves Nunes, 22 anos, Jelvani da Silva Jacobsen, 35 anos, e Elizandra Pinto de Souza, 33 anos, que estavam no Uno também morreram no acidente.
5 comentários:
Mas que barbaridade, acho que se ela morreu hoje não foi uma vitima fatal do acidente. ;)
idem ao 11:50 am; báhhh!
hehe isso que é da ZH heim...
A expressão tem sido usada à larga na imprensa, mas, semanticamente, é difícil de sustentar. Tem-se empregado a locução “vítimas fatais” no lugar de “mortos”, mas “fatal” é aquilo que provoca a morte, ou seja, uma doença ou um acidente, por exemplo.
Normalmente dizemos que uma pessoa foi vítima de um acidente fatal ou de uma doença fatal (ou letal), pois o acidente ou a doença é que a levaram à morte.
Um tiro fatal ou um golpe fatal provocam a morte; um erro fatal ou uma mulher fatal podem não matar, mas levam à ruína, ao infortúnio; uma paixão fatal ou uma decisão fatal prenunciam um desfecho trágico – enfim, o adjetivo “fatal” prende-se a termos que exprimem o causador do prejuízo, que, até por definição, não pode ser a vítima.
Viu só? Hehehe
faltou ainda um comentário fatal, 4:41PM, pode até não matar,mas deixou seqüelas só de ler.
estou transtornado!
viu só? hehehe
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