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28 julho 2010

Cria será transferida para Zona Sul

A região de Pelotas sediará uma estrutura fundamental para a qualificação do rebanho gaúcho: a Central Riograndense de Inseminação Artificial (Cria). O protocolo de intenções, no qual as entidades se comprometem a conjugar esforços pela transferência da Cria, foi assinado hoje (28) por representantes da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária, Pesca e Agronegócio (Seappa), da Emater/RS-Ascar, da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro) e da Embrapa Clima Temperado.

O ato se deu no final do dia, no auditório da Universidade Católica de Pelotas (UCPel), e contou com a presença de autoridades de todo o Estado, entre as quais o secretário da Agricultura, Pecuária, Pesca e Agronegócio, Gilmar Tietböhl, para o qual a transferência trará resultados positivos, tanto para a Central quanto para a região. “Vamos dar um salto de qualidade no trabalho da Cria. Ela estará na maior região produtora do setor e mais próxima dos programas desenvolvidos pelo Governo”, disse. “Tivemos a felicidade de unir a partir desta transferência o ambiente da pesquisa, da extensão, do fomento e do ensino”, completou.

Fundada em julho de 1974, a Cria tem sua estrutura física hoje no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A nova sede será montada na Estação Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão, onde a Central continuará atuando para qualificar, por meio da inseminação artificial, o rebanho de gado de leite e de corte gaúchos, em seus padrões genéticos, zootécnicos e sanitários. Além disso, a Cria trabalha na identificação de reprodutores de qualidade e na distribuição de sêmen congelado e nitrogênio líquido.

Por meio do protocolo firmado hoje, a Seappa se compromete a coordenar os trabalhos de transferência da Central, com apoio das demais instituições. A administração da mesma e a elaboração de um convênio após sua implantação também ficará a cargo da Secretaria. O espaço físico para abrigar a Central de Inseminação será cedido pela Embrapa, e a Fepagro dará apoio técnico à Cria, visando a eficiência do status sanitário bovino.

Já a Emater/RS-Ascar prestará apoio técnico e operacional à Central de Inseminação. “A nossa região é focada na pecuária e a extensão rural trabalha constantemente para qualificar este segmento, o que será potencializada com a vinda da Cria”, disse o gerente regional da Emater/RS-Ascar, Lair Corrêa.

Informações
Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar – Regional Pelotas

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