Fotos: Augusto Pinz
O Desenvolvimento Regional e Perspectivas para o Rio grande do Sul. Este foi o tema abordado por Afonso Antunes Mota, vice-presidente institucional do Grupo RBS, junto a Associação Comercial, Industrial e de Serviços (ACICAN) na manhã desta quinta-feira (21).
Com uma visão ampla sobre o tema, voltada ao empresariado presente em bom número na reunião, Afonso decorreu sobre vários temas, passando pela crise tão falada e sentida na pele por muitos comerciantes. Em tom motivacional, ele mostrou as mudanças de atitude do mercado e as novas tendências para uma revolução na visão de mercado para os comerciantes locais.
Por diversas vezes Mota desafiou os presentes a tornar Canguçu um pólo regional, uma referencia em serviços, destacando-se nos seus principais setores e potencialidades. Ele lembrou a importância de explorar este foco com ênfase nas pessoas e partindo de certos pontos como planejamento, criação de novas lideranças, estímulo das políticas publicas, enquadrado em temas atuais como cuidados com meio ambiente, água, alimentos, que são valores que podem influenciar decisivamente na disputa por espaço decisivo nos campos sociais, político e econômico.
“Canguçu tem que assumir suas responsabilidades regionais. As vezes é difícil de reconhecerem a nossa competência, mas temos que demonstrar nosso valor, nosso diferencial sem esmorecer. Isso passa pela busca da felicidade profissional e pessoal dentro do mundo comercial” disse durante a palestra.
O atual modelo competitivo de mercado com ênfase no marketing, com articulação e representatividade necessárias para o desenvolvimento regional também foi debatido no encontro. Afonso tem em suas palestras um projeto de crescimento para o Estado, e que serve de modelo também as cidades para desenvolvimento em 20 anos.
“A Competição em todos os meios veio e está pra ficar. Temos que saber lidar com isso para sairmos vencedores neste momento de crise, principalmente. Temos que trabalhar para evitar demissões, o desemprego é muito ruim, causa problemas econômicos, é a pior saída. O emprego gera o consumo. O Desemprego além da diminuição do consumo ainda gera a baixa auto-estima na população, cria um momento terrível”. relatou. Segundo informações da mídia, na pós-crise devem existir mais de 50 milhões de desempregados no mundo, e em uma economia globalizada isso afeta todos os cantos.
O Presidente da ACICAN, Alexandre Dielo, falou do planejamento da Associação para os próximos anos em Canguçu. Ele relatou que em recente palestra na FIERGS, foi informado que a produção de tabaco ainda seguira, no mínimo, até 2050, sendo este o grande potencial econômico de nossa cidade. Isso mostra a importância do planejamento que está sendo feito.
“Como será Canguçu daqui a 20 anos? Estes temas minha gestão está discutindo, vamos falar nisso e mostrar também durante a FECICAN este ano” disse Dielo.
Com uma visão ampla sobre o tema, voltada ao empresariado presente em bom número na reunião, Afonso decorreu sobre vários temas, passando pela crise tão falada e sentida na pele por muitos comerciantes. Em tom motivacional, ele mostrou as mudanças de atitude do mercado e as novas tendências para uma revolução na visão de mercado para os comerciantes locais.
Por diversas vezes Mota desafiou os presentes a tornar Canguçu um pólo regional, uma referencia em serviços, destacando-se nos seus principais setores e potencialidades. Ele lembrou a importância de explorar este foco com ênfase nas pessoas e partindo de certos pontos como planejamento, criação de novas lideranças, estímulo das políticas publicas, enquadrado em temas atuais como cuidados com meio ambiente, água, alimentos, que são valores que podem influenciar decisivamente na disputa por espaço decisivo nos campos sociais, político e econômico.
“Canguçu tem que assumir suas responsabilidades regionais. As vezes é difícil de reconhecerem a nossa competência, mas temos que demonstrar nosso valor, nosso diferencial sem esmorecer. Isso passa pela busca da felicidade profissional e pessoal dentro do mundo comercial” disse durante a palestra.
O atual modelo competitivo de mercado com ênfase no marketing, com articulação e representatividade necessárias para o desenvolvimento regional também foi debatido no encontro. Afonso tem em suas palestras um projeto de crescimento para o Estado, e que serve de modelo também as cidades para desenvolvimento em 20 anos.
“A Competição em todos os meios veio e está pra ficar. Temos que saber lidar com isso para sairmos vencedores neste momento de crise, principalmente. Temos que trabalhar para evitar demissões, o desemprego é muito ruim, causa problemas econômicos, é a pior saída. O emprego gera o consumo. O Desemprego além da diminuição do consumo ainda gera a baixa auto-estima na população, cria um momento terrível”. relatou. Segundo informações da mídia, na pós-crise devem existir mais de 50 milhões de desempregados no mundo, e em uma economia globalizada isso afeta todos os cantos.
O Presidente da ACICAN, Alexandre Dielo, falou do planejamento da Associação para os próximos anos em Canguçu. Ele relatou que em recente palestra na FIERGS, foi informado que a produção de tabaco ainda seguira, no mínimo, até 2050, sendo este o grande potencial econômico de nossa cidade. Isso mostra a importância do planejamento que está sendo feito.
“Como será Canguçu daqui a 20 anos? Estes temas minha gestão está discutindo, vamos falar nisso e mostrar também durante a FECICAN este ano” disse Dielo.
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