Tião Prado/ConseulNews) - Paulo (de verde), foi apresentado à imprensa; marido seria o mandante Paulo Ramos Correia, 22 anos, que em depoimento durante a noite passada ao delegado de Polícia Civil Clemir Vieira Júnior confessou ter matado a professora e artista plástica de Ponta Porã Gicela Maria Van Gyssel Müller Brusamarelo, disse também que o crime foi encomendado pelo marido da vítima, o engenheiro Elói Brusamarello. O preço ajustado para se livrar da esposa: US$ 7 mil. Esse é o dinheiro que ficaria com o homicida, mas que segundo ele, nunca chegou a suas mãos.
A morte de Gicela Maria chocou e mobilizou a sociedade fronteiriça na cobrança pela elucidação dos fatos. Ela foi torturada e morta com requintes de crueldade no dia 12 de agosto, seu corpo localizado no dia seguinte, em um matagal na zona rural de Pedro Juan Caballero. O carro da vítima, um Renault Clio, foi abandonado em uma rua de Pedro Juan, a bolsa com documentos estava próxima ao corpo, mas alguns pertences desapareceram.
Foi ao tentar vender esses pertences que o assassino acabou sendo descoberto, conta o delegado Clemir Vieira Júnior. Informações chegaram à Polícia dizendo que um adolescente estava oferecendo a pessoas em Pedro Juan um notebook, um projetor de imagens e alguns pen-drivers. Eram objetos que a professora Gicela levava no carro, quando foi sequestrada e morta.
As investigações levaram até Paulo Ramos Correia, foragido da Justiça. Ele cumpria pena no presídio de Ponta Porã pelo sequestro da filha da vereadora Dulce Manosso, crime ocorrido em 2006. Foi condenado a 17 anos de reclusão, mas no dia 7 de agosto saiu da prisão para passar o Dia dos Pais com a família. Deveria retornar na segunda-feira, dia 10 de agosto. No dia 12, perseguiu a professora Gicela Maria e a sequestrou quando saía da agência dos Correios, no centro de Ponta Porã.
Paulo Ramos agiu em conjunto com outro bandido, que a Polícia acredita ser o adolescente que oferecia os pertences da professora em Pedro Juan. Ambos negam. Após o sequestro, Gicela Maria foi levada até o local em que foi morta a golpes de arma pontiaguda (provavelmente um punhal), na cabeça. Antes, a vítima foi asfixiada com um cordão de nylon e golpeada com um pedaço de madeira na cabeça.
Motivos
Desde o início das investigações, o caso chamou a atenção mais pelas complicações criadas para atrapalhar o trabalho da Polícia, do que pelas provas colhidas. A fita do circuito interno de TV de um banco, em frente ao qual o carro foi deixado, em Pedro Juan, apresentou defeitos que escondiam o momento exato em que o motorista sai, impedindo que fosse reconhecido. O fato de o crime ter sido cometido no lado paraguaio também foi um complicador para a Polícia Civil, que dependia das informações repassadas pela Polícia de Pedro Juan para tocar a investigação.
Toda a trama pode ter sido desvendada pelo depoimento do suspeito. Ele descreveu o homem que teria pago pelo crime e as características levam a Elói, o marido da vítima. O contato com Paulo Ramos foi feito por um intermediador, cujo nome não foi declinado pelo assassino confesso. Apenas o apelido.
O delegado Clemir Vieira Júnior acredita já ter subsídios suficientes para pedir a prisão preventiva de Elói Brusamarello, o que faz ainda pela manhã. Em seguida a Polícia quer prender e ouvir o engenheiro e através de seu depoimento, chegar até o intermediador e desvendar os reais motivos do assassinato.
O delegado tem suspeitas. O casal estaria em processo de separação. Gicela Maria tinha muitas posses e o casamento era em separação total de bens, portanto o marido ficaria sem nada. Ela também estaria na iminência de receber uma herança pela morte do pai; a família de Gicela Maria é da cidade de Canguçu, no Rio Grande do Sul. A professora também tinha seguro de vida e o engenheiro estaria endividado.
