Em parceria com o Sindicato dos Jornalistas, o Diretório Acadêmico (DA) do curso de Comunicação Social da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) foi às ruas do centro da cidade, na manhã desta quinta-feira (02), para protestar contra a decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no dia 17 de junho. A medida define como não-obrigatória a exigência de diploma para o exercício da profissão jornalística.
O ato no Calçadão da rua Andrade Neves reuniu profissionais e estudantes da área e teve como um dos principais objetivos ajudar na conscientização da sociedade sobre a problemática. “Acredito que a população ainda não sabe exatamente porque esta questão é tão importante”, disse Ana Paula Kringel, aluna do terceiro semestre do curso na Católica. “Se a obrigatoriedade do diploma continuar extinta, vai afetar tanto a sociedade, por causa da falta de informações de qualidade, quanto a nós, que passamos, no mínimo, quatro anos na Universidade e nos esforçamos por esta qualificação”.
O diretor do Centro de Educação e Comunicação da UCPel e coordenador da graduação em Jornalismo, professor Jairo Sanguiné Júnior, também compareceu à manifestação. “Esta mobilização engrossa os movimentos feitos por universidades de todo o país e é um sinal de apoio à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que pretende restabelecer a obrigatoriedade do diploma, já que entendemos que a decisão do STF foi um verdadeiro equívoco”, disse.
A PEC a que Sanguiné se refere é de autoria do senador Antônio Carlos Valadares, de Sergipe. Com sua aprovação, o certificado de conclusão do curso de Jornalismo pode voltar a ser requisito indispensável para quem quiser exercer legalmente a profissão. Valadares propõe, inclusive, que o Senado promova uma audiência pública sobre o tema.
Deputado Afonso Hamm discursa em defesa dos jornalistas graduados
Nesta semana, o deputado federal Afonso Hamm (PP-RS) usou a tribuna da Câmara dos Deputados para manifestar o seu descontentamento no que se refere a decisão do Supremo Tribunal Federal que determinou a extinção da obrigatoriedade do diploma para exercício da profissão de jornalista.
Hamm comenta que essa determinação se traduz em desrespeito aos profissionais de jornalismo que freqüentaram o curso e foram diplomados e também à sociedade. “A formação acadêmica para o exercício da profissão é imprescindível para manter a qualidade das informações que chegam aos vários públicos: telespectadores, leitores, ouvintes e internautas”, observa Hamm ao acrescentar que os acadêmicos freqüentam os bancos escolares de ensino superior, obtendo toda preparação técnica, conhecimentos específicos, que são fundamentais na prática jornalística de forma responsável e correta.
Em apoio aos profissionais de jornalismo Hamm também aderiu a Frente Parlamentar em Defesa da exigência do diploma em comunicação social – Jornalismo e para o registro profissional de jornalista. Além disso, assinou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera o parágrafo 1º do artigo 220 da Constituição Federal, estabelecendo a necessidade de curso superior para o exercício da profissão de jornalista.
O ato no Calçadão da rua Andrade Neves reuniu profissionais e estudantes da área e teve como um dos principais objetivos ajudar na conscientização da sociedade sobre a problemática. “Acredito que a população ainda não sabe exatamente porque esta questão é tão importante”, disse Ana Paula Kringel, aluna do terceiro semestre do curso na Católica. “Se a obrigatoriedade do diploma continuar extinta, vai afetar tanto a sociedade, por causa da falta de informações de qualidade, quanto a nós, que passamos, no mínimo, quatro anos na Universidade e nos esforçamos por esta qualificação”.
O diretor do Centro de Educação e Comunicação da UCPel e coordenador da graduação em Jornalismo, professor Jairo Sanguiné Júnior, também compareceu à manifestação. “Esta mobilização engrossa os movimentos feitos por universidades de todo o país e é um sinal de apoio à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que pretende restabelecer a obrigatoriedade do diploma, já que entendemos que a decisão do STF foi um verdadeiro equívoco”, disse.
A PEC a que Sanguiné se refere é de autoria do senador Antônio Carlos Valadares, de Sergipe. Com sua aprovação, o certificado de conclusão do curso de Jornalismo pode voltar a ser requisito indispensável para quem quiser exercer legalmente a profissão. Valadares propõe, inclusive, que o Senado promova uma audiência pública sobre o tema.
Deputado Afonso Hamm discursa em defesa dos jornalistas graduados
Nesta semana, o deputado federal Afonso Hamm (PP-RS) usou a tribuna da Câmara dos Deputados para manifestar o seu descontentamento no que se refere a decisão do Supremo Tribunal Federal que determinou a extinção da obrigatoriedade do diploma para exercício da profissão de jornalista.
Hamm comenta que essa determinação se traduz em desrespeito aos profissionais de jornalismo que freqüentaram o curso e foram diplomados e também à sociedade. “A formação acadêmica para o exercício da profissão é imprescindível para manter a qualidade das informações que chegam aos vários públicos: telespectadores, leitores, ouvintes e internautas”, observa Hamm ao acrescentar que os acadêmicos freqüentam os bancos escolares de ensino superior, obtendo toda preparação técnica, conhecimentos específicos, que são fundamentais na prática jornalística de forma responsável e correta.
Em apoio aos profissionais de jornalismo Hamm também aderiu a Frente Parlamentar em Defesa da exigência do diploma em comunicação social – Jornalismo e para o registro profissional de jornalista. Além disso, assinou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera o parágrafo 1º do artigo 220 da Constituição Federal, estabelecendo a necessidade de curso superior para o exercício da profissão de jornalista.
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