Como é “corrido” o tempo de Natal! Costumo dizer que parece ser um complô maquiavélico, pois a correria destes dias é tão grande que nos impede parar e contemplar a verdadeira beleza do Natal.
A correria dos tempos de Natal atinge quase todos os setores. É como se quiséssemos resolver em alguns dias tudo o que ficou pendente durante o ano. Temos que comer sem degustar, sem mastigar. Engolimos os dias de Natal de uma só vez e nem sentimos o gosto. Não parece ser um complô contra a beleza das mensagens natalinas?
Coisa boa termos tempo livre! Gosto desta expressão: “tempo livre”! Quem não gosta de ser livre!? Mas, quem de nós já não se sentiu escravo do relógio? Na verdade, o tempo em que vivemos não é “livre, é, antes, um “tempo escravo”.
Uma canção natalina diz assim: “O tempo vai passando sutilmente, de repente, a gente lembra que o Natal já vai chegar, é preciso parar, é preciso lembrar, que Cristo veio para nos salvar”.
É preciso parar e lembrar que Deus é o Senhor do tempo. É preciso parar e lembrar que, sem Deus, o movimento de nossa correria é como a de um cachorro que corre atrás do próprio rabo. É preciso parar e lembrar que, sem Deus, a correria é sem rumo.
Foi exatamente para orientar a nossa caminhada, foi exatamente para dar direção aos nossos passos, que Deus se fez homem, veio até nós, em Jesus – o menino nascido em Belém, que cresceu, viveu e morreu por nós.
Pastor Ismar Lambrecht Pinz
ismarpinz@yahoo.com.br
Comunidade Cristo Redentor, Tres Vendas, Pelotas.
A correria dos tempos de Natal atinge quase todos os setores. É como se quiséssemos resolver em alguns dias tudo o que ficou pendente durante o ano. Temos que comer sem degustar, sem mastigar. Engolimos os dias de Natal de uma só vez e nem sentimos o gosto. Não parece ser um complô contra a beleza das mensagens natalinas?
Coisa boa termos tempo livre! Gosto desta expressão: “tempo livre”! Quem não gosta de ser livre!? Mas, quem de nós já não se sentiu escravo do relógio? Na verdade, o tempo em que vivemos não é “livre, é, antes, um “tempo escravo”.
Uma canção natalina diz assim: “O tempo vai passando sutilmente, de repente, a gente lembra que o Natal já vai chegar, é preciso parar, é preciso lembrar, que Cristo veio para nos salvar”.
É preciso parar e lembrar que Deus é o Senhor do tempo. É preciso parar e lembrar que, sem Deus, o movimento de nossa correria é como a de um cachorro que corre atrás do próprio rabo. É preciso parar e lembrar que, sem Deus, a correria é sem rumo.
Foi exatamente para orientar a nossa caminhada, foi exatamente para dar direção aos nossos passos, que Deus se fez homem, veio até nós, em Jesus – o menino nascido em Belém, que cresceu, viveu e morreu por nós.
Pastor Ismar Lambrecht Pinz
ismarpinz@yahoo.com.br
Comunidade Cristo Redentor, Tres Vendas, Pelotas.
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