Fonte: Midiamax News
A morte de Gicela Maria chocou e mobilizou a sociedade fronteiriça na cobrança pela elucidação dos fatos. Ela foi torturada e morta com requintes de crueldade no dia 12 de agosto, seu corpo localizado no dia seguinte, em um matagal na zona rural de Pedro Juan Caballero. O carro da vítima, um Renault Clio, foi abandonado em uma rua de Pedro Juan, a bolsa com documentos estava próxima ao corpo, mas alguns pertences desapareceram.
Foi ao tentar vender esses pertences que o assassino acabou sendo descoberto, conta o delegado Clemir Vieira Júnior. Informações chegaram à Polícia dizendo que um adolescente estava oferecendo a pessoas em Pedro Juan um notebook, um projetor de imagens e alguns pen-drivers. Eram objetos que a professora Gicela levava no carro, quando foi sequestrada e morta.
As investigações levaram até Paulo Ramos Correia, foragido da Justiça. Ele cumpria pena no presídio de Ponta Porã pelo sequestro da filha da vereadora Dulce Manosso, crime ocorrido em 2006. Foi condenado a 17 anos de reclusão, mas no dia 7 de agosto saiu da prisão para passar o Dia dos Pais com a família. Deveria retornar na segunda-feira, dia 10 de agosto. No dia 12, perseguiu a professora Gicela Maria e a sequestrou quando saía da agência dos Correios, no centro de Ponta Porã.
Paulo Ramos agiu em conjunto com outro bandido, que a Polícia acredita ser o adolescente que oferecia os pertences da professora em Pedro Juan. Ambos negam. Após o sequestro, Gicela Maria foi levada até o local em que foi morta a golpes de arma pontiaguda (provavelmente um punhal), na cabeça. Antes, a vítima foi asfixiada com um cordão de nylon e golpeada com um pedaço de madeira na cabeça.
Motivos
Desde o início das investigações, o caso chamou a atenção mais pelas complicações criadas para atrapalhar o trabalho da Polícia, do que pelas provas colhidas. A fita do circuito interno de TV de um banco, em frente ao qual o carro foi deixado, em Pedro Juan, apresentou defeitos que escondiam o momento exato em que o motorista sai, impedindo que fosse reconhecido. O fato de o crime ter sido cometido no lado paraguaio também foi um complicador para a Polícia Civil, que dependia das informações repassadas pela Polícia de Pedro Juan para tocar a investigação.
Toda a trama pode ter sido desvendada pelo depoimento do suspeito. Ele descreveu o homem que teria pago pelo crime e as características levam a Elói, o marido da vítima. O contato com Paulo Ramos foi feito por um intermediador, cujo nome não foi declinado pelo assassino confesso. Apenas o apelido.
O delegado Clemir Vieira Júnior acredita já ter subsídios suficientes para pedir a prisão preventiva de Elói Brusamarello, o que faz ainda pela manhã. Em seguida a Polícia quer prender e ouvir o engenheiro e através de seu depoimento, chegar até o intermediador e desvendar os reais motivos do assassinato.
O delegado tem suspeitas. O casal estaria em processo de separação. Gicela Maria tinha muitas posses e o casamento era em separação total de bens, portanto o marido ficaria sem nada. Ela também estaria na iminência de receber uma herança pela morte do pai; a família de Gicela Maria é da cidade de Canguçu, no Rio Grande do Sul. A professora também tinha seguro de vida e o engenheiro estaria endividado.
Fonte: Midiamax News
5 comentários:
esse marido é um F.D.P. ele é q terir q ser morto
Xadrez nesse marido vaga..., foi ele... Tá na cara...
Isso é um monstro. cadeia nele.Pobre dos filhos.
o mesmo caso aconteceu com o meu pai mas a policia civil ate agora nada fez! nem investigaçao nao fazem!
Calma, vamos ver se é culpado mesmo ou se tem mais gente envolvida. Vamos deixar a justiça trabalhar. Não vamos julgar por antecipação. Mas se foi comprovado que foi o marido, que seja cumprida a lei como para qualquer brasileiro.
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