A Coordenador Regional da Saúde, Kátia Hoffmann, esteve na Rádio Liberdade AM em uma de suas primeiras entrevistas após assumir a 3ª Coordenadoria na manhã desta quinta-feira (21). Ela falou sobre as dificuldades financeiras do Estado e os investimentos na saúde na Zona Sul.
Kátia revelou que a situação dos hospitais da região é preocupante e falou mais especificamente sobre o Hospital de Caridade de Canguçu (HCC). Ela esteve reunida com a Direção da Hospital e fez revelações importantes. Segundo ela foram mais de R$ 5 milhões enviados a entidade durante o período da intervenção realizada pela Prefeitura. "O que fizeram com este dinheiro? Onde está este dinheiro?', indaga. Hoffmann revelou que nunca foi prestado conta destes valores. Para ela é importante uma auditoria do período. "Ontem (20) eu ainda repeti: Vocês devem fazer uma auditoria, sim. Porque se eles não fizerem a gente vai ter que acabar interferindo nisso, na verdade foi um dinheiro público investido dentro do hospital e eles vão ter que dar conta do que foi feito. Que tipo de serviço foi prestado?", comenta.
A atual administração não teria conhecimento, ao certo, como foi investido. Restou apenas, de informação, o tamanho das dívidas.
Em relação aos recursos a Coordenadora revela que não existe nenhum recurso, da atual gestão estadual, atrasado para o hospital. O único repasse que não veio, ainda, é um recurso Federal. Sobre o Cofi nanciamento da Assistência Hospitalar – (PIES-IHOSP) - ela revela que o decreto não foi refeito porque o Estado viu que não teria como arcar, momentaneamente, com estes recursos.
A Coordenador Regional de Saúde, Kátia Hoffmann, revelou ainda que está discutindo um novo modelo de contrato para o Hospital e revelou que sonha em ver funcionando o serviço de Traumatologia em Canguçu.
DIÁLOGO
Kátia destaca que é preciso harmonia entre a municipalidade e o hospital. "Enquanto se olhar a saúde como política partidária as coisas não vão para frente", lembra. Para a Coordenadora falta diálogo entre a Secretaria de Saúde e o Hospital. "Parece que Canguçu está muito assim..o Hospital é o Hospital e a Secretaria de Saúde é a Secretaria Saúde e isso não existe", garante.
FUMUSA
Sobre a Fundação a Coordenadora disse que não tem conhecimento do projeto, sabendo apenas o que é comentado superficialmente. Porém, ela indagou que ouviu que seriam 10 diretores com cargos de remuneração alta. Para ela que se é para investir dinheiro que o façam no Hospital.
OUÇA A ENTREVISTA ABAIXO:
A Coordenador Regional de Saúde, Kátia Hoffmann, revelou ainda que está discutindo um novo modelo de contrato para o Hospital e revelou que sonha em ver funcionando o serviço de Traumatologia em Canguçu.
DIÁLOGO
Kátia destaca que é preciso harmonia entre a municipalidade e o hospital. "Enquanto se olhar a saúde como política partidária as coisas não vão para frente", lembra. Para a Coordenadora falta diálogo entre a Secretaria de Saúde e o Hospital. "Parece que Canguçu está muito assim..o Hospital é o Hospital e a Secretaria de Saúde é a Secretaria Saúde e isso não existe", garante.
FUMUSA
Sobre a Fundação a Coordenadora disse que não tem conhecimento do projeto, sabendo apenas o que é comentado superficialmente. Porém, ela indagou que ouviu que seriam 10 diretores com cargos de remuneração alta. Para ela que se é para investir dinheiro que o façam no Hospital.
